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Era muito inexperiente, no mundo BDSM, para ser sincero, nem tinha conhecimento da sua existência. Fui surpreendido e ensinado e apresentado a este maravilhoso mundo por uma namorada, hoje minha submissa, escrava, serva. Desnudou-se, ajoelhou-se a meus pés, entregou-me as suas roupas: - Meu Senhor! Desejo a partir de hoje ser sua escrava, sua submissa, sua puta, sua ordinária, que me use como o Senhor desejar. Se o Senhor desejar bater-me, bata-me. Fiquei atónito. - Minha escrava? Mor o que é isso? - É meu desejo ser sua escrava, por favor aceite-me! Faça de mim o que desejar. O meu corpo é Seu, Meu Senhor. Vou ensinar o Senhor a ser um Dominador, e eu ser a sua escrava. Levantei-me, meio atordoado com toda esta situação. Dirigi-me ao wc, para lavar o rosto e… - Meu Senhor, não se levante, eu sirvo o Senhor. Se Meu Senhor deseja algo, diga-me que eu sirvo-o. - Mor, o que eu preciso fazer, tu não me podes resolver. - Posso sim meu Senhor. Abriu as minhas calças, retirou-o para fora. - Meu Senhor, por favor use-me, humilhe-me, peço autorização para beber a sua urina. Estava sem palavras. Colocou-o na boca. - Não Se importe comigo, sou um simples objecto para Lhe dar prazer, para o servir. Use-me como desejar. Não sei como, talvez algum desejo secreto escondido. Urinei pela primeira vez na boca de uma mulher, daquela que era a minha namorada, nem sei como fui capaz. Ela, engoliu todo aquele liquido vindo de mim, sorveu até à última gota. Olhou para mim, com um olhar de satisfação. - Obrigada Meu Senhor por me permitir beber o seu liquido. Pegou-lhe de novo, acariciou-o com a boca, beijou-o, lambeu-o. Abocanhou e iniciou movimentos de vai-vem com a cabeça. De quando em vez, mordiscava, lambia… Acabei por explodir na boca dela, enchendo-a desta vez com o liquido do meu prazer. Olhei-a nos olhos e vi uma luz de prazer no seu olhar. - Primeiro, foi a urina do Meu Senhor que bebi com gosto, agora foi o liquido do prazer do Meu Senhor que engulo e que desejo que seja o sabor que sempre tenha em mim, na minha boca. Senhor! Bata nas minha mamas, desculpe tetas, porque é o que as cadelas têm. Castigue-me, portei-me mal. Dei prazer ao Senhor sem antes Lhe ter pedido autorização, toquei no Senhor sem Lhe ter pedido. Dizendo isto começou a açoitar o seu próprio peito. - Bata-me por favor. Ao de leve, dei-lhe uma palmada nas mamas. - Com mais força, eu não sou nada. Se magoa as mãos do Senhor, bata-me com um chinelo. Bata as vezes que quiser. Bati-lhe, belisquei-lhe os bicos da mamas, voltei a bater-lhe. Só parei quando vi umas lágrima a nascerem nos olhos. - Obrigada meu Senhor pelo castigo. Entregou-me as roupas dizendo, que não merecia andar vestida, que nunca viu uma cadela com roupa. - Senhor, só mais um pedido. Neste momento era tudo muito estranho para mim. - Sim fala. - Quero ser tratada como uma cadela. Quero comer, beber água numa tigela no chão. Que me humilhe e me use como desejar. Esta noite, o Senhor vai amarrar-me e pôr-me a dormir no chão do quarto de banho. Amanha, com o meu corpo frio, as minha tetas rijas do frio da noite, o Senhor vai açoita-las. Vai analisar o meu corpo. Se o meu ânus está bem limpo, caso algo não esteja de Seu agrado, o Senhor aplica-me um castigo, para eu aprender a comportar-me. No dia seguinte, açoitei-lhe com gosto as tetas, até notar as lágrimas nos olhos. - Estás a chorar porquê, minha cadela vadia? - Deixa-me ver se tens esse teu cú minha cadelita oferecida, está bem limpo? Mostra-o para eu o ver. Levantou-se, inclinou-se para a frente, afastou as nádegas e mostrou. Quando ia a introduzir um dedo para verificar o estado de limpeza, a cadela adiantou-se e inseriu o dela no seu próprio ânus. Retirou o dedo e chupou-o. - Senhor, o meu ânus está sujo. Peço que me castigue, açoite, sodomize, mas primeiro deixe-me lavar o meu ânus. Dito isto, começou a limpar o seu ânus com a sua própria saliva. Molhava a mão com a saliva e lavava o seu interior, voltava a lamber mão e a lavar-se. - Senhor, estou limpa. Aplique-me as chineladas que quiser em ambas as nádegas, depois sodomize-me. Enquanto o faz, torture as minhas tetas, chame-me nomes, insulte-me, pergunte se eu gosto de beber o mijo do Senhor, que vais ser a única bebida que vou ter. Bati-lhe com a mão nas nádegas, varias vezes, açoitei-lhe a tetas. Peguei num régua e apliquei tanto nas tetas como nas nádegas. Ouvia gemer. Tenho dúvidas se era de prazer ou dor. Introduzi-o no ânus dela, sem antes a ter preparado. Sodomizei-a. Enquanto o fazia, torcia-lhe os bicos das tetas, batia-lhe. Açoitava-lhe as nádegas e perguntava-lhe se estava a gostar. Quando terminei, pediu-me perdão. Beijou os meus pés, agradeceu.