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As Sandálias e o Chicote

Há muito tempo venho alimentando em minha mente as mais loucas fantasias... Sonho com belas escravas com aqueles lindos trajes da Antiga Roma do tempo dos Imperadores... Em meus devaneios, todas as escravas sempre tem lindos pés e estão sempre usando belas sandálias... Podem ser simples sandálias de tiras de couro ou elaboradas sandálias douradas ou prateadas com jóias e tiras amarradas subindo pelos tornozelos... As vezes fantasio que sou um Gladiador lutando pela liberdade de minha escrava na Antiga Roma, outras vezes sou um mero escravo remando e sendo açoitado numa Galé Romana... Sempre há cordas, correntes e chicotes... Minha amada também entrava em meu mundo de fantasias... Gostávamos de conversar, trocávamos idéias e confissões... Eu a perseguia na senzala, com capitães do mato, capatazes, muitas escravas negras fugindo, chibatadas no tronco, castigos, sexo selvagem com escravos e escravas... Cordas, troncos, açoites, eu era o Senhor de Engenho que iria chicoteá-la, rodeada de capatazes e escravos... Outras vezes eu era o escravo capturado na mata, que a Sinházinha manda prender no tronco e castigar no açoite... Elaborávamos altos enredos, altas fantasias, mas nunca nada acontecia realmente na prática, ficávamos somente na fantasia e na imaginação... Até que um belo dia, como que lendo minha mente, ela propôs que nos encontrássemos para colocar em prática nossos fantasias... Era bom demais pra ser verdade... Perguntei onde iríamos nos encontrar e ela propôs um encontro numa estação de metrô. - Como devo estar vestida? Ela perguntou. - Vá de sandálias, calça jeans e camiseta preta. Disse eu. - Qual sandália você quer que eu use? - Alguma sandalinha de couro... Você sabe que eu adoro quando você usa sandálias de couro... - Aquela sandalinha de couro que as tiras se cruzam no peito do pé? - Ótimo. Eu adoro essas, você usa pra mim? - Uso, claro... - E eu ? Como devo ir? - Vá de sandálias, jeans e camiseta preta também. Assim estaremos iguais e saberei logo que é você que está chegando! - Ótimo! Combinado! Sábado, dez da manhã. Desço do ultimo vagão do metrô, sento e espero no banco da estação. Vem caminhando uma bela gata de havaianas nos pés, será ela? Passa direto, puxa vida, não é ela... Espero... Alguns trens depois, ela desce, linda, maravilhosa, rosto bonito, muito fofa, uma gata. Estava usando calça jeans bem justa, camiseta preta, os pés bem branquinhos, unhas pintadas, com um anel de dedo e a sandalinha de couro nos pés, justamente a sandália que eu adoro... É ela! Como está linda, radiante, maravilhosa! Ela me vê, me olha da cabeça aos pés e abre um sorriso lindo... Caminha em minha direção e diz: - Oi meu gato, gostei das sandálias você está usando... Adoro vê-lo de sandálias nos pés... - As suas sandálias também são lindas, gata. E seus pés também... Você está muito linda... Dez pelo conjunto da obra! Ela ri, sem demonstrar timidez. Pelo contrário, pega na minha mão e me conduz com segurança e firmeza. - Vamos? Tínhamos combinado de andar por aí, comprar algumas coisas juntos e depois ir para um quarto de hotel, daqueles bem vagabundos mesmo, para resolvermos logo os nossos problemas. - Gato, quero ir com você numa daquelas sex-shop e comprar um chicote. Vamos? - Puxa vida... Com você é direto ao ponto, hein? No telefone, nem tive coragem de perguntar o que você queria comprar... Vamos já! Chegando na loja, eu morrendo de vergonha, muito sem jeito mesmo... Eu não consigo nem encarar a balconista direito. Ela percebe e toma a frente. - Oi moça... Queremos comprar um chicotinho... - Há sim... Tudo bem... Vou mostrar alguns pra vocês... Meu pau já ficou duro na hora... Ao vê-la escolhendo o chicote junto com a vendedora, minha cabeça voou... Fiquei olhando as duas ali mexendo nos “produtos”. Fiquei bem excitado. Quase já catei as duas ali mesmo. - Gato, quero esse... Você compra pra mim? - Compro. Ela escolheu um chicotinho com várias tiras de couro pretas, com cabo de madeira e alça pra segurar na mão. Nesse momento tomei coragem e falei: - Vamos comprar também umas algemas tipo aquelas correias de couro com fivelas pra prender os pés e as mãos? - Legal! Daquele tipo que está ali pendurado? - Essa mesmo! Eu estava ficando muito excitado. Acho que a vendedora percebeu, mas ela já devia estar acostumada com essas cenas. Paguei e saímos da loja, os dois muito excitados, rindo e pulando, como crianças que ganham um novo brinquedo e querem sair logo na rua pra mostrá-lo aos amigos... Só que nesse caso, o brinquedo iria ser usado em local bem mais reservado. Escolhemos um hotel barato, daqueles bem vagabundos mesmo e subimos. Brinquei: - Enfim sós... Ela veio pra cima de mim e me beijou... Ela sempre tomava a iniciativa. Um beijo bem demorado... Bem quente mesmo... Quase sussurrando, ela disse no meu ouvido: - Quero ser sua escrava... Quero que você seja o meu Senhor... Quero que o Senhor me amarre na cama e me chicoteie... Putz, essa mulher é movida a fantasia, pensei... Eu fiquei todo afobado, nem acreditava no que estava ouvindo, fui pegar as algemas de couro e o chicote, e quase tropeço de tão nervoso que estava... - Calma... Vem cá... Tira a minha roupa primeiro, meu Senhor. Ela começou a me chamar de “Meu Senhor”. Dali por diante, ela só me chamaria assim. Nem preciso dizer o quanto aquilo me excitava. Ela sentou na cama e esticou as pernas na minha direção, pedindo pra que eu tirasse toda a sua roupa. Eu sentei perto dela, beijei os seus pés demoradamente e falei: - Tudo bem, mas quero que você fique de sandálias nos pés... - Eu sou sua escrava agora... Eu vou fazer tudo o que o meu Senhor me ordenar... - Há é mesmo? Então tire tudo, quero que você fique só de sandálias... Ela obedeceu prontamente, nunca tinha visto alguém tirar as roupas assim tão rápido. A visão daquela gata nua em pêlo na minha frente, só de sandalinhas nos pés, é uma coisa que eu nunca vou esquecer... - Ajoelhe-se e beije os meus pés... Nunca ninguém beijou os meus pés... Minha escrava! Eu tomei coragem, entrei no papel de Senhor e comecei a chamá-la de escrava... Imediatamente ela se ajoelhou e começou a beijar os meus pés, beijou meus dedos um por um, o peito do pé, o calcanhar... Depois lambeu, mordeu e beijou as minhas sandálias... Nem preciso dizer o quanto estava gostando de tudo aquilo... - Estou querendo muito ver se o Senhor é bom no chicote... O Senhor quer me amarrar agora? Sem dizer nada, amarrei suas mãos ao pé da cama com as correias de couro que havíamos comprado. Ela ficou ali de quatro, amarrada, sem dizer nada, só esperando... Sua bunda era bem cheinha e gostosa, bem como meu gosto... Aquele tipo de bunda que praticamente pede por umas boas palmadas... Fiquei doido de vontade de ter uma havaiana nas mãos e dar-lhe umas boas chineladas. Achei melhor perguntar a ela, pois toda aquela situação era muito nova pra mim e eu não sabia direito o que podia e o que não podia. Coisas de novato, inexperiente no assunto... - Gata... Quero dizer, escrava... Quero dar uma boa surra de sandália na sua bunda... Você agüenta? - Sim meu Senhor. Você pode fazer o que quiser comigo... Quando eu chegar ao meu limite, o Senhor vai saber... Tirei minha sandália de couro e dei primeiro na minha mão pra sentir... A sandália é bem pesada... A sola é feita de borracha de pneu... Vou começar bem de leve, pensei... - Eu adoro apanhar de sandália havaiana, disse ela... - Só que essa sandália é bem mais pesada, minha querida... Espero que você agüente... Não vou dar muito forte... Dei a primeira chinelada, digo, sandalhada... Esta palavra existe? A sandália estalou em sua bunda, ela tremeu um pouco, soltou um gemido e mexeu a bunda de um jeito muito sensual... - Ai... Que gostoso... Me bate mais com as suas sandálias meu Senhor! Me dá uma boa surra! Eu fui muito malvada! Me castiga... Quase que eu perco a cabeça... Pra quem tem esse fetiche louco por pés e sandálias, aquilo tudo era demais... Uma gata que seria a minha escrava amarrada no pé da cama, implorando por um castigo e ainda mais de sandálias nos pés! Era tudo o que queria... Toda aquela situação era nova pra mim, o fato de nunca termos nos encontrado antes pessoalmente e agora estarmos ali naquele quartinho de hotel bem safado... Tudo isso me deixava doido e ela sabia bem disso... Tínhamos a sensação de estar fazendo uma coisa proibida e perigosa... Isso aumentava o tesão... Eu tinha que me segurar pra não gozar logo de uma vez e estragar tudo... Acho que dei umas boas vinte lapadas com a sandália na bunda dela... Não contei, mas a cada estalada da sandália, ela gemia e mexia a bunda gostosamente... Bunda que, aliás, já estava ficando vermelhinha... - Acabe comigo, meu Senhor, meu Franciscano, meu Padre, me castiga com suas sandálias! Dei mais umas vinte lapadas na bunda dela, as dez ultimas eu fui contando e ia aumentando a força... As ultimas, dei com gosto... Que tesão surrar aquela bundinha! - Já está bom... Já levou uma boa surra de sandália de couro... Agora prepare-se para o chicote, escrava! Peguei o chicote que havíamos comprado, deixei-a na mesma posição, amarrada no pé da cama, de quatro e agora amarrei os seus pés também... Que tesão ver aquela garota amarrada ali só pra mim... Dei uma chicotada no ar para testar... Ainda não tinha nenhuma intimidade com este maravilhoso instrumento. Dei uma chicotada no chão, perto dela, pra assustá-la. Slapt! Deu pra ver que seu corpo tremeu e praticamente pediu que a próxima chicotada fosse em seu lombo... - Essa será a primeira vez que eu chicoteio alguém... Toma escrava! Slapt! - Ahh.. Meu Senhor... Eu sou escrava virgem... Acaba comigo, meu Senhor de Engenho, meu Capataz! Comecei bem de leve e ia aumentando a força devagarinho... Slapt! Seu corpo se contorcia maravilhosamente a cada chicotada... Slapt! Açoitava seu lombo, sua bunda, suas costas... A cada chicotada ela ia se deitando, até que ficou completamente deitada no chão.. Ter aquela mulher ali aos meus pés, completamente nua, só de sandálias nos pés, amarrada, indefesa e totalmente submissa a mim, é uma sensação que eu jamais vou esquecer... - Quero mudá-la de posição, você deve estar cansada de ficar neste chão duro. - Pise em mim com suas sandálias meu Senhor, eu quero ser pisada, por favor... Aquilo era demais... Ela pedia pra ser pisada... Eu pisei no corpo dela com gosto... Que prazer quando as minhas sandálias tocaram o corpo macio dela no chão... Me senti o próprio Senhor do universo, o Dominador total daquela mulher, parecia que ela seria minha escrava para sempre, foi muito bom, aliás mandei ver mais umas chibatadas enquanto pisava nela, nunca imaginei que sentiria tanto prazer assim fazendo isso, era inacreditável o prazer de dominar completamente aquela escrava pela primeira vez. - Preciso parar um pouco, senão eu vou gozar. Sua bunda e suas costas já estão bem vermelhas... Você não quer descansar um pouco? Desamarrei-a... Ela respirou fundo, levantou-se e deitou na cama, agora de frente pra mim. - Me amarre na cama e faça o que quiser comigo... meu Senhor. - Ela disse isso olhando bem fundo dentro dos meus olhos... Amarrei-a na cama, agora virada para cima e com os braços e pernas fazendo um belo X... Agora podia admirar seus peitos e sua xana... Notei então que ela estava querendo algo mais... - Está querendo me dizer alguma coisa minha escrava? - Meu Senhor, quero admirar seu corpo nu enquanto o Senhor estiver me chicoteando... O Senhor não vai tirar a roupa? - Não vou ficar muito à vontade minha querida, prefiro continuar assim como estou agora... De jeans e de sandálias nos pés, me sinto mais seguro... - Se quiser tirar tudo, eu agradeceria muito meu Senhor... Está querendo esconder algo da sua escrava? - Posso até tirar, mas você vai pagar pela insolência, escrava! Está querendo me dar ordens? Ironizando, hein? A chibata vai cantar pra valer agora! - Não, por favor meu Senhor, longe de mim querer isso, não me leve a mal, piedade... Eu adorava aquele teatrinho que ela fazia... Senti que chegaríamos ao clímax logo, tirei o resto da roupa e fiquei nu... Ou quase, pois fiz questão de manter as sandálias nos pés, fetiche é fetiche, não tem jeito... - Agora vai ver vem quem manda aqui escrava! - Slapt! Dei a primeira logo na xana, mas bem de leve... Queria ver qual seria a reação dela... - Ahn... - Ela gemeu gostoso... Sinal verde... Estava meio preocupado em chibatá-la de frente, mas como ela tinha pedido, mandei ver... Slapt! - Ahhn... Slapt! Toma escrava! - Ahhnn… Slapt! Toma! Agora nos peitos! - Ahhhnnnn... - Ela gemia muito gostoso... Slapt! Nas pernas! Slapt! Chibatada na xana! - AAHH! Agora ela gritava! Peguei na veia... - Faz amor, meu Senhor! Não agüento mais tanta chibatada! Pulei pra cima dela, beijei os seus pés dentro das sandálias, lambi-a todinha e fizemos amor como dois animais, ela estava doida como uma gata selvagem amarrada, estávamos tão excitados com nosso joguinho de Senhor e escrava que logo gozamos juntos... Desamarrei-a e fiquei ao lado dela na cama, estávamos cansados e suados, respirávamos com dificuldade, estava muito calor... Comentamos sobre nossa louca aventura, falamos bobagens, demos boas risadas e quando eu achei que estava tudo acabando, ela pegou na minha mão e disse: - Você fez tudo o queria comigo... Agora é a minha vez meu querido... VOCÊ será o meu escravo agora... (Dedico este conto à minha amada)