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O Encontro no Carnaval - Primeira parte

Carla ao descer do ônibus, eu na minha mente escuto as trombetas que iniciam o ‘allegro da sinfonia nº 8 de Dvorak’ e ela estava deslumbrante com um vestido preto de frente única, que combinando com esse vestido usava a gargantilha preta simbolizando a entrega ao Dono, que sou eu. Fico ali admirando, vendo a minha namorada submissa se aproximar da minha pessoa. Nos cumprimentos com um belo beijo que dou encostando o seu corpo na parede perto do restaurante pressionando com meu corpo que a dominava com entusiasmo; depois desse momento vejo as horas que marcava 17:30 e nos direciona para um hotel que nós tínhamos escolhido com muito carinho. Já instalados no quarto voltamos a nos beijar e de repente seguro a mão dela, olhando para ela ordeno que dance da forma mais sexy, pois deveria ser oferecer a mim. Então ela começa a dançar de forma provocante, mas, de repente grito “tirando a roupa”. O grito deixou a Carla assustada, e com isso me obedeceu cegamente: em cada movimento da sua dança ela tirava uma peça da sua roupa até ficar completamente nua. Ao ficar totalmente despida notei que ela estava nervosa e para acalma-a falo “não se preocupe”, levanto da cama, me aproximo dela, dou passeio pelo corpo dela. Um lindo corpo e maravilhoso que é totalmente meu – não esquecendo do coração, da alma – e com isso um olhar que demonstrava uma grande felicidade pego uma das mãos dela e guio até na cama. Carla deitada na cama, com as toalhas e fronhas dos travesseiros, e prendo com esses materiais ela a cama em forma de ‘X’ que deixara impotente perante o seu Dono e namorado. Aproximo-me dela, na beira da cama, e com as minhas mãos passeio pelo corpo, e quando chego nos mamilos dou uma brincada (puxando, girando) que conseqüentemente provocava fortes gemidos. Lentamente aproximo uma das minhas mãos da boca e em logo seguida ordeno que chupe um dos dedos deixando-o lubrificado. Depois de um tempo sendo na barriga dela e com o dedo que tinha lubrificado com muito carinho aproximo da entrada nos anus, com firmeza penetro o dedo e depois giro, faço o movimento vai vem que por conseqüência ela gemia enlouquecidamente e com outra mão coloco sobre os lábios vaginais e sinto que cada vez mais ficava molhada pelo liquido mais nobre que o Dono espera da sua namorada submissa. Com um grande carinho tiro o dedo que estava penetrado no anus dela, que lentamente ela voltava a ter uma respiração normal, porém a sua excitação era grande. Sento ao lado, olho para o corpo dela que estava ali a mercê da minha pessoa. Dou pequenos beliscões e conseqüentemente Carla solta um ‘ai’ de dor, porem pedia mais. E com isso vou ao frigobar pego duas pedras de gelo. Com essas duas pedras de gelo dou um passeio pelo corpo dela, passando pelos seios, pela barriga, quando chego nos lábios vaginais deixo um pouco ali repousado e nesse meio tempo Carla suspirava de prazer, mas eu não estava querendo terminar ali, decido colocar as duas pedras de gelo entre os lábios vaginais, que lentamente fui penetrando, que conseqüentemente ela se contorcia e gemia como uma cadela. Ao ver essas contorções e escutar os gemidos a minha excitação aumenta, mas as contorções e gemidos aumentavam ou diminuíam conforme o momento, e com essa variação me deixava mais ainda enlouquecido. Estando excitado e querendo mais, pego mais duas pedras de gelo. E as outras duas pedras de gelo penetro no anus dela, e ao sentir a penetração as contorções e os gemidos ganham força. Com a minha mão esquerda coloco na vagina e sinto que estava quente e digo “então a cadela está pronta”. E a Carla mal conseguia responder, mas eu via que o corpo dela falava por si mesmo, onde poderia compreender que estava pronta sim. Assim com muito carinho solto as amarras, deito sobre o corpo dela e dou um beijo e antes que pudesse em abraçar, queria sentir o aperto deles, me abraçando, mas, contudo, não queria esfriar que com isso ordeno que fique de quatro. ‘De L’aube à midi sur la mer do La Mer de Debussy” começa a ser escutada quando Carla estava de quatro deixando a sua bunda acessível para seu Dono, quando fico de joelhos no lado dela passeando pelo corpo dela, no entanto, dava alguns tapas na bunda provocando gemidos e suspiros. A melodia da música tinha um ar alegre, um ritmo do século XX, - no início do século -, me fazia me contagiar, e os tapas que eram dados na bunda dela provocava gemidos tão fortes e presentes quanto da música. O desenvolvimento da música caminhava forte, e as tapas prosseguiam da mesma forma até que aquela parte do corpo ficar avermelhada, assim que a música termina a Carla goza sem a devida penetração. Ainda estado de quatro com a minha mão sinto que estava ainda molhada e falo “esse gozo não foi suficiente, deite de barriga para cima”, Carla – no seu estado – deita de barriga como fora ordenado, sento no seu lado seguro um plug e coloco no seu anus provocando uma grande contorção e suspiro. Assim coloco camisinha, deito sobre o corpo dela penetrando vaginalmente. Deitado começo a chupar os seios, o pescoço, beija a boca, que lentamente inicio os movimentos vai vem e aos poucos vou aumentando a velocidade dos movimentos até ficarem frenéticos. Nós dois gozamos e ficamos ali extasiados. Ao ver a minha namorada ali, no meu lado, deitada, dormindo com um sorriso no seu rosto viu que fora um momento maravilhoso para ambos, contudo ainda tinha muito que acontecer, pois é um longo feriado que se iniciou no sábado e terminar-se-á na terça-feira. Dessa forma tenho em mente muitas coisas que vou levar a Carla a loucura. Deixo-a dormir por mais um pouco, pois eu também queria dormir um pouco ao lado da minha amada. Assim ao passar duas horas acordo ela e ordeno que se sente na cadeira com os braços para trás; depois que ela sentou pego uma corda e prendo os braços dela na cadeira deixando-a imóvel; e com as pernas entre abertas prendo-as também na cadeira, e com isso pergunto ao leitor: o que será feito? A resposta será respondida na próxima parte.