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A Doce Dor da Prostituição,o Escravo Gosta!
O loirão mandou que eu me levantasse e começou a alisar o meu corpo, admirando-me. Eu estava muito sujo por ter rastejado por quase todo o Hotel,mas ele gostava da minha aparência.
Ele mandou que eu tirasse a minha sunguinha e que fosse para o chuveiro. Ao sair, ainda molhado, levei uma rasteira e fui sendo chutado pelo loirão. Não sai descrever o prazer que aqueles chutes me davam. O loirão abriu o ziper da calça e ordenou que eu o chupasse. Chupei aquele grosso caralho, que invadia minha garganta e adorei aquela sensação. O loirão me levantou com violência, colocou-me de costas e, sem tirar a sua calça, começou a me penetrar. Caraca! Que prazer ser possuído por aquele homem vestido. Sabem de uma coisa? Adoro que meus Senhores estejam vestidos ao me dominarem, porque a roupa dá ao homem um tom de dominação, ao passo que a nudez masculina (notem bem, a masculina) é o sinônimo de submissão.
Depois de ser estocado com força, fui colocado de novo de joelhos pelo loirão, que me banhou com litros e litros de porra quente. Depois, ele me ordenou que me masturbasse até sair porra do meu sofrido e duraço pênis. Atendi prontamente a ordem de meu Senhor e me masturbei feito um adolescente. Pouco depois a porra jorrou de meu pênis e o loirão a colocou na mão e lambeu, dando-me depois um tapa na cara! Logo em seguida, jogou sobre meu corpo cinco notas de R$ 10,00 e ordenou-me que vestisse(?) a sunguinha e sumisse de sua frente. Atendi-o prontamente e saí do quarto de hotel, nessa hora de pé. Ao passar pela recepção, os funcionários do hotel cochichavam sobre a minha nudez e os seguranças foram a mim, me pegaram e jogaram-me na rua. Saí de lá humilhado. Ao andar na rua em direção ao quiosque em que meu Dono se encontrava fui xingado pelos homens que me viam. Pelo menos 10 deles me xingaram, dos nomes piores possíveis. Ao ouvir os palavrões, eu me excitava e a sunguinha azul ficava pontuda na frente e se enterrava mais no meu rego. Ao chegar no quiosque fui logo sendo esbofeteado pelo meu dono, que me arrancou os R$ 50,00. Ele me mandou sumir da frente dele e só aparecer outra vez com mais dinheiro, porque ele sabia que eu lhe daria mais.
Ao voltar a caminhar pelo calçadão, um motoqueiro me observou, parou a moto, desceu e começou a alisar a minha bunda e o meu pau. A noite prometia mais...