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K
Encontrei K às sete horas da noite. Ela me recebeu no seu apartamento como eu havia ordenado: usando uma lingerie negra, com espartilho e cinta-liga. Parecia incomodada em estar vestida daquele jeito, mas eu apreciava vê-la em trajes íntimos. Entretanto, quando entrei, mal dei importância ao seu aspecto. Sentei-me no sofá e pedi que ela me trouxesse uma garrafa de vinho com duas taças. K saiu da sala e voltou um minuto depois segurando uma bandeja de prata com a bebida. Ela colocou vinho nas duas taças e depois de brindarmos em silêncio, bebemos também em silêncio.
Depois de ter bebido todo o conteúdo da taça em apenas um minuto, eu me virei para K e comecei a acariciar os seus cabelos. Ela ficou evidentemente perturbada. Puxei os seus cabelos para trás e a sua cabeça acompanhou o movimento. Depois mandei que se levantasse e colocasse uma música suave.
K se levantou e ligou o aparelho de som. Escolheu uma música clássica e perguntou se estava ao meu gosto.
Sorri. Depois fiz um gesto com o dedo para que se aproximasse. Sem responder sua pergunta, comecei a beijar sua boca. Depois do beijo, enchi sua taça de vinho e a fiz beber tudo em poucos segundos. Enchi mais uma vez e ordenei que bebesse da mesma forma. Em seguida, peguei a garrafa com o restante da bebida e emborquei na sua boca. K bebeu tudo e sorriu quando o vinho escorreu pela sua boca.
Traga outra garrafa!, ordenei.
Outra?, K perguntou tímida.
Não ouviu, sua puta?", disse rispidamente.
Ela saiu da sala e voltou com outra garrafa.
Está fechada! Abra!, ordenei.
Eu não consigo. Não tenho força!, ela disse.
Quem foi que abriu a outra?
Eu... mas foi difícil
Não quero saber! Abra a garrafa!, falei com minha voz autoritária.
Ela voltou mais uma vez para a cozinha e voltou em seguida com um saca-rolha. Tirou o lacre da garrafa com cuidado, mas depois não conseguiu puxar a rolha. Fazia um esforço tremendo e me olhou atordoada:
Eu não consigo, falou.
Com toda minha força, puxei a garrafa das mãos dela e finquei o saca-rolha com profundidade. Depois o puxei com força abrindo a garrafa.
Viu como é fácil?
O senhor é muito forte. Eu sou fraca.
Repita isto com lentidão
O senhor é muito forte e eu... sou fraca!.
Eu me levantei segurando a garrafa aberta.
Ajoelhe e abra a boca!
O que o senhor pretende fazer? Me embebedar?
Desde quando uma escrava contesta uma ordem minha?
Perdão, senhor, eu me ajoelho.
K se ajoelhou aos meus pés.
Abra a boca!
K abriu de uma maneira tímida.
Mais aberta!
K arreganhou a boca totalmente. Virei a garrafa de vinho e deixei a bebida jorrar para dentro da boca de K. Ela tentava engolir tudo, mas eu despejava com muita rapidez. K se esforçava inutilmente e nada conseguia. O vinho começou a escorrer pela sua boca, lambuzando todo o seu corpo.
Você viu o quanto de vinho você desperdiçou?
Perdão, Mestre.
De pé!
K ficou de pé um tanto assustada.
Tire a calcinha e vire de costas!
Com uma certa timidez, K se virou e tirou a calcinha. Mandei que conservasse as ligas e o corpete.
Alisei a sua bunda. Estava branca e não havia nenhuma marca de meus castigos anteriores.
Tirei o cinto da calça e o dobrei. Em seguida, mostrei para K o cinto dobrado.
Você sabe que não suporto putas bêbadas que além de tudo são umas nojentinhas mimadas...
Eu sei, senhor.
Pois então, você vai apanhar para aprender como se deve comportar.
Eu aceito meu castigo, senhor.
Sem maiores delongas, distribuí três fortes cintadas na bunda de K. Ela tentou gritar, mas sufocou o grito na última hora.
Dei mais três cintadas. Desta vez duas na coxas e uma na bunda. Ela gritou.
Você quer que a vizinhança ouça seus gritos, sua vadia?
Não foi minha intenção, senhor.
Como você vai agüentar as outras cintadas sem gritar?
Ela pensou um pouco.
Mereço ser amordaçada, senhor.
Dei um sorriso irônico.
Estou vendo que aos poucos estou conseguindo te adestrar, cadela.
Sim, senhor.
Então vá até o quarto e traga a mordaça.
K se retirou e voltou com um lenço de seda. Ela se virou de costas e eu a amordacei.
K me olhou como pedindo para que eu não a castigasse com tanta violência. Aquele olhar de vítima só me deixou ainda mais furioso.
Sem a mínima consideração, despejei várias cintadas pelo seu corpo. Ela tentou fugir, mas eu a segurei pelos cabelos e esqueci o cinto e lhe dei vários tapas. Lágrimas escorreram pelo seu rosto.
Tirei a mordaça.
K respirava com dificuldade. Ela me olhava com um misto de pavor e de paixão.
Abra as pernas e se masturbe!
K me olhou mais uma vez com perturbação no olhar. Mas logo a expressão se tornou libidinosa e ela abriu as pernas, sentada no sofá. Começou a se acariciar lentamente.
Pegue a garrafa de vinho e enfie dentro de você!
K deu um gritinho de prazer. Pegou a garrafa e enfiou lentamente o gargalo. Me olhava com fascínio. Eu me levantei e peguei uma vela que estava acesa num castiçal em cima da mesa. K me olhou de uma maneira submissa. Eu me aproximei e virei a vela em cima do seu seio. Em pouco tempo a cera derretida começou a pingar em cima dos seus peitos e do seu corpo. Cada gota, ela respondia com um gritinho. Neste momento e somente neste momento senti meu sexo endurecendo.
Parei com a vela e mandei que K parasse também com a masturbação.
Abra o zíper da minha calça e chupe até sentir o meu gozo na sua boca.
K não demorou muito para obedecer.
Engula, não fique só lambendo.
K pegou o meu sexo e o engoliu por inteiro.
Fique me olhando, não pare de me olhar...
K estava linda com os olhos esbugalhados. Eu não quis segurar o meu gozo. Prendi firmemente sua cabeça, movimentei o corpo para frente e para trás e em seguida gozei na boca de K.
O sêmen escorreu pelos seus lábios e respingou pelos seus seios.
Posso me lavar, senhor?.
Fiz um gesto com a mão para que se retirasse.
Quando voltou, estava com o olhar apaixonado.
Deseja mais alguma coisa, senhor?
Sorri. Tentei transmitir doçura no meu sorriso. Em seguida dei as minhas novas ordens.
Nós vamos sair, minha querida. Coloque uma roupa bem ousada, uma maquiagem bem carregada e botas de cano longo.
Posso perguntar aonde vamos, senhor?
Sorri. Desta vez um sorriso maligno.
Vou te oferecer para uns amigos. Você não disse que seu sonho de submissa era ser oferecida pelo seu Mestre para outros homens?
É tudo que eu mais quero. Terá para sempre o meu amor, meu querido Mestre.
Então faça que eu mandei. E não demore.
Sim, senhor. Estarei pronta em poucos minutos.
Ela saiu. Desliguei o som e liguei a televisão.
O jogo ainda não tinha começado...