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A Prima

Procurando alguns “flashes”, quando tinha 11 anos, eu e um primo deixamos sua irmã amarrada a uma árvore por mais de 6 horas. Ela tinha 15 anos e, eventualmente, eu passava por lá e batia em suas pernas com uma vara que era usada para nos castigar quando aprontávamos demais. Não entendia porque aquele fato era prazeroso mas cada vez que a batia seus gemidos soavam como música para mim. Dias depois nós a pegamos de surpresa e a enterramos até o pescoço. O que ele nunca soube é que (imitando um filme que tinha visto) passei por lá e urinei na cabeça da garota. Penso que nem ela entendia qual o sentimento que a levava a “brincar” conosco, só sei que nunca parou por mais absurdo que fosse para nosso entendimento. Desde então sempre pedia para eu a amarrar para tentar escapar o que, na maioria das vezes, era inútil. Certo dia tive a curiosidade de ver seus seios pois, até aquela data, nunca tinha visto uma garota nua. Criei coragem... a vendei e comecei a tirar sua camisa. Quando ví o soutien, lembro-me como hoje, quase tive um colapso nervoso. Meu corpo inteiro tremia e meu coração palpitava até nas solas dos meus pés. Ela nada falava e aguardava o próximo passo. Para meu azar, devido a pouca experiência, depois de tirar sua camisa, estarrecido com seus seios que pareciam maiores do que eram sob a camiseta, amarrei-a na cadeira e tirei sua calça, porém, pelas voltas que dei, o soutien ficou inacessível. Não queria soltá-la, mas também queria, pela primeira vez, ver o primeiro par de seios de minha vida. Fiquei praticamente uma hora a vendo com suas roupas íntimas à mostra, petrificado, da poltrona que coloquei à sua frente. Não aguentei a pressão e, aproveitando a venda, me masturbei quando fui surpreendido por sua voz : “-O que você está fazendo?” indagou vendo pela fresta que, sem querer, deixei entre os olhos e seu nariz. Quase morri com sua pergunta... “- O que vou falar” pensei e a resposta não saiu. “-Você vai me deixar assim amarrada?” e novamente petrifiquei. Minha vontade era de sair correndo e chamar todo mundo da rua para ver o que tinha conseguido fazer. Naquela idade tinha uma mulher, na minha frente, do jeito que sempre vi nas revistas e todos os garotos passavam horas olhando as fotografias que, naquele dia, sairam do papel bem à frente dos meus olhos. Ainda tinha muito tempo enquanto meu primo não voltasse da escola e meus tios retornassem do serviço. Resolvi prosseguir. Os joelhos não paravam de tremer e lembrei-me da alças de sua peça superior que ficaram à mostra juntamente com seus ombros. Quando puxei a primeira alça uma descarga de adrenalina tomou meu estômago, aquele friozinho que normalmente sentimos parecia uma geleira inteira em minhas entranhas. Sua pele e seus mamilos foram intercalados pela corda que, inocentemente, deixei para imobilizá-la. Ela continuava calada quando resolvi amordaçá-la. Olhei para os lados e o único pedaço de tecido que encontrei foi a ex-cama de seu gato. Não pensei duas vezes... joguei o bicho janela a fora (depois que me lembrei que morava em um sobrado) e envolvi sua boca, que sempre desejei secretamente, com aquele pedaço de pano que me vendeu a alma. Um anjo, ou um demônio, me confirmou em espírito: “É agora!!!” Baixei, vagarosamente, sua calcinha branca, de algodão, e comecei a enxergar seus poucos pelos pubianos. Minha mão tremia, meu coração, acelerado, não parou apenas pela vergonha que seria. Voltei a puxar pequeno tecido que me separava da minha glória como “homem” quando, por advento do destino, escutei o portão bater. Meu primo, o irmão dela, havia chegado da escola. Ela, apressada, balbuciou algo enquanto desenrolava a corda do seu corpo. A maçaneta começou a se mexer e ouvia-mos procurando as chaves dentro da bolsa. Tentei levá-la para o banheiro com a cadeira mas era muito pesada para mim. Via o pavor em seus olhos e resolvi parar de desamarrá-la. Desta vez quem teve um colapso foi ela. “Me tira daqui!!!” sussurrou. Fiquei imóvel enquanto já ouvia-mos as chaves tilintarem na fechadura. Seus olhos, congelados, observavam o último nó que a daria a liberdade quando corri para a porta e passei o único trinco que existia por dentro. Meu primo, surpreso, gritou: “Abre!!!” Do lado de dentro respondi em voz baixa: “- Não grita senão sua irmã me acha!!!” Ele, por sua vez, parou de mexer na porta enquanto a face de minha prima retomava a cor natural. Continuei imóvel enquanto a via debatendo-se para alcançar as cordas com a boca. Depois de pouco tempo conseguiu sua liberdade tão sofrida. Levantou o pouco que baixei de sua calcinha, procurou o soutien, muniu-se da calça e camiseta e saiu em disparada pela escada acima. Antes porém parou por alguns segundos e me banhou com seu sorriso. Aquele mesmo sorriso que ví quando comecei a prendê-la. Abri a porta e encontrei meu primo sentado na soleira reclamando de fome. Nove anos depois namorei com esta mesma prima e a prendia e ficava observando aquela garota imobilizada sobre uma cama a minha mercê podendo passear por seu corpo incandescente sob o toque de minhas cordas. Mas esta é uma outra história.