Back to Browse
Para S, que inspira e alimenta meus mais secretos desejos ... A recepcionista do motel conferiu com atenção o documento de identidade quase novo. Apesar da recomendação de manter sempre a maior discrição possível, não pode evitar um olhar desconfiado para a jovem que ocupava o assento ao lado do motorista. Embora o documento mostrasse que a moça já atingira a maioridade, sua aparência era a de uma menina. Usava o cabelo em trança, com franja, saia de pregas quadriculada e camiseta branca. Parecia ter escapado de algum colégio de freiras para moças. ``Velho safado !... podia ser o pai dela !´´, murmurou para si mesma, enquanto o carro se dirigia para a suíte indicada. O homem que conduzia o carro, de cabelos e barba grisalhos, realmente contrastava bastante com a aparência infanto-juvenil da moça. Na garagem, ele pousou a mão no joelho da moça, que sorriu. Ela se manteve sorridente e imóvel, enquanto ele acariciava com movimentos suavemente circulares seu joelho. O homem deslizou a mão para a meia três-quartos, e foi subindo vagarosamente pela coxa, até que ele sentiu o calor que emanava da boceta da jovem. Encostou de leve a mão, a jovem contraiu ligeiramente o músculo da coxa. Ele tirou a mão e beijou-a no rosto. Dentro do quarto, ele abraçou-a carinhosamente, acariciando seus cabelos e seu rosto, olhando-a bem nos olhos. Roçou a mão nos bicos dos seios, que estavam tesos sob a camiseta e beijou-a nos lábios. Apertou ambos os biquinhos enquanto mordiscava seus lábios. Ela gemeu. ``Então, minha bela colegial é uma menina que gosta de travessuras, heim? ... pois eu sei como tratar uma garota como você ...´´ Dizendo isso ele pegou numa bolsa dois braceletes de couro unidos por uma corrente curta. ``Vire-se´´. Ela obedeceu e ele prendeu-lhe as mãos atrás. Depois, erguendo a bela trança da jovem, começou a beijá-la e mordê-la no pescoço, enquanto com a outra mão bolinava seus seios por sôbre a blusa. ``A minha jovem devassa quer brincar como gente grande ... vou te ensinar algo sôbre boas maneiras ...´´ Pegando um pote na bolsa, ele derramou vários grãos de milho sobre o chão. Puxando pela trança, fez com que ela se ajoelhasse sobre os grãos. ``Ai ! Dói muito!´´, ela choramingou ao ajoelhar. ``Claro que dói, minha cara vadiazinha ! É justamente assim que deve ser ... alcançar o prazer através da dor, explorar os limites dessa fronteira, é isso que eu vou lhe ensinar. Agora levante um pouco sua saia... quero ver sua bela bunda ...´´ Com certa dificuldade, devido às pulseiras que tolhiam seus movimentos, ela ergueu a saia até os quadris, deixando à mostra suas nádegas polpudas e firmes, recobertas por uma singela calcinha branca de algodão. Sem soltar a trança, ele começou a apalpar a bunda da moça, apertando as bochechas roliças. Passou a dar sonoros tapas, que estalavam e faziam a garota estremecer e gemer. Sem tirar a calcinha, ele deslizou a mão pelo rego da bunda até alcançar a xoxota, cujo suco já empapava a calcinha. ``Que safada você é ... já está toda melada!´´ Demorou sua mão ali, esfregando cada vez mais forte a fenda da boceta ensopada. Depois pos-se a cutucar com um dedo o buraco do cu, sempre por cima da calcinha. Foi enfiando o dedo, forçando o tecido para dentro do ânus. ``Aaii ! Tá machucando meu rabinho!´´, ela gritou, retesando a bunda. ``Agüenta, cadelinha!´´, ele disse, puxando mais firme a trança, ao mesmo tempo que empurrava com mais força o dedo no cu da garota. Ela gritou. Ele soltou-a e foi pegar na sacola uma raquete de ping-pong. ``Fique bem quietinha, menina. Eu vou esquentar essa bundinha deliciosa ...´´ Ele ajoelhou-se atrás dela e abaixou-lhe a calcinha até o meio das coxas. ``Humm ... que bunda maravilhosa!´´. Ele acariciava e beijava a bunda fresca da garota. Foi ficando com mais tesão, e passou a lamber e morder as nádegas, deixando marcas dos dentes na carne branca e macia. Separou as nádegas e pos-se a lamber o olho do cu, que se contraia em piscadelas de tesão a cada linguada. Enfiou delicadamente um dedo na boceta que pingava. ``Ai ... que tesão!´´, a moça gemeu. Ele passou a bater com a raquete nas nádegas dela, alternando os golpes entre um e outro lado. A bunda estalava a cada raquetada. Ele foi aumentando a intensidade dos golpes, deixando a bela bunda branca cada vez mais corada. ``Ai ! Ai ! Me castiga!´´, ela gemia, estremecendo a cada batida. Ele largou a raquete, separou com força as nádegas e deu uma grossa cusparada, que escorreu pelo rego da bunda, até o cuzinho que latejava. Enfiou então, sem cerimônia, o indicador no cu melado de saliva. Ela gritou e travou o esfíncter, mas ele continuou forçando o dedo , ao mesmo tempo que puxava-a pela trança, fazendo com que ela arqueasse as costas e empinasse a bunda. Com o dedo todo enterrado naquele buraco apertado, ele soltou o cabelo da menina, e passou a estapeá-la na bunda com força. ``Por favor, tira o dedo do meu cuzinho!...´´, ela implorou choramingante. ``É preciso que você aprenda que o cu é o centro do universo da luxúria , minha querida ... Há muitas possibilidades de prazer a explorar. Tudo gravita em torno do buraco negro do cu ... galáxias de prazer ... Mas tudo a seu tempo, cadelinha ... tenho outra coisa pra você agora...´´ Ele ergueu-se e, ainda agarrando a trança, postou-se em frente a ela. Ele esfregou o rosto dela contra o volume que seu pau duro fazia, ressaltando sob a calça. Abriu a braguilha e libertou o caralho, que saltou duro e inchado como um salsichão. ``Agora você vai mamar um pouco, safadinha...´´. Começou a bater com o caralho no rosto da moça, golpeando dos dois lados, cada vez com mais força. Ela tentava abocanhar o pênis, mas ele a puxava pela trança e não deixava. ``Quieta ! Fecha essa boquinha...´´. Ela obedeceu e ele pos-se a esfregar a cabeça da pica nos lábios dela. ``Agora abra bem a boca, com a língua pra fora...´´. Ela abriu, e ele esfregou a chapeleta na língua da garota. Vagarosamente, ele deixou que a grossa pica escorregasse para dentro da boca quente e úmida, enquanto agarrava firmemente a trança com ambas as mãos. Meteu até que a moça engasgou. Ele retirou um pouco o pau, sem sair totalmente da boca dela. Ela estava com os olhos marejados de lágrimas devido ao engasgo. Novamente ele empurrou a rola para dentro da garganta, puxando-a pela trança até sentir que a cabeça do pau tocava no fundo. A garota engasgou com mais força, sufocada pelo caralho, então ele se retirou completamente, enquanto ela tossia e babava, as lágrimas escorrendo pelas faces. Ele segurou-a suavente pelo queixo, e erguendo-lhe a cabeça limpou as lágrimas e o muco que lhe escorria do nariz e da boca. ``Tudo bem, querida... você é uma boa menina ... agora pode chupar o pirulito ...´´ ``Você é malvado...´´, ela disse com um sorriso, e começou a lamber e chupar a glande, como se você um sorvete. Depois engoliu a pica até onde agüentava, e começou um suave movimento de vai-e-vem. ``Uh-lá-lá, garota! Você chupa muito bem ... se continuar desse jeito vou esporrar já-já na sua boquinha quente... mas é melhor parar. Vamos fazer outra coisa...´´ Ele despiu as calças e a cueca e virou-se de costas, curvando-se ligeiramente para a frente, de modo que sua bunda ficasse bem na altura do rosto dela. Separou então suas nádegas e aproximou-se mais. ``Vamos lá, minha pequena devassa ... quero sentir sua língua entrar fundo no meu rabo...´´ A jovem pos-se a lamber com afinco o olho cego que se oferecia. Começou com lambidas verticais, dando vigorosas pinceladas de língua no rego. Depois passou a fazer movimentos circulares, circundando o buraco do cu. Por fim deu uma cusparada no ânus que latejava, e passou a meter a língua com fúria, ao mesmo tempo que enfiava um dedo no próprio cu, tomada pelo tesão. ``Ah, putinha safada ! Me arromba o cu com tua língua de serpente ! Mete fundo no meu rabo, cadelinha !´´, ele gemia possesso, esfregando a bunda contra a cara da moça, enquanto masturbava vigorosamente o caralho intumescido. De repente ele afastou-se dela, e agarrando-a pela trança fez com que se erguesse. Puxou-a bruscamente até a cama, sentando-se e fazendo com que ela deitasse de bruços sobre seu colo. Pôs-se a dar fortes tapas na alva bunda, deixando marcas vermelhas dos dedos nas polpas carnudas. Cuspiu na própria mão e começou a esfregar com força a boceta ensopada da jovem, ali metendo um, dois, e depois tres dedos, socando sem dó. ``Aaaaiiii !!!´´, ela gemia de dor e tesão, sentindo o gozo se aproximar. Remexia-se freneticamente, sentindo o cacete quente e duro como pedra roçando seu ventre. Ele cuspiu no seu cu e meteu-lhe todo de uma vez o dedo indicador, acelerando os movimentos de entra-e-sai na boceta. Ela cerrou os dentes e começou a gozar violentamente, em espasmos que faziam seu corpo tremer sem controle. ``Que bela gozada, minha menina ... sua bocetinha está encharcada de suco, e seu cu quase me decepa o dedo de tanto que se contrai ...´´, ele disse sorrindo, enquanto revolvia lentamente os dedos metidos no rabo e na boceta da garota. Ela jazia relaxada, babando um pouco pela boca semi-aberta, ainda tendo espasmos eventuais que faziam-na contrair o ânus e a xoxota. ``Ah, meu senhor ... como posso retribuir tanto prazer ? Diga-me o que fazer que irei atendê-lo prontamente ... faça de mim o que quiser ...´´ ``Vem, minha doce garota pervertida ... vamos brincar de outro modo ... mas antes quero que se ajoelhe à minha frente e abra bem a boca, pois vou fazê-la engolir meu pau até o fundo da garganta ... isso ... assim mesmo, safada ... engole tudo, putinha ... agora chega. Vem.´´ Desatou a corrente que prendia os pulsos da jovem, mantendo as pulseiras. Pegou na bolsa dois objetos constituídos cada um por uma forte tira de lona com um pequeno cilindro preso a uma das extremidades, e uma argola metálica à outra. Abriu a porta e colocou no alto os curiosos objetos numa distância de 80 cm entre si, de modo que os cilindros ficassem pendurados de uma lado da porta, e as argolas do outro. Fechou então a porta, e as argolas ficaram pendendo, firmemente presas. ``Encoste-se de costas para a porta.´´ O homem pegou na bolsa um cilindro de madeira sólida, com cerca de 4 centímetros de diâmetro, e 1 metro de comprimento, que tinha presa em cada um de suas extremidades uma pequena coleira de couro. Aproximou-se da moça que olhava curiosa, tirou-lhe a calcinha, e em seguida prendeu cada um dos tornozelos a uma das pequenas coleiras, de modo que a jovem viu-se forçada a ficar com as pernas bem afastadas. ``Hummm... gostei disso, meu mestre pervertido ...´´, ela disse com um sorriso maroto que realçava ainda mais seu frescor juvenil. ``Vai gostar mais ainda ...´´, respondeu ele, devolvendo o sorriso e beijando-lhe os lábios. ``Levante os braços´´. Ele tirou-lhe a camiseta e o sutiã, e prendeu cada um dos pulsos da jovem às argolas no alto da porta, usando para isso pequenas correntes. ``Estou à sua mercê, mestre ... totalmente indefesa ...´´, a moça sorriu maliciosamente. ``E você gosta muito disso, não é, minha deliciosa putinha lasciva?´´ Ele pôs-se a beijá-la e mordê-la no pescoço, ao mesmo tempo apertando os mamilos intumescidos da moça. O caralho ereto cutucava o ventre da jovem, que gemia baixinho. O homem apertou com força os seios firmes, enquanto mordiscava, lambia e chupava com sofreguidão os mamilos tesos. Cada vez mais excitado, ele passou a esfregar a cona inchada de tesão, que estava ainda melada do gozo recente. Meteu bruscamente 3 dedos na boceta empapada, e começou a socá-la como um pistão. A garota gemia e se contorcia, revirando os olhos. ``Calma, cadelinha, não vá gozar tão rápido ... titio tem mais alguns brinquedinhos pra você ...´´ Dizendo isso, ele pegou um objeto de material plástico, com forma cônica, e alguns grampos de cabelo. ``O que é isso?´´ , ela perguntou. ``Isto é um plug anal, serve para preparar seu cu para ser devidamente enrabado ... abra a boca.´´ Ele meteu o plug na boca da moça. ``Assim você vai lubrificando o plug ... e estes grampos, minha cara safadinha, são ótimos ‘clamps’´´, e ajustou um grampo em cada mamilo da jovem. Ela gemeu surdamente com o plug entalado na boca, enquanto ele sugava e lambia os mamilos que saltavam intumescidos sob a pressão dos grampos. Ele retirou o plug cheio de baba da boca dela, agachou-se por trás, e inseriu o objeto com lentos movimentos rotatórios no ânus da garota. ``Aaaiii !!! Você vai me arrombar toda com esse treco!´´ ``Isso é só o preparativo, querida ... vou arrombá-la pra valer com meu cacete...´´ Quando o plug finalmente entrou todo, ele postou-se à frente dela, segurou-a firmemente pela cintura, e arqueando as pernas começou a esfregar o pênis duro na bocetinha. Encaixou a cabeça na entrada dos lábios inchados da xota e foi empurrando lentamente o caralho para dentro da racha virginal. ``Por favor, vá devagar ...´´ ela pediu. A grossa vara foi deslizando vagarosamente para dentro, sendo engolida pouco a pouco pela boceta estreita da jovem. ``Como é apertada a tua xaninha ... que delícia ! Mais um pouco e te esporro toda ...´´ O homem segurava cada vez com mais força a cintura da moça, mordendo com força os mamilos arroxeados e inchados. Com um movimento mais forte de quadril, afundou a pica na boceta. A moça deu um grito que ele abafou com um beijo mordido nos lábios dela. ``Vamos mudar o jogo, querida ... não vou agüentar muito mais ...´´ Ele retirou a pica da boceta, cujos lábios entumescidos pingavam suco. Abaixou-se e lambeu com volúpia a cona melada, passando a língua por toda a extensão da racha. Depois soltou os braços da moça, e tornou a prendê-la de maneira que ela ficasse de costas para ele, com o rosto voltado para a porta. Puxou girando lentamente o plug enterrado no cu da jovem. Separando com as mãos as polpas da bunda, começou a lamber apaixonadamente o orifício alargado pelo plug. Lambia, beijava e enfiava a língua no ânus dilatado, fodendo com 3 dedos a boceta inchada. Ela gemia e remexia a bunda. Sentindo que ela gozaria logo, ele aumentou a intensidade das lambidas no rabo e da fodeção manual na boceta. Ela começou a gozar, gritando e tremendo. Ele levantou-se rápido e sem mais rodeios agarrou-a pela cintura e meteu-lhe o caralho cu adentro. Começou a dar violentas estocadas, afundando cada vez mais o pau duro no cu apertado. A moça, ainda gozando da metida na boceta, gritava e tremia, de dor e tesão. Desvairado, ele mordeu-a com força no ombro e intensificou a fodeção. Gozou berrando como um animal ferido de morte, com o pau afundado até os culhões no buraco negro do ânus que latejava, ordenhando a porra que esguichava em jatos quentes. Ele abraçou-a e pôs-se a acariciar delicadamente os seios e a barriga da jovem. Depois retirou devagar o caralho do cu, observando a porra que escorria, descendo pela coxa da jovem.