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O Castigo
Citando o filme Advogado do Diabo e não tendo pudores nenhum falando agora....
Pensei em um número, de 1 a 10, sendo 1 papai e mamãe bem básico e 10 o ato sexual mais devasso que um ser humano pode praticar. Com ele eu queria 11.
Pietra ultimamente passava dos limites.
Nossa relação só a gente entendia, éramos completamente normais no nosso mundinho de loucuras. Tantos adeus, tantos vai mais volta, tantos eu te amo que até dói.
Muito senhora de si, mais ela podia ser. Aquele jeitinho alto suficiente, completamente independente do mundo e dependente de mim. Totalmente nem ai com as coisas lá fora, e totalmente minha, muito minha.
Mas nos últimos dias Pietra andava realmente passada da conta.
Aquele olharzinho nervoso, me olhando de sobrancelha direita levantada já estava me irritando.
A devota de São Jorge (a engraçadinha dizia que era devota dos quatro, de São Jorge, do cavalo, da espada e do Dragão) e leitora de Mario Quintana estava me deixando profundamente intrigado.
Irritadinha com tudo, dengosinha para tudo, chatinha para outras tantas coisas, parecia estar em uma TPM eterna.
Mas sempre tivemos liberdade um com outro. E mesmo com medo da resposta, sem saber que eu realmente serei eterno na vida dessa cadela, eu perguntei:
- Mulher, me diga o que esta acontecendo, porque eu já não te reconheço mais.
- Não é nada André, esta tudo normal.
- Pietra ha algo de errado?
- Não André.
Normal? Normal ela não podia estar, me chamando de André. E mesmo me chamando de André, me puxava no meio da noite para abraçá-la quando estava assustada. Ficava horas acordada em silêncio, depois me agarrava, dizia ter tido um sonho ruim e queria APENAS colo.
Comecei a imaginar o que ela queria, Pietra queria apenas CORO isso sim. Toda aquela revolta era só carência. Tadinha, ela toda manhosinha e eu todo durão, Pietra gostava de carinho, sentava no meu colo e fazia cara de menininha, pedia, mordendo um dos dedos para eu cuidar dela.
Nas épocas em que eu percebia que ela se sentia carente, nas horas em que ela queria meu colo, meus carinhos, minhas ordens e minhas surras, a bandida se fazia de difícil, vai entender as mulheres.
E em uma noite, eu fiz exatamente o que a vadia queria, dei a ela com uma mão e tirei com outra.
Entrei no quarto de manha após o banho enrolado na toalha, ela enxugava os cabelos sentada na cama.
Hora boa para começar a provocar. Saí do quarto e liguei o aparelho de cd, Your body is a Wonderland, eu sempre colocava essa música quando queria agradá-la. Incrível como ela fazia tudo que eu mandava depois de ouvi-la. Tudo bem isso não era mentira, o corpo dela era sim meu Pais das Maravilhas, e vários detalhes da música que prefiro omitir agora também condiziam com a verdade.
Ela sorria ouvindo a música, eu a beijava de leve na boca, piscava meu olho esquerdo a cada vez que nossos olhos se cruzavam, ela começava a se derreter.
Sorria de cantinho de boca, mordia os lábios, e eu jogando.
Judiação, confesso que me deu dó. Imaginá-la com aquele rostinho bravo me deixava cada vez mais a fim de levar tudo adiante, afinal era praticamente um favor que eu faria, eu daria a ela motivos finalmente para ficar zangada.
À tarde voltei para casa sem ela, deixei tudo arrumado encima da cama e saí para andar, para me divertir imaginando tudo, e para esperar o tempo passar.
Por volta das 15:00 ela deveria chegar em casa e encontrar tudo em cima da cama.
Com certeza ela abriria a caixa, encontraria o vestido preto sem costas, o conjunto da mesma cor com borboletas amarelas de calcinha e soutien, a sandália, a pulseira de borboletas também. Ela ficaria animada, imaginaria a noite perfeita. Mas quem falou que a noite não seria perfeita? Ela seria perfeita para mim.
Em seguida ela iria correr para o closet, colocaria o vestido, ia ficar admirada com sua própria beleza dentro daquele pedaço de pano, sentaria no banquinho ainda dentro do closet e ia imaginar o que faria no cabelo, que perfume usaria, e como acabaria a noite. E só depois desses pensamentos ela encontraria o bilhete, dentro da caixa do vestido, embaixo da seda que o envolvia. Com todo o cuidado ela leria:
Pi, precisamos de uma noite perfeita, de um momento só nosso.
Coloque o vestido para mim, a sandália e a pulseira, quanto ao conjunto preto de calcinha e soutien, você só coloca se quiser...
E para finalizar, para que ela se derreter completamente, terminei o bilhete com um trecho da música:
...caramba gatinha, você me perturba, sei que você é minha, só minha, mas você é tão bonita que chega a doer, adoro ver você engatinhando em direção ao travesseiro, desfaça todos os seus grandes planos, nós vamos demorar.
Esteja pronta quando eu chegar em casa.
Te amo, Dé!
Cheguei em casa as 19:00, ela estava sim tão bonita que chegava a doer, o vestido caindo-lhe como uma luva, o maquiagem mínima, só lhe acentuando os traços fortes, as coxas firmes finalizando no tornozelo grosso, e aqueles pés lindos, dentro da sandália aberta, com todos os dedinhos à mostra. Era impossível controlar a ansiedade.
Entrei e lhe ofereci a minha mão, ela estendeu o braço, segurou minha mão com sua mãozinha fria e se levantou. Parei no portão e lhe mostrei o motorista dentro do carro.
- Dé?
- Não quero perder meu tempo dirigindo, quero curtir você toda, o tempo todo.
Ela ria, inclinava a cabeça para trás e gargalhava, e eu? Eu me segurando. Entramos no carro, indiquei ao motorista o lugar para onde deveríamos ir, como se nada tivéssemos combinado, bom ator o moço, apenas concordou com um sim senhor.
Jantamos, não demorou para Pietra confessar que não tinha colocado o conjunto de calcinha e soultien.
- Lamento querido, ele é lindo mas eu preferi vir sem, você aprova?
Concordei sorrindo, dizendo que tinha comprado por puro capricho e que eu estava torcendo para que ela não tivesse colocado. Saímos do restaurante, Pietra animada, eu, mais ainda. Entramos no carro e ela quis saber para onde iríamos dali.
- Surpresa gatinha!
Dessa vez não disse nada ao nosso motorista, ele já sabia bem aonde ir. Quando já estávamos num ponto mais afastado da cidade, um local quase sem movimento, comecei a beijá-la, tocá-la por baixo do vestido, metia a mão entre suas pernas e ela se esquivava me indicando o motorista. Eu ria alto, como se quisesse mesmo era chamar a atenção dele. Quando ela disse um para mais alto, ele pediu para ela se sentar de frente para ele porque assim ele não tinha a visão de sua buceta no retrovisor.
Pietra me olhou assustada, esperando uma reação nervosa minha, mais eu só ria, e continuava a tocar-lhe. Em seguida ele parou o carro.
- Desce. mandei com a voz mais ríspida.
Ela desceu irritada, deu a volta no carro e veio me encontrar.
- Você esta louco André?
Eu sabia que a reação inicial seria essa, lógico que ela se irritaria, mas Pietra não estava em condições de querer nada. Abri a porta do motorista para que ele descesse e a agarrei com força colocando-a sobre o capô do carro, afastei suas pernas e comecei a beijá-la apertando um de seus seios. O motorista desceu do carro e ficou olhando a cena de longe.
Beijava aquela boca com vontade, calando cada palavra que ela viesse a pronunciar, enfiava meus dedos dentro de sua bucetinha e sentia o corpo dela se retesar. Tirei-a de cima do carro e virei-a de costas, pressionava o corpo dela contra o carro e levantava seu vestido. Seu tronco todo estendido à frente e eu segurando-lhe na altura do pescoço para que ela não se levantasse. O motorista se aproximou, fez um elogio sobre sua bundinha e ela irada tentou se levantar. Ele se adiantou, depositou-lhe um barulhento tapa nas nádegas e mandou a cadela ficar quieta.
Pietra gemia de ódio, rangia os dentes e me mandava parar de gracinha. Gracinha era ela naquela posição. A bundinha à mostra, arrebitadinha, e começando a ficar vermelhinha. Ficamos por um longo tempo batendo naquela bundinha, metia a mão entre suas pernas, tocava sua buceta molhada e cutucava seu cuzinho sem muita força.
Pietra já começava a gemer diferente, começava a sentir tesão e deixava isso bem claro. Virei-a de frente para mim e o motorista entrou dentro do carro, sentando-se no banco deixando as pernas para fora e o pau livre das calças e da cueca.
- Você adora um pau na sua boca não é minha putinha?
- Hum rum. ela respondeu manhosa.
Levei-a até a porta do carro e mandei que apoiasse as mãos nos joelhos do motorista. Ela toda inclinadinha para frente, as mãos apoiando no joelho e a bundinha voltada para mim.
- Fica só olhando para o pau dele, sem chegar perto, sem chupar, se você se atrever, eu vou te dar um castigo dos grandes.
Ela só balançou a cabeça, olhava para o cacete do moço sentado à sua frente e mordia os lábios segurando a vontade. Dei mais uns dois tapas fortes naquela bunda e meti meu pau na sua bucetinha com vontade, com força, com pressa e sem dó. Ela gemia descontrolada, empurrava o quadril contra o meu e apertava os joelhos do rapaz com tanta força que a ponta de seus dedos já tinham perdido a cor.
Quando ela já começava a gemer mais alto, mandei:
- Anda cadela, cai de boca.
Ainda teve tempo de fazer charminho, ela balançava a cabeça negativamente, mesmo morrendo de vontade ela esperava. Dei dois tapas fortes em sua coxa e ela começou a resmungar. Devagarzinho, foi inclinando o corpo mais para frente, passava o rosto pelo pau sentindo o meu entrar-lhe buceta adentro e minutos depois ela não agüentou, caiu de boca e começou a chupar o rapaz com vontade. Fiquei ali por um tempo, entrando e saindo, vendo-a chupar aquele pau desconhecido com vontade. Peguei a no colo e coloquei-a sentada no capô do carro antes que gozasse. Amarrei seus braços acima da cabeça e prendi a corda.
Subi o seu vestido, tirando as alças, levando-o até a altura dos olhos. Segurei-a pelos cabelos e chegando perto dos seus ouvidos disse provocante:
- E agora Pietra? Quem vai te comer agora? Que tal os dois?
Enquanto eu falava, apertava seus seios, torcendo os bicos e batendo de leve, ela se contorcia a cada torturazinha, gemia nervosa, irritada. Entrei e sai de dentro dela várias e várias vezes, com intervalos de tempos cada vez maiores, ela realmente não tinha noção de que apenas eu a tocava. E acho que isso a deixava ainda mais excitada. Ela gemia, apertava a corda com as mãos e mordia os lábios com força.
O nosso falso motorista, que apenas observava tudo se tocando, deu a volta no carro, se abaixou e começou a dizer-lhe coisas no ouvido, e quando ele já estava quase gozando, enfiou o pau na boca dela e mandou ela chupar.
Ela chupava gemendo mais forte, eu sabia que ela não demoraria a gozar, tampouco eu. O rapaz tirou-lhe o pau da boca e gozou sobre seus seios ofegantes. Ela gemia descontrolada, me apertando dentro dela e eu gozava junto me maravilhando com a cena.
Quando ela se acalmou eu a soltei, mandei que ela se ajoelhasse na frente do carro, a luz dos faróis iluminando seu corpo. Seus seios lindos, sua bundinha vermelha, sua boca carnuda. Parei à sua frente e ela entendeu o recado, começou a me lamber devagar, em seguida começou a me chupar, com a boca molhada. O rapaz se aproximou e não precisou pedir nada, ela chupava os dois. Ficamos ali um longo tempo, ela me chupando, chupando o falso motorista, estava tudo perfeito, ela já tinha parado de reclamar, mas eu não queria gozar sem olha-la num showzinho particular.
Coloquei-a deitada novamente sobre o carro e mandei:
- Se toca que eu quero ver.
Ela me olhou maliciosa, abriu bem as pernas e começou a enfiar os dedinhos na buceta e no cuzinho, gemia tão lasciva, tão cadela que não demorou para gozarmos, novamente sobre o corpo dela. Deixei-a ainda deitada e fui me vestir, ela respirava fundo de olhos ainda fechados, em seguida vestiu a roupa lentamente e entrou dentro do carro. Me sentei ao lado dela, fiquei por um longo tempo acariciando-lhe os cabelos, tocando seus lábios, ela ainda estava ofegante, sorria de leve e me olhava doce.
- Pietra querida, você sabe que me deixou com raiva todos esses dias, sabe bem que mereceu tudo isso, mas não vou parar por aqui. Desce.
Ela desceu novamente, imaginando que eu fosse fazer mais alguma coisa, eu dei a volta no carro, coloquei um nota de 50 reais no meio de seus seios e disse sacana:
- Pega um táxi, ou então peça uma carona.
Ela ficou me olhando sem acreditar.
Entrei dentro do carro e ela com a mão na cintura começou a gargalhar. Saímos e Pi ficou para trás, morrendo de rir da própria situação.
Eu sabia que ela daria um jeito, tinha certeza que ela não pegaria carona nenhuma, e sim um táxi, sabia que no começo eu tinha deixado Pietra com muita raiva, mas eu tinha certeza também que no fundo ela tinha adorado toda a situação. Cheguei em casa e me deitei para esperá-la, é lógico que eu me preocupava, mas o cansaço era tamanho que nem percebi o momento em que eu dormi. Não vi Pi chegando em casa, não senti o seu calor do meu lado da cama. Tive a sensação estranha de que ela não se deitou. Acordei às 7:00 da manhã com o barulho de alguma coisa se quebrando, logo em seguida a porta da frente se abrindo. Me sentei assustado na cama e quando me situei de onde vinha o barulho me levantei e fui até a cozinha.
Quando olhei todos aqueles caquinhos no chão, não agüentei e cai na gargalhada, agora era a vez dela ir à forra. No chão, toda quebradinha estava a minha caneca preferida, que ela mesma tinha comprado, e no meio dos caquinhos, cuidadosamente colocado estava um bilhete com a letrinha linda dela.
...quando tudo foi feito para ser quebrado, eu só queria que você soubesse quem realmente sou."
Íris do Goo Goo Dools, ela tinha devolvido na mesma moeda, com o trecho de uma das minhas músicas preferidas.
Tivemos uma noite fantástica, amei cada momento seu filho da mãe, mas eu precisava deixar isso claro, não sinto pela sua caneca, até porque a quebrei de propósito, é um bom despertador não acha?
Te amo Pi