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O Passeio I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Ela avisou-o pela manhã que se preparasse para um passeio. À hora combinada deverá estar na entrada usando óculos escuros.Após alguns minutos de espera chega o carro, grande e com vidros escuros Entra no carro, beija as belas botas e é vendado, e fica agachado no chão do banco traseiro. O destino é o cais. Lá fora um cálido entardecer de outono.
Entram em uma daquelas boates meio decadentes quase sórdidas que ali se instalam. Pelo horário estará vazia. E está. Pouca luz. Ficam acesas apenas as luzes do pequeno palco. Penumbra com luz lilás.Ao fundo ecoa baixinho uma voz da cantando "dois prá lá dois prá cá", um bolero (lindo) com clima de bordel...
Manda chamar 2 putas, dançarinas. Falantes e risonhas, vestidas com vulgaridade, pés limpos mas sem trato com unhas compridas pintadas de esmalte vermelho berrante. Elas sentam-se no lugar onde lhes é indicado.São servidos drinks. Observa-as sentada na cadeira alta próxima ao bar, mas no escuro. Em seguida manda que se dispam conservando apenas a calcinha e os sapatos, elas obedecem.
Ordena então que entre o seu sensível adorador . Foi-lhe tirada a venda. Ele entra, olhos baixos, em silêncio. Diz seu nome e ele ajoelha-se. Manda-o levantar-se, subir no pequeno palco e despir-se. Ele enrubesce desconcertado. Ela sabe o quanto é tímido.
Ele vai, sobe no palco e visivelmente perturbado começa a despir-se: sapatos, meias, cinto, camisa (as mulheres aplaudem debochadas), calça, pára um minuto - olha em volta à procura Dela e não encontra, sente-se perdido, desprotegido - continua - cuecas... as putas fazem comentários pouco lisonjeiros...riem
Manda jogar-lhe uma calcinha no chão, ele abaixa-se e apanha e a veste. É vermelha e pequena, cobre-lhe - mal - o sexo deixando-lhe as nádegas à mostra.
Caminha pelo palco desfilando para todas. As três fazem piadas infames mas é óbvio que estão excitadas.
Ele desfila, faz poses, mostra a bunda e o sexo mal coberto.Uma delas levanta e joga-lhe seu próprio sutien que ele coloca e volta a desfilar. Mandam-no dançar enquanto o volume do som é aumentado e ele o faz meio desajeitado requebrando a pélvis, elas dão gritinhos e batem palmas... dizendo piadas infames, humilham-no, está entregue ao escárnio delas.
Ordena-lhe que vá até onde elas estão. Ele vai. Uma delas passa as mãos grossas e de longas unhas pretas em suas coxas brancas, sobe a mão até a virilha e enfia o dedo entre o elástico e a pele estica-o e depois solta fazendo-o estalar, morde os lábios, seu membro endurecendo faz volume na calcinha tornando-a menor agora com a parte de trás totalmente à mostra, outra passa as mãos em sua bunda apertando-a , beliscando-o, mãos concuspiscentes, apalpando-lhe o corpo, o sexo.
Deite-se no chão! Diz-lhe, ele o faz e elas apóiam seus pés sobre ele, tapete. Uma delas muito excitada começa a masturbar-se enquanto esfrega os pés em seu peito. Ele está muito excitado agora com aqueles pés sobre sua pele, mas sua Senhora não o permitiu gozar por isso contém-se. Uma delas esfrega o pé no seu pênis e o tesão faz doer. Ordena-lhe que saia do grupo e é trazido de quatro, e de cabeça baixa no escuro onde Ela está Coloca-lhe a coleira e repousa as botas em suas costas e ambos observam o desenrolar da cena.
Uma mulher abre as pernas e a outra passa a masturbá-la com os pés.... e ela o faz prazeirosamente esfregando os dedos e enfiando-os dentro dela . A que está sendo masturbada chupa sofregamente os pés daquela outra que se masturbava sozinha, um triângulo amoroso se faz elas deliram e deliciam-se num êxtase coletivo e nem percebem que a Senhora e seu servo retiraram-se.
De volta ao carro, o criado retira-lhe as botas cuidadosamente, cheirando-as e aos pés Dela, lambendo as solas úmidas e quentes, deliciando-se, o motorista dirige sem pressa.Ela o manda despir-se e amarra-lhe o pênis para impedir-lhe o gozo. Sentado no chão do carro o servo continua a lamber-lhe os pés e lentamente começa a subir serpenteando sua língua lasciva, licenciosa nas pernas, nas coxas, repentinamente, Ela aplica-lhe uma bofetada intensa Vadio ela diz, o rosto dele avermelha-se, baixa a cabeça envergonhado, com um sorriso irônico Ela lhe toca a pele para sentir o ardor.
Sua boca sôfrega, sedenta, insana adivinhando o tesão que provoca tais carícias novamente recomeça a beijar-lhe os pés sofregamente, suga-lhe os dedos, lambe as pernas... ansiando que Ela permita aproximar-se mais do recôndito escondido. Inútil .... O pé esmagando seu pênis amarrado, provocando dor, reduzindo-o à sua condição de ser rastejante, anulando seus desejos, e a língua atiçando os Dela. Boca indecorosa, boca maldita, desejosa do batismo nos sumos sagrados, purificação no fogo secular Da Mulher Suprema, Deusa sobre este pedestal. Esmagado sob seus pés, ele implora a redenção, servindo-A.