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Meu Primeiro Dono de Verdade

O que vou narrar a seguir trata da primeira e segunda vez que eu encontrei o meu Dono. Tenho 37 anos, tenho boa aparência, sempre tive essa fantasia de submissão, mas ainda num tinha encontrado alguém que pudesse proporcionar tais situações. Nosso primeiro contato foi via internet por meio de um conhecido dele, que gosta de ser escravo feito eu. Já no chat ele me humilhou bastante e marcou de eu ir ao encontro dele naquele momento, nem tinha almoçado ainda, era 12h00 +/-. Mesmo com um pouco de medo, num pensei 2 vezes e fui. Antes ele ordenou q eu fosse com o rabo cheio, que eu colocasse alguma coisa no cu. Assim eu fiz, sem estar preparado para a situação peguei um pedaço de pepino q tinha na geladeira, vesti ele com uma camisinha e coloquei.. doeu muito e era pra deixar na portinha e não enfiar tudo.. No caminho, fui com meu carro, o pepino entrou tudo, doeu mais ainda. Estava no local combinado ele ligou no meu cel e disse pra eu deixara porta do carro aberta e num olhar para ele. Caso eu fizesse ele bateria em mim no mesmo momento. Entrou no carro, me xingou e me humilhou muito, disse que eu sou uma putinha mesmo, cuspiu em minha cara por mais de uma vez e fez eu lamber o cuspe. Me fez andar por umas ruas ermas aqui da cidade que eu num conhecia. Tive medo. Ele é maior que eu, pensei que fosse apanhar muito. Mas nada disso aconteceu, tomei uns tapas na cara apenas e peguei no pau dele. ELE me disse as condições dele pra eu ser escravo dele fazendo questão de destacar que jamais me exporia pra parentes ou conhecidos meus e disse pra eu pensar e enviar uma resposta no e mail dele. No mesmo dia mandei um e mail dizendo quais seria meus limites, um deles e nunca ser aqui na minha casa, e de ser com hora pra iniciar e acabar a dominação. Pensei q ele num aceitaria, mas hoje fui ver meus e mails e tava lá a resposta: “vc já é minha sua puta, me liga agora.” Liguei cheio de medo e tesão (essa é uma das melhores sensações) ele disse que retornaria a ligação q eu estivesse pronto. Quando ligou ordenou q eu fosse ao seu encontro, e levasse uma calcinha limpa. Perguntou quanto tempo eu tinha disponível, informei q até as 22h00 tudo bem, então ele disse que eu teria uma amostra de como será nossa relação naquele momento. Fui ao local combinado, a rodoviária daqui, um ambiente bem degradado, aquilo já me excitava. Parei o carro e da mesma forma ele entrou e eu num olhei pra ele. Ele me xingou muito, como de costume e como eu gosto, me pondo no meu lugar de servo. Fomos pelas mesmas ruas porem agora a noite. Alem de me xingar ele me avisou q ele estava com o pau sujo e q eu iria limpa-lo com minha boca. Já na periferia parei num boteco de com umas pessoas mal encaradas pra comprar um cigarro para meu Dono, eu estava com o cuspe dele escorrendo pela minha cara fiquei muito encabulado, mas o dono do boteco num falou nada e me vendeu o cigarro e o fósforo fomos até um local bem escuro, rua de terra já, paramos o carro e eu mamei ele até ele gozar em minha boca, que delicia, que pau enorme tem meu Dono. Até chegar ai, levei uns tapas na cara, umas cusparadas, e ele contou 5 erros meus q eu nem tinha percebido, me chamou de bicha burra, de puta sem instrução, mas q eu iria ser adestrada , q eu ia aprender. Saindo da rua escura, depois de ter tomado todo o “leitinho” de meu Dono, ele acendeu o cigarro e como eu não fumo ele fez questão de soltar a fumaça na minha cara. Tanto a porra quanto a fumaça eu agradeci. Ai ele falou pra eu abaixar minha calça, e ordenou q eu parasse num lugar ermo, sem desligar o motor, ele mandou eu me virar e com o cigarro queimou minha bunda... q medo, muito maior q a dor..e que tesão também. Rodamos mais um pouco e ele me queimou a bunda novamente. Mas meu Dono é experiente, pois eu tava imaginando varias marcas em meu traseiro, porem quase num teve dor (só medo) e num ficou marca, apenas uns poucos pelos queimados, como ele me disse, que num deixará nunca marca em lugares visíveis, achei q ficaria com a bunda marcada ainda bem que não, mas me deu muito medo quando ele me fez repetir que vaca como eu tina q ser marcada e em seguida encostar o cigarro aceso em minha bunda. Como ele havia me dito q num teria muito tempo aquela noite, imaginei q meu martírio teria acabado, pois já estávamos no rumo de volta para o centro da cidade. Engano meu, ele me fez parar o carro em frente um terreno baldio, saiu do carro e eu o segui. Ele me fez ajoelhar e mijou na minha cara e na minha boca. Fez eu engolir e num deixou eu limpar o rosto. Que sensação ótima de submissão e humilhação eu ajoelhado num terreno baldio, no escuro, com meu Dono mijando no meu rosto, adorei, mesmo sentindo muito nojo. Na volta para o centro da cidade ele me pediu a calcinha, entreguei a ele e então ele me falou seu objetivo: ele vai entregar aquela calcinha a uma puta que vai usa-la e vai suja-la e ainda ele e conhecidos dele vão esporrear aquela calcinha, acho q mijar nela também, enfim ela vai fica bem imunda e nojenta e eu vou ter que usa-la , sem lavar sempre, vestindo uma cueca por cima. Mas isso é conversa para uma segunda história, que ainda não aconteceu e se meu Dono ordenar, como fez desta vez, vou descreve-la em detalhes como agora. Não sei quando vou vê-lo novamente, mas aguardo com ansiedade, medo e tesão.