Back to Browse

Vivyane 4

Em 2 dias, quando estava trabalhando, recebi um e-mail de L, dizendo que estaria de joelhos esperando por minhas novas ordens. Bingo!!! Já estava oficialmente com duas escravas que nem se conheciam, ou melhor, conheciam seus corpos, mas não as vozes e nem as faces. Marcamos de nos encontrar numa terça feira, véspera de feriado, cada uma deveria inventar uma desculpa para “matar” o emprego naquela data e nos encontramos, sempre da mesma maneira, primeiro uma e depois a outra. Dessa vez fiz diferente, ficamos em um hotel em Atibaia – SP – e cheguei primeiro com L, logo que subimos fiz a morena ficar nua, vestir uma nova roupa que tinha comprado para aquela ocasião, um vestido curto preto de vinil, justo e com as costas toda de fora, vesti a mascara de látex em L dessa vez e um ring-gag que deixava a boca bem aberta, no diâmetro certo para eu enfiar meu pau. E no pé uma sandália preta de tiras ate o joelho. Exata 1 hora depois, chegou V, e ficou surpresa de ver que L já estava lá e pronta para ser usada. V pensou que nesse dia ela estaria mais tranqüila, mas se enganou. A mandei se despir e vestir a mesma roupa que havia comprado para L, o vestido, outra mascara, ringa-gag, sandália. Pronto, estavam lindas, a ponto de participarem de filmes. No inicio deixei as duas se tocarem, se conhecerem, elas pareciam crianças ganhando presentes. Eu só ouvia gemidos e o barulho do vinil roçando um no outro. Minutos depois comecei a me divertir com as duas, eu jogava um vibrador de borracha no meio delas e fazia com que elas brigassem pelo vibro. O chão do quarto estava um encharcado de baba das duas escravas que não estavam nem ligando para o mundo. Enquanto eu comia uma, a outra dava a xana para a outra chupar de quatro, depois eu as colocava em 69 e fazia com que uma transasse com a outra com vibradores de borracha. Foi uma terça inesquecível, para mim e para elas. A noite, quando L foi tomar banho, fiz com que V arruasse a roupa da amiga em cima da cama, uma camisola vermelha de cetim, bem curtinha que deixava a mostra quase toda a bunda e uma calcinha na mesma proporção na cor preta, nesses minutos, as duas estavam sem mascaras. E logo que o chuveiro desligou, eu vesti a mascara em V e a levei para o banho, nisso L já estava fora do banheiro para se trocar com a roupa separada pela amiga. E foi a mesma coisa, só que agora L separou a mesma roupa para V. Ou seja, nas duas ocasiões das roupas, elas estavam idênticas mas não sabiam. Pedi o jantar em nosso quarto, no tempo que o jantar não chegava, resolvi não correr riscos e amarrei as duas nas cadeiras do quarto, uma de frente para a outra. Logo que a campainha do quarto tocou, as duas assustaram, e eu fiz questão de pegar os pratos, ainda na porta. Sem que fosse necessário o copeiro entrar. Soltei apenas a mão esquerda de cada escrava e jantamos tranqüilamente, como se nada tivesse acontecido. Depois do jantar, mais uma breve sessão de sexo oral, primeiro uma com a outra, depois as duas em mim. Para dormir, coloquei uma de cada lado da cama, sem as mascaras, mas com vendas e as amarrei de forma que não conseguissem virar para o lado da outra, mais uma vez, fiquei surpreso como foi fácil (para mim) dormir assim. Na manha seguinte, como foi feriado na região, transamos mais umas vezes, as amarrei, fiz que uma fizesse xixi na outra, gozei na cara de uma e a outra limpou, depois vice-versa. Quando foi 13hs. soltei L e a mandei para casa, sem olhar para trás e nem enrolar na cidade. Fiquei com V no hotel, senti que ela ficou meio enciumada, mas adorou a nova amiga e parceira, mesmo sem fazer noção de como ela é. Quando deixei V em casa, ela entrou em desespero, pois precisava sair com o namorado, aquele do inicio do texto, eu permiti e falei para ela dar uma atenção especial as amigas dele. Dessa forma, ela ficou confusa e se questionou se a outra mulher não era alguma conhecida. Na semana seguinte me encontrei com L, e passei pela mesma situação, ela também estava curiosa para saber quem era a parceira na submissão. Fiz a mesma piada com L. Tivemos alguns outros encontros, nos 3 juntos, e sempre as duas de mascara, para não fazer idéia de quem é a outra. Alguns outros encontros marcantes, eu relato depois!