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A Humilhação do Meu Corno em Casa do Luís - II Parte

Já metidos no quarto, R esquecido da humilhação que sofrera, procurava evidenciar agora perante mim sua pilinha tesa, ainda convencido que seria com ela que eu iria coçar meu grelo. Em todo o caso deixei-o acreditar nisso pois essa seria uma maneira de me aquecer ainda mais. E de facto R sabia-me aquecer. Beijámo-nos na boca, demos as nossas línguas uma à outra, tacteou-me e lambeu-me os seios deixando-me os bicos empinados, esfregou-me o clítoris e até me fez um minete quando me sentei numa cadeira e lhe abri as pernas. Pediu-me que lhe massajasse as bolas e o caralhito com os pés mas eu já completamente aquecida com seus preliminares e vendo-o completamente humedecido já só pensava em entregar-me ao Paulo e ao Luís no quarto ao lado e poder finalmente pôr os cornos ao meia pila. - Já estás a começar a pingar e ainda vais deixar cair esporra ao chão – disse-lhe – Vai lavar a pila primeiro e traz papel higiénico para nos limparmos no final. R sem objectar dirigiu-se de imediato à casa de banho para passar a pila por água. Eu toda nua, aproveitei a ocasião e encaminhei-me para a sala onde sacudindo o Paulo por uma perna, disse-lhe que se ele se queria aproveitar de mim que viesse e ambos fomos então até ao quarto do Luís que mal nos viu entrar comentou que eu tinha demorado tanto que chegara a pensar ter eu mudado de ideias e afinal sempre resolvera foder o com 7 cms de piça. Este entretanto chegara ao quarto e o oooh de espanto que o ouvimos soltar por não me ver revelava todo o seu desalento e frustração por ter ficado sem mulher na cama. Adoro achincalhá-lo em alturas destas e adoraria ter visto a cara dele. - Afinal és tu quem vais dormir sozinho, corninho – gritei-lhe -. Já sabes desde há muito que nunca resisti a um caralho bem abonado, em especial quando ele dá dois do teu. E se não resisto a um ainda menos consigo resistir a dois como estes que aqui tenho. - Contenta-te com a tua sorte e toca à punheta como pensavas que o íamos fazer nós – atirou-lhe então o Paulo –já que com o bocadinho de piça com que nasceste não podes aspirar a mais. Mais gargalhadas. Os vizinhos do andar de baixo deviam estar ouvindo aquilo e eu achava delicioso. R já habituado a ficar tocando ao bicho enquanto sua puta dava para outros encostou a porta do quarto para nos poder ouvir e nós entrando no jogo dele deixamos a do nosso igualmente aberta já que afinal algum prazer lhe iríamos consentir tirar da nossa farra. Luís deitara-se nu pelo que não foi preciso despi-lo, apenas tirei as cuecas a Paulo e de joelhos no meio dos dois comecei a punheteá-los e a mamar-lhes nos cacetes que estavam duros como o tronco de uma árvore. - Oh sim – ia dizendo – isto é que são verdadeiros cacetes de macho. Nada que se compare ao de R, tão pequenino e fino que uma mulher tem de apertar bem as coxas quando está apanhando dele para o poder sentir coçando-lhe as bordas. - Então aproveita-os bem, Sandra – respondia-me o Luís – E quando andares desconsolada do piça curta podes vir-te consolar neles que não nos importamos nada. Se só apanhasses do teu namorado a tua cona estaria ainda tão fechada como a de uma virgem. E eu chupando numa e noutra piroca como num sorvete, que ia metendo e tirando da boca de modo a melhor sentir o salgadinho da langonha que delas ia extraindo, e toda roída pelo tesão que só o contacto das minhas mãos com o músculo do caralho deles me causava, soltei um brado que levou de certo os vizinhos de baixo a pensar que ainda era mais puta do que imaginavam: - Tenho a cona aberta desde os 14 e não seria uma piça como a de R que ma deixaria assim tão larga. Está na hora de provarem a minha cona aberta, um de cada vez. Alvitrei que se tirasse à sorte para ver quem seria o primeiro a comer-me mas o Luís dizendo que esse era o privilégio do dono da casa quis que fosse o cacete dele o primeiro a perfurar-me e o Paulo estando ali por acréscimo conformou-se em ser o segundo. Em meados dos anos 80 a SIDA ainda não era uma grande preocupação na sociedade portuguesa mas o Luís que era um tipo previdente e como me sabia fazendo umas biscatadas na rua sugeriu que usássemos preservativos e que eu mesma lhes enfiei. - Além disso – disse ele – apesar de estar a pôr os cornos ao teu namorado não quero ainda por cima torná-lo pai de um filho nosso. Ainda que esse seja um risco que corra todo o namorado cornudo. A primeira foda foi então dada com o Luís sentado na beirada da cama e eu entrelaçada na sua cintura. Ahhhh, que bom pau aquele e que bem seu dono o sabia usar, fazendo-me senti-lo todo dentro de mim. Na verdade a fama de fodilhão do Luís era justa e merecida. O Paulo entretanto pusera-se em pé em cima da cama, por detrás das costas do Luís e ia brincando à mão com a sua tora mas não queria ficar apenas aguardando a vez. - Chupa-me os colhões, boazona – pedia-me chegando-nos à boca – chupa-mos que eles estão cheios de leitinho para dar à minha vaca gordinha. Chupei-lhe os colhões esponjosos e o seu caralho cada vez mais teso esfregava-se todo na minha face deixando nela algumas marcas líquidas do seu gozo. As coxas do Luís onde eu estava sendo cavalgada encontravam-se também húmidas do meu tesão vaginal e apetecia-me mudar de caralho. Além disso a noite estava por nossa conta. - Não queres acabar já, pois não Luís? – perguntei-lhe – Então se não queres guarda ainda o leitinho nos tomates e muda de posição com o Paulo. Ma o Paulo queria antes dar-me de gatas. Saltei então para o tapete do quarto e ele meteu-me no grelo por trás, enquanto que com o Luís na minha frente ia-lhe eu lambendo agora a ele o saco bem suadinho. - Ohhhh! Vocês sim, são uns homens a sério. Nem sei dizer qual dos caralhos é o melhor ainda que se estivéssemos fodendo com o R não hesitaria em dizer que o dele era o pior. Admirava-me de os vizinhos ainda não nos terem mandado calar mas estes eram um casal jovem e deviam estar gostando do que estavam ouvindo. Quem também devia estar gostando era o corno pois se levantou da cama e pressentimo-lo dirigindo-se à casa de banho. Adivinhamos o que pretendia fazer e Luís gritou-lhe: - Quando acabares de tocar à punheta, ó meia piça, vê se não deixas o chão sujo de esporra. R argumentou que ia apenas mijar, não fazer à mão, mas envergonhado por se ver descoberto voltou para o quarto ainda que os ruídos que continuássemos a ouvir vindos do seu colchão não nos deixassem dúvidas que ele estava tocando uma segóvia na cama. - O pilinhas ainda vai sujar o colchão – sussurrei – Luís chega-me uma camisa de Vénus. Interrompemos a queca e quando o Luís me entregou a camisinha encaminhei-me com ela para o quarto ao lado. Os dois vieram atrás de mim. Entrámos no quarto e acendi a luz. R deitado todo nu estava tocando ao bicho em cima dos cobertores e o seu pirilau apresentava-se bem mais comprido e grosso do que quando fizera o streep. - Eu já sabia – comentei desdenhosa – não podes ouvir ninguém fodendo que tens de fazer como os cachopos e pores-te logo a dar ao badalo com a mão. Cobre ao menos a pila com um preservativo senão ainda sujas a cama como um adolescente que não tem com quem despejar os tomates. - E não tenho mesmo ao que parece, apesar de andar com uma moça que aluga o corpo na rua – volveu-nos vendo que tanto o Paulo como o Luís não paravam de se rir dele mas aceitando o preservativo que eu lhe estendia – Não admira que tenha de me desenrascar de algum modo já que afinal só tenho mulher para a ver fodendo com outros. E além disso eu não estava tocando punheta, estava só curtindo meu tesão. Deixámo-lo curtindo seu tesão solitariamente sem o risco de sujar nada e voltámos para o quarto do Luís que reclamou seu direito de me voltar a comer. Deitou-me em cima da cama de pernas para o alto, sempre evidenciando em alta voz suas intenções para que R tomasse consciência das posições a que me sujeitava e deu-me outra vez na pássara. - Não entendo como uma das conas mais abertas de Coimbra se pode contentar com a piça mais minguada que já vi – comentou ao que respondi de imediato: - Não se contenta. Por isso é que gosta de arranjar umas mais abonadas por fora, como é este o caso. Paulo dizendo que tendo mulher disponível não apreciava ficar só no trabalho de mãos sentou seu rabo sobre meu rosto de modo a que eu de língua estendida lhe lambesse agora os bagos e estirando seu corpo para a frente cutucava-me com a ponta do caralho encamisado meus mamilos e o rego das mamas em jeito de espanhola. - Ohhhh, que duras mamocas tens, Sandra – gemia ele de prazer – E que bela espanhola me estão elas tocando na piça. E a tua língua? Ohhh, nem queiras saber o prazer que ela me dá lambendo-me os colhões. Eu ainda ia ficando mais excitada sabendo o tesão que estávamos provocando em R. Luís sempre metendo forte expressou a vontade em me ir ao cu e eu com a rata aos pulos estava-me a apetecer sentir o cacete dos dois ao mesmo tempo dentro de mim. - Quero uma DP – gritei – quero sentir os vossos dois paus. Quero que me cocem toda como o meu meia piça não é capaz de fazer. Mamei-os mais um bocado após o que Paulo se deitou na cama de barriga para cima e eu deitei-me sobre ele deixando que me penetrasse. Luís veio por trás e enrabou-me depois de ter mudado o preservativo. É claro que aquilo doía um pouco e os meus gemidos ainda puseram o corno mais fora de si. - Vão-se foder – disse irrompendo do quarto contíguo com a picinha na mão sem se incomodar pela primeira vez que os vizinhos o ouvissem – já que sou o único que trouxe mulher e não tenho direito a meter nela, ao menos consolo a vista enquanto vou dando à mão – mas eu, mais uma vez, estava numa de o contrariar não lhe concedendo o que tanto queria. - Nem penses em punhetear-te meu boizinho com meio palmo de pau. Apesar de teres os tomates pequeninos mostra aos teus amigos que és homem o suficiente para aguentares a esporra dentro deles até eu ficar disponível para tos aliviar. Volta para o quarto piça curta. - Vê se te despachas então, Sandrinha querida – pediu-me colocando um olhar de cão abandonado a que acho tanta piada – não vou conseguir adormecer com a tomatada tão cheia. - Problema teu, corninho. Em vez de te lamuriares devias-me era agradecer por te pôr os cornos já que gostas tanto que tos ponha como de me montares. Por isso se quiseres que te satisfaça no final, aguenta-te. De outro modo juro que não te volto a conceder favores sexuais tão cedo. Como vês, a mim, piças bem mais satisfatórias que a tua não me faltam. Basta querer – e ele muito cabisbaixo mas sempre acariciando a pila com as mãos lá voltou para donde viera sem ter feito o que pretendia. E eu continuando a entregar-me aos dois não parava de amesquinhar os pendentes de R: - Isto sim é que são pichas de macho. Se o cornudo do meu namorado tivesse uma assim grande como as vossas eu não o deixaria tocando tanta punheta. O ranger das molas do colchão no andar de baixo indicaram-nos que o casal provavelmente cansado de nos ouvir, e estimulado com nossa actividade se começara a entreter da mesma forma. Paulo quis também provar do meu cu e depois de ter mudado a camisinha trocou com Luís que prontamente meteu no meu buraco da frente mal o viu vago. Fiquei ali apanhando deles, sempre gabando-lhes muito seus pirilaus e foi então que me lembrei de outra coisa. Mandando-os parar e explicando-lhes em voz alta o que pretendia deles mandei Luís sentar-se no maple do quarto o mais estirado possível. Depois apoiando minha barriga na dele dei-lhe meu grelo a comer, enquanto pedia ao Paulo que me metesse o seu mastro no cu. - Quero sentir os vossos caralhos compridos à vez nas minhas duas gretas, alternando de buraco. Quero que me comam com força que o meu namorado é um piça curta. Cavalguei como uma louca naqueles dois bacamartes completamente prensada por aquele par de soberbos machos que me davam sem dó nas duas entradas até que Luís o tirou da pássara e o começou a pincelar na entrada do meu cu. Paulo vendo aquilo tirou o seu da entrada traseira que recebeu logo o do Luís, enquanto que no meu buraco de fazer meninos entrava agora o cacete do Paulo. E que bom que foi receber nas minhas duas fendas, alternadamente e durante muito tempo, o soardo de cada um deles. Foi o Luís que me estava enrabando o primeiro a dar parte de fraco. Disse-nos que se queria esporrar mas não o queria fazer ali. Como já me viera uma infinidade de vezes pedi então a Paulo que se preparasse para despejar igualmente e este pediu-me para mudar de posição. Deitou-se no chão, eu sentei-me sobre ele com o pirilau enfiado na rata. Luís apertando-me as mamas com as mãos e tendo já tirado a camisa de Vénus enfiara-me o caralho e os colhões no meio delas, dando-lhes não apenas uma valente espanholada como um bom banho de esporra no final, o mesmo banho que levaria por baixo se a pila do Paulo que estava ejaculando não estivesse coberta pela camisa de Vénus mas que mesmo assim me levou às nuvens. No dia seguinte ficámos até tarde na cama e eu dormi no meio de ambos sem me preocupar em cumprir logo a promessa que fizera a R de lhe aliviar os tomates. Mas no domingo fui a primeira a acordar e depois de ter feito meu xixi matinal dirigi-me ao quarto onde R passara a noite sem a minha companhia. Esta achava-se ainda acordado, com aspecto de não ter dormido e com o vulto da bilharda erguida por baixo dos cobertores da cama. - Javarda – xingou-me quando me viu entrar – és uma puta que não pode ver um bacamarte avantajado sem lhe dar o pito. - PI-ÇA DE PA-LITO! 7 CMS DE PILA! PI-ÇA DE PA-LITO! 7 CMS DE PILA! – retorqui-lhe cantarolando aquele estribilho em altos gritos e acordando toda a gente da casa. R atirou-me com a almofada mas não me atingiu pois desviei-me rapidamente. Mas o meu corninho querido de pila pequenina e colhões a condizer não estava zangado comigo. E que estivesse! A punheta que lhe toquei de seguida no vaso da sanita foi o suficiente para o levar a fazer as pazes comigo.