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A Coleira da Castidade
Após minha pila estar completamente sarada das ferroadas das vespas, e mesmo durante o seu tratamento no Hospital, eu andava em pulgas por ser chamado por minha Senhora muito embora esperasse que ela não me voltasse a aplicar tal tortura. Passaram-se contudo várias semanas até ela me chamar de novo, e quando isso sucedeu esperei ansioso e de pau feito a hora marcada para me encontrar em sua casa. Não me voltara a masturbar pois mesmo sem minha Senhora mo dizer sabia ser essa a sua vontade, e podem imaginar pois como meus diminutos tomates se encontravam cheios. No entanto apesar do desconforto causado pelo meu permanente estado de tesão aquela era uma sensação deliciosa que me fazia sentir mais digno de ser seu escravo.
Um pouco antes da meia - noite lá estava eu defronte à entrada da sua moradia. Tinha-me sido ordenado que me despisse no carro e todo nu tocasse à campainha da porta onde aguardaria, sem que ninguém me visse entrando naquele propósito, que ela me abrisse. Fiz como me fora mandado e apesar do adiantado da hora tive de esperar um bocado que a rua ficasse desimpedida o tempo suficiente para me permitir sair e tocar à campainha. Mesmo assim enquanto esperava que minha Senhora com o comando automático me fizesse entrar, por duas vezes tive de me baixar para não ser avistado por dois automobilistas que de repente apareceram.
Quando cheguei finalmente junto dela, minha Senhora com um corpete negro de couro muito justo, realçando-lhe os seios esplêndidos e os quadris perfeitamente delineados, apertado no entre - pernas em que não deixa meter o caralho de homem algum, sandálias brancas de tiras a apertar nas pernas, com tacões de 10 centímetros que a fazem ficar mais alta do que eu estabelecendo logo ali todo o seu domínio sobre mim, o cabelo preto caindo-lhe nos ombros e dando-lhe um fascinante ar de Medusa, esperava-me com um comprido chicote de rabo de boi na mão. Que teria eu já feito de errado se ainda agora chegava? Mas minha piça curta como ela chama, empinou-se demonstrando quanto eu estava secretamente satisfeito por ser recebido daquela maneira, já que nada me excita mais do que ser chicoteado por si.
- Que é isso cão rafeiro? bradou-me ela brandindo o açoite Como é que te atreves a aparecer-me na frente na posição de gente? Não sabes como é que um cão deve aparecer perante seu dono? E atrasado ainda por cima.
Coloquei-me imediatamente de quatro mas já era tarde de mais. Nem me valia explicar que fora o movimento das pessoas que me impedira de chegar mais cedo e que o fizera para obedecer a uma ordem sua pois por mim estava-me lixando que me vissem entrando nu em casa de minha Dona. O combinado foi que ela nunca perderia a oportunidade de me punir à menor falta e por isso a sirvo com tanto gosto. E assim foi mais uma vez. Dizendo que um cão tinhoso como eu tinha de aprender que não só comparecendo nu perante minha Superiora eu demonstrava a minha condição de animal inferior, mas que para isso também era necessário que me locomovesse como um quando fosse chamado à sua presença, aplicou-me 25 chicotadas nos lombos com bastante vigor. Compreendi que aquele era o prémio que generosamente me concedia após uma abstinência de várias semanas. A cabeça do meu caralho quase me tocava no umbigo o que até a mim me surpreendeu já que nunca o vira tão avantajado. Houve uma altura em que gostaria de o ter assim sempre tão abonado, até ter conhecido minha Senhora e ter compreendido que se o tivesse assim grande nunca ela me aceitaria como seu escravo.
- Pelo que vejo estás completamente restabelecido das ferroadas que levaste no piçalho há algumas semanas atrás notou com satisfação ainda que zombando de mim quando terminou de me chicotear Tanto que até já o consegues levantar só de me veres com o chicote na mão, meu piça curta. Sabes porque razão te fiz as vespas picarem-te na pila: por teres-te vindo sem minha autorização. E que te voltarei a fazer o mesmo se isso voltar a acontecer. Disse-te também que aquele era um ritual de virilidade de certas tribos da Amazónia, já que aos rapazes só é concedido o direito de acasalarem com as mulheres após se terem submetido a ele, tal como noutros povos só o podem fazer após a circuncisão ou a escarificação da pele. Mas para ti quero que o encares como o ritual da tua mais completa submissão a mim, mesmo no que se refere aos teus gozos mais íntimos, que tal como todo o teu corpo, me pertencem igualmente e para meu exclusivo prazer. O único prazer que te concederei sem limites será o que conseguires obter do chicote, da chibata, da palmatória ou de qualquer outro instrumento de tortura e domínio, compreendes?
Eu estava nas nuvens com tal discurso, uma Senhora cruel que dispusesse inteiramente de mim foi sempre o que mais desejei. Disse-lhe portanto mais uma vez que sim a tudo e ela continuou:
- Muito bem! Vamos a ver se compreendeste mesmo. Esgalha uma pívia, punheteiro, mas sem te esporrares.
Com os colhões cheios como eu trazia os meus não ia ser fácil. Por isso e porque também deixo fugir o leite dos mesmos com bastante facilidade quando estou bastante excitado, levantei o tronco e comecei a punhetear-me muito lentamente. Mesmo assim ao fim de pouco tempo já sentia a puta da esporrra a assomar furiosa à entrada da cabeça da minha picinha fazendo força para sair.
- Por favor Senhora, não aguento mais, vou-me esporrar nem eu sei o que queria dizer com aquele meu tom suplicante. Só sei que não me queria esporrar, não com medo do castigo, mas para não lhe desobedecer ainda que me estivesse sabendo tão bem aquela punheta.
- Já?! exclamou com desprezo e desferindo-me de imediato com o cabo do chicote nas costas da piça obrigando-a a baixar-se um pouco ainda que não de todo, tão dura ela estava és mesmo um esporra fácil. Depressa! Coloca a piça e os tomates em cima do tamborete e estendeu-me um tamborete onde no seu assento tratei de assentar meus órgãos reprodutores bastante húmidos. A pancada do cabo do chicote tinha-me ajudado a conter o tesão mas o que me pôs de novo o caralho murcho foi o tacão da sua sandália direita. Estendendo-me os colhões ao comprido sobre o tamborete, colocou-me o piçalho sobre eles com as mãos oh, que prazer me dá ter as minhas partes manuseadas por suas mãos tão mimosas e finas mas também tão cruéis! e levantando a perna direita apoiou todo seu peso sobre eles. Depois girou o salto do tacão vagarosamente nos dois sentidos, várias vezes, muitas vezes, pareceram-me tantas vezes quantas foram as picadas das vespas que levei em tal sítio, esmagando-me a piça e os tomates, e fazendo-me soltar gritos atrozes de dor. Alguma da esporra de que eles se encontravam cheios, sobre a pressão do seu peso saiu como um jacto salpicando a parede da frente mas eu com a dor apenas o notei quando a vi esparramada por todo o lado.
- Estás a ver cão, como daqui para a frente terás os teus tomates esvaziados? À pressão e apenas quando decidir que os tens bem cheios a crueldade de tal tratamento, e a certeza que voltaria a ter os genitais pisados pelo calçado que lhe cobre os pés fez-me estender a língua e lambê-los. Isso agradou-lhe: - Aprendes depressa a desempenhar o teu papel, rafeiro. Mas não é só os pés que quero que me laves com a língua. Quero que o faças igualmente às marcas que a tua imunda piroca me deixou na parede.
Certo, nunca posso deixar as marcas da minha esporra em sua casa e por isso tratei de a remover com a língua. Detesto aquele gosto salgado e esponjoso mas o prazer que vejo nos olhos de minha Senhora vendo-me entregue a tal tarefa faz-me lamentar não ter esporrado o dobro ou o triplo do sémen para que ela demorasse o dobro ou o triplo do tempo, e o prazer de minha Senhora fosse maior. Ia tratar de engolir o meu leitinho tal como é costume mas minha Dona quis aproveitá-lo de outra maneira.
- Não cão susteve-me apesar de não gostar de meter vara de homem em nenhum dos meus canais, sinto por vezes vontade como agora, de provar neles leite de macho, em especial quando tão diminuído de pau e bolas como tu. Por isso hoje vamos dar outro uso à tua esporra.
Era a primeira vez que uma mulher iria usar meu líquido seminal nas suas entradas íntimas, e meu pau esquecido das violentas pisadelas que acabara de sofrer já ia começando a pôr-se de pé outra vez. Como não a posso ver nua, minha Senhora vendou-me antes de despir o corpete sempre muito lentamente obrigando-me a conservar a esporra na boca mais tempo do que o que eu gostaria.
- Apalpa-me o entre-pernas, piça curta! ordenou-me ela Apesar de não veres quero que te apercebas como estou despida. Mas com cuidado para não mexeres mais do que o que te concedo.
Nem acreditava na sorte. Mexer nas partes dela era melhor do que ver ou meter, pelo menos para mim que não estou habituado a ver mulheres nuas, nem saberia satisfazer alguma convenientemente se tivesse de lhe meter. Como estava de joelhos comecei pelos pés ainda que estes continuassem calçados, afaguei-lhe as pernas e os joelhos, subi até às coxas. Que pele macia e suave tem minha Senhora! Quando lhe toquei na área interdita ao pilau dos homens vi que ela, ao contrário de mim, não se achava completamente nua pois a cobria com uma calcinha de seda. Minhas mãos envolveram-lhe a cintura, tacteando-a por trás e percebia que a calcinha era aberta nas nádegas, desnudando-as e revelando-se ao meu tacto redondinhas como as de um bebé. Eu nunca a tocara assim.
- É vermelha e levemente transparente na frente disse-me ela e só a menção a tal cor fez meu caralho pulsar disparado E sabes porque não a tirei? Porque mesmo com ela vestida podes-me dar um bom banho de língua como o vais fazer. É que se é destapada atrás, na frente mesmo sobre a racha da minha vagina tem uma abertura capaz de receber um piçalho mesmo mais avantajado do que o teu. Ora passa lá ao de leve o dedo, e vê se não é verdade.
Eu nunca lhe tocara com o dedo na vagina, apenas com a língua. Oh, generosa Senhora que me dais mais do que mereço e vos peço, obrigado. Com muito cuidado como se estivesse tocando em algo sagrado, tacteei-lhe a greta por entre a abertura da calcinha, cheirei-a, afaguei-lhe os lábios completamente abertos até lhe encostar os meus começando a proporcionar-lhe um saboroso minete. Ela estava húmida de tesão, e sobre a humidade dela minha língua ia-lhe espalhando a minha colhida da parede e do chão da sala. Minha senhora de pé, suas pernas bem abertas sobre minha cabeça, gemia de prazer.
- Meu cão piolhoso, não fiques só lambendo-me a pássara. Quero sentir a tua esporra já fria, também bem besuntada no meu olhinho de trás. Anda, miserável piça curta. Mostra-me que apesar do tamanho do teu pau não te fazer merecer o título de homem tens ao menos uma língua capaz de dar um orgasmo a uma mulher.
Aquela posição contudo não era a mais confortável para um cunilinguis nas suas duas entradas. Ela pelo seu lado, como bem eu percebia, queria entesar mais meu caralho com as mãos para que eu tivesse mais dificuldade em conter meu clímax. Deitei-me por isso no chão sobre as costas, minha Senhora sentou seus quadris na minha cara, e foi assim instalados que a consolei oralmente.
- Quero a tua língua bem dentro do meu olhinho, porco ia-me comandando Um sebento como tu não tem de ter problemas em enfiar-me a língua toda no cu. Aii, isso mesmo. Agora no grelinho, sarnoso. Aiii, sim, quero senti-la tão dentro do meu grelinho que nunca homem nenhum verá, siiim, maiiiis, quero maiiiis. Quero que me lambas os lábios, gaifoneiro, aiii, o clictoris, mais, mais, mais ritmo piolhoso que se a tua língua não for capaz de me dar prazer juro-te que ta mando enfiar dentro de vespeiro como fiz à tua piça, cão, aiii, agora mete-me o nariz e o dedo, aiii, que bom, mete que só a piça é que não te deixo meter, agora o teu focinho de cão podes meter, ooohh, sim, não pares, lambe sempre que me apetece esfolar-te a língua com a minha pássara e o meu cuzinho, punheteiro.
E na verdade ela esfregava seus quadris furiosamente na minha cara, comprimindo as coxas sobre minhas têmporas como se lhes quisesse fazer o mesmo que seu salto alto fizera no meu caralho e colhões enquanto eu lhe metia a língua, o dedo e o nariz conforme ela mandava. Por vezes quase me sufocava mas aquilo era delicioso em especial porque se eu parava para tomar fôlego, minha Senhora cujas mãos mal me deitara no chão estavam ocupadas a punhetear-me, logo me apertava os bagos ou me palmatoava a pila com elas obrigando-me a não parar, a lambê-la sempre. Minha Senhora veio-se, uma, duas três vezes, fazendo-me engolir-lhe todo o seu gozo, sempre sem parar de me tocar ao bicho embora fosse mudando de mão várias vezes ao longo de perto da uma hora em que estivemos naquilo.
- Ai de ti se voltar a sair leite da tua piça, meu cão de piça inútil advertia-me ela Não sais daqui sem provar de novo a fúria das vespas (não, minha querida Senhora, isso não, todas as torturas menos essa).
Bem, este cão de piça inútil aguentou-se como um bravo, sem se esporrar. Nada como a prova das vespas para me ter ensinado a conter minhas esporradelas precoces. Quando terminou, satisfeitíssima, levantou-se de cima de minha cara, cobriu-se com o corpete só então permitindo-me remover a venda. Pude ver que apresentava a pele da piça vermelha de tantas esfregadelas e palmadas levara, mas ela apesar da sua pequena dimensão estava completamente erecta como um mastro de um navio. Uma pisadela arroxeada na base do tubo que me saía do baixo ventre assinalava o local onde seu tacão me esmagara. Que soberba imagem!
- Muito bem cão vadio comentou acho que estás compreendendo qual será teu papel a partir de agora. Fazer-me gozar sempre que to exija, conservando-te tu sempre de pau feito e com os colhões cheios, só os esvaziando quando e da forma que eu muito bem determinar.
Atrevi-me a dizer-lhe que poderia não ser possível cumprir tal determinação à risca, pois me acontece muitas vezes tal como aos adolescentes ainda não iniciados nas mulheres ter ejaculações nocturnas quando me acho mais excitado. E atendendo ao estado de meu piçalho era bem provável que isso me acontecesse nessa noite.
- Gosto da tua franqueza, piça curta. Não penses que não te castigarei duramente na mesma se molhares os lençóis a dormir, caso em que se isso suceder me informarás de imediato. Mas não penses que não pensei nisso e que não arranjei remédio para tal. Podia arrancar-te os bagos mas aí só sofrerias uma vez, e isso não teria piada. Resolvi assim estrangular-te o canal que te conduz a esporra para a tua ridícula pilinha, e estou convencida que vai dar certo.
Mandou-me então deitar em cima de uma mesa da sala e levantar as pernas para não ter de se curvar demasiado ou se ajoelhar perante mim enquanto procedia a tal operação, algo para si tão impensável como deixar-me vê-la nua, e empunhando uma pequena corrente que mais parecia uma pulseira de bebé enrolou-ma fortemente em volta da base dos colhões, apertando ao máximo as pregas que os sustêm ao caralho. Gemi de dor quando a senti dar o nó para fixar a corrente e tão esmagada sentia aquela área que de facto me parecia que qualquer comunicação ou troca de fluidos entre minhas bolas e meu pau era de todo impossível.
- Isto não te vai impedir de impedir de mijar, apenas de te esporrares comentou com prazer - Sei que és um cão obediente e não te atreverias a desamarrar a corrente por mais tesão que tenhas, mas em todo o caso vou-me assegurar que não o farás mesmo.
Com um pequeno sinete de cera quente, ostentando as marcas do seu símbolo em miniatura (um chicote e uma chibata cruzados entrelaçados por um S, talvez de Senhora ou da inicial de seu nome, Sofia) imprimiu-o por cima do nó o que também foi algo doloroso pois vários pingos foram caindo na pele dos meus tomates.
- É a tua coleira da castidade, cão comentou todos os cães devem ter uma. Como nunca te coloquei nenhuma no pescoço, coloco-te agora esta nos colhões que é o sítio que me parece mais apropriado para os cães usarem. E agora agradece-me e vai-te embora.
Agradeci beijando-lhe as mãos e os pés e saí. De gatas, desta vez não me esqueci de me deslocar na posição que me era mais apropriada. Nessa noite não só aprendera uma nova lição, como ganhara de minha Senhora um novo objecto que me fazia doer os colhões como sei lá o que quê mas que duvidava houvessem muitos homens a usar, e por isso fazia de mim um rafeiro único de qualquer Senhora. É também por isso que ele continua sendo ainda o acessório que mais gosto que Ela me mande usar.