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Sem Direito a Nada II - Na Manhã Seguinte

O sol volta a brilhar nos arredores do novo lar de Alexandre, ou podemos dizer, o seu cativeiro, uma chácara isolada da cidade onde sua proprietária é a Cassandra, uma mulher de perfil singular e que agora possui o que mais desejava na vida, um escravo. Na verdade Cassandra não precisa de um escravo sexual, mas procura ter um pelo simples prazer de submetê-lo aos seus caprichos, além de tudo, desde o dia que descobriu que manter escravos sexuais poderia trazer rendimentos imagináveis. Nesse exato momento Cassandra esta tomando o seu café, após uma noite cheia, por ter que carregar o indivíduo até aqui, no esconderijo, gerou um grande desgaste, isso sem contar com a suspeita da polícia rodoviária, a ver o pacote estranho, mas após uma serie de explicações, o que importa é que o pior já passou. Agora a brincadeira pode começar. Após de deliciar de suas guloseimas matinas, Cassandra fica ansiosa ao pensar na sua marionete que deixou preso na cama, na noite anterior. Sua imaginação a deixa excitada, mas em seguida se contenta, pois o seu escravo tem um outro propósito nesse jogo, ainda não pode usá-lo para satisfazê-la, alem do mais, ela já tem alguém que faz isso muito bem. Cassandra caminha rumo a quarto de sua vítima, ao cruzar alguns corredores e atravessar portas, finalmente entra no lugar do cativeiro. Alexandre parece que estar dormindo, quieto com seus pulsos e tornozelos acorrentados nas bordas da cama, na verdade, toda estrutura da cama é feita de ferro fundido, e forrado com um colchão ortopédico, a fim de manter a vítima presa por longos períodos. É, realmente ela pensou em tudo. Cassandra senta ao lado do rapaz, e com tampinhas no rosto, o acorda, e os gemidos abafados retornam, assim como a lembrança de ter sido seqüestrado. - Bom dia meu amor. Vejo que dormiu bem. – falou Cassandra. - Huuuuummmmmm. – geme agitado Alexandre. Cassandra move suas mãos e tira as vendas que impediam o jovem de ver. Só não a amordaça, que permaneceu imponente na boca cheia de baba do pobre, assustado e indefeso rapaz. Aos poucos a luz toma a vista e finalmente ele consegue ver o rosto de sua seqüestradora. O desespero toma conta do rapaz e volta a se agitar na cama, contorcendo seus pulsos e pés que estam firmemente presos no ferro da cama. - Ei, espera, calma...- indagou a Cassandra- Eiii, olha para mim rapaz. – Fala Cassandra com voz altiva, que por leve instante paralisa o rapaz. Talvez de medo. - Olha para mim. Ok. Eu vou tirar a amordaça mas antes quero que entenda algo. Isso é um seqüestro, você esta centenas de quilômetros de sua casa, lar, família e civilização. Esse é o seu lar agora. - Huuummm. – tenta protestar Alexandre. - Pssiii, Aqui você terá tudo o que precisa, mas estará a meu serviço, como escravo. Se tentar fugir tem que cruzar mais de 30 quilômetros de densa floresta com risco de se perder e quem sabe, morrer pelo caminho. Agora sou eu que te sustento, comida, abrigo e roupa é por minha conta. Você é minha propriedade, e ficará aqui pelo tempo que eu quiser. Após essas palavras finalmente a amordaça do rapaz é removida. Alexandre senti sua boca dormente e que a principio quase não consegui falar, enquanto isso Cassandra limpa sua boca com um pano seco. - Você é louca. Acha que não vão notar a minha falta. – Alexandre fala suas primeiras palavras. - Sim, sua falta alguém vai sentir, claro, agora encontrarem você é um outro detalhe. Não sei se você chegou a ver no noticiário o desaparecimento de jovens, rapazes, na cidade. Suas fotos nos jornais e famílias desesperadas. Alexandre olha para Cassandra com receio. - Então... – Indaga Cassandra com ar de mistério e continua – Até hoje ninguém os encontrou, e se não me falhe a memória, tem um que está a três anos desaparecido. - Me solta sua louca e tira esse troço da minha cintura. – gritou Alexandre que em seqüência recebe um tapa da mão forte de Cassandra que faz seu rosto brutalmente virar para o outro lado. - Ve como fala comigo escravo quem tem que gritar aqui sou eu. Cassandra liberta os pulsos do rapaz, e em seqüência os prende para trás com um cadeado. Em seguida liberta os tornozelos e logo os prendem com uma corrente que mal dá para um curto passo ao andar. O rapaz não conseguiu reagir por causa das fortes câimbras nos braços e pernas pelo longo período preso naquela posição. Cassandra com sua incrível força, possuidora de um corpo monumental formada por músculos, pois sua profissão proporcionou a obter o tal privilégio, carrega o rapaz pelos ombros como um boneco, até ao banheiro onde se encarrega de dar o banho como se fosse uma criança. - Me solta... – falava Alexandre ao se sentir constrangido com a ação, ate que Cassandra se irrita e volta coloca a amordaça, e ouvir só os ruídos abafados é melhor. Após o banho, Cassandra o enxuga com uma toalha, e em seguida o carrega até um quarto, e chegando joga o rapaz na cama, como se fosse nada. Impossibilitado de se levantar, pois suas mãos estavam presas na costa e pés fortemente unidos com uma corrente, permanece quieto esperando a próxima bronca. Cassandra caminha em direção ao enorme guarda roupa, ao abrir, uma variedades de modelos surgi como mágica. São peças masculinas, cuecas, shorts, bermudas e camisas de couro, látex e lycra. E no outro compartimento uma variedade de acessórios, como algemas, cinto de castidade masculino, roupas de restrição de movimentos e objetos metálicos em geral. - Vamos ver uma roupa para você, Alexandre. Há esta aqui, essa bermuda de lycra vai ser bom. Cassandra libera por um instante os pés do rapaz a fim de vestir a apertada bermuda de lycra preta. Ao retornar para prender os pés do rapaz, Cassandra pára. - Sabe de uma coisa, você agora vai andando. E em seguida prende uma corrente na coleira de aço do rapaz, deixando com as mãos presa nas costas, e o puxa pela corrente guiando para fora do quarto rumo a parte externa da casa. Chegando na varanda, Alexandre se depara com uma área verde sem fim, onde sua vista é limitada ao muro que deve ter uns 4 metros de altura sendo encima coberto com cacos de vidro e arame farpado. Cassandra o leva ao um canto da varanda, onde esta atada uma rede. Logo ordena o rapaz a deitar e sem questionar obedece, rapidamente seus pés são unidos com um cadeado e uma correia de couro é presa na altura dos joelhos. Agora Alexandre esta imobilizado por completo, e para finalizar a corrente de sua coleira é presa numa argola no solo, logo abaixo da rede. - Pronto meu amor. Viu como sou boa com você. Espero que esteja confortável, vou preparar algo para comer. Só Alexandre sabe o que norteia em sua mente agora. Por mais que quisesse correr dali, para onde iria? Suas mãos algemadas na costa, e pés fortemente presos, uma corrente que mal permitia o deixar de pé, e sem contar com um cruel cinto de castidade preso no seu ventre que ainda nem sabe o efeito que pode causar na sua vida, e um lugar que não faz idéia onde fica. Tudo esta contra ele, e aos poucos a alternativa de se render a essa vida se torna a melhor possível. CONTINUA...