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Conto visto por uma submissa
Sou poppy. Vou contar para vocês o meu primeiro encontro real com meu Mestre e Senhor.
Cheguei ao aeroporto. Sigo para o check-in, estou super nervosa. Meu dono me ligou mandando eu ir ao seu encontro. As horas custaram a passar até que chegasse o momento de embarcar. Agora não tenho mais retorno. Estou dentro do avião que acabou de levantar vôo. Um vôo rápido, que parece uma eternidade. Recuso o lanche de bordo, pois meu nervosismo não me permite comer nada. O aviso da aeromoça faz meu coração bater mais forte ainda. Dentro de instantes estaremos pousando. Pousado o avião, chego ao salão de desembarque dirijo-me ao banheiro. Meu dono exigiu que eu estivesse sem calcinha, mas não tive coragem de voar sem ela. Sei que estou enganando-o, mas essa leve mentira ele não tem como pegar. Calcinha tirada , coloco-a na minha mala, e coração aos saltos saio para o saguão. Meu dono me disse que estaria todo de preto, conheço seu rosto pela foto que ele me enviou, procuro, olho pra todos os lados e não o vejo. Será que ele não vem? Será que ele atrasou? Uma mão em meu ombro e uma ordem expressa com uma voz forte e autoritária: ``Não se vire´´. Meu coração vem até a boca, está dando até para ouvir ele bater. Ele me ordena: ``Siga em frente e não olhe para mim até que eu ordene´´. ``Sim Senhor´´, eu digo. E caminho na direção que ele me mandou seguir. No estacionamento ele abre o porta malas e manda que eu coloque minha mala lá dentro e depois entre no banco de trás. Manda que eu fique de lado e com as mãos para trás. Assim agindo, sinto ele pegar minhas mãos e colocar rudemente uma algema em meus pulsos, rapidamente ele venda meus olhos, quando ameaço me mexer, mas sua voz firme praticamente me paralisou: ``Não, menina, não se mexa´´. Após me vendar, sinto ele colocar sua mão por baixo de minha saia e fala: ``Muito
bem, cumpriu minha determinação, vindo sem calcinha´´. Seus dedos tocam minha buceta provocando-me um arrepio em todo meu corpo. Manda-me então deitar entre os bancos e sinto ele me cobrir com um pano. O carro parte e ele fala comigo: ``Minha poppy, você sabe pois já lhe disse isso mas vou relembra-la. Deverás fazer tudo que eu mandar, deverás fazer tudo que eu quiser, você é minha a partir deste instante para meu uso da forma que eu quiser. Não admito insubordinação nem tampouco recusas. Combinamos que assim seria e você concordou, portanto, a partir de agora seu corpo é meu, certo?´´. ``Sim meu Senhor, eu sou sua, meu corpo lhe pertence´´, digo em resposta. O carro anda por um bom tempo e repentinamente ele para. Escuto a porta se abrir, sinto o pano ser retirado e meu dono manda que eu saia do carro. É um pouco difícil levantar-me do chão com minhas mãos presas, mas me esforço em fazer isso rápido, pois sei que não devo magoá-lo nem deixa-lo esperando quando ele me ordena algo. Consigo sair do carro com sua ajuda. Sinto sua mão em meu braço me guiando em direção a algum lugar. Peço a ele que me tire a venda, quero vê-lo. E fico feliz, ele atende esse meu pedido. Fico de cabeça baixa até que ele me ordene que olhe para ele. Ao fita-lo, meu coração dispara mais uma vez, pois eu o adoro e ao vivo nada fica a dever à foto. Vem uma vontade louca de abraça-lo e beijá-lo, mas infelizmente sei que não posso, primeiro pelas algemas e segundo porque ele não me permitiu essa liberdade ainda. ``Pronto poppy, agora vamos entrar em meu refúgio secreto´´. Olho em torno, estamos numa espécie de sítio, com uma bela casa à minha frente. Ao entrarmos pela porta passamos por um corredor com archotes de fogo mesmo, na parede, acesos, uma visão linda logo de início. Logo em seguida entramos num salão enorme, um pouco
escuro, também iluminado por archotes. Ao chegarmos próximos ao centro da sala, meu Mestre me solta as algemas e diz para eu me despir. Tiro rapidamente minha blusa, minha saia, ficando apenas de sandálias. Tenho um corpo bonito e seios firmes e redondos, e percebo o olhar malicioso de meu Senhor, que está sentado numa cadeira de espaldar alto, uma linda cadeira entalhada, com as pernas cruzadas, suas botas luzidias, o pé direito balançando no ar, e em sua mão um chicote de couro negro, deixando-me assustada por dentro.
``Ajoelhe-se perante seu Mestre, minha poppy´´. Obedeço sua ordem e fico de joelhos a sua frente. Meu Senhor passa o chicote pelas minhas costas, sinto o couro frio em minha pele, estou toda molhada, com medo de que ele perceba. Meu Mestre passa o chicote longo de uma tira só nas minhas costas subindo até o meu pescoço, e forçando meu queixo, sinto que ele deseja que eu levante a cabeça.
``Isso minha poppy, apoie-se nos braços da poltrona que vou colocar em você agora a sua prova de subserviência à mim, a sua coleira, a qual você deverá sempre usar quando estivermos juntos´´. E dito isso ele me mostra uma tira larga de couro brilhante, com argolas prateadas, muito bonita, com uma gravação de meu nome, poppy, em baixo relevo. Entrego ao meu Mestre o meu pescoço para que ele coloque minha coleira. Ele a passa por baixo do meu queixo e sinto ele colocar o fecho pela fivela onde será presa e pior, sinto ele aperta-la bastante, fazendo com que eu a sinta em toda a sua extensão, percebendo que não passa nem um dedo entre ela e minha pele. ``Muito apertada, minha linda poppy?´´. Sabedora da ira que poderia provocar nele lhe digo que não, que ela está muito bem colocada e que estou satisfeitíssima de poder ter a honra de usá-la.Meu Senhor põe uma corrente presa a uma das argolas e me arrasta para o meio do salão: ``Venha minha cachorrinha, siga-me como uma boa cadelinha com seu dono´´. E lá vou eu de quatro atrás de meu Dono, feliz, pois estou realizando seu desejo nesse instante, ele me levando até o meio do salão. Ele retira a corrente, e manda eu me levantar.Estamos em frente a um equipamento, uma espécie de prendedor como aqueles que a gente vê dos tempos da escravidão. Uma madeira grossa com três buracos, dois finos e um grande, com um cadeado grande do lado, prendendo-o pois ele é dividido ao meio, e duas madeiras que saem embaixo, perto do chão com tiras grossas de couro, como braçadeiras, presas a elas. Meu Senhor prende meu pé direito nesse pedaço de madeira, pela braçadeira de couro, que ele passa pelo meu tornozelo e aperta de forma que não consigo mexer essa perna. O mesmo ele faz com minha perna esquerda Ele divide a peça em duas, levantando um pedaço e mandando que eu coloque meus pulsos e meu pescoço nos três buracos que estão lá. Por estar com as pernas presas e essa peça ter ficado um pouco distante eu tenho que me debruçar e me esticar bastante, para que meu pescoço se encaixe no local, que é revestido por uma tira de pelúcia. Ele abaixa a outra parte e a prende com o cadeado. Estou com medo mas não tenho coragem de dizer isso.
Estou totalmente devassada, minhas pernas abertas, meus braços presos e minha cabeça também, não podendo ver o que meu Mestre fará. Uma sensação horrível.
``Confortável, minha poppy?´´. Eu respondo que sim, que poderia dizer? Não está confortável, mas se eu disser a verdade não sei qual seria sua reação.
Ssssllllaaappppttt. Sinto uma forte chibatada em minha bunda. Crispo minhas mãos, pois a dor é enorme, mas sei que não posso nem gemer. E mais outra, e outra, num total de dez chibatadas. Minha bunda arde, deve estar vermelha, dói muito, lágrimas saem pelos cantos dos meus olhos, mas tento agüentar calada.
``Minha querida, você está linda nessa posição, seus peitos pedindo para serem tocados, sua bundinha toda vermelha agora, você sabe que pode parar quando quiser, é só pedir.´´
``Sim meu Senhor, mas pode usar-me a vontade, eu sou sua e tudo que quiser realizar, eu tentarei suportar para seu prazer´´. Sinto suas mãos tocarem meu peito, acariciando meus seios, sentindo meus bicos com a ponta dos dedos. Uma sensação deliciosa. Essa posição, presa à sua mercê, sentir sua força nas pancadas que levei, sentir suas mãos em meu peito, em meu bico, me deixam toda molhada, sinto uma vontade louca de te-lo, mas não ouso pedir. Ele toma meu bico em seus dedos e gira-o, apertando, esticando, que delicia, agora com a outra mão ele faz o mesmo no outro peito, estou com os dois em seu poder, ele mexendo em meus bicos ao mesmo tempo, me deixa toda molhada, excitada. Não resisto e acabo dando um gemidinho de prazer. Imediatamente ele larga meus peitos e me diz: ``Sua vagabunda, está gostando é? Pois vamos ver se vai gostar disso´´. Percebo que cometi um erro, deixei ele perceber que eu estava gostando, e agora sei que serei punida.
Mas será que não é isso mesmo que desejo? Mesmo eu sofrendo? Não sei, minha cabeça está confusa, não sei o que eu penso. Bruscamente ele pega meu bico esquerdo, estica e coloca uma prensa, imagino que seja um prendedor, dói muito, super forte, apertado. Faz o mesmo do outro lado, mas empurrando meu peito esquerdo com uma das mãos, sinto que deve ter uma corrente entre os dois prendedores, e curta, pois quando ele solta meus peitos a dor é muito forte, parece que um está puxando o outro. Uma dor imensa.
``E agora, sua vagabunda? gostando ainda? Um leve castigo para que você não faça mais isso´´. ``Perdão, meu Senhor, não repetirei mais esse erro, por favor solte os prendedores, doem muito´´. Em resposta levo um tapa forte na bunda já ardida pelas chibatadas, e fico calada, remoendo a dor.Como é horrível ficar sem a sensação de ver o que está ocorrendo. Meu Senhor não fala comigo e estou quieta, sem saber onde ele está, o que ele vai fazer.Escuto barulhos mas não consigo discernir o que significam, no que ele está mexendo, essa sensação, aliada a dor nos seios que agora, passado o primeiro impacto se torna até agradável, me deixam excitada, me sinto toda molhada, torço para que ele não perceba novamente.De repente tomo um susto. Meu Senhor enfia seus dedos em minha buceta, e a sente molhada. Que sensação, quase gozo por causa disso. E me fala. ``Hummm, toda molhadinha, hein? Então sente seu próprio gosto, quero-os limpos´´ e coloca seus dedos em minha boca para que os chupe, o que faço, lambendo-os, passando a língua por eles, que delícia poder engolir os dedos de meu Senhor, deixa-los como ele me pediu, limpos.Enquanto estou com seus dedos em minha boca, meu Senhor com a outra mão acaricia meus cabelos, pega em minha mão, me deixa mais excitada ainda.Retirando seus dedos de minha boca, ele vai novamente pra trás do aparelho e fico na expectativa de saber o que vai acontecer. Mas nada ocorre. Meu corpo está tenso esperando algo, mas nada acontece, novamente apenas o silêncio. Os minutos se tornam uma eternidade. Mas, foi só ele sentir que eu relaxei e.... sinto uma dor imensa no interior de minhas pernas. Meu Senhor está me batendo com um chicote, acho, pois a dor é enorme. Ele bate de um lado e de outro rapidamente, me mexo toda, mas sinto sua mão me segurar tentando me fazer ficar numa posição apenas, a dor é forte, ele não para. De repente ele começa a bater em minha buceta, eu grito, a dor é demais, mas ele bate mais algumas vezes, com menos força que nas pernas, mas dói muito mais. Chego a chorar, imploro para que ele pare, o que ele faz imediatamente, mas não sem me recriminar: ``poppy, sua resistência à dor é pequena. Precisamos treinar mais, você precisa aumentar seu poder de concentração´´.
``Sim, meu Senhor´´, digo chorando, ``eu sei disso, me perdoe mais uma vez, mas foi doído demais, eu prometo tentar aumentar minha tolerância à dor, se é isso que o Senhor deseja´´.
``Pois bem, é isso que desejo mesmo, e deixa-me ver como ficou´´. E dizendo isso sadicamente, ele passa suas unhas nos lugares onde ele me bateu, já ardido, bem doído, e com as unhas passando, arrastando, arde mais ainda. Mas percebo que gosto, me vem novamente aquela sensação de excitação, torço para que ele passe a mão em meu grelinho, mas ele, parecendo adivinhar meu desejo, não o faz.
Meu Senhor tira agora os prendedores dos meus seios, o primeiro ele tira de uma vez, mas o segundo ele tira aos poucos, abre e fecha o prendedor, segurando meu peito, e apertando o bico, com a outra mão ele vai abrindo e fechando o prendedor pegando cada vez menos do bico, que dor, pois a cada vez que diminui onde prende vai aumentando a dor, até que ele solta tudo e coloca sua boca no lugar. Sinto sua língua mordiscando meu bico dormente, sua boca sugando meu peito, a excitação da dor aliada a quentura de sua boca, me deixam maluca, sinto minha mente desaparecer, e gozo, um gozo delicioso, como nunca tinha sentido antes, quase um desmaio. Meu Senhor logicamente percebeu, e ficou putésimo. Levantou-se e saiu de perto. A sensação de torpor logo desapareceu dando lugar ao medo. O que ele irá fazer? Não o conheço intimamente a ponto de saber o que ele pode fazer quando se irrita. Estou apavorada.
Minhas pernas doem, das pancadas e da posição forçada, minhas costas também começam a doer. Eu consigo me mexer muito pouco, pois as pernas, braços e minha cabeça estão presos. Percebo meu Senhor vindo até onde estou. Um tempão que ele saiu de perto. Ele prende uma corrente em minha coleira e abre o cadeado, levantando a parte de cima do aparelho. Que alívio, poder tirar as mãos e minha cabeça desse martírio. Consigo ficar em pé mas com uma forte dor nas costas, mas nada falo, nem um gemidinho. Meu Senhor solta agora minhas pernas. Estou livre.
``Bem poppy, agora que você está solta, quero que tire suas sandálias, quero-a descalça´´. Solto então as tiras das sandálias e tiro-as, ficando da forma que meu Amo deseja. Ele está quieto demais, soturno, me dando mais medo ainda. ``Venha´´. E assim dizendo, ele me arrasta pela coleira, até um tronco alto que ele tem encravado num ponto do salão.
``Encoste aí e coloque suas mãos para trás´´. Fiz o que ele mandou, imediatamente ele pôs uma algema em meus pulsos. ``Agora fique de joelhos´´. Assim que me ajoelhei, ele pegou meus tornozelos e pôs algemas também, me deixando presa ao tronco. Como a corrente das algemas dos pés era curta, minhas pernas ficaram meio abertas. Prendeu a coleira numa argola que estava bem na altura do meu pescoço. Ele juntou então a corrente que estava na coleira, passando por trás de mim à corrente das algemas das pernas, mas como essa corrente era meio curta, ele levantou meus pés me deixando sem poder apoiá-los no chão, pois meu corpo não conseguia abaixar com o pescoço preso, com isso não conseguia apoiar os pés no chão. Terrível. Meus joelhos começaram a doer quase que imediatamente. Não satisfeito mandou-me abrir a boca e colocou uma espécie de ball-gag diferente, um aro acolchoado que ele prendeu em minha boca, mantendo-a aberta, sem que eu conseguisse fecha-la. Certificou-se de que eu estava bem presa, sem condições de me movimentar e foi pra outra sala, me deixando abandonada e totalmente imobilizada.
Em pouco tempo, meus joelhos estavam doloridíssimos, meus tornozelos machucados por conta da força que minhas pernas faziam, já que não conseguia mantê-las no ar por minha conta, e pior, a ball-gag não permitia que eu engolisse minha saliva, e eu estava lá, me babando toda. Uma situação terrível. Comecei a chorar, não estava suportando, e não tinha como chamá-lo. Meus pensamentos me levaram então a refletir sobre o que estava acontecendo, porque eu estava passando por isso. Só pode ter sido por eu ter gozado sem sua ordem. Mas minhas preces foram ouvidas, apesar da eternidade que me pareceu ficar nesse castigo, meu Senhor veio e soltou a corrente de meu pescoço, imediatamente meus pés bateram no chão. Ufaaa, que alívio. Ele abriu as algemas dos tornozelos e me mandou ficar em pé. Não consegui, meus joelhos estavam muito doídos, então olhei pra meu Senhor, como que implorando para ele me ajudar. Penalizado, ele agarrou meu braço e escutei: ``Levante-se poppy, espero que desta vez você tenha aprendido a lição. Você só goza quando EU quiser´´. E ele me levantou, continuei presa ao tronco, mas só em poder ficar de pé, com as pernas livres, foi um alívio, apesar de estar toda babada, pois a ball não me deixa sugar minha própria saliva.
Meu Senhor abre as algemas e retira-as de meus pulsos. Estou solta, ele me dá um pano para que eu me enxugue, e somente após isso ele retira a ball.
``poppy, vá ao banheiro, tome um banho, vista a roupa que lá deixei para você. Depois do banho, volte para cá e sente-se naquele banquinho´´. E apontou para um banco baixo num canto da sala. Fui ao banheiro, tomei o banho e vesti a roupa que ele me preparou. Por cima um roupão. Sentei no banquinho e esperei. Após algum tempo ele veio ao meu encontro e me levou conhecer a casa. Ao entrarmos em seu quarto, vejo uma cama enorme com colunas, e dossel, linda.
Meu Senhor me toma em seus braços, retira meu roupão me deixando com a roupa que ele escolheu pra mim, um corpete branco, de renda, amarrado na frente deixando meus seios à mostra, e me dá um beijo longo, boca com boca, sua língua invadindo e explorando a minha boca, como que absorvendo todo meu ser, me deixando sem respiração, um beijo apaixonante. Me toma em seus braços, me deitando na cama, e sentando-se ao meu lado. Acaricia meus cabelos, minha face, me deixando extasiada. Como pode um homem tão bruto me fazer carinhos tão gentis e me deixar tão apaixonada assim? Meu Senhor me dá mais um beijo longo, gostoso. Após me amordaçar com uma tira de pano, pega meu peito em suas mãos, acariciando-os, girando os dedos em círculos em torno dos bicos, sem encostar neles. Vou ficando cada vez mais excitada, querendo que ele pegue logo meus bicos com seus dedos mas não. Ele pára.Coloca quatro pulseiras grossas de couro com argolas, nos pulsos e nos tornozelos, deixando-as bem presas. Me manda ficar de quatro na cama, com os pés próximos à beirada. Com uma corda vermelha, ele prende meu pé esquerdo numa das colunas. Passando a corda por baixo da cama, ele prende meu outro pé à outra coluna, me deixando de pernas abertas. Prende meu pulso esquerdo na coluna da cama também, e depois meu pulso direito na outra coluna, prende em cada lado, uma corda entre a pulseira do tornozelo e do braço, deixando-me com pouca movimentação, ou melhor quase nenhuma movimentação.
Meu Senhor acabou por me deixar numa posição que amei. Estou de quatro, com minhas pernas abertas. ``poppy, eu não vou admitir que você abaixe-se a não ser que eu assim o permita. Eu quero que você agüente o máximo que puder. Logicamente serás vendada´´. ``Sim meu amado Senhor, tentarei suportar o máximo possível´´, respondo rezando para que meu Senhor não me faça sofrer além do meu limite.
Ele senta-se ao meu lado, me dá um beijo carinhoso no rosto, e coloca a venda, apertando-a bem. Sinto-o levantar-se e sair de perto. Plaaffttt... Uma dor forte na minha bunda... um tapa muito forte dado por meu Senhor. E mais outro, um de cada lado alternando-se, são vários, muito fortes. A dor é grande, mas tento suporta-la, mas é difícil. Perdi a conta de quantos tapas levei, mas sinto minha bunda fervendo, e uma dor que surpreendentemente me levou a um êxtase incrível.
``Muito bem, minha poppy, suportaste bem meus tapas, agora que estás bem vermelha sua bunda, vou usar outro brinquedinho, só que agora quero que contes quantas vezes eu a acertarei, se errar começo de novo. Se não agüentar diga a palavra de segurança ARREGO, que imediatamente eu pararei, mas prefiro que não digas nada´´. ``Sim meu Senhor, tentarei´´. Escuto um silvo e de repente, slaappptttt.... Dou um grito, não consegui agüentar. Uma dor horrível, caio na cama, gemendo muito, chorando. Eu imploro a ele para que pare. Mas meu Senhor me ignora e me dá outra pancada forte, no outro lado. Não suportando, acabo por dizer a safeword que combinamos, e continuo chorando, pela dor e pela fraqueza de ter que apelar para a SW.
Sinto meu Senhor sentar-se ao meu lado novamente e tirar minha venda. Vendo minhas lágrimas caindo, ele as enxuga com a venda e me consola com carinhos, colocando minha cabeça em seu colo. ``Pronto, minha poppy, já parei. Não se preocupe, a dor passa logo. A marca não, mas a dor já diminui´´. ``Perdão, meu Mestre e Senhor, não queria apelar dessa forma, mas foi demais para mim. Prometo tentar suportar mais´´.
Ficamos assim, juntos mais um pouquinho quando meu Mestre me pergunta se a dor diminuiu. Eu digo a ele que não, mas que estou pronta para continuar a realizar os seus desejos, que estou pronta para que me use como desejar.
Ele solta meus pulsos e meus tornozelos, me deixando livre. Me levanta e me mostra num espelho que tem em seu quarto como ficaram as marcas que me fez. Vejo dois vergões, um de cada lado, destacando-se na vermelhidão bem escura de minha bunda. ``Venha poppy, diz ele, acompanhe-me que nem uma cachorrinha que és´´. Meu Senhor me diz isso enquanto coloca novamente a guia em minha coleira, puxando-me de quatro em direção ao salão. ``Apesar de respeitar sua posição ao utilizar-se de nossa SW, infelizmente me vejo obrigado a puni-la, por não ter podido agüentar ao leve castigo que estavas sofrendo´´.
Meu Mestre manda que eu tire o corpete e fique nua o que prontamente faço. Coloca-me num cavalete prendendo minhas coxas a ele com uma espécie de cinta de couro preta bem brilhante, que contrasta com minha pele alva, fazendo um bonito efeito. Meus tornozelos são presos pelas pulseiras às argolas que tem no cavelete, que como é alto para mim, acaba me deixando na ponta dos pés.
``poppy, coloque suas mãos para trás´´, Ele ordena. Passa então uma corrente pelas argolas das pulseiras que prendem meus pulsos e puxando-a, me força a deitar para a frente. Meus braços são levantados enquanto meu corpo é forçado contra o cavalete. Meus seios separados pela madeira, me machucando o peito. A dor nos braços é terrível. Eu imploro à meu Senhor para que não me force tanto os braços, mas recebo um tapa brando na bunda já doída, entendendo que devo ficar quieta. Para que eu não levante ele prende minha coleira na ponta do cavalete. ``Muito bem, minha menina, vou deixá-la aí um pouco para que penses como é ruim desobedecer seu Mestre e Senhor. Como agora você está bem presa, vou baixar seus braços um pouco para diminuir um pouco sua dor´´. ``Obrigada, amado Senhor, agradeço imensamente´´.
Ficar nessa posição está me deixando novamente excitada, só em imaginar o que meu Mestre poderia fazer comigo, tento me mexer um pouco, raspando meu grelinho que está pressionado na madeira, mas consigo me mexer muito pouco. Minha imaginação me deixa cada vez mais molhada, pensando no que posso passar nas mãos dele aqui. Passa-se uma enormidade de tempo, me pareceram horas, quando de repente sinto suas mãos me tocarem. Ele passa suas mãos pelos vergões de minha bunda. ``poppy, você está tremendamente excitante nessa posição´´, diz ele. Isso me deixa mais maluca ainda. Desejo ele mais que tudo.Meu Mestre toca meus seios, apertando-os, sinto uma eletricidade nunca sentida antes percorrer todo meu corpo, uma sensação deliciosa. Ele se abaixa e suga meu seio, coloca-o quase todo em sua boca, sua língua, girando no biquinho, já totalmente duro, mordiscando-o, mordendo-o, pressionando-o entre a língua e seus dentes, enquanto que com uma das mãos ele aperta o outro, girando-o entre os dedos. Eu tento me mexer, tento pressionar meu grelinho, mas é difícil, minhas pernas estão bem presas. Ele para. Penso comigo, por favor não pare.Mas é só para mudar de lado. Faz a mesma coisa ao contrário. Mas agora meu outro bico já está meio dolorido pois apertou bastante com os dedos. Hummmm, quando ele morde, quase desfaleço. E digo a ele: ``Por favor, meu Senhor, eu o quero mais que tudo´´. Sua resposta é soltar minha coleira da argola e dar um beijo em minha boca, um beijo gostoso, quente, explorando minha boca toda, língua com língua. Ele vai para trás de mim, e usando seu cacete duro como açoite, bate em minha bunda, me deixando mais louca ainda de tê-lo em mim. Ele bate várias vezes. Novamente eu imploro, me possua meu Senhor.Ele solta meus braços, solta as correias que prendem minhas coxas, e solta as pulseiras das pernas. Estou livre. Tão excitada que nem sinto as dores que deveria estar sentindo, pela posição e dormência das pernas e braços. Ele me pega em seus braços e me carrega até a cama, manda que eu fique de quatro para ele. Sinto medo agora, mas a excitação é mais forte que o medo. Sinto ele passar uma espécie de geléia gelada na entrada do meu rabinho, imploro quase chorando que não quero, mas ele enfia um dedo, e mais outro, são dois dedos lá dentro, enquanto passa seu dedão pela minha bucetinha toda encharcada já. Que delícia. Estou em pleno êxtase. Fazendo movimentos de entra e
sai, me deixando louca.De repente, ele tira os dedos, mas, aí vejo que ele está passando aquela geléia em seu pau, eu choro, implorando para que ele não faça isso. Ele me dá um tapa forte na bunda, continuo chorando, e selvagemente, ele enfia seu pau no meu cuzinho, uma dor enorme, rasgando meu interior, estocando, ele vai e vem, a dor sumindo e dando lugar a um prazer indescritível, o gozo vindo como ondas, nunca gozei assim.Ele tira seu pau de dentro de meu rabo, uma sensação de vazio ficou no lugar, mas rapidamente ele coloca em minha buceta, entrando e saindo, nossa... perco quase os sentidos, outra onda de gozo vem, ele dá uns tapas em minha bunda, seu pau entrando e saindo, os tapas, o pau... sinto ele gozar dentro de mim, ao mesmo tempo em que eu gozo loucamente, gritando, berrando, desfalecendo, caindo na cama, sentindo o corpo de meu Mestre também caindo por cima de mim.
Passamos um tempo ali, juntos, eu digo que ele é o Senhor da minha vida, que todos meus desejos e vontades são dele, faço tudo que ele quiser. Ele se levanta e manda que me levante também. Vamos ao banheiro onde tomamos uma ducha gostosa, juntos, eu ensaboando-o, limpando-o, deixando-o bonito e cheiroso novamente.Após nos secarmos, manda que eu me vista, pois está na hora de ir embora. Ele me leva ao Aeroporto, onde me deixa na área de embarque, acelerando o carro e indo embora. Fico ali vendo meu Mestre e Senhor desaparecendo de minhas vistas, rezando para que nosso próximo encontro seja o mais breve possível.
Black Wolf -2002