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Humilhação, Castigo, Ternura e Amor

Sempre tive vontade de ter uma relação mestre/escrava com meu namorado, mas isto nunca tinha passado de uma fantasia sexual, algo que só existia nos meus pensamentos, nos meus delírios noturnos. Sonhava todas as noites que estava sendo amarrada, submetida a humilhações, fazendo de um tudo para servir ao meu mestre, sem reclamar. Meu namorado mora sozinho num apartamento bem aconchegante, que inúmeras vezes serviu como cenário para momentos de carinho, amor e paixão, porém pela primeira vez aquele mesmo lugar se transformaria num palco de tortura, medo e dor. Sempre quando eu saía da faculdade costumava passar no trabalho do meu namorado Matheus para irmos juntos para seu apartamento. Ficávamos lá durante um tempo e depois ele me levava em casa. Era a nossa rotina. Certo dia, ele saiu cedo e foi me buscar na faculdade. Eu vestia um vestidinho curto, um pouco decotado e nos pés, uma sandália alta. Estava com os cabelos longos soltos e esvoaçantes. No rosto, uma maquiagem discreta, porém sedutora, dava um ar misterioso ao visual. Usava brincos de argola e um colar. Parecia um dia como outro qualquer, porém mal sabia eu que teria minha primeira experiência como escrava. Quando saí no portão da universidade, uns carinhas mexeram comigo, me cantando. Aquela cena despertou uma ira interior no Matheus, que logo fechou o semblante. Ordenou que eu entrasse no carro e não falasse uma palavra sequer. Tentei beijá-lo e ele me afastou dizendo que, a partir daquele momento, eu só faria o que ele ordenasse. Percebi, então, que estávamos iniciando uma relação mestre/escrava. Entrei no clima, mantendo-me calada conforme meu mestre havia ordenado. Ele, por sua vez, dirigia calado, concentrado. Ao entrarmos no apartamento, o Matheus foi logo tirando toda minha roupa com muita brutalidade. Me jogou contra a parede e começou a beijar minha boca, meu pescoço, meus seios... Tentei falar algo, mas fui repreendida com um tapa no rosto, seguido das seguintes palavras: "Cale a boca, sua vadia! Não te autorizei a falar!". Eu estava verdadeiramente muito assustada com tudo aquilo, mas sentia também um imenso prazer em estar sendo dominada. Matheus pegou uma cadeira e ordenou que eu me sentasse sem fazer qualquer tipo de pergunta. Começou a me amarrar. Amarrou bem forte minhas pernas e minhas mãos com duas cordas. Eu sabia que, mesmo se eu quisesse, não conseguiria me soltar. Ele ficou atrás de mim, acariciou meus cabelos e, num gesto súbito, cortou grande parte dos mesmos, deixando os fios caírem no chão. Eu respirei fundo, tive medo, mas senti muito prazer... Eu queria me tocar, mas não podia. Em seguida, ele foi cortando todo o meu cabelo, deixando os fios bem curtinhos, parecendo um menino. À medida que eu ia sentindo meu cabelo cair pelo meu corpo nu, tinha sensações de prazer e dor por causa de toda aquela tortura. Ele disse que eu estava radiante com aquele cabelo tosado. "Quero ver você balançá-lo agora para seduzir outros homens." -ironizou. Senti um ar sádico e entendi que eu estava sendo castigada por ter despertado a admiração de outros homens que não eram o meu mestre. Aceitei tudo conformada. Logo depois, meu mestre veio com um pano úmido e esfregou com força no meu rosto, tirando toda a minha maquiagem. Puxou o colar que eu usava, dando-me em troca uma coleira velha. Tirou meus brincos com tanta força, que o sangue desceu pelas minas orelhas. Eu estava nua, sem maquiagem, sem jóias, com o cabelo cortado, completamente humilhada, presa a uma cadeira e sem poder falar nada. Sentia um tremor invadir todo meu ser. Estava completamente molhada de prazer... Eu queria um espelho, não podia pedir ao meu mestre, mas ele não tardou em me trazer um. "Olhe só como você ficou. Onde está aquela mulher sensual que chamava a atenção de todos?" - disse ele, mostrando-me o espelho. Quanto mais humilhada eu era, mais prazer sentia. Meu mestre pegou o telefone sem fio e foi para outro cômodo. Tive muita curiosidade em saber para quem ele ligaria, mas não podia perguntar. Depois de alguns minutos, a campainha tocou. Senti meu corpo mais uma vez estremecer ao ver que tratava-se de uma linda mulher, loira, alta, cabelos compridos, maquiada, sensual. O Matheus foi logo despindo-a e beijando-a com muita paixão. Tudo acontecendo ali, na minha frente e eu sem poder fazer nada. Ele beijava os seios dela, entrelaçava os dedos em seus longos cabelos e fazia tudo aquilo que estava acostumado a fazer comigo. Chupava-a com vontade, lambia, beijava... Não demorou muito para que ela gozasse antes mesmo de ter sido penetrada. Em seguida, ele introduziu seu membro nela bem devagarzinho, com toda a ternura que estava acostumado a me penetrar. Eu quase morri de tesão ao ver aquele pau que outrora era só meu, penetrando naquela mulher. Meu mestre gozou no corpo dela e eu assisti à tudo aquilo calada. Depois que a tal mulher foi embora, o Matheus me desamarrou e com muita ternura me abraçou. Ele ainda estava suado, com o cheiro dela no corpo. Olhando bem em meus olhos, falou: "Agora você está autorizada a falar, mas responderá apenas o que eu lhe perguntar". Fiz um gesto com a cabeça, indicando um sim. - Você aprendeu a lição? Aprendeu que deve apenas seduzir a mim e a mais ninguém? - perguntou. Sim, meu mestre. - respondi. Com muita ternura e carinho ele me beijou, tudo conforme estávamos acostumados. O cheiro do sexo ocorrido anteriormente com a outra mulher ainda permanecia no corpo quente dele, o que muito me excitava. O meu cabelo cortado jogado no chão era uma prova de que eu pertencia somente ao meu mestre. Nos amamos várias vezes naquela noite e até hoje mantenho os cabelos bem curtos em homenagem ao meu mestre, meu amor.