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Mocinha
A ordem havia sido dada, e, no íntimo, sabia que ela não iria acatá-la. Depois de alguns tão esperados e decantados meses, nos encontramos.
No restaurante que ela indicou, em sua cidade.
Estava de jeans justo, camiseta branca (discreta) e uma sandalinha rasteira, de couro.
Escolhidos os pratos, indaguei:
Você cumpriu tudo direitinho?
Tão somente ela olhou para baixo, e, recatada, talvez até temerosa com o rumo que tomasse a conversa ante ao olhar próximo do garçom respondeu: depois conversamos.
Terminado o jantar, fiz questão que ela saísse na frente, apenas para ir admirando o doce balançar de sua bunda. Entramos no carro, ela me deu um longo e delicioso beijo, como há muito, já próximo aos meus quarenta anos, não dava.
Tio, começou ela a dizer enquanto eu a bolinava por baixo da calça jeans, eu não estou plugada, não sou sua escravinha, antes quero ser a sua menininha, e menininhas não fazem isso.
Desobediente, retruquei, olhando para a sua rasteirinha.
Chegamos ao motel, onde já entrei de pau duro, levando um embrulho que a deixou curiosa.
Haviamos pensado em algo diferente, mas, não quis seguir o imaginado roteiro.
Mocinha, venha cá, vou lhe ensinar a obedecer minhas ordens.
Vai se foder, você não manda em mim...
Insolente essa menina, pensei. Levei-a pela orelha até o banheiro, entregando-lhe sua bolsa. Ela entendeu...
Minutos depois saiu do banheiro com um lindo shortinho enfiado na bunda, uma camiseta do pato donald, e de maria chiquinha, descalça.
Vá abrir seu presente, determinei.
Obaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, presente, foi ela dizendo quando abria a caixa. Ao perceber um par de sandálias ipanema, de cor branca, foi logo respondendo: Não quero essa merda, é feia.
Pestinha...
Trouxe-a pelo braço até a beira da cama...Mocinha, vou lhe dar uma lição, disse enquanto, pela força, deitei-a em meu colo. Enquanto ela esperneava, apliquei-lhe umas boas palmadas, talvez meia duzia, sobre o belo shorts que lhe encobria as nádegas bem torneadas.
Vai parar com o faniquito?
Vou, mas para de me bater, seu feio.
Pois eu nem comecei, mocinha. Agora levante-se, abaixe o shorts e deite de volta no meu colo.
Hahaha, vai se....
Deitei-a a força, e dei-lhe mais meia de dúzia de palmadas, bem estaladas. Agora, ou você levanta e abaixa sua calça, ou...
Enquanto ameaçava, e a enxotei do colo para que cumprisse a ordem, comecei a retirar a cinta.
Não, por favor tio, eu sei que fui desobediente, e fui agora novamente, não precisa tirar essa cintinha feia não....
Tirou o shorts, e deitou, com a calcinha de motivos infantis, no meu colo.
Pois bem, mocinha, isso é para aprender a obedecer, está entendendo? Indaguei, enquanto lhe apliquei algumas palmadas sobre a calcinha, alternando as nádegas.
Sim, titio, desculpa....
Arranquei-lhe a calcinha, em um movimento rápido.
Ei, o que você pensa que está fazendo, seu bruto, seu....
Primeiro, você é seu amigo, eu não sou, sou seu tio (assim me chamava, por ser seu preceptor, alguns anos mais velho).
Segundo, quanto mais você reclamar, mais vai apanhar até levar efetivamente as surras, que merece
Surras, como assim, surras?
Fique quieta, mocinha. A sua primeira surra vai ser de trinta palmadas, deve agradecer cada uma. Se der trabalho, não agradecer, tapar o bumbum com as mãos, ou, o que for, levará tres extras por falta; entendeu bem?
Não esperei a resposta, e sapequei-lhe a primeira palmada. Nada... Dei mais três rápidas, muito fortes, todas do lado esquerdo da bunda, ao que ela, choramingando, mas resignada, respondeu: entendi, titio, me perdoe....
Mais uma palmada, do outro lado, e ouvi: Uma, obrigada titio.
Assim seguiu até a 21ª, quando contou e não agradeceu. As três extras prometidas a trouxeram de volta à razão...
Trinta, obrigada titio. Como um raio, pulou do meu colo, coçando a bunda, fazendo biquinho, me chamando de malvado...
Vá buscar o chinelo, mocinha, que agora vai levar uma surra porque falou palavrões....
Mas tio....
Nem mais nem menos, disse enquanto lhe apliquei mais umas quatro palmadas na bunda nua, ao que ela obedeceu. Mandei-lhe, após entregar-me o chinelo com cara de criança arrependida, que se curvasse na mesa, com as pernas bem abertas.
Quão bela aquela visão de sua bunda vermelha... Melhor ficaria, de certo, com as marcas do chinelo.
Lhe darei duas sérias de seis chineladas cada uma, fortes e rápidas. Nem perca o seu fôlego para agradecer, desta vez.
Não usou a safe-word, e aguentou, estoica, o castigo. Chineladas fortes, que lhe marcaram a bunda. Lágrimas silenciosas rolavam em seu rosto, quando, após a última, se virou, ajoelhadando-se no chão, como que em uma súplica para poupá-la.
Pelo calor, retirei minha camisa. Ajoelhada, ela abriu minha braguilha, e começou a chupar meu pau, já bem duro de tanto tesão, não sem antes dizer. Tio, até aqui foi sua menininha, agora, serei sua puta.
Foi precisa, alternou chupadas nas bolas, sugadas no pau, lambidas na cabeça, até que gozei em sua cara.
Minha putinha está suja, tirei da minha mala uma coleira, atei em seu pescoço, e mandei que ela fosse, de quatro, até o banheiro, sacudindo bem o rabinho. Ali, permiti que ela se lavasse, e voltamos para uma boa conversa, e alguns cigarros...
Ela alternou entre ficar no meu colo e sentar-se sobre um travesseiro, pelo resultado da surra, de certo...
Quando meu pau voltou a ficar duro, mandei que ela permanecesse sobre a cama, de quatro.
Lambi, à exaustão, o seu cu, e, com a ajuda de um gel, introduzi as bolinhas tailandesas no meio de seu bumbum.
A fiz sentar em uma cadeira dura, de pernas bem abertas, com a s bolinhas enfiadas, e obriguei a que se masturbasse, com os seus pesinhos. Para incentivá-la, fiquei com o chinelo na mão, alternando meus olhos entre sua buceta escancarada e seus próprios olhos.
Após ela gozar duas vezes, a fiz ficar de quatro naquela mesma cadeira, coloquei a camisinha, besuntei-a com um pouco de ky, retirei as bolinhas de seu cu, e sodomizei-a, introduzindo o pinto no seu cu em um movimento certeiro, mas não grosseiro.
Apliquei-lhe algumas palmadas na bunda de minha delciosa putinha, e, quando ela gemia alto, com a boceta encharcada, gozei.
Mais cigarros, algumas coca-colas, muitos beijos...
Ao final, antes de irmos, uma deliciosa trepada baunilha, quando conferi quão apertada era a sua boceta.
No dia seguinte, um novo e delicioso encontro...
Linda fêmea de belo corpo e deliciosos fetiches essa minha mocinha, que ainda me reservava boas surpresas que descobri a na noite seguinte...