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Sex Shop - 3
Talita lentamente começou a despertar novamente. Já estava ficando cansada daquela brincadeira. Quando abriu os olhos viu as suas pernas erguidas no ar, um pezinho apontado para cada lado. Mas não estavam apenas erguidas as suas pernas. Elas desafiavam a elasticidade de Talita sendo, na verdade, puxadas para trás. As cordas que amarravam fortemente seus tornozelos já machucados estava atadas a duas argolas presas ao chão na mesma altura da cabeça de Talita de modo que ela podia vê-las bastando olhar para os lados. Daquela maneira, como o seu algoz havia lhe dito, tanto a xoxota de Talita quanto o seu cuzinho estavam totalmente arreganhados, à mercê de quem quisesse penetrá-los. Mas não era só isso. Talita tinha os pulsos presos juntos. As cordas que por sua vez os prendiam estavam amarradas bem acima da cabeça de Talita, em outra argola também presa ao chão. Daquele modo, seus braços estava totalmente esticados. A posição era extremamente incômoda, tanto para braços quanto para as pernas daquele vítima totalmente indefesa. Talita percebeu logo que ainda estava amordaçada. Mas era uma mordaça mais incômoda que a impedia, inclusive, de abrir a boca. Preenchendo os lábios daquela jovem deliciosa, havia uma bola de borracha. Mas, engenhosamente, das laterais da bola, desciam duas correias que eram presas abaixo do queixo de Talita, mantendo-a o tempo todo de boca fechada. Mas ainda saiam das laterais da bola outras duas tiras que seguiam para cima e se encontravam acima do nariz arrebitado e bem desenhado daquela jovem. Essas estavam, por sua vez, presas a uma outra correia de couro que subia pelo meio da testa de Talita, dava a volta em todo o contorno de sua cabeça, prendendo-se novamente nas mesmas correias que apertavam a mordaça na altura da nuca de Talita. Talita logo notou o seu próprio reflexo. Era um espelho que o vendedor tarado havia colocado por ali. Talita podia ver-se naquela posição aterradora, pronta para ser currada, sem poder fazer nada para impedir o seu destino. Ao menos, sua xotota e seu rabo estavam livres dos consolos. Mas não por muito tempo.
Quando o vendedor viu que Talita acordava, tremeu. Ele se masturbara várias vezes enquanto a amarrava, inerte, naquela posição. Passar as cordas em volta daquelas tornozelos, daqueles pulsos, colocar aquela mordaça na boca de sua vítima indefesa, vê-la amarrada daquela maneira era extremamente excitante. Mas vê-la gemer, movimentar-se o pouco que podia, suplicando por socorro era o delírio. Talita, mais uma vez, começou a sacudir-se, debater-se como que testando a força das cordas que a prendiam. Era uma visão deliciosa. Ele aproximou-se dela, já de pau duro.
- Você fica tão gostosa amarrada assim que eu podia te deixar aí pra sempre. Nem precisava te foder pra gozar. Só de te ver eu já fico louco de tesão. Gostou do espelho? Achei que ia curtir se ver nele. Você é muito gostosa. E amarrada assim fica ainda mais. Eu brinquei um pouco com você enquanto tava dormindo. Mas nem se compara com brincar com você acordada, gemendo pra mim. Eu prometo que vou te deixar toda molhadinha.
Talita gemia, tentava xingar o rapaz.
- Eu já disse que isso só me excita mais? Tá querendo me deixar doido, é? Eu já sei do que você tá precisando... De um pau nessa buceta. É isso mesmo. Mas antes eu vou brincar um pouco com os seus peitinhos.
O rapaz levantou e voltou com dois prendedores de seios presos a uma corrente cromada. Exibiu-os para Talita.
- Isso aqui é pra prender no biquinho dos seus peitinhos.
Talita tencionou todas as cordas, em total pavor.
- Não tem medo, não. Quer dizer... Eu não vou mentir. Vai doer um bocado quando eles morderem os seus mamilos. Mas, depois de um tempinho, você se acostuma. Fica até gostoso. Eu acho.
O rapaz debruçou-se sobre Talita. Ela debatia-se como podia, não muito. Gemia o mais alto que dava. O rapaz segurou o seu seio direito e beliscou o biquinho para deixá-lo durinho e arrebitado. Não resistiu e caiu de boca. Começou a chupar o peitinho de Talita, que não podia impedi-lo, mas estava enojada. O rapaz, então, mordeu o biquinho com força. Talita chegou a levantar um pouco a cabeça, de dor. E ele tratou de beliscar o biquinho do seio dela com um dos prendedores. Talita soltou um longo, longo gemido de dor. O rapaz até assustou-se. Lágrimas rolavam dos olhos de Talita. Ela implorava por liberdade, apesar de não conseguir emitir um som inteligível.
- Tá doendo? perguntou o rapaz.
Talita assentiu com a cabeça, várias vezes, na esperança que ele libertasse o seu seio daquela tortura. Mas o rapaz fez diferente.
- Um só preso dói mais. Quando eu colocar o outro vai doer menos.
E o rapaz repetiu o processo no seio esquerdo de Talita. Ao sentir o prendedor apertando seu outro mamilo aquela sensação quente e dolorida bem no biquinho de seu peito, aquela região tão sensível, Talita quase desmaiou. Ela se debateu muito, de raiva, de ódio, de dor. E chorou de ódio. Mas o rapaz parecia não se importar. Ao contrário, seus olhos esbugalhavam-se em êxtase.
Ele levantou-se e voltou com uma câmera fotográfica.
- Eu preciso registrar isso. Você tá linda!
Os flashes espocavam nos olhos de Talita. Ela tentava esconder o rosto. Mas a câmera a procurava insistentemente. Aquilo era o máximo da humilhação que ela conhecia. Não saberia dizer como alguém poderia sentir prazer em tudo aquilo. Ela só sentia ódio e asco.
Depois de saciar-se com fotos, o rapaz debruçou-se diante da buceta rosa e arreganhada de Talita e começou a chupá-la com vontade e certa violência advinda de um pouco de inexperiência. Mas logo ele foi pegando o jeito. Talita não queria sentir prazer naquilo. Lutava para sentir raiva e nojo, apenas. Mas o fato é que, ao olhar de relance para sua imagem refletida no espelho, aquele corpo bem feito de mulher, aquelas cordas, aquela mordaça vermelha dentro de sua boca de lábios grossos... Talita ficou excitada com ela mesma. Sentiu vontade de comer a si própria. No fundo, sempre teve aquelas fantasias de ser dominada a força, violentamente. Mas imaginava outros homens mais bem apessoados, gostosos, sarados, sobre ela. Ao invés daquele garoto cheio de espinhas. Tentou abstrair que era ele e passou a apenas olhar-se no espelho, a sua própria imagem. As suas coxas sendo arranhadas pelas unhas do seu carrasco. Seus pezinhos esticados. Seus tornozelos forçados para os lados e para cima. Sua boca invadida por aquela bola vermelha. Até as correntes que pendiam dos prendedores nos biquinhos de seus seios eram uma visão agora excitante para ela. Talita começou a sentir prazer em ser estuprada. Fantasiou que tudo não passava de uma fantasia que ela estava realizando, secretamente. E, dessa maneira, ela gozou com a língua do rapaz em seu clitóris e seu dedo enfiado em sua buceta. Era só o começo...