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A Fantasia Com Giulliana

Tudo começou quando eu conheci a namorada de meu irmão mais velho, minha linda cunhada Giulliana. Ele realmente tinha bom gosto pois ela era muito bonita, loira, pele branca, olhos azuis claros, uma boquinha bem desenhada, magra, com seios médios e uma bunda pequena mas bem redonda e firme, pernas com bonitos traços e pezinhos tamanho 37, com lindos dedos e solas. Resumindo, ela era gostosa e eu fiquei com muita vontade de comê-la, pois, de acordo com meu irmão, ela era muito boa na cama, e já havia feito sexo anal com ele, que dizia que era muito bom. E a oportunidade perfeita surgiu, pois eles se mudaram para um pequeno condomínio de casas no interior de São Paulo, que eu conheci no almoço de inauguração da nova casa deles, e percebi que era possível entrar lá sem muita dificuldade, pois eu vi um ponto fraco na segurança do condomínio, onde uma das grades que rodeavam o playground tinha um bambuzal bem atrás dela, que começava na beira de uma estrada de terra e dava direto na grade, e como o condomínio, alem de ser pequeno, só tinha uma guarita de segurança que era a da entrada, e que ficava longe do playground, eu vi que poderia entrar sem ser percebido. Então, numa segunda feira de manhã, por volta das 10 h, eu estava à beira da estrada de terra, onde começava o bambuzal, esperando para ver o carro do meu irmão chegar na estrada onde eu estava e virar a direita, em direção ao trabalho dele, e não a esquerda onde eu me encontrava, e foi o que aconteceu, após o carro dele passar e desaparecer ao longo da estrada, eu peguei em minha mochila com objetos para bondage uma touca preta com furos para olhos e para boca e coloquei na cabeça para esconder meu rosto, depois peguei um revolver antigo que eu tinha em casa com 6 balas e coloquei na cintura, depois fechei a mochila, coloquei nas costas e comecei a me espremer para passar entre os bambus, sabendo que todo o trabalho para passar por eles não era em vão, pois a recompensa era uma loirinha gostosa toda pra mim. Depois de um tempinho eu cheguei na grade e observei para ver se não havia ninguém, e por sorte não havia, então pulei a grade e rapidamente corri meio abaixado ate chegar na parede onde estava a passagem do playground para a rua q levava as casas do condomínio. Observei a guarita e vi que tinha apenas um guarda que estava distraído com uma televisão, então corri para trás de um carro estacionado em frente a uma casa, e fui fazendo isso ate chegar a casa dela que não era muito longe. Dei sorte do condomínio ser recém inaugurado e portanto não ter muitos moradores, era bom para chegar ate a casa e ficar nela sem tanto risco de ser pego, já que as casas dos dois lados da de meu irmão estavam vazias. Assim que cheguei na casa dela, escondido atrás de seu carro, fui ate a porta e já peguei o revolver, a porta estava fechada mas destrancada (condomínio fechado é mais tranqüilo) então entrei e fechei-a devagar. Logo ouvi um barulho no andar de cima e tratei de subir as escadas silenciosamente, e ao chegar vi que a porta do banheiro estava fechada e havia movimento lá dentro, então andei em direção ao banheiro que é no fim do corredor mas antes de chegar lá entrei no quarto dela, numa porta a direita, tirei um rolo de silver tape da mochila e coloquei encima da cama, deixei a mochila no chão ao pe da cama, depois fiquei encostado na parede ao lado da porta, esperando ela sair do banheiro para pegá-la por trás. Então ela saiu e foi andando pelo corredor em direção as escadas, estava usando uma blusinha branca que terminava encima do umbigo e deixava sua linda barriguinha a mostra, shortinho azul e curto que realçava sua bunda durinha e deixava suas pernas de fora, e chinelos havaianas rosa, que deixavam expostos seus lindos pezinhos. Sai do quarto e a peguei por trás, colocando minha mão direita sobre sua boca para que não gritasse e minha mão esquerda que segurava o revolver sobre seus braços, puxando-a para o quarto, fechando a porta assim que entramos e dizendo em seu ouvido “não tente reagir porque eu to armado, ta ouvindo vadia?”. Ela fez que sim com a cabeça, então eu voltei a falar “eu vou te colocar deitada de bruços na cama e não quero que você grite, tente escapar ou me bater, senão você vai apanhar que nem uma cadela, alem disso eu to armado, então não me de motivos pra usar a arma, entendeu putinha?”. Novamente ela acenou que sim com a cabeça, então eu fui ate a cama e soltei a boca e os braços dela, empurrando-a para se deitar de bruços, e logo ela começou a falar “o que você quer? Se quiser dinheiro eu do mas não me...” antes que ela terminasse a frase eu a puxei pelos cabelos levantando sua cabeça e dizendo “eu não vim aqui por dinheiro, eu vim por diversão e encontrei uma gostosa pra me divertir, é você que eu quero, quando eu terminar eu vou embora e te deixo aqui, agora cala a boca”. Ela tentou argumentar dizendo “por favor, isso não, pega o que quiser mas não faca isso”, então eu disse “não é só ‘isso’ que eu quero fazer, você nem faz idéia dos meus planos, agora cala a boca porque eu to ficando irritado” disse isso apertando aquela bundinha linda, fazendo-a soltar um grito de dor, e logo colocando minha mão sobre sua boca e dizendo “agora fica quieta e parada aqui mesmo”. Levantei-me e peguei o rolo de silver tape, peguei os braços dela e os coloquei para trás, com os pulsos cruzados, puxei a tira de silver tape e dei 4 voltas nos pulsos, depois peguei os pés dela e os levantei flexionando seus joelhos, então tirei seus chinelos e disse “você tem pés lindos” enquanto dava 4 voltas com a fita adesiva ao redor de seus tornozelos, e ela não respondeu. Depois eu a coloquei de barriga para cima e dei mais 4 voltas com a fita adesiva um pouco acima dos joelhos, depois me levantei, guardei a silver tape e peguei um pano preto e um branco, usei o preto para vendá-la e o branco para amordaçá-la, deixando de bruços sobre a cama e saindo do quarto para fechar toda casa, portas, janelas e cortinas, assim teríamos total segurança e privacidade. Voltei ao quarto e ela estava se debatendo sobre a cama, o que me deu oportunidade de observá-la e ver como ela ficava linda amarrada, amordaçada e vendada. Fui ate ela e disse “vou te desamarrar para te despir, sem gracinhas vadia” coloquei-a sentada na cama e fui desamarrando-a, e assim que terminei eu a deitei na cama, disse para ficar parada enquanto eu me despia, mas lógico, mantive a mascara. Meu pênis já estava duro só de vê-la amarrada e amordaçada, e posteriormente nua, então deitei encima dela e comecei a beijá-la, e inutilmente ela tentou evitar, o que a levou a tomar um tapa na coxa, então eu disse “você é minha submissa, então faça tudo o que eu mandar, e se acostume com os tapas e beliscões, porque eles esquentam mais ainda a relação, agora, querendo ou não, eu vou te fuder gostoso, tanto na buceta quanto no cu, vou te chupa toda e você vai chupa meu pau, agora chega de conversa”. Dei muitos beijos naquela boca maravilhosa, depois fui descendo e comecei a chupar os seios dela loucamente, de maneira que ela não se segurou e pos as mãos em mim para que eu parasse, então eu tirei as mãos dela de mim, apertei seus seios e disse “isso ira vir mais tarde, mas já que você não esta obedecendo, vai vir agora”. Ela me olhou com cara de choro pois sabia do que eu era capaz, mas não o que eu faria. Fui ate a mochila, peguei cordas e uma ball gag vermelha, fui ate ela e amarrei os pulsos e tornozelos aos canos das pontas da cama, deixando-a em posição de ‘X’, depois ordenei que abrisse a boca, e então coloquei a ball gag entre seus lindos lábios, depois peguei a venda preta que havia usado e que estava no chão ao lado da cama e a vendei de novo. Só então eu tirei a mascara para tomar um ar, então me deitei encima dela e voltei a chupar seus peitos loucamente, e a apertar o bico de suas tetas, enquanto isso ela gemia de dor e tesão, mas ainda tinha muito mais pela frente, lambi toda sua barriguinha e fiz cócegas para vê-la se contorcer, depois fiz um sexo oral maravilhoso nela, deixando sua buceta molhadinha, e ela já ofegava sem eu se quer tê-la penetrado, o que não demorei a fazer pois estava louco por isso, e fui enfiando e retirando meu pau devagar, depois fui aumentando a velocidade, e cada vez mais ela gemia com uma puta, e me dava mais tesão, e eu a apertava, apalpava a bunda, os seios, o tesão era tanto que ambos gozaram, um dos melhores da minha vida, e aposto que dela também. Eu a mantive naquela posição por uns 2 minutos, enquanto ela se recompunha e eu também, depois voltei e disse para ela, olhando para aquela boca babada por causa da ball gag “vamos brincar um pouquinho com os pés?”, ela gemeu em tom de desaprovação mas isso pouco me importava, então eu disse “vamos lá minha putinha, você vai pular na cama”. Eu me virei para os pés e comecei fazer cócegas nas solas do pé direito, e ela não agüentou e começou a rir e a soltar um gemido maravilhoso sobre a mordaça, e quando eu passei a fazer cócega em ambos ela fez como eu previ, começou a pular de tantas cócegas, e isso me deixava mais excitado, então comecei a passar os dedos nas solas e entre os dedos, e ela continuava a gemer, porem mais baixo. Comecei a chupar o pezinho esquerdo dela, e ela gemia como uma puta, eu perguntei se ela gostava, e ela acenou que não com a cabeça e também gemeu negativamente, o que me deixou com mais tesão, e então passei para o pe direito, eu cheirei antes de começar a lamber-lhe entre os dedos, para depois lamber e chupar o pe inteiro, aproveitando muito aquele pezinho daquela gostosa. Para encerrar eu comecei a chupar os dois pés ao mesmo tempo, gozando e fazendo ela gemer de maneira muito excitante. Dei uns minutinhos de descanso para ambos, resolvi que era hora de terminar com essa sessão de bondage maravilhosa e comer logo seu cuzinho. Eu coloquei minha mascara, a desamarrei, tirei a mordaça e a venda e a levei para o banheiro para mijar depois do sexo. Voltamos e eu a coloquei deitada de barriga para cima, entaum peguei sua calcinha e o rolo de silver tape, coloquei a calcinha em sua boca e depois arranquei uma tira da fita adesiva e colei em sua boca, depois cortei mais duas tiras e coloquei em um leve formato de ‘x’, depois cortei mais 3 tiras e coloquei na horizontal, totalizando 6 tiras de uma mordaça eficiente e que ficava muito bem nela. Em seguida a coloquei de bruços e amarrei da mesma maneira que antes, em “X”, para depois vendá-la de novo, mas dessa vez com um pano branco. Retirei minha mascara e fui para cima dela, e logo dei uma boa cuspida em seu cu e fui passando 2 dedos ao redor dele, depois fui penetrando-a com os dedos e lubrificando o cu com cuspe, enquanto isso, com a outra mão, apertava sua coxa e sua bunda e a chamava de cadela, vadia, puta, para fazê-la se sentir bem submissa. Cu lubrificado, era ora de comer ela, enfie meu pau nela um tanto quanto rápido, o que causou dor e um grito misturado com um gemido que se não fosse pela mordaça seria audível a uma longa distancia. Agora que eu já a penetrara uma vez, só faltava terminar de alargar o cu, o que não foi muito necessário pois meu irmão já havia comido o cu dela varias vezes, e devo concordar com ele, quando ele me disse que ela era uma delicia em qualquer posição, fazendo o que for, porque ela é mesmo muito gostosa. Fui penetrando de vagar e aos poucos aumentando a intensidade, e estava tão bom que eu gemia, mas ela gemia mais, o gemido abafado pela mordaça era maravilhoso, ela já estava prestes a gozar e eu também, fui com tudo nela, de maneira que eu nunca fui em nenhum cu, e que ela nunca sentiu antes com ninguém, ate que gozamos muito, foi uma sensação muito boa. Antes deu ir eu a desamarrei e tirei a mordaça causando-lhe dor ao puxar as tiras, deixei apenas a venda, deitei-a de barriga para cima e eu me deitei virado para sua buceta e nos fizemos um 69 ótimo para finalizar a transa. No fim, acho que ela gostou mais de mim do que de meu irmão pois chupou meu pênis fortemente, ate porque sabia o que aconteceria caso não chupasse. Me vesti mas mantive-a nua na cama, depois eu coloquei minha mascara e tirei sua venda, para descermos as escadas, e chegando na sala, eu disse “agora eu vou embora, mas não posso te deixar livre pois vai atrás da policia assim que eu sair”, ela tentou me convencer que não, dizendo “não, se você for embora eu prometo que não chamo a policia, por favor...”, mas antes que terminasse eu disse “sem chance, agora deite no chão” e foi o que ela fez. Então eu peguei cordas e amarrei suas mãos para trás, com os pulsos cruzados, amarrei seus pezinhos também cruzados, e depois peguei uma outra corda e juntei as mãos com os pés e a deixei em posição de hogtie. Depois coloquei sua calcinha em sua boca, peguei a silver tape e coloquei seis tiras em sua boca, deixando-a bem amordaçada, e por ultimo a vendei dando 4 voltas com a silver tape em volta dos olhos, antes de sair dei mais umas apalpadas e chupadas nos seios, na buceta, na bunda e nos pés, para ouvi-la gemer mais uma vez e para me despedir de minha vitima. Sai da casa dela, e usei método que fiz para entrar, mas dessa vez para sair do condomínio, e quando eu cheguei à beira da estrada, tirei a mascara, guardei na mochila, e sai caminhando, satisfeito pela ótima experiência e imaginando a cena de meu irmão encontrando Giulliana nua, amarrada, amordaçada e vendada no chão da sala.