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Era final da tarde de um dia frio. Eu já havia chegado ao quarto de hotel, conforme combinado, há uns 20 minutos. Segui fielmente as instruções, colocando-me ao centro do quarto, completamente nu, de joelhos e cabisbaixo. Na mesinha havia o material solicitado: luvas cirúrgicas de plástico, lubrificante KY, dois pares de algemas e cordas de varal. Estava achando que não vinha ninguém e que fora alvo de uma peça, quando escutei barulhos no corredor, seguido do virar da maçaneta da porta. Ela havia chegado. Senti um frio na barriga quando há vi: Loira, olhos verdes, vestido preto, botas tipo anabela de couro preta. Ela entrou e, para minha surpresa, não veio sozinha. Gelei de medo quando percebi que junto com ela, veio um homem, todo de preto, sapatos de couro preto e solado de borracha preta com desenhos em vermelho. Comecei a tremer de medo. Ela percebendo minha apreensão, me tranqüilizou: - Não se preocupe, verme. Ele é de confiança e é meu escravo também. Está aqui para me obedecer cegamente. - C-Como quiser, s-senhora - respondi, com mais medo ainda. - Sente-se na cadeira - disse ela para o rapaz, e voltando para mim, pegou meu rosto e disse - Hoje é seu dia de sorte, verme. Afastou-se e me presenteou com um chute forte bem nos meus testículos. Pude sentir a ponta redonda da bota tocando e pressionando meus genitais que, por instantes, praticamente se amoldaram a bota. Na hora curvei para a frente, levando minhas mãos no saco, ficando com o rosto ao chão e, como ainda permanecesse de joelhos, meu rabo ficou virado para cima. Sem conseguir me mover, reparei que ela foi até o rapaz, que permanecia sentado e, enquanto pisava nos saco dele, sussurrou algo nos ouvidos dele. Ele, após beijar a ponta da bota, sentou-se novamente e, para meu espanto, puxou o pinto dele para fora e passou a lubrificá-lo com o KY que eu trouxe. Ela olhou para mim e ordenou: - Verme, venha até aqui. Rastejando! Obedeci, mesmo porque ainda não tinha forças para me erguer. Ainda sentia as dores do chute dela. Quando cheguei perto, ela ordenou para o rapaz: - Cruze as pernas para que a sola do seu sapato fique a mostra - e virando-se para mim, já com um sorriso malicioso, ordenou - Venha, verme, vais limpar a sola do sapato dele, pois, para mim, tu és menos que ele. Tremi, pois, sempre tive vontade de lamber a sola do sapato de uma mulher, mas nunca havia pensado em lamber o sapato de um homem. Hesitei. Ela me esbofeteou violentamente - Seu lixo, vamos! O que está esperando! Cheguei perto da sola e pude sentir o cheiro forte e ligeiramente adocicado da borracha, misturado com a poeira do chão. A sola estava bem suja. Estranhamente aquilo me deixou bastante excitado e meu pinto começou a endurecer. De repente, senti a mão dela a me empurrar na direção do inevitável e pude sentir a sola colar no meu rosto. Ao sentir a borracha da sola em meu rosto, percebendo que ela estava morna por causa do calor do pé dele, meu coração disparou. Enquanto eu esfregava meu rosto na sola do sapato dele, sem que eu pudesse entender, me deu uma vontade louca de sentir o gosto daquela sola. Encostei a língua e comecei a lamber, primeiro devagar, mas logo estava lambendo e chupando freneticamente. O gosto de terra e poeira me invadiu a garganta, enquanto o cheiro forte de borracha molhada tomou conta das minhas narinas. Percebendo que meu pinto estava duríssimo, ela falou: - Olha como ele está gostando! Viu? Ele gosta de ser escravo de homem sim! - e riu a valer. Eu nem ligava. Estava dominado por aquela sensação! Já estava mais calmo, como se tivesse nascido para estar embaixo daquela sola. Naquele momento, o que importava era o gosto e o cheiro da sola, que eu começava a achar delicioso. E eu queria mais. Lambi tanto que a sola ficou toda molhada e minha língua completamente seca. Subitamente, ela chegou até mim e, me levantando com a ponta da bota em meu queixo, até que eu ficasse de pé, disse sorrindo: - Agora, pela sua submissão, vou dar-lhe um premio, que lhe dará muito prazer. Sem que eu tivesse tempo de agradecer, percebi que ela já se aproximava de mim, e com a mão direita, já com as luvas, colocou o dedo do meio em meu rabo. Como o dedo dela já tinha uma boa quantidade de lubrificante na ponta, ele achou facilmente o caminho do meu anus, entrando sem cerimônias dentro dele. Quando senti o dedo dela dentro de mim, só tive tempo de soltar um suspiro. Ficamos assim por quase um minuto, com ela massageando meu anus com o dedo dela. Eu já estava gostando, quando ela disse: - Agora vem aqui e senta gostoso - e apontou para o colo do rapaz. Foi ai que eu vi que ele prestava muita atenção em tudo que acontecia e já estava com o pinto duríssimo. Eu nem lembrava mais que ele já o havia posto para fora. De novo, eu hesitei e tentei argumentar: - Mas, senhora, eu nunca fiz isso. Por favor, não me obrigue. Nova bofetada, desta vez, tão forte que quase me derrubou. - Insolente, não me faça me arrepender de dar este premio para você. Senta logo e tenha seu prazer a vontade. Comecei a ter medo, mas jamais ousaria desobedecer uma ordem dela. Com vergonha, fui até ele, que já estava sorrindo para mim, talvez, no seu intimo, debochando da minha situação. Porém, algum prazer ele também estava sentindo, pois seu mastro estava duríssimo e, agora visto mais de perto, parecia enorme. Comecei a temer se iria caber. Minha pulsação acelerou novamente. Ele se ajeitou na cadeira e se limitou a dizer: - Pode vir. Tremendo, lentamente eu me virei de costas para ele e comecei a aproximação. Ela observava tudo, se deliciando com minha agonia. Quando senti minhas pernas encostarem nas dele, percebi, que teria que sentar. Havia chegado a hora. Ele, carinhosamente, pos as duas mãos em meus quadris. Ao sentir as mãos dele, estremeci novamente. Ele foi me puxando para baixo, enquanto seus polegares abriam minhas nádegas. De repente, senti a cabeçona quente encostando na porta do meu anus. Neste momento senti um arrepio que me correu a espinha toda. Ele começou a me puxar para baixo e eu comecei a sentir a cabeça forçando a entrada. Tentei relaxar e, então, ele começou a escorregar para dentro de mim. Quando ele entrou, senti uma dor aguda, junto com uma sensação de invasão, enquanto aquela coisa enorme entrava mais fundo. Até que senti minhas nádegas encostando nas pernas. Estava feito: Estava sentado no colo dele, com tudo aquilo dentro de mim. Tentei me mexer e, com isso, senti uma sensação gostosa. Comecei a me mexer com mais ritmo e, quando dei por mim, estava rebolando no colo dele. Aquela coisa enorme dentro de mim balançava e pulsava, me dando uma sensação plena, seguido de uns tremores pelo corpo todo, junto com uma sensação deliciosamente indescritível no anus. Neste momento, ele falou: - Levante-se, por favor, e fique de quatro. Imediatamente obedeci. Ao sentir ele sair de mim, veio uma sensação de vazio e, com isso, acabei implorando: - Vem, por favor, começa de novo. Entra dentro de mim, Vem. Ela observava tudo, sentindo muito prazer com minha transformação de homem para fêmea. Ele obedeceu e em seguida entrou novamente dentro de mim, iniciando o vai e vem frenético. Uma sensação forte começou se apoderar de mim, com tremores pelo corpo, calafrios que corriam de ponta a ponta, somados a mesma sensação indescritível no meu anus, enquanto o mastro dele me massageava o anus e o reto. Ficamos assim neste movimento sincronizado, até que a sensação do meu rabo se espalhou por todo o meu corpo, me envolvendo de forma tão intensa que eu entendi o que estava acontecendo: “Eu estava gozando pelo rabo”. O tesão ficou intenso e continuo até que ele parou de se movimentar e deixou o mastro todinho dentro, me abraçando. Pela respiração dele eu compreendi: Ele estava gozando dentro de mim, junto comigo. Ficamos assim, colados, por quase dois minutos, até que relaxamos e deitamos na cama, indo cada um para um lado. Eu, com meu rabo ainda pulsando de prazer, procurei ela e, para minha surpresa, ela havia sumido. Ele também procurou-a, sem sucesso. Após alguns minutos, nos olhamos com cumplicidade, trocamos telefones e saímos cada um para um lado. Até hoje eu carrego a lembrança desta enrabada deliciosa.