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Pelo Prazer de Ser Mulher da Minha Mulher - III Parte

Ela me deixou e foi ao banheiro por alguns minutos. Acho que queria me deixar sozinho um pouco com a ambiente, me deixar à vontade com a calcinha na mão. Para que eu fizesse o que realmente fiz: apertar calcinha entre os dedos, sentindo ao mesmo tempo o quente da renda e o frio da licra, o liso da licra e o feminino da renda. Estava, em potencial, me sentindo uma mulher, uma dama, uma menina, uma mãe, uma fêmea- no cio. Se conseguisse, bateria um boquete pra mim naquele momento, enquanto ela estava no banheiro. E se ela tivesse um pau, bateria também um pra ela quando de lá ela voltasse, até que ela enchesse minha boca com sua porra quente, sua porra de homem, mais homem que eu. Ela se tornou meu homem mulher, e eu, sua florzinha, seu bebê, sua namorada, a cozinheira, a dona da casa. Isso durante o dia, porque às noites, eu era sua quenga, sua piranha, sua vagabunda, como ela me chamava. E meu cu estava sempre molhado, como uma buceta, pronta para saciar um macho, que é o que ela é. Quando ela voltou, eu tinha deixado a calcinha sobre o sofá, meio envergonhado. Ela também estava envergonhada. Mudamos um pouco de assunto e continuamos com o vinho, mas sem parar de pensar em me vestir aquela pecinha gostosa e e apertada, aquela coisinha que iria me transformar, que iria me transexualizar. Com ela eu teria uma buceta, sentiria meus seios enormes serem mamados por ela, meu macho. Amanda e Aninha, um casal de lésbicas. Ou Cláudio e Aninha, ou Marcos e Aninha...