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Encontro No Carnaval - Terceira Parte
Depois do passeio, a ida no cinema e nos outros lugares da cidade, passamos na minha casa para tomar um banho e pegar um cd de música, conversamos um pouco com a minha família, assim dando uma certa hora voltamos para o hotel onde nós estávamos hospedados.
Já no quarto ordeno que tire suas roupas e ficasse sentada sobre seus calcanhares na cama, ligo o aparelho de som e coloco para tocar Meditação de Thais do Jules Massenet, aos poucos nos primeiros acordes falo agora você escute a música, coloco a venda não tire por um minuto se quer, com muito carinho pego seus braços colocando nas costas e prendendo-os em logo seguida.
Deixando a música fluir nas nossas mentes, sento na frente dela segurando dois pregadores de papel e coloco nos seios dela provocando um forte gemido; e a música sendo bem relaxante faz com que a pessoa não tenha pensamentos angustiantes, contudo essa música faz com que tenha uma grande vontade de torturar a minha Carla, e com isso pego pelos ombros e puxo-a para frente dobrando a sua coluna colocando os seios deitados no colchão da cama.
E como os seios dela estavam bem doloridos, ao deitá-los na cama ela geme; vendada, deitada e atada é uma situação bem provocante para seu Dono; Com as minhas mãos passeio pelas nádegas provocando gemidos e contorções, e no meio desse passeio dou alguns tapas, beliscões que conseqüentemente tinha as contorções e os gemidos excitantes, com um grande carinho passo a minha mão perto da vagina e sinto que estava molhada, assim pego pelos cabelos dou dois puxões fortes e falo então a cadela quer mais? Ela responde: Sim Senhor, então soltei os braços e ordenei que ficasse de pé.
Então Carla fica de pé, vendada, tiro os grampos que estavam nos seios que depois de algumas lambidas provocando um forte gemido de prazer e de dor que me deixou muito mais excitado que dessa forma tiro a minha roupa que em logo em seguida tiro a sua venda e ela pode ver como o meu pênis estava: duro e molhado. Ao ver nem precisou ordenar, pois imediatamente ficou de quatro como uma cadela, fico atrás dela segurando pela cintura dela e numa vez só penetro no cuzinho dela provocando um forte grito de dor e de prazer.
Assim que penetrei no cuzinho dou inicio aos movimentos vai vem numa velocidade frenética que fazia ela gemer deliciosamente como uma cadela, como sendo democrático deixo ela gozar algumas vezes.
Como sendo a velocidade frenética do movimento vai vem o sêmen que sai do meu pênis fazia com que o gozo dela aumentasse e a minha vontade da satisfação tivesse um devido aumento onde comecei a dar alguns puxões de cabelos provocando mais gritos e um gozo maravilhoso.
Ao fim desse momento incrível os nossos corpos estavam angustiados pelos momentos que poderiam ainda por vir, mas precisávamos de um repouso, e com isso deitamos ali mesmo que em logo seguida adormecemos e acordamos noutro dia. Nesse momento imagino que vocês leitores devem estar loucos de tanto tesão, e pensando o que poderia vir agora? E passando duas horas de sono acordo, com um grande carinho acordo Carla que depois ordeno que fique na posição de galinha assada enquanto que eu tomasse meu banho.
Após de um banho maravilhoso me aproximo dela, e com as compras, feitas num 1,99, da sacola pego grampos de roupa, colheres de pau; coloco os grampos nos seios dela, no cuzinho dela que estava desprotegido coloco as famosas bolas tailandesas que ao penetrar ela soltava gemidos enlouquecedores para aquele que escuta e provocante para aquele que geme.
Estando excitado fico de joelhos no lado dela, com meu pênis perto da boca dela ordeno que chupe o membro idolatrado por minha namorada submissa; nem precisando falar pela segunda vez Carla abocanha o meu pênis que em logo seguida começa a chupá-lo como uma cadela que chupa um osso com muita fome.
Nesse momento o nosso tesão era grandioso, e os nossos corpos pediam por um gozo que deixasse qualquer um tonto ou com as pernas moles, mas conosco era diferente, pois com o tempo o gozo que era desejado fazia com que o nosso tesão aumentasse, contudo ela continuava a chupar o meu pênis até que a sua boca fosse invadida não somente pelo pênis, mas sim pelo sêmen quente; ao sentir a ejaculação e ordeno que engula tudo.
Depois desse gozo principalmente Carla se mostrava ofegante, seu corpo estava mole. Era essa moleza que buscava, faço carinho na sua face melada e quente, dou um beijo maravilhoso na sua boca que ainda dava sinais do calor do sêmen e do calor do nosso sexo. Ao término do beijo ordeno que fique de pé, com dificuldade Carla consegue.
Estando na posição que fora ordenado, com as minhas mãos passeio pelo corpo dela, que estava bem melado e a sua respiração ofegante, quando chego na vagina estava ainda molhada, com um tom severo falo a cadela quer mais? Com delicadeza com uma das mãos aproximo da argola das bolas tailandesas que estavam penetradas no cuzinho dela, fico de joelhos dou um beijo na cintura e de repente com um puxão tiro as bolas tailandesas que conseqüentemente ela solta gritos dor e lágrimas brotaram dos seus olhos. Assim olho para ela de uma forma meiga, dá um beijo na sua boca, e vendo o seu cansaço ordeno que tome um banho que depois poderia descansar um pouco.
E sem darmos conta já estávamos chegando ao meio-dia de domingo, peço para que entregasse o almoço no quarto; almoçamos e dormimos até noutro dia.
O leitor ao ler a terceira parte deve estar pensando será que a próxima parte vai ser como? Contudo essa parte terminará com nós dois dormindo abraçados ao som do último movimento da segunda sinfonia de Mahler, não importando com a tarde, mas sim com a minha namorada submissa que estava magnífica ao meu lado.
Um pouco antes de acordá-la o meu telefone toca, atendo e era a minha mãe perguntando onde estava, quando voltaria para casa, respondo dizendo que até o final de semana ficaria fora, desligo o telefone para não ser interrompido outra vez.