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Vivyane 1

Esse texto foi uma experiência real que aconteceu comigo há pouco menos de 1 ano. Conheci Vivy na época de colégio, ela é uma loirinha, na realidade castanho claro bem gostosinha, e desde então saímos uma vez ou outra. Ela sempre teve uma queda maior por mim do que eu por ela. Então, aproveitando dessa situação, propus a ela que fosse minha escrava submissa. De imediato ela topou, mesmo sem saber o que teria que fazer ou passar e assim ficamos, sem assumir um namoro, por mais de 6 meses. Ela se demonstrava muito submissa e fazia tudo o que eu mandava sem relutar...e gozava sempre que permitido. Íamos a casas e clubes em SP, encontros no interior de SP, sempre freqüentávamos motéis e hotéis da região. Ela se vestia como eu mandava e gostava, comprava acessórios quase que semanalmente. Enfim, não podia reclamar de nada. Até que tive que sair do estado por motivos profissionais e “terminamos” nosso relacionamento. Fiquei 30 meses em SC e PR. Quando voltei, uma das primeiras coisas que fiz foi procurá-la. E para minha surpresa ela estava namorando, havia 8 meses. Mas mesmo assim, insisti um pouco, pelo menos para tomarmos um café. Marcamos um dia e fomos, foi bem tranqüilo e gostoso, mas o melhor foi quando ela disse que não praticava BDSM com seu novo namorado, e que sentia saudades de nosso relacionamento. Não perdi tempo, logo a convidei para voltarmos a nossa rotina (ela minha sub). Ela relutou, mas no que menos percebemos, eu já estava a amarrando-a e dominando-a novamente em vários momentos. Sempre que marcávamos um encontro, ela dava um calote no namorado e saiamos da cidade, por motivo de segurança. Ela sempre dizia que estaria visitando clientes pela região (trabalhávamos na mesma área, eu era fornecedor da empresa que ela trabalha), e íamos nos encontrar. Em um determinado dia, quando nos encontramos no final da manha, ela comentou no almoço que tinha novidades. Fiquei curioso e pedi para me deixar a par da situação, ela enrolou e desconversou. Quando estávamos no quarto do hotel, a questionei novamente sobre a novidade, e ela, com a maior alegria disse que estaria terminando com seu namorado para ficarmos juntos e ela se tornar minha escrava definitiva. NÃO !!!! Não era isso que eu queria naquele momento. Fiquei tão puto com a “novidade” dela que perdi o rumo. Mas logo a chamei de joelhos na minha frente e expliquei que ela não faria isso, caso contrario, eu terminaria nosso relacionamento. Ela como uma boa submissa aceitou minhas palavras e deitou sobre minha perna, beijando meus sapatos e dizendo o quanto eu era inteligente. Mas ela sabia que pagaria por sua audácia. E logo que tudo se acalmou eu a fiz ficar nua na minha frente e com as pernas abertas. Ela o faz bem rápido, pois sabia que estava chegando sua punição. Fiz com que ela pegasse sua mala, onde sempre guardava nossos objetos de BDSM. Separei uma meia calça cor da pele, rolos de magi-pac, faixas de enfermagem e os vibradores que ela detestava usar. Fiz com que ela lubrificasse os vibros e enfiassem um em cada buraco, na frente e atrás. Ela pediu por um banho, mas recebeu um tapa na cara e uma ordem de calar a boca e fazer apenas o que era ordenado. Pronto, ela já estava com os vibros, agora era só vestir a meia calça de uma maneira que as duas pernas ficassem dentro de uma perna da meia e os braços para trás, ficassem dentro da outra perna, fazendo com que seus movimentos ficassem restritos e eu pudesse mumificá-la a vontade. Em seguida a enrolei em várias camadas de filme plástico, deixando para fora apenas o fio do controle dos vibros e espaços para a boca e nariz, assim ela respiraria tranqüilamente. Após o filme plástico comecei a enrolar as faixas brancas de enfermagem. Logo ela já estava parecendo uma múmia deitada no sofá do quarto de hotel. Para dar um toque colorido nela, a amordacei com um ball-gag vermelho. Ela ficou ali se contorcendo por alguns minutos, até eu ligar os vibros. Sussurrei em seu ouvido, bem perto que eu estaria saindo para aliviar da “novidade” que ela me contou e que estaria de volta em algum tempo. Ela ficou desesperada, mas nada podia fazer, afinal, estava ditada no sofá feito uma múmia dos pés a cabeça, sem ver absolutamente nada ou ouvir com clareza o que acontecia a sua volta. E fiz, logo que terminei minha obra, tirei algumas fotos, deixei os vibros em velocidade media e sai.