Back to Browse

K e a Outra Escrava

Mandei K colocar a seguinte roupa: casaco de couro, sem blusa e sem sutiã por baixo; calcinha negra, estilo fio dental, sem saia; botas de cano longo e um quepe militar. Ela ficou linda. Adoro vestir K de diversas maneiras. Ela não queria sair na rua daquele jeito. Fiquei furioso. Obriguei-a se virar e tive que bater nas suas nádegas até ela me pedir perdão pela desobediência. Entramos no carro e partimos para o nosso destino. Durante todo o trajeto, ficamos em silêncio. Eu ouvia música clássica e K estava perdida em seus pensamentos. Finalmente chegamos. Entramos num condomínio de luxo. Antes de parar na mansão do Mestre S, coloquei a coleira em K. Deste modo, ela ficou completa... Mestre S já nos esperava na porta da sua casa. Me recebeu com um aperto de mão e não fez nenhum gesto de cumprimento para K. Entramos na sua casa. K era puxada por mim através de uma corrente que atei na coleira. Mestre S dirigia as suas palavras exclusivamente para mim. Ele estava com humor ótimo e bastante inspirado. Me ofereceu um vinho Chateneuve du Pape e nos sentamos numa ampla sala, cheia de objetos de arte. Ordenei que K ficasse sentada no chão aos meus pés e de cabeça baixa. Depois de conversamos alguns assuntos banais, Mestre S me contou da sua viagem à Europa e dos clubes de sadomasoquismo que tinha visitado. Achei a conversa interessante, mas eu sentia a respiração tensa de K. Mestre S simplesmente a desprezava. Nem mesmo se dignava a olhá-la. Lá pelas tantas, ele pediu que eu me levantasse e o acompanhasse. Puxei K pela coleira. Ela se levantou. Neste momento, Mestre S fez uma objeção: “Não seria melhor mandar sua escrava nos acompanhar como se deve?” Entendi o que ele quis dizer e ordenei que K ficasse de quatro e que andasse deste jeito atrás de nós. K me obedeceu com um suspiro. Senti que estava entediada. K precisa de ação. Eu sabia que a conversa de Mestre S a tinha aborrecido. Ela era pouco ligada em questões filosóficas ou conceituais. Não que não tivesse inteligência para isto, mas K era uma apaixonada pela ação. Até mesmo na sua vida profissional e pessoal, ela preferia ser mais pragmática e direta. Enfim, descemos por uma escada até chegar num recinto forrado de veludo vermelho e negro. Sabia que K tinha feito um esforço tremendo para descer naquela posição. Ao mesmo tempo, me senti satisfeito em vê-la se humilhando daquele jeito. Mestre S abriu uma outra porta e entramos num cômodo ainda mais discreto. Parecia um compartimento secreto. Lá dentro, havia uma mulher com os braços presos em argolas de ferro na parede. Ela estava nua e com um capuz negro. As suas costas estavam lanhadas. “Eu a chicoteei antes de te receber”, Mestre S explicou. Para não desmentir o seu feito, ele tirou um chicote de um móvel antigo e me deu. “Por favor, quero ver como o senhor age com as suas submissas.” Olhei para K. Ela me olhou assustada, como pedindo para que não o fizesse. Sorri. “Minha escrava não está acostumada com chicotadas, mas gostaria que o fizesse na sua escrava para que ela sinta o que pode sofrer caso me desobedeça.” Mestre S sorriu. “Como quiser, meu amigo.” Pegou o chicote das minhas mãos e aplicou cinco chicotadas na mulher imobilizada. Ela deu gritos pavorosos, mas em nenhum momento pediu por piedade. Mestre S parou e me olhou. “Viu? É assim que eu ajo. O pior é que esta puta adora!” Fiquei em silêncio. K continuava de quatro, mas seus olhos vibravam de prazer ao ver as costas lanhadas da outra mulher. Mestre S se aproximou da sua escrava e libertou seus braços. Ela caiu no chão, enfraquecida. Mestre S a pegou pelo braço e com palavras rudes a fez levantar. Depois a conduziu até perto de mim. Pude ver que a mulher tinha os seios – aliás, muito belos – com grampos nos bicos. “Tome é toda sua!”, S disse, me oferecendo a escrava. K me olhou e disse: “Por favor, meu Senhor, não faça nada com ela, faça comigo.” Mestre S me olhou atônito. “Como o senhor permite que esta abusada lhe dirija a palavra sem ter sido mandada? Se fosse minha escrava teria o traseiro chicoteado agora mesmo!” “Eu concordo com o senhor, Mestre S. Mas humilhação maior vai ser me ver fazendo sexo com a sua escrava.” “Cada um tem seus métodos. Faça como quiser!”, Mestre S disse. Eu peguei a escrava dele e a virei. Mandei que curvasse o corpo e exibisse seu traseiro. Mestre S havia poupado a bunda, que estava intacta. Puxei K pelos cabelos e disse: “Me chupe enquanto admiro esta linda escrava.” K me chupou, tentando fazer de um modo que eu gozasse na sua boca, mas eu percebi a sua artimanha. Com um empurrão, eu a afastei. Ela caiu no chão e ficou deitada, me olhando, espantada. Uma lágrima corria pelos seus olhos. Peguei a escrava de Mestre S. Ela estava esperando. Todos estavam esperando. Mestre S coçava o cavanhaque, se deliciando com a cena. Por fim, não fiz nada. Mandei que a mulher se ajoelhasse e oferecesse os seios como recipiente para o meu esperma. K me olhou feliz quando gozei nos peitos da mulher. Mestre S deu de ombros, como dizendo “se não quer, não quer”. Mas ele fez questão de que a sua escrava me limpasse, me chupando. Deixei. K virou o rosto para não ver. Depois subimos de volta para a sala principal. Mestre S ordenou que sua escrava fosse para um quarto e ficasse esperando por ele. No caminho até meu carro, ele conversou comigo, enquanto K me aguardava no banco do passageiro. “Não podemos ter tanta compaixão pelas nossas submissas. Vai chegar um momento que elas não vão mais nos obedecer. Castigue a escrava como merece. Seja um autêntico Mestre.” “Como o senhor disse: cada um tem seus métodos. Eu sei o que vou fazer com ela quando chegarmos em casa.” “No mínimo, espanque sua bunda sem piedade. Se quiser, pode usar um dos meus cachorros. Nada mais humilhante do que ser usada por um dog.” “Eu prefiro a primeira opção. O que ela viu hoje aqui é o suficiente. Ela sabe que se não me obedecer direitinho, o próximo passo vai ser o chicote.” “Eu tenho muito apreço pelo senhor, não gostaria de vê-lo excluído do nosso círculo.” “Não se preocupe. Farei com que ela passe por humilhações e por submissões que ela nunca imaginou passar.” “Sábias palavras.” Nos despedimos com um aperto de mão. Quando entrei no carro, K me abraçou: “Eu te amo, Paul.” “Eu também te amo.” Quando chegamos no apartamento, antes de deixá-la dormir, espanquei a sua bunda com violência. K não soltou um pio. Ela estava feliz e orgulhosa. Antes de colocá-la na cama e trancá-la no seu quarto, eu lhe disse com a voz mais meiga do mundo: “Amanhã, eu vou te comprar um presente”. “O que é?”, ela me perguntou com um entusiasmo de criança. “Um filhote de cachorro”, respondi.