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Quando minha Senhora me ordenou que tirasse toda a roupa, me apresentei em Sua frente com uma forte ereção. Ao contrario do que podia imaginar, Ela pareceu incomodada. "O que é isto? Quem mandou esta coisa inutil ficar assim exibido na minha frente? Busca um saco plastico com gelo!" Me mandou colocar o saco com gelo em volta do sexo e vestir novamente a cueca. Fiquei sentado enquanto ela descarregava sobre mim uma verdade ainda não conhecida. O problema foi que as palavras, duras, em vez de ajudarem a diminuir a excitação que estava, cada vez me deixavam mais excitado e, minha Senhora, cada vez mais incomodada. A ereção só cedeu realmente quando o frio tomou conta do meu corpo todo. Quando comecei a tremer de frio foi que o tratamento a frio deu seu resultado. - Tenho que decidir o que vou fazer com esta coisa inutil... Não consegues controlar isto? Seu merda, inutil! Gostas de sexo? - Gosto muito, Senhora. - Gostas muito? E achas que vais poder ter sexo com outras mulheres se fores meu escravo? - Não Senhora. Creio que a Senhora não vá permitir. - E não vou permitir mesmo! Não sei se já te deu conta disto, seu merda, mas não vais ter mais sexo com outras mulheres. Nunca mais! Gostavas de fazer sexo com mulheres? Era bom? - Muito bom, Senhora. Adoro sexo. - Adoravas, meu escravo, adoravas sexo com outras mulheres. Agora não vais mais ter. NUNCA MAIS, entendeu bem, escravo? - Sim, Senhora. - Repita então para ver se entendeste bem, lerdo. - Nunca mais vou ter sexo com outras mulheres. - Bom, coloca isto na tua cabeça. Não estou brincando. Que tu pensas que és. Nada de sexo por aí. NADA! E masturbação, te masturbavas muito? - Sempre que não tinha sexo, me masturbava. As vezes mais de uma vez ao dia. - Era bom? - Sim, Senhora. É muito relaxante, adoro me masturbar na cama e dormir bem relaxado depois... - Errado, seu merda. ERA bom. Não quero que te masturbes, já sabes disto, e vou revisar os lençois da tua cama todos os dias. Isto até receberes o cinto de castidade que já te mandei comprar. Não só não quero que te masturbe, como não quero que te toques sem a aminha permissão. vais usar o cinto sempre, só vou tira-lo para a higiene e depois... colocamos novamente. Entendeu? - Sim, Senhora. Fico preocupado com uma coisa, Senhora. Quando tirar o cinto não vou ter uma ereção? Como vou colocar o cinto novamente? - Logo que tirares, não, mas no banho, sim vais ter uma ereção. Não te preocupes... Tenho um método... é o único que dá resultados... Vais segurar o teu penis por baixo com uma das mãos, puxando a pele do prepucio para tras... Vou bater nele com uma vara de vime até ele ficar completamente flacido. - Ai, Senhora. Isto vai doer muito. - Vai sim, mas é o único modo. Sabendo bater, não chega a rasgar a pele. Fica todo marcado com lindas lindas faixas vermelhas que ficam roxas depois, mas funciona... Agora entendeste? Não vais mais te masturbar, entendeu? NUNCA MAIS! - Entendi, Senhora. - Como te sentes? - Muito nervoso, Senhora. Fico muito excitado com tudo que a Senhora esta me dizendo, mas muito nervoso também. Como Lhe disse, gosto, ou gostava muito de me masturbar, de sexo, e a Senhora esta me fazendo ver como será de agora em diante. - E ainda assim queres ser meu escravo? - Sim, Senhora. - Olha bem, porque não quero um escravo temporal. É pra sempre, portanto, o que eu te disse até agora, é pra sempre. Estas preparado? - Sim, Senhora. Para ser muito sincero, não havia pensado nisto, Senhora, mas tudo me soa como um sonho. Quero muito isto, Senhora. Estou preparado, sim, Senhora. - Para sempre? - Sim, Senhora. - Que bom, escravo, porque é assim que eu quero. O que te sobrou escravo? Pensas que vais comer a tua Senhora? É que te sobrou não é mesmo? - Sim, Senhora. Sempre e só quando a Senhora quiser. - Errado de novo, escravo. Sou uma mulher bonita, tenho muitos amigos, tenho vários homens que me desejam... porque vou querer fazer sexo com um escravo... Vou ser sincera contigo, escravo, já fiz e faço sexo com escravos, sim. Mas contigo, não. Sabes porque? Porque tu adoras sexo, e não vais ter. NÃO VOU FAZER SEXO CONTIGO, entendeu bem? - Sim, Senhora. - Entendeu bem, mesmo? Como te sentes agora? - Mais nervoso ainda, Senhora. Mas muito excitado com tudo isto. - E ainda queres ser meu escravo? - Sim, Senhora. - É para sempre, escravo. Tens certeza? - Sim, Senhora. Como Lhe disse antes, não havia pensado nisto tudo antes, mas é tudo que sonhei, Senhora. Quero muito isto, Senhora. - Bom, então, não sobrou nada pra ti, não é mesmo, escravo? - Não, Senhora, não sobrou nada em termos de prazer para mim, Senhora. - Claro, prazer? Que pensas que és, inutil? Claro que vou te usar para o meu prazer? Sabes chupar, escravo? - Sim, Senhora. - Mesmo? Quero ter prazer. - Sim, Senhora. Sou bom nisto. - Tu não é bom em nada, inutil, mas vais ter que me dar prazer sempre que eu quiser. SEMPRE! - Sim, Senhora. - E como te disse... muitos homens me desejam. Adoro sexo! Não como tu, que adoravas e não podes mais. Eu adoro e vou ter muito sexo. E sabes do que mais? Adoro que gozem dentro de mim e vou guardar para o meu escravo querido... tu vais me chupar depois... vais me dar muito prazer... lembrando do sexo que tive e sabendo que estaras te satisfazendo com os restos... - Sim, Senhora. - Estas chorando, escravo? - Sim, Senhora. Estou muito nervoso porque sei que é seu desejo sincero e para sempre e que minha vida será esta... - Isto mesmo, escravo. Finalmente acertaste... Então? Tenho que pensar o que vou fazer com esta coisa inutil... O que é escravo? Estas tremendo de frio? - Sim, Senhora, mas chegamos no resultado que a Senhora queria. Tenho muito frio, mas nenhuma ereção. - Que bom escravo. Vai tirar cueca molhada, te seca e veste uma roupa. Depois voltamos a falar sobre o que faremos com esa coisa inutil e molinha aí.