Back to Browse
Acordo Com o Barulho...
Acordo com os barulhos do campo... passarinhos, os cães latindo longe e um silêncio tranqüilo... imagino que deva ser bem cedo, mas sei que minha Dona sempre levanta cedo no sítio e não deverá demorar muito para vir ao estábulo. Pelas frestas entra uma claridade que indica um dia de sol. Não posso me levantar, presa pela corda. Sinto o cheiro do meu corpo, fedido... sinto muita vontade de urinar e o plug com rabo, enfiado em meu ânus dói... sinto cólicas, que não entendo se são intestinais ou da menstruação, que corre forte nas minhas coxas...
Estou imunda... suada, suja de sangue, com feno grudado no corpo todo... e ainda esta vontade de mijar...
Ouço a voz de minha Dona... ainda longe... minha buceta molha só com este sinal de que Ela está por perto...tento me ajeitar... ficar de quatro, para mostrar que já a estou esperando... a corda presa ao pescoço e amarrada tão baixo, faz com que mantenha minha cabeça quase grudada ao chão, mas me ponho de quatro...
O trinco do estábulo é aberto... o sol ilumina todo o estábulo quando minha Dona escancara o portão de entrada... eu ainda não a vejo, Ela está nas minhas costas... mas logo ouço sua voz: - Urgh! Que cheiro horrível! Este animal parece que nunca viu água!
Ela se aproxima e vejo suas botas quase pisando na minha cara... estou com a boca livre e tenho vontade de falar com Ela, mas sei que isto não me é permitido... lambo suas botas... com dificuldade... minha boca está seca...Ela chuta minha cara... sem muita força, apenas afastando-me... segura a corda e começa a desamarrar do pau onde estava presa... comenta, como se eu não estivesse ali, que terá muito trabalho para aprontar este animal para a chegada de seus amigos...
Me puxa pela corda para fora do estábulo e eu vou andando, de quatro, quase sendo arrastada para fora... sinto o sol bater no meu corpo suado... apesar de ser cedo, já está quente...
A vontade de mijar já é quase insuportável e a cólica parece que vai me matar... sem nenhum aviso ou cuidado Ela retira o plug do meu ânus... solta a corda e manda que eu faça minhas necessidades... já! Apesar da vergonha, eu nem tenho como evitar... de quatro, mijo e cago ao mesmo tempo... sei que Ela está olhando... e também sei que é assim que Ela gosta de me ver: um animal, que atende a instintos...
Me sinto aliviada... a dor na barriga passa, a bixiga se esvazia... Novamente Ela segura a corda e me puxa para outro local, perto da mangueira... faz com que me levante e amarra a corda em uma trave horizontal, não muito baixa, mas que me faz ficar com o corpo inclinado, as ancas levantadas, as tetas balançando...
Ela liga a mangueira e começa a me molhar... a água está fria e eu dou um pequeno gemido de susto... Ela pergunta de terá que me amordaçar para não ouvir barulhos indevidos... balanço a cabeça, tento emitir um relincho... Ela ri... - Melhor assim, animal...
Ela pega uma pedra de sabão e começa a me lavar... passa o sabão por todo o meu corpo e usa uma luva de crina, que esfrega sem pena... me lava inteira não se importando muito em que parte do corpo está... esfrega as costas, enfia as mãos e esfrega as tetas... reclama do calor e do fato do animal ser grande... joga a água fria e forte em todo o corpo... bate entre minhas pernas mandando que eu abra as patas... esfrega minha buceta e a parte interna das coxas... reclama sozinha que é melhor tozar o animal... abre minha bunda e examina o ânus... joga água... solta o regulador do esguicho e enfia a borracha dentro... sinto a água quase explodindo minhas entranhas... é um enema violento... Ela tira o esguicho e comenta que a água ainda está suja... enfia novamente... joga água dentro de mim... só se contenta quando vê água limpa jorrando de volta...
Faz o mesmo em minha vagina... lava por dentro... e esfrega cada dobra de minha vulva com a luva grossa... para um pouco a água e vai buscar alguma coisa... volta com um aparelho de gilete... ensaboa meu cu... e raspa todos os pelos, me abrindo bem com as mãos... solta a corda e me manda deitar de costas em uma mesa de madeira... Abre estas patas! Me sinto envergonhada porque Ela vai ver que minha buceta está melada... Ela reclama disto... diz que atrapalha para fazer a higiene... com habilidade, vai raspando todos os meus pelos... às vezes me dá pancadas para manter as patas abertas... lembra-se que estou menstruada e pega um absorvente grande, interno, e o enfia em minha vagina com força... não consigo conter alguns gemidos, que Ela repreende com tapas... bate sem prestar atenção onde... na cara, na boca, nas tetas...
Examina seu trabalho e parece satisfeita. Muito bem, aqui já está tudo em ordem...
Volta a me prender na trave... joga água na minha cabeça e esfrega meus cabelos com força. Quando fica satisfeita pega uma escova de cabelos dura e puxa meus cabelos prendendo-os em um firme rabo de cavalo. Comenta que isto dá muito trabalho, que nas férias vai tosar também esta parte do animal... me arrepio de medo: Ela vai raspar minha cabeça nas férias! Mas fico contente... isto significa que Ela está pensando em me deixar no sítio as férias inteiras...
Ela dá a volta e fica na minha frente. Na posição em que estou sua pélvis fica bem na minha cara... estico a língua querendo lambe-la por cima das calças mesmo... Ela bate na minha cara. Com esta boca suja, acha que pode me lamber?! Aperta minhas bochechas... pega uma escova de cerdas grossa, esfrega no sabão e se põe a escovar meus dentes... examina... diz que são fortes... manda que eu ponha a língua pra fora e a esfrega... minha boca está espumando com o sabão... Ela joga novamente um grande jato de água... aproveito para engolir tudo o que posso... estou com sede... Ela percebe e se lembra que eu não como desde a véspera... Se crítica... Imagine, esqueci de alimentar o animal... vai até a entrada do estábulo e pega um balde, que havia trazido da casa, com minha ração já preparada... é uma alimentação seca, mas saudável: fibras, farinha, passas, sal... ela coloca o balde onde posso alcançar e enfio a cabeça dentro dele... mastigo, engulo, volto a enfiar a cara na ração... Ela fica olhando, mandando que eu me alimente bem... Diz que não terei outra refeição durante todo o dia... como obediente... não é ruim... e eu já conhecia esta ração de outras vezes que fui para o sítio...
Quando mostro que estou satisfeita, balançando a cabeça, ela tira o balde e volta a escovar minha boca... reclama por já ter feito isto... desta vez Ela o faz com mais violência... me enjoa... mas seguro firme a ansia... sei que minha Dona jamais me perdoaria por não segurar meu estomago...
Novamente Ela aumenta o jato de água na mangueira e me molha toda, tirando qualquer sobra de sabão...
Desliga a mangueira e começa a me enxugar com uma toalha grossa... esfrega a toalha em todo meu corpo, me deixando bem seca...
Pega as botas que uso para o trabalho... velhas, de couro, sem cano... manda que eu enfie minhas patas dentro delas... Ela ajuda como se estivesse me ferroando... diz que odeia pés a mostra... calço as botas e Ela de longe me examina... estou limpa... limpíssima! Ela pega um frasco de óleo e se põe a passar em meu corpo... sei que é um protetor solar, mas o que Ela gosta mesmo é de ver sua égua brilhando ao sol... Ela não deixa de passar o óleo em nenhum lugar... passa no corpo todod, incluive nas partes mais escondidas... abre minha bunda... bezunta o cu... esfrega na buceta... nas pernas, nas costas, nas tetas... sempre examinando cada pedacinho de mim e fazendo comentários... ri das minhas celulites diz que a égua está ficando velha e é mesmo um pangaré aperta as tetas... puxa os bicos...bate nas tetas para vê-las balançando...
Quando fica satisfeita com seu trabalho, solta a corda da trave e me puxa em pé, para perto de uma árvore... diz que vou esperar assim até que seus convidados cheguem... eles vão participar da preparação final da égua...
Me manda que fique quieta e vai caminhando calmamente para a casa... para se aprontar para recebê-los... è a primeira vez no dia que a vejo inteira e não só partes do seu corpo... está linda... suada pelo trabalho, a camisa aberta me deixa ver seus seios perfeitos... não resisto e olho seu rosto... satisfeita, com algumas mexas de cabelo soltas... linda... Ela se deleita um pouco com meu olhar e logo me dá uma grande bofetada: Desde quando tem autorização para encarar sua Dona, animal estúpido?! Olho para o chão, envergonhada... mas guardarei esta lembrança o dia todo...