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Brigitte
Uma linda visão... parece um sonho... de calcinha asa delta preta, babydol preto transparente, seios de fora, mãos presas nas laterais de um corrimão, joelhos amarrados um ao outro, pés também amarrados um em frente ao outro, com uma linda sandália preta, unhas vermelhas... vou me aproximando, devagar, quase lhe tocando.
TRRIIIMMMM
Maldito despertador... sempre me acordando em hora errada.
Foi um sonho... que sonho...
Levanto-me, excitado, um banho frio... pra acalmar meu amiguinho...
Chegando ao serviço, aquela balbúrdia diária. Setor de atendimento. Telefones tocando sem parar, pessoas indo pra lá e pra cá. Papéis. Um stress total.
Finalmente chega a hora do almoço. Não via o momento de sair lá de dentro pra poder espairecer e relaxar. Vou ao meu restaurante preferido, pego o prato, me sirvo do que quero e procuro um lugar pra sentar. Restaurante cheio, ao olhar pra ver se encontro um local pra me sentar, vejo aquela pessoa de meu sonho, sozinha numa mesa. Não posso crer em meus olhos. Dirijo-me a essa mesa e peço licença a ela pra me sentar. Logicamente, falo qualquer coisa, apenas pra poder entabular uma conversa com ela. E ela se mostra receptiva. Me apresento, pergunto seu nome, Bruna. Conversamos, ela é uma pessoa alegre, rimos bastante juntos, pergunto onde ela trabalha, o que ela faz. Digo o que faço e solto a frase a qual espero uma resposta positiva. ``Bruna, encontro você hoje após o expediente aqui pra podermos conversar mais um pouco´´. Ela concorda.
Volto pro meu setor de trabalho, flutuando, esqueço de toda a confusão reinante. Não vejo a hora de terminar o dia, pra poder encontra-la e poder convencê-la a ficar comigo.
5 da tarde. Finalmente chegou o momento de ir embora. Cato minhas coisas e saio as pressas de lá.
Ao chegar ao restaurante, fico no outro lado da rua, aguardando pra ver se Bruna aparece. Eis que chega minha escolhida. Vejo ela sentar-se numa das mesinhas e ficar olhando o cardápio. Espero uns 5 minutos e chego sentando ao seu lado. Retiro o cardápio de suas mãos e peço ao garçon dois chopps. Ela se assusta pois não esperava por essa minha atitude. Eu digo a ela que estou acostumado a mandar, que faço isso naturalmente, assumo o comando da situação sempre. Ela se impressiona e demonstra satisfação por essa minha atitude.
Conversamos muito e dirijo então a conversa dizendo a ela que sou uma pessoa diferente, que ela provavelmente se assustaria quando eu dissesse o que curto, mas que nada tem a ver com o que inventam por aí sobre isso. Aticei sua curiosidade. Ela quer saber o que é. Digo então a ela que sou um Dominador, que curto S&M, explico a ela o que é, quais são as verdades e as mentiras que se falam por aí. Ela se mostra bem interessada, me proponho explicar direitinho pra ela o que é esta filosofia.
Todo dia então, neste mesmo horário nos encontramos nesse lugar e ficamos conversando, ela se mostrando cada vez mais interessada. Na sexta feira, convidei-a para passar o final de semana comigo e termos uma sessão, onde a iniciaria no sadomasoquismo. Ela aceita. Marco com ela o local de encontro, no sábado, as 9 da manhã, bem cedo pra podermos passar muito mais tempo juntos, e digo como ela deveria estar vestida e o que levar.
``brigite, este será seu codinome, você virá vestida com uma saia preta, blusa preta, uma sandália alta também preta e uma calcinha asa delta preta. E traga um babydoll pretinho transparente um número menor em relação ao que costuma usar. Saiba também que deverá obedecer a tudo que eu disser sem questionamentos, deverá fazer tudo que eu mandar sem resmungos, desde já salientando a você que a respeitarei e não serei extremamente bruto, pois estará em iniciação´´.
brigite prontamente concordou com tudo e nos despedimos com um terno e longo beijo deixando-a ir embora.
Parte II
Nove horas da manhã. Estou no carro olhando brigite, que estava no local determinado antes do horário marcado. Vestida exatamente como mandei. Uma linda mulher. Ligo o carro, e sigo em frente. Parando ao seu lado abro a porta e espero que ela entre. Trocamos um beijo e digo a ela que a partir daquele instante, a relação entre nós será de um Senhor e sua sub. Ela deveria me tratar por Senhor sempre, nunca dirigir a palavra sem que eu desse permissão, não olhar diretamente para mim e sua safeword seria a palavra SOLTE. Um outro beijo longo e carinhoso e digo que foi o último afeto e carinho entre nós até o término de nossa sessão.
Consegui por empréstimo a chácara de um amigo também Dominador, que possui uma casa com dois andares, sendo que o andar de cima é um grande salão, que ele usa para sessões. Um local afastado e sossegado.
Chegando à chácara, saio do carro e mando brigite sair e ficar em pé ao lado do carro. Coloco em seu pescoço uma coleira de couro, deixando-a bem presa. Uma coleira com várias argolas de metal, numa das quais prendo uma corrente de elos grossos, bem pesada, comprida, quase atingindo os joelhos de brigite. Puxo-a pela corrente em direção à casa, jogo a chave da porta no chão e mando ela se abaixar para pegá-la e abrir a porta. Sadicamente quando ela se abaixa eu puxo a corrente em minha direção tornando extremamente difícil para ela a tarefa de pegar a chave. Após algumas tentativas eu alivio um pouco e permito que ela realize esta pequena tarefa. Abrindo a porta ela tenta entrar, quando mais uma vez eu puxo a coleira e digo a ela que sou eu primeiro. Entramos. Retiro sua coleira. Mando-a se despir totalmente e tomar um banho. A quero bem cheirosa e com o babydoll pretinho que mandei ela trazer, e calçar a sandália que está no banheiro, a qual tem um número menor que o que brigite usa.
Ao ver brigite sair do banheiro vejo a imagem do meu sonho... exatamente o que eu havia sonhado. Impressionante, parece uma premonição. Aproximo-me dela e pergunto-lhe se está tudo bem. Ela me diz que a sandália aperta um pouco seus dedos, quando digo que está perfeito então. Posto-me atrás dela, cheirosa, linda, gostosa, mas me controlo. Volto a colocar a coleira em seu pescoço. Ponho também uma pulseira de couro em cada pulso, também com argolas, deixando bem apertadas. Levo brigite para cima. O beiral da escada no segundo andar lembra meu sonho. Não vou deixar passar esse instante. Coloco brigite encostada no beiral, prendo uma corda em sua pulseira esquerda e deixo seu braço esticado, fazendo o mesmo com o braço direito. Amarro seus joelhos juntos, com uma corda branca de seda, brilhante, e prendo seus tornozelos um em frente ao outro, com uma corda semelhante. E voilá, lá está meu sonho materializado. Aquela mulher ali, presa, com uma calcinha asa delta e um babydoll pretinho transparente justíssimo, destacando seus seios redondos, presos nessa delicada prisão de tecido, implorando por liberdade, me encantando, me deixando maluco por ela. Um click. Uma foto. Pra eternizar minha lembrança, meus devaneios.
Um beijo nessa linda boca por ter me proporcionado essa maravilhosa visão.
Solto seus pulsos. mas não suas pernas. Puxo a corrente, pra que ela venha me seguir, logicamente não consegue. Mando-a se jogar ao chão e que venha se arrastando atrás de mim, o que prontamente ela faz.
Coloco-a de pé e mando ela tirar minha roupa e ela percebe a excitação que estou sentindo por essa sub.
Solto as cordas que prendem suas pernas e seus tornozelos.
``Bom brigite, o que você fez lá na entrada merece um castigo´´. E ela responde ``Sim meu Senhor, compreendo que errei, e estou pronta a receber o que o Senhor achar que deva ser minha punição´´.
Sento-me na cama que existe no salão, e mando que ela se deite sobre minhas pernas. Coloco meu pau por entre suas pernas encostando em sua bucetinha, por fora, com meus dedos encostando nela percebo que está molhadinha. Seguro um de seus peitos com uma das mãos, por dentro do babydoll que ela usa, apertadinho, e com a outra começo a dar tapas leves em sua bunda, de um lado e do outro, ritmadas, a cada tapa seu corpo se mexe, fazendo meu pau roçar em sua bucetinha, minha mão apertando seu peito, ouvindo ela gemer. Aumentando o ritmo, aumento a força das pancadas, e seus gemidos tornam-se mais fortes também. Sua bunda vai ficando vermelha, ardendo, sinto seu bico durinho em minha mão, e paro. Ela implora para que eu continue. Não brigite, chega... Paro, porque eu também estou quase gozando e não quero isso agora.
Coloco-a de pé, de costas para mim, e examino minha obra. Duas belas manchas vermelhas, quentes ao toque. Viro-a de frente e mando que abra as pernas. Coloco minha mão em sua buceta e sinto-a molhada, e falo pra ela: ``Estava querendo gozar sua
vagabunda? Só quando eu mandar´´.
Ela com tristeza nos olhos me responde ``Sim meu Senhor, perdão´´.
Estranhando essa submissão perfeita dela, pergunto se ela não tem nada a me dizer a esse respeito, quando então ela me responde que já foi
submissa antes de um outro Dominador, mas que ela teve que mudar para cá e infelizmente acabou seu caso.
``Ah, quer dizer que me enganou todo esse tempo? Muito bem. Então vamos ter uma sessão real em sua totalidade, pra você aprender a não mentir
mais para mim´´.
Ordeno que tire toda sua roupa, ficando apenas de sandálias. Levo-a pela coleira até uma mesa especial, uma espécie de banqueta. Amarro suas pernas juntas e as prendo na altura dos joelhos na mesa, inclino seu corpo, deitando-a no tampo dessa mesinha, a qual termina bem na altura de seus seios. Passo uma correia de couro que sai debaixo do tampo por sobre suas costas. Ajeito seus seios para que
fiquem embaixo de seu corpo e aperto a correia o máximo que consigo, espremendo seus seios na mesa. Ela solta um grito ao ser espremida, mas acaba por agüentar. Pego seus pulsos colocando-os por sobre suas costas e prendo as pulseiras com um cadeado.
``Muito bem, agora você vai aprender a não mentir mais pra um Dono seu´´.
Um cane. 60 cm. Um pano. De seda, vermelho, que guardo para ocasiões especiais como essa. Coloco em sua boca, como uma mordaça. Não quero gritos. E vapt. Uma pancada seca em sua bunda já vermelha. Seu corpo arqueia com a dor, mas impedida pela correia não consegue se movimentar muito. Seus olhos demonstram a dor que ela sentiu. Vou para o outro lado.
Vejo seus olhos me acompanhando com terror. Vapt. Outra pancada seca. Outro arqueamento de brigite. Lágrimas saem de seus olhos. Coloco uma venda em seus olhos. Deixo-a lá, sozinha, com sua dor e suas lágrimas e vou lá para baixo.
Uma geladeira. Cubos de gelo. Encho um recipiente com cubos de gelo. Subo novamente até onde está brigite. O mais silenciosamente possível. Agacho-me atrás dela. Observo-a. Duas marcas, vermelhas, fortes, em sua bunda... uma de cada lado... Seguro uma pedra de gelo sobre seu corpo. Uma gota. Uma gota escorre da pedra e cai precisamente em seu rego,
escorrendo por entre ele. A gota gelada provoca o efeito esperado aliado ao susto. Outro arqueamento e provável disparo em suas emoções, pois não esperava por isso. Um gemido mouco... retiro sua mordaça.
Quero ouvi-la. Coloco uma pedra de gelo em minha boca, chupando-a, rolando-a por toda ela, até sentir que está bem gelada. Aproximo-me de brigite e dou-lhe um beijo, minha língua gelada explorando sua boca, quente, prontamente correspondido. Solto suas pernas. Vejo as marcas das cordas. Toco nas marcas. Passo uma pedra de gelo em seu grelinho, quente e úmido. Ela suspira, geme. Enfio a pedra no interior de sua buceta, ordenando a ela que não a deixe sair. Coloco outra. Minha língua percorre seu interior, agora gelado, mais úmido ainda. Uma mordida em seu grelinho, mordidas em seus lábios, uma invasão em seu
interior... brigite implora para que continue, mas eu paro.
Solto a correia que a prende. brigite mal consegue ficar em pé. Solto seus braços. Puxo-a pela guia da coleira até a cama, e mando que ela se deite. Abro suas pernas e as prendo nas pontas da cama, deixando-a bem aberta. Prendendo as pulseiras novamente em seus braços, amarro-os esticados pra cima na cama. Ela fica em uma posição semelhante a um Y. Uma marca começa a se formar entre suas pernas. O gelo derretendo em sua buceta sai e escorre no lençol. Ela implora para que retire a
venda, mas digo que não.
Um prendedor. Outro. Uma correntinha ligando os dois. Outro gelo, passando em seu bico, em torno, derretendo ao mesmo tempo que vai fazendo com que o bico cresça. Após algumas passadas do gelo, minha
boca o substitui. O gelado se dilui com o calor de minha língua, lambendo, mordendo o biquinho, enrolando ele por entre os dentes, enquanto minha mão passa o gelo no outro. Coloco o prendedor nesse
bico. O outro bico geladinho me aguardando. Duro. Minha boca o ataca. Mordendo-o. Chupando-o, puxando-o. Coloco quase seu peito todo em minha boca... Mais umas mordidinhas no bico e... A corrente é curta,
fazendo com que tenha que puxar um peito em direção ao outro para poder prende-los juntos. A pressão é forte, fazendo com que brigite dê um leve gemido.
Sento sobre seu peito e coloco meu pau entre seus seios, prensando-os e num movimento contínuo de vai-e-vem, esfrego meu pau por entre eles.
A correntinha curta, com as estocadas, puxa os bicos, mas não os solta. Dói bastante, imagino, pois ela solta alguns gritos de dor. Um intenso prazer se apodera de mim... o contato dos seios de brigite com
meu pau, a visão de seus lábios, num misto de dor e prazer me dão uma idéia... Solto seus braços, e continuando sentado sobre ela pego o travesseiro e coloco-o sob sua cabeça.
``Agora brigite, você vai fazer o seguinte, vais apertar seus seios com suas mãos livres, quando meu pau estiver próximo a sua boca você vai engoli-lo.´´
E assim dizendo puxei sua cabeça com minhas mãos aproximando-a de seus seios. E cada vez que meu pau subia, sua boca, sua boca quente, a língua, a língua esperando, e a cada estocada, brigite o engolia,
deixando este seu Mestre delirando de prazer.
Saio de cima de brigite, e volto a prender seus braços com as pulseiras e o cadeado e amarrá-los na cama. Solto uma de suas pernas e a prendo na cabeceira. Faço o mesmo com a outra perna. Brigite está agora, com as pernas abertas e levantadas, os braços esticados e os peitos presos pelos prendedores com a corrente. Seu corpo está
completamente exposto, a minha disposição. Brigite, vendada, não pode ver o que estou fazendo. Seus pés pedem, imploram, clamam por algo.
Uma régua. De madeira. Seguro o pé de brigite. Ela leva um susto e balança sua perna. Seguro firmemente e plaafftttt. Dou uma pancada
seca com a régua em sua sola. Brigite dá um grito. Solto a régua e esfrego as pontas das unhas no local da pancada a qual esquentou sua sola. A sensação que brigite sente é de várias agulhas a pinicando,
ela geme de dor. Lágrimas correm por seu rosto vendado. Ela soluça, já que nada pode fazer pois está imobilizada. Sua respiração é acelerada
e ofegante, mesmo sentindo a dor no seu pesinho, deseja mais... a sensação de estar exposta , ao seu Senhor, lhe excita terrivelmente.... sente o mel escorrendo por suas pernas, e fica imaginando o que ele irá fazer em seguida.
``Meu Senhor, imploro-lhe, meu outro pé espera por sua punição. Por favor´´.
Silêncio. Nada é dito. Fica apenas o apelo no ar, de brigite. Um plug. Pequeno. Transparente.
Sento-me na cama. Próximo a brigite. Plug na mão. Passo ele em sua buceta, esfregando, empurrando. Brigite arqueia o corpo. Um suspiro. Mesmo sem poder se movimentar, por estar absolutamente presa na cama,
ela tenta se abrir, para sentir o plug lhe penetrando. Emite um sorriso leve, mas noto que é safado, Ahhh minha brigitte.... estás gostando, é? Passo meus dedos por sua bucetinha e noto ela toda
molhada... O plug está molhado com o mel que escorre dela.
``Bem, brigite, você vai agora receber este plug em sua boca... quero-o bem lubrificado... bem molhado... aproveite e sinta o gosto de seu
sumo... de seu prazer...´´
E dito isto, coloco o plug em sua boca, girando-o, fazendo ela sugá-lo, molhando, lubrificando.
``Pronto, minha querida. Chega, está bom assim...´´
Coloco o plug na entrada de seu cuzinho. Sinto brigite contrair-se.
Plaftttt. Dou-lhe um tapa em sua bunda. Quieta menina, relaxe. Coloco a pontinha do plug, e num movimento giratório, vou enfiando. Devagar... lentamente... Brigite geme, ao sentir que está entrando algo em seu rabinho. Vou enfiando, cada vez mais fundo. Ela rebola, geme, um murmúrio de prazer, um misto de tesão e dor. Aos poucos ele vai entrando e de repente, ele é sugado, entra totalmente,
até que sobre apenas o apoio pra fora. Vejo que ela se contrai... sinto seu corpo estremecer , mas aquele sorrisinho safado, volta a se instalar no seu semblante.
Passo uma corda por sobre sua barriga como se fosse um cinto, razoavelmente apertada. Outro plug. Maior. Mais grosso. Vibratório. Novamente, passo em sua bucetinha, em seu grelinho, brigite imaginando
o que virá pela frente. Sua buceta cada vez mais molhada, encharcada de tesão, implorando, por algo que a complete. Algo que a preencha. Ela sente o plug ser passado pela buceta, rebola... mas está
completamente imóvel, gostaria de pedir que ele fosse entrado rapidamente, pois está ansiosa por ser penetrada. Empurro-o contra seu grelinho, pressionando-o, ao mesmo tempo em que puxo a corrente que prende seus mamilos... brigite dá um urro de dor, um grito sentido. Percebo que está na hora de retirar os prendedores, o que faço, com pequeno requinte de sadismo. Levanto a corrente,
esticando-a, e com um tapa nos prendedores, faço eles largarem sua presa, primeiro o direito, logo em seguida o esquerdo, sem dar tempo a brigite de se recuperar entre um e outro. Prontamente, faço minha sua boca, invado-a com um beijo caliente, provocador, não dando a ela chance de gritar. Um beijo exploratório, prontamente correspondido.
O plug novamente passado em sua buceta encharcada, vejo-o molhado e mais uma vez coloco na boca de brigite para que ela o chupe, o engula, sinta seu mel. Ao traze-lo de volta para seu futuro destino, descanso o plug em seu grelinho. Meus dedos sentem o molhado abundante... Irresistível tentação apodera-se de mim.
Uma pedra de gelo. Minha boca. Gelo na boca. Abocanho literalmente sua buceta, minha língua gelada, entrando, chupando, lambendo, todo aquele
mel, todo aquele sumo. O gelo saindo de minha boca, rolando no grelinho, e voltando pra mim... arquejos de seu corpo, empurram sua buceta ao encontro de minha boca. Empurro a pedra de gelo pra dentro
dela. Rapidamente derretendo. Paro.
``Ah não, meu Senhor, por favor, continue, imploro-lhe, não pare agora, permita-me gozar para o Senhor´´.
``Não brigite, você está proibida de gozar. Ai de você se me desobedecer´´.
E dizendo isso, enfio de uma só vez o plug em sua buceta, até o fundo. Uma corda presa à corda que está em sua cintura. Passo-a pelos dois plugs, e prendo-a na frente, puxando bem, deixando-a firme. Sem que brigite consiga expulsar algum dos plugs. Coloco-lhe uma mordaça.
- Bem brigite, vou descer, para resolver alguns assuntos, e vou deixa-la aí dessa forma ``confortável´´ me aguardando. Ligarei o
vibrador, e preste muita atenção. Como já avisei agora há pouco, estás proibida de gozar.
Ligo o vibrador, obviamente ciente de que ela não conseguirá obedecer esta minha ordem e desço as escadas, deixando-a lá, sozinha.
Uma garrafa. Um vinho. Duas taças. Pego uma garrafa de vinho e as taças e levo para cima. Silenciosamente, fico à espreita, observando minha querida ali deitada, imobilizada, ouvindo aquele barulhinho típico do vibrador. brigite, que já estava bem excitada, com o vibrador agindo, não está agüentando mais, e percebo ela gozando... seu corpo se movimentando muito, um gozo profundo, seus gemidos abafados demonstram uma sensação de plena satisfação.
Continuo em silêncio, apenas observando. O vibrador fazendo seu serviço, e como ela já gozou, começa a irrita-la. Percebo seu incomodo pois ela começa a movimentar-se demais. Sento a seu lado na cama e sinto seu estremecer pelo susto. Retiro delicadamente a mordaça de sua boca, substituindo-a por um terno beijo. Novamente sua língua procura a minha, um encontro que gera descargas elétricas em meu corpo, em seu corpo. Pergunto a brigite se ela gozou, já conhecendo a resposta que ouvirei. Ela me diz: ``Não meu Senhor, não gozei´´.
Queres que pare a vibração? - Ela prontamente me diz que sim. Desligo o aparelhinho. Solto a corda que os prende em seu interior e retiro o consolo de sua bucetinha.
Que estranho, minha cara... ele está tão molhado. Tens certeza de que não gozaste, menina? - E tirando sua venda, digo a ela que me fale olhando nos olhos que não gozou. Chorando ela me diz:
Perdão, meu Senhor, não pude agüentar, peço perdão.
- Ah, menina, mentiste novamente para mim... que coisa feia. Agora limpe este negócio... - e assim dizendo enfiei o consolo em sua boca. Girando, pondo de lado, ela lambendo, tirando aquele sumo todo... novamente passava ele pela sua bucetinha molhada e voltava a sua boca. Afago suas pernas levantadas, que devem estar bem dormentes... suas coxas macias pedem um cumprimento... plaaafffttt.. um tapa forte em sua coxa direita, perto da dobra do joelho... marcas de dedos, meus dedos em sua coxa... outro tapa um pouco mais abaixo... mais uma marca. E vou dando tapas até chegar perto de sua bucetinha novamente. brigite percebe o caminho que estou percorrendo e sinto ela retesar o corpo esperando a pancada. Mas pulo e chego a outra coxa, percorrendo o caminho inverso... subindo por ela até os joelhos... marcas vermelhas nas duas extensões...
gemidos são emitidos por ela a cada tapa...
Um chicote. Fino, de couro, com uma ponta larga. Passo a ponta do chicote em seu grelinho, uma leve pressão e vou subindo e descendo o chicote, a haste redonda abraçada pelos grandes lábios, passando por sua bucetinha... Levantando-o, um leve golpe com a ponta em sua buceta... alguns golpes mais... gemidos de dor... logo transformados em pequenos gritos, lágrimas em seus olhos...
Abro a garrafa de vinho e sirvo uma taça... enxugando suas lágrimas com o dorso da mão, levo a taça até seu rosto e faço com que ela sinta o aroma da bebida...
Desejas um pouco, minha cara? - Bebo um gole ao fazer a pergunta a ela... Ela balança a cabeça
afirmativamente. Está certo. Vou deixar a garrafa e a
taça aqui ao lado da cama. Quando terminarmos você
poderá se servir. Um olhar de tristeza abate-se em seu rosto.
Por favor, meu Senhor, apenas um gole... estou com a garganta seca.
Em total silêncio, solto suas pernas. Desamarro seus braços da cabeceira da cama. Mando-a ficar em pé, com as pernas abertas. Examinando-a, verifico as marcas que deixei. Lindas marcas vermelhas em suas coxas, a buceta inchada pelos golpes do pequeno chicote, os bicos vermelhos, doloridos ao toque. Mas quero mais...
Uma corda. Vermelha. Várias cordas. Longas, curtas. Vários tamanhos. Mando que brigite feche as pernas normalmente, sem juntar os joelhos. Prendo seus tornozelos, deixando um espaço entre eles, mas
firmemente ligados. Uma corda na altura de seus peitos. Passando pelas costas, envolvendo cada seio, estes ligeiramente espremidos pela corda, deixando-os redondinhos, saltados. Uma nova corda, um pouco mais fina, passando por cima dos bicos de seus seios, dando a volta pelas costas e novamente pelos seios, mas desta vez por baixo dos seus bicos. Estico bem e amarro firmemente. Que linda visão está ficando. Os seios redondos, os bicos espremidos por baixo e por cima pela corda saltam pedindo para serem usados.
Mando que brigite coloque as mãos para trás,
amarrando-as, juntas, pulso com pulso, bem firme. Uma
outra corda prendendo seus pulsos à coleira, passando
por entre suas pernas, com uma folga, não encostando
em seu corpo. Examino novamente minha querida brigite, linda, seu corpo envolto pelas cordas vermelhas, destacadas sobre sua pele macia, os peitos redondos, os bicos salientes pela pressão, seus cabelos emoldurando seu lindo rosto, sua boca pedindo para ser novamente explorada.
Um beijo, novamente correspondido com fervor por ela, um beijo longo, selvagem, de tirar o fôlego. Deixo sua boca descendo em direção aos seus peitos deliciosos, pego seu biquinho, duro de excitação, com a boca, mordendo-o levemente, sugando-o, brincando com ele, girando entre dentes, pressionando com a língua, mordidinhas suaves de sua base até a pontinha, bem lentamente, terminando com um sugar mais forte, mais longo, até que brigite solte um leve gemido, quando então, mudo para o outro, mesmo rito, terminando com um forte sugar de seu bico, num confronto entre minha boca e as cordas que o seguram firmemente.
Dois pregadores. Fortes. Dois bicos. Deliciosos. Um pregador em cada bico. Gemidos de dor emitidos por
brigite. Mando brigite ajoelhar-se, amarrando seus
tornozelos aos peitos, corda à corda, fazendo com que
ela fique levemente arqueada. Ela não consegue
levantar nem o corpo, nem ficar de pé, pois a corda a
impede.
Um gancho. No teto. Uma corda. A corda presa ao
gancho, descendo até seus braços. Passo-a por entre
seus pulsos, forçando-os para trás, para cima,
levantando seus braços em uma posição de semi
strappado, ajeitando a corda que prende seus pulsos à
coleira, fazendo com que esta passe por dentro de sua
buceta, os braços sendo puxados e a corda roçando,
esquentando seu grelinho. A corda força sua cabeça
para baixo, os braços puxados para cima, a corda
apertando seu grelo, seu corpo arqueado puxando a
corda que prende os peitos aos tornozelos. Ela reclama com gemidos, lágrimas. A dor é pequena no momento, mas irá crescendo aos poucos, me forçando a colocar uma pequena mordaça em brigite, um aro de metal, preso por uma fita elástica que se ajusta firmemente à sua cabeça, mantendo sua boca aberta, e não permitindo a ela engolir sua saliva. Vejo em seus olhos a dor que começa a se fazer presente em seus braços. Olhos implorando, clamando por liberdade. Puxo uma cadeira, sento a sua frente,
taça na mão, apreciando o vinho que brigite tanto
deseja.
Os pregadores tem que ser tirados, o que faço. Chicote de ponta. Duas pancadas secas neles. Os pregadores voam de sua posição. O estalar da batida do chicote neles, o estalar de suas duas pontas ao libertarem os mamilos. O grito de dor de brigite contido pela mordaça ao ter seus bicos libertos. O movimento de seu corpo provocado pela dor, gera mais dor ainda em seus braços. Lágrimas escorrendo, mas seu Dono é muito bondoso com ela. Limpa suas lágrimas com o dorso de suas mãos, e um beijo em cada lábio, separado pelo aro de metal.
Chicote na mão. Usar. Marcas a deixar. Bundinha
empinada pela posição, pedindo para ser presenteada.
Vaappttt, Vaaappttt, Vaaappttt.... pancadas rápidas e
secas. Lados alternados. Seu corpo tentando se
esquivar, mas os braços impedindo. Choro. Murmúrios.
Após algumas pancadas, vendo várias marcas vermelhas
em sua bunda, paro. Solto seus braços da corda que a
prende ao teto. brigite cai ao chão.
Unhas. De seu Mestre. As unhas passadas em sua bunda, por sobre as pancadas, arranhando, as patas do lobo em sua presa, sentindo, esfregando, arranhando, doendo. Desamarro seus pulsos, libero seu pescoço, solto seus tornozelos, deixando apenas os peitos presos. Tiro a mordaça, ela limpando os lábios.
Venha cá, minha querida brigite, ajoelhe-se ao meu lado, coloque sua cabeça em meu colo. Fique comigo até suas dores diminuírem. - O que ela prontamente faz.
Afago seus cabelos, acariciando-a, sentindo seu corpo quente junto ao meu. Ofereço uma taça de vinho a ela, que agradece e toma-o, sorvendo delicadamente,
sentindo o sabor delicioso do vinho escolhido pelo seu Mestre e Senhor.
Mando que ela se levante e pegando seu braço, levo-a até a beira da cama. Um beijo. Um abraço. Dois corpos enlaçados. Quentes. Desejosos de prazer. Os peitos de brigite entumescidos pelas cordas que os pressionam, os bicos latejando de vontade de serem chupados, o mel escorrendo de sua buceta. Deitamos na cama, um sobre o outro, seus bicos sendo sugados vorazmente, sua boca explorada, línguas em contato, um lobo com agora sua loba.
Minha boca descendo dos bicos de seus seios pela sua barriga, a boca chupando seu umbigo, descendo mais um pouco, encontrando o objeto de seu desejo, molhado, tenro, quente.
Viro-me deixando brigite chupar meu pau, enquanto
exploro sua buceta, os dois sugando vorazmente, loucos de tesão. Meu pau invadindo sua boca...
Deito-me na cama e faço com que brigite sente-se sobre mim. Meu pau entrando em sua buceta, ela sentada, minhas mãos agarrando seus seios. brigite, subindo e descendo, seus peitos presos pelas minhas mãos, seu corpo subindo e descendo, o pau entrando bem fundo, gemidos cada vez maiores, nossos corpos num só compasso, um subindo, o outro descendo, puxo seus peitos em minha direção, nosso corpos suando,
movimentos cada vez mais rápidos, TAAP, um tapa em sua cara, brigite enlouquecendo, TAAP, outro tapa, ela arqueia seu corpo em direção ao meu, brigite goza, seu Mestre goza. Juntos, num prazer incontido, ela urrando de prazer, agarrada em meu corpo. Suados, num êxtase conjunto. Um delicioso final para um encontro maravilhoso. Um sonho realizado.
BW - JUNHO/2002