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Aprendendo a Perder
Eu não diria que sou uma pessoa competitiva, mas em algumas situações eu realmente não gosto de perder, pra minha sorte (ou azar) sempre encontro alguém disposto a tentar me ensinar. Um desses dedicados professores que passou pela minha vida foi o Rodrigo. O caso que eu vou contar aqui já aconteceu faz algum tempo mas foi realmente marcante pra mim.
Naquela época, o Rods já era meu amigo há uns 10 anos, tínhamos saído algumas vezes logo que nos conhecemos e vivemos momentos realmente intensos, mas acabamos nos distanciando por algum tempo e quando nos encontramos novamente estávamos os dois comprometidos. Acabamos nos tornando grandes amigos, nos cruzamos profissionalmente algumas vezes e nos encontrávamos com uma certa frequência.
Era engraçado que o envolvimento do passado tinha ficado com a gavetinha um pouco aberta e eram frequentes as piadinhas de duplo sentido nas nossas conversas, tinha sempre um pouquinho de sacanagem rondado a nossa amizade e nós a deixávamos a uma distância segura, mantendo o clima de brincadeira.
Acho que nós nunca percebemos de verdade o quanto essa linha que mantinha o distanciamento era tênue, até nos darmos conta de que ela não estava mais lá. Não sei precisar exatamente quando ou como isso começou, mas a verdade é que as insinuações sexuais passaram a ser cada vez mais literais, as brincadeirinhas se tornaram provocações explícitas até o ponto que era praticamente impossível ficarmos na presença um do outro sem sentirmos aquela energia intensa que nos transtornava.
Chegou o momento em que foi impossível segurar, esquecemos os receios e o fato de sermos os dois comprometidos, e nos entregamos a viver as experiências que nossos corpos pediam com tanta insistência. Foi absolutamente inacreditável, os quase 10 anos que tinham se passado dês da última vez que tínhamos estado juntos praticamente sumiram. Os beijos, as caricias, as brincadeiras... tudo parecia ter começado do ponto em que tínhamos parado, as memórias voltaram mais vívidas do que nunca, tudo voltou como um tornado invadindo aquele espaço seguro da amizade que tínhamos construído. A grande diferença é que estávamos os dois mais maduros e 10 anos mais experientes, claro que isso só deixou tudo melhor.
Passamos a nos encontrar regularmente, ou pelo menos sempre que as agendas permitiam, cada noite era única, pra não dizer histórica. A força das sensações e a intensidade da nossa entrega eram tão grandes que queríamos viver tudo que fosse possível, sem restrições e sem limites. E o mais legal de tudo é que também era sem cobranças, o nosso objetivo era sentir todo o prazer que fosse possível sentirmos juntos e só isso. E foi em uma dessas noites memoráveis que eu tive uma das experiências mais intensas da minha vida.
Já fazia um tempo que não nos víamos e estávamos os dois com o tesão nas alturas até que conseguimos marcar um encontro. Cheguei na casa do Rodrigo na hora marcada e toquei a campainha com o coração quase saindo pela boca. Ele abriu a porta e me puxou pra dentro com força, me segurou pela cintura e ficou me olhando como se eu fosse uma presa, prestes a ser devorada. Estávamos os dois ofegantes, ele mantinha a boca muito perto da minha mas não chegava a encostar. Eu nem conseguia falar, e da forma como ele me segurava também não conseguia me mexer, eu só suplicava com o olhar pra que ele me beijasse e me atacasse logo. Que saciasse o nosso desejo de uma vez! Mas ele queria jogar e continuou me segurando e me olhando daquele jeito. Ele aproximou a boca do meu pescoço e continuou me provocando, aquela respiração quente, o corpo dele todo encostado no meu... tudo me levava a loucura. Eu estava inteira arrepiada e quase desmoronei quando ele sussurrou no meu ouvido.
- O que você veio fazer aqui, vadia?
Precisei reunir todas as minhas forças para responder e mesmo assim só consegui um fio de voz.
- Vim ser fodida até me acabar.
De repente, ele me jogou contra a parede da sala, me deu um beijo de tirar o fôlego, me segurou pelos cabelos e me colocou de joelhos. Meu corpo todo ferveu! Ajoelhar aos pés de um homem com a força do Rodrigo é uma coisa que me enlouquece e eu sabia o que viria a seguir. Avancei com mãos nervosas para a fivela do cinto dele, abri o botão e o zipper da calça jeans, mas quando eu estava quase libertando aquela rola que eu sabia que já estava trincando pra mim ele se afastou. Na mesma hora eu senti a palmada estalada no meu rosto, não com força mas com o jeito e com a autoridade que me fizeram entender que minha noite não ia ser fácil.
- Quem disse que é você que decide o que vai ser feito aqui, putinha?
- Aaahhh nãaaao!!! Não faz isso comigo! Você sabe o quanto eu gosto de te chupar!!!
- É mesmo? Acho que eu não sei...
- Aaaaiii, por favor!!! Sabe que eu estou explodindo de vontade!!!! Tenho certeza que o seu pau também está doido de saudades da minha boca!!!
Ele tinha se afastado um pouco de mim e eu fui falando e me aproximando. Ele me deixou chegar bem perto mas quando eu estava quase encostando veio outro tapa no meu rosto. Ele me segurou forte pelos cabelos e abaixou um pouco para falar olhando nos meus olhos.
- Quem sabe se meu pau ta com saudades de alguma coisa aqui sou eu, sua vagabunda!
- Peloamordedeus!!! Não faz isso comigo!!! Dá ele pra mim, por favooooooor!!
Eu estava praticamente rastejando, o Rods ia se afastando conforme eu me aproximava. Ele me olhava de cima, se divertindo com o meu desespero. Várias vezes ele tirou o cacete pra fora e eu pude ver aquela maravilha pronta para ser engolida, ele me deixava quase encostar a boca e depois se afastava e fechava a calça outra vez. Eu continuava implorando... fervendo de tesão e completamente enlouquecida, eu já estava quase gozando e ele nem tinha encostado em mim direito. Realmente a noite prometia.
Ele continuou se afastando até que ficou praticamente encostado na outra parede da sala, eu cheguei bem pertinho e ele finalmente cedeu.
- Toma, filha da puta! Engole tudo! Deixa eu ver se você está realmente com tanta vontade assim!
Quando ele terminou a palavra toma eu já tinha praticamente engolido aquele cacete até o final, avancei pra ele com tanta vontade que quase engasguei. Chupei como uma louca ouvindo os gemidos deliciosos do meu amigo e sentindo aquelas mãos fortes me segurando pela nuca, as vezes pelos cabelos. De vez em quando ele me dava uns tapas no rosto e continuava me provocando.
- Chupa, vadia! Não era isso que você queria? Chupa com vontade!
Na verdade ele não precisava nem mandar, naquele momento nada no mundo seria capaz de me fazer parar de chupar aquele caralho maravilhoso antes de sentir a minha boca totalmente inundada de porra. Eu chupei até o fim e fui presenteada com o mais delicioso jato de porra que alguém poderia desejar.
Meu corpo ainda fervia e quando me levantei fui recebida com mais um daqueles beijos que ele dava que me tiravam do chão. Ele me olhou daquele jeito safado que só confirmou a minha suspeita de que ainda tinha muito jogo pela frente, resolvi que eu ia abrir pra ele mais um pouco da minha gavetinha de desejos. Pra mim, apanhar é parte importante da transa e as palmadas do Rods já estavam totalmente incorporadas as nossas brincadeiras, naquele dia eu queria mais.
- Sabe que eu gostei desse seu cinto...
Falei isso olhando pra ele com um sorriso safado, segurando a fivela do cinto e já soltando ele dos passantes da calça. Percebi na hora a surpresa no olhar do meu amigo e um largo sorriso deixou claro que ele tinha gostado da ideia. Ele tirou o cinto da minha mão e falou comigo como uma criança que acabou de ganhar um brinquedo novo.
- Então quer dizer que você gosta disso? Você é muito mais vadia do que eu pensava.
- Nunca te dei motivo pra pensar que eu fosse menos.
- Mesmo assim você ainda me surpreende. Acho que além dele, hoje eu vou usar o último presentinho que você me deu.
Eu tinha deixado na casa dele uma venda, daquelas que a gente ganha em avião. O presentinho já tinha nos servido muito bem mas eu ainda tinha outras surpresas pra ele.
- Sabe... eu andei fazendo uma comprinhas. Trouxe dois outros presentes pra você.
Peguei na minha bolsa um par de algemas e estendi pra ele.
- O primeiro vou te dar agora, o segundo você vai ter que conquistar.
- Você tem certeza disso? Quanto você está disposta a apostar?
- Estou apostando tudo.
Pronto! Eu tinha acendido o pavio e não tinha mais como voltar atrás. Eu podia ver as ideias brotando na cabeça do Rodrigo e já estava fervendo só de tentar adivinhar o que ele pretendia fazer comigo para conquistar o último presente.
- Bom... acho que vou ter que usar os dois primeiros para conseguir o terceiro.
Falando isso ele colocou a venda nos meus olhos e começou a beijar o meu pescoço, me segurando com força daquele jeito que me enlouquecia. Tirou a minha blusa e o soutien e começou a chupar os meus mamilos que já estavam durinhos e super sensíveis, ele começou mordendo um pouquinho e foi aumentando a intensidade, as vezes ele alternava com beliscadinhas de leve ou torcia um pouco os biquinhos. Eu sentia um pouco de dor mas ainda era mais uma brincadeira do que uma tortura. Ele sussurrou no meu ouvido a pergunta que eu ouviria ainda algumas vezes aquela noite.
- Tem certeza que não quer me dar o meu presente agora?
- Absoluta!
Na hora eu senti o cinto estalar na minha bunda, ainda meio fraquinho e amortecido pela proteção da calça jeans. Ele esperou um pouco a minha reação e soltou mais duas cintadas um pouco mais fortes. Ele estava reconhecendo o terreno e eu resolvi mostrar o caminho com mais clareza.
- Desse jeito você não ganha o seu presente nem o mês que vem!
PLAFT! Cintada bem ardida em cheio no meio da bunda (EBAAAA!!!)
- Tira essa calça vadia que eu quero ver até aonde vai essa coragem!
Tirei a calça e apoiei as mãos na mesa da sala, deixando a bunda bem empinada e as pernas abertas, desafiando o Rodrigo a levar a surra a diante. Ele veio sem pressa, ficou acariciando a minha bunda com a mão e depois com o cinto. A primeira lambada na minha bunda nua quase me tirou do chão, não consegui segurar o grito e mesmo vendada eu conseguia sentir a expressão de prazer se desenhando no rosto do Rodrigo.
- Pega lá o meu presente que vai ser melhor pra você!
- VAI SE FODER!
CARAMBA!!! A série de cintadas que veio depois da minha pequena demonstração de rebeldia realmente me deixou sem ar! Nem sei dizer quantas foram, só sei que minha bunda ardia pra valer, meu corpo todo vibrava e minhas pernas bambearam. Eu pude sentir o caldo melado entre minhas coxas, eu fervia de tesão e quando a sova parou eu ofegava muito.
O Rodrigo começou a acariciar a minha bunda, passando as unhas de leve nas partes mais sensíveis. Ele ia acompanhando as minhas reações, brincando com o meu corpo, cada milímetro de pele que ele tocava me incendiava por completo. Quando ele chegou com a mão na entrada da minha boceta e sentiu o quanto eu estava excitada com aquilo, deu uma risada irônica e me penetrou bem fundo com os dedos.
- Ah! Olha como você é puta mesmo! Você é um caso perdido.
Eu não tinha a menor condição de responder! Os dedos do Rods me explorando daquele jeito estavam me enlouquecendo. Comecei a rebolar na mão dele, gemendo, pedindo mais... Ele me segurava por trás, com a boca colada na minha nuca, lambendo, cheirando e mordendo como um animal. Com uma das mãos acariciava meus seios de um jeito maravilhoso, com a outra me masturbava deliciosamente, me fez gozar gritando como a cadela que ele gostava tanto. Acabei praticamente esparramada sobre a mesa, meu corpo tremia e a respiração relutava em voltar ao normal. Fui questionada mais uma vez.
- E aí? Mereço meu presente?
- Nem... fo... den... do!
- Ok! Então agora chega de brincadeira. Eu estou tentando ser legal com você mocinha, mas você não está ajudando.
Ele me pegou pelo braço e praticamente me arrastou até o quarto. Chegando lá me jogou de costas na cama e prendeu as minhas mãos com as algemas na cabeceira, depois amarrou meus pés bem abertos com uma corda (velha conhecida). Juro que eu até tentei resistir, mas o Rodrigo é bem mais forte do que eu e eu ainda estava com o corpo meio mole. Me vi totalmente imobilizada e ainda vendada, nas mãos de um cara disposto a conseguir o que queria de qualquer jeito. A briga ia ser boa MESMO!
- Vou te perguntar mais uma vez pra você ter certeza do que está fazendo. Vai me dar o meu presente?
- NEM MORTA!
- Muito bem, você pediu. Depois não venha reclamar!
Ouvi os passos do Rodrigo pelo quarto, não tinha muito como saber o que ele estava fazendo mas tentei aguçar os meus sentidos ao máximo para tentar descobrir o que estava por vir. O barulhinho característico do isqueiro (também velho conhecido) me deu uma dica e o aroma inconfundível de vela queimando não deixou mais dúvidas. Só me restava esperar.
A primeira gota de cera veio na barriga, os pingos vieram subindo em direção aos meus seios até chegar à pele sensível dos mamilos. Aquilo me enlouquecia, a dorzinha que cada nova gota provocava ia aumentando a sensibilidade do meu corpo todo e o Rodrigo encontrava sempre um cantinho de pele ainda livre. Depois que ele praticamente cobriu meus seios de cera as gotinhas voltaram a descer e chegaram na parte interna das minhas coxas. A primeira gota que caiu no meu grelinho arrancou um grito do fundo da minha alma e elas continuaram vindo, esquentando ainda mais a minha boceta que já estava em chamas. Eu me contorcia tentando escapar mas era inútil, eu estava muito bem presa e o Rodrigo sabia bem o que estava fazendo.
Quando ele finalmente parou eu estava completamente ofegante e com o corpo todo super sensível. Ele foi passando a mão pelo meu corpo me acariciando com calma, eu me sentia um bicho preso e o Rodrigo ia me cutucando, provocando meus sentidos, eu estava praticamente derretendo. Quando ele aproximou a boca do meu ouvido eu estava pronta para ouvir a pergunta sussurrada mais uma vez, mas o que eu ouvi quase me fez explodir de tesão.
- Pensa que acabou?
PQP! O QUE SERÁ QUE VEM AGORA??? O Rodrigo me conhecia muito bem e sabia que eu estava amolecendo mas ainda não estava disposta a ceder. Ele estava totalmente no controle do jogo e percebi que a partir daquele momento ele só ia parar a hora que eu resolvesse entregar o meu segredo. Ele não ia mais perguntar, eu já sabia o que ele queria.
E pra deixar claro que ele ia continuar friamente me apertando até que eu cedesse passou a usar aquele tom de ironia que ele sabia que me tirava do sério. Ele tirou alguns pedacinhos de cera do meu corpo e falou com o maior cinismo.
- Hi, olha só! Você tá toda suja aqui. Deixa eu te ajudar a limpar...
PLAFT! A ponta do pesado cinto de couro acertou em cheio meu peito esquerdo. A surpresa e a dor foram como um choque que se espalhou pelo meu corpo todo, as cintadas continuaram vindo impiedosas nos dois seios sem uma ordem definida, não dava pra saber aonde viria a próxima. Eu não conseguia segurar os gritos, a dor me enlouquecia e o tesão tomava conta de mim. O Rodrigo percebia o quanto eu estava gostando daquilo pela forma como eu mexia os meus quadris e pelo sumo que escorria da minha bocetinha mesmo coberta de cera. Eu sabia que ela também precisaria ser limpa e a cada intervalo que ele dava eu imaginava se o cinto não iria mudar de alvo.
Mesmo esperando, a primeira vez que o cinto desceu em cheio entre as minhas pernas, meu corpo todo se arqueou, eu perdi o ar por alguns instantes e gritei como um animal ferido. A limpeza continuou, e a cada vez que aquele cinto descia era como se uma corrente elétrica percorresse todo o meu corpo. Eu parecia uma selvagem, gritando e me contorcendo... totalmente descontrolada. Tanto que demorei pra perceber que ele tinha parado.
Eu respirava com muita dificuldade, meu coração batia tão forte que parecia que meu corpo todo pulsava. O Rodrigo começou a limpar com a mão alguns pedacinhos de cera que ainda resistiam. Ele ia passando a mão no meu corpo como se estivesse sentindo a temperatura da minha pele, que estava MUITO ALTA, posso garantir. Cada vez que ele encostava nos meus seios eu sentia um arrepio, os bicos durinhos reagiam ao menor toque.
- Hiiii, tá sujo ainda. Vou tentar de outro jeito.
O toque leve no seio virou um beliscão e o mamilo já tão sensível foi torcido sem piedade. Ele torcia e puxava sem dó um bico, depois o outro, as vezes os dois ao mesmo tempo. Eu lutava para segurar as lágrimas, ainda não queria me entregar mas meu corpo todo formigava, eu estava quase gozando e o Rodrigo percebeu.
Ele resolveu verificar aonde mais eu ainda tinha cera, começou a massagear o meu grelinho e foi tirando os pedacinhos da cera que ainda restavam. Aos poucos começou a enfiar um dedo dentro de mim, me massageando por dentro... me enlouquecendo.
- Aqui também ainda tá sujo! Acho que tem alguma coisa lá dentro... Espera um pouquinho que eu vou ver se consigo tirar.
Aquele cinismo estava me matando!!! A voz dele e o jeito que ele falava pareciam ligar um botão em mim. Acho que naquele momento eu era capaz de gozar só ouvindo ele falar. Mas claro que os planos do Rodrigo eram outros, ele foi olhar bem de pertinho o que ele achava que estava lá dentro.
AH! COMO AQUELA BOCA ME ALUCINAVA!!! A língua me invadindo, os lábios sugando meu grelo, as mordidinhas em lugares estratégicos... dor e prazer se alternando com maestria. Junto com a boca vieram os dedos, me penetrando... me explorando. Quantos? Não sei dizer... 3, 4... meu corpo todo estava tão sensível, a intensidade daquelas sensações era tão grande que era difícil distinguir o que estava acontecendo. Só o que eu podia fazer era me entregar e viver aquilo até o fim. GOZEI COMO NUNCA!!! Perdi a noção do tempo e do espaço entregue a um prazer tão intenso que não dá pra descrever.
A consciência foi voltando as pouquinhos, o Rodrigo tirou minha venda, abri os olhos e nossos olhares se cruzaram. Percebi o prazer intenso no rosto dele quando ele me mostrou a mão inteira melada do meu gozo. Ele me deu um longo beijo, apertando o corpo contra o meu e não demorou para o calor começar a me invadir de novo.
O Rods me mostrou a ponta do cinto e ficou me olhando. Eu sabia que ele estava esperando a minha rendição mas eu não conseguia reagir. Não sabia se conseguiria aguentar mais alguma coisa mas eu era teimosa demais e não queria dar o braço a torcer. Sustentei o olhar e não falei uma palavra.
- Você que sabe... Eu acho que tem uns lugarzinhos que ainda estão sujos.
Ele baixou a venda nos meus olhos de volta. AI MEU DEUS! Ele ia começar de novo! Eu realmente não sabia se ainda conseguia resistir mas o orgulho ainda me corroia, EU NÃO QUERIA PERDER. Só que o meu corpo já estava no limite e ao mesmo tempo o tesão começou a subir de novo e a vontade de sentir o pau do Rodrigo me invadindo, de ser fodida com tudo, ficou insuportável. Bastaram poucas cintadas e eu finalmente cedi, ofegante e dolorida, quase incapaz de falar.
- Para... por favor... eu te dou... o seu... presente. Eu faço... o que você... quiser.
- Aonde está?
- Na minha... bolsa.
Ouvi os passos do Rodrigo pra fora do quarto e depois ele voltando. Ele soltou uma das minhas mãos, tirou a minha venda e estendeu a minha bolsa aberta. Peguei o vibrador grande que eu tinha comprado e entreguei pra ele, ele colocou a bolsa de lado e prendeu minha mão de volta. Quando eu vi que ele não ia me soltar, olhei pra ele surpresa.
- Pensa que acabou, é? Ainda não decidi se você merece ser solta.
Ele pegou o vibrador, testou as velocidades ficou brincando com ele na mão e me olhando, como se estivesse pensando o que ele ia fazer com aquele bichinho ainda preso a mercê dos caprichos dele.
- Acho que eu quero testar esse brinquedo. Vamos ver o que ele faz.
Ele se aproximou de mim com o vibrador ligado e começou a passear com ele pelo meu corpo, como se fosse um aparelho de massagem. Passou pelos braços, pelo pescoço, demorou um tempinho nos seios, desceu pela barriga, passeou pelas pernas... até que chegou na entrada da minha boceta. Ficou brincando por ali um tempinho brincando entre meu clitóris e a entrada da minha bocetinha. Eu já estava totalmente em chamas outra vez e ele só brincando. Supliquei:
- Me fode... por favor.
Ele colocou um pedacinho do vibrador dentro de mim e perguntou:
- Assim que você quer?
- Não... me fode mais... coloca tudo.
- Esqueceu com se pede?
- AAAAIIII!! Por favoooooooor!
Ele colocou o vibrador inteiro dentro de mim e começou a fazer um vai e vem bem devagarzinho. Aos poucos ele foi aumentando a velocidade e ao mesmo tempo com a outra mão ele começou a brincar com meu cuzinho. Logo eu já estava gemendo e me contorcendo enlouquecida, a ponto de gozar de novo. Ele tirou o vibrador de dentro de mim e começou a desamarrar meu pés, depois veio soltar as minha mãos. Falou no meu ouvido daquele jeito que me enlouquecia tanto.
- Estou te soltando, mas é bom você se comportar direitinho e ficar de quatro pra mim como uma cadelinha obediente. Ainda tenho energia pra te pôr na linha se eu precisar. Vai se comportar?
- Vou.
- Ótimo! Eu vou te foder como você merece minha vadia safada. Vou te arrombar de verdade pra você aprender a nunca mais me desafiar.
Na verdade, eu não tinha mais condições de resistir. Me coloquei de quatro com as poucas forças que me restavam, com os braços e as pernas doloridos pelo tempo que fiquei amarrada e o corpo todo fervendo. Tudo o que eu queria era me entregar para aquele homem que me conhecia tão bem.
Senti o vibrador de volta na minha boceta só que dessa vez ele ficou paradinho no lugar, o Rods chegou com a pica perto da minha boca e falou segurando no meu queixo.
- Chupa com capricho cadela, deixa ele pronto pra te foder.
Não precisava nem mandar! O Rods sabia o quanto eu gosto de uma rola na boca e eu chupei com gosto aquela maravilha ouvindo ele gemer como um selvagem. O vibrador dentro de mim me enlouquecia e eu quase me esqueci que não era pra eu ir até o fim. Mas o Rodrigo não esqueceu, depois de um tempo ele tirou o pau da minha boca e me avisou:
- Se prepara!
Respirei fundo. O cacete dele era grande e bem grosso, eu já estava acostumada com ele mas com o vibrador junto a coisa ia ficar feia pro meu lado e ainda por cima minha bunda ainda estava bem ardida da surra. Ele voltou a fazer o vai e vem com o vibrador na minha boceta e encostou a cabeça do pau na entradinha do meu rabo. Eu sabia que ia ser de uma vez, era o que eu merecia.
Ele estocou de uma vez e com força, a rolona dele entrou até o fim e o quadril dele bateu com tudo na minha bunda, acho que o quarteirão todo ouviu o grito que eu dei. Ele ficou com o cacete lá dentro, me segurando com força e ainda mexendo o vibrador na minha boceta.
- Aguenta vadia! Conheço esse teu rabo e sei que é disso que ele gosta.
Ele tinha toda a razão, eu estava adorando... e o jeito como ele falava comigo me fazia ferver mais ainda. O Rods começou a meter a vara no meu cú com tudo, entrando e saindo com vontade e fazia o mesmo com o vibrador na minha boceta. Era uma sensação indescritível, eu estava inteirinha preenchida, com o corpo totalmente entregue daquelas duas rolas me alargando a cada estocada, a cada vez que o corpo do Rodrigo encostava na minha bunda ardida eu sentia um arrepio, meu corpo todo começou a formigar. A eletricidade fluía entre nós dois e ele me possuía com força, urrando feito um animal. Nos entregamos juntos a um gozo incrível.
O mundo parou naquele momento, eu só me importava com as sensações que me invadiam em ondas, desmoronei completamente com o Rods por cima de mim. O tempo que ficamos ali parados com a rola dele ainda enterrada no meu rabo pareceu uma eternidade. Quando começamos a nos mexer, cada movimento pedia um esforço descomunal, continuamos deitados lado a lado por um tempão simplesmente tentando respirar.
Foi uma experiência incrível compartilhada com um amigo muito especial e que me conhecia muito. Só não posso garantir que eu aprendi a perder...