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Vou começar minha história relatando como sou. Tenho 27 anos, 1.78 de altura, sou magro e relativamente em forma. Não sou particularmente bonito nem tenho grandes atrativos, talvez, por isso mesmo, o que cultivo para chamar mais a atenção é uma vasta cabeleira. Não tenho calvície e nem entradas e sempre gostei de usá-los compridos. Na época em que tudo aconteceu eles estavam abaixo dos ombros. Tudo começou uma noite de sábado quando fui sozinho a uma boate badalada de minha cidade. Quando lá cheguei, após apenas alguns minutos, comecei a notar que uma bela morena de cerca de 30 anos e corpo escultural não tirava os olhos de mim. Me olhava de cima a baixo. Achei estranho a princípio, não que eu seja feio mas nunca um monumento daqueles havia me dado tanta bola. Após um drinque tomei coragem e fui para uma tentativa de conversa. Ao chegar mais perto ela continuou me examinando e falou que a muito tempo procurava um cara com as minhas características e em alguns minutos já estávamos em um papo animado. Após muita conversa e alguma bebida, descobri que ela se chamava Carla, era dona de um salão de beleza e que morava sozinha a pouco mais de 6 meses na minha cidade. Ainda dançamos, trocamos beijos e após algum tempo a convidei para ir ao meu apartamento. Ela gostou da idéia de ficarmos juntos aquela noite mas tinha que ser na casa dela para termos mais privacidade e por não nos conhecermos ainda muito bem. Não preciso dizer que topei na hora. Fomos então direto para sua casa, Carla morava em um belo casarão sendo que no andar térreo havia um grande salão de beleza. A parte de cima era a área residencial. Subimos e fomos direto para o seu quarto. Foi uma noite de delírio e prazer. Cláudia era uma mulher experiente e insaciável. Me agarrava com força e puxava meus cabelos. O que achei meio estranho foi a insistência em tentar enfiar o seu dedo no meu cu. A princípio resisti bastante mas após mais de duas horas na sacanagem comecei a deixar e no final já estava até gostando. Eu sei que após várias horas, dormi de pura exaustão, só acordando no outro dia com Carla trazendo uma bandeja para o quarto com um misto de café da manhã e almoço. Achei a mordomia ótima e quando fui me sentar com ela para comer em uma mesinha ela perguntou se eu ia comer daquele jeito, pelado. Que isto era falta de educação. Concordei com ela e imediatamente procurei minha calça para colocar. Foi aí que ela me disse que minha roupa estava toda suada, fedendo a cigarro e que ela tinha posto tudo para lavar. Como tinha uma secadora eu não me preocupasse pois logo estaria tudo pronto. Perguntei então a ela como iria me vestir e ela fazendo ar pensativo disse que tinha a solução. Pegou no armário um robe de seda estampado com prevalência para o rosa e uma calcinha na mesma cor. Me falou que era a única coisa na casa que me serviria e se não usasse estas roupas não comeria. Como estava morrendo de fome topei. Para completar me deu um chinelo com um pequeno salto do meu número. Achei que ela iria gozar muito da minha cara de me ver vestido assim, porém ela só me olhou muito séria e disse que achava que realmente havia tirado a sorte grande de me conhecer a noite. Durante a refeição ela pegou no meu cabelo dizendo que era lindo mas estava muito mal tratado e se eu quisesse, após comermos, iríamos ao salão para ela dar um jeito. Também topei na hora, alguém dona de um salão como o dela deveria ter muita experiência e estava adorando ficar na companhia daquela bela morena. A comida estava ótima, só achei o suco muito concentrado e meio amargo. Tentei beber pouco mas ela insistiu para beber todo o copo. Logo após comermos descemos rapidamente para o salão e ela dizendo que não queria perder sequer um minuto para iniciar o meu tratamento capilar. O salão era um show, além de enorme tinha todos os equipamentos que um profissional do ramo podia sonhar. Como era domingo estava absolutamente vazio. Ela disse que teríamos todo o dia naquele parque de diversão para brincar. Imediatamente me sentou em uma confortável cadeira, me colocou um avental plástico e pediu que eu aguardasse enquanto ela preparava alguns cremes. De repente comecei a sentir um forte cheiro como se fosse de amoníaco ou algo assim aonde ela preparava os tais cremes. Ao mesmo tempo comecei a sentir uma sonolência muito grande, antes de cair no sono a última coisa que me lembro era Carla começando a passar com um pincel uma pasta esbranquiçada e com o forte cheiro no meu cabelo. Acordei algum tempo depois, não sei quanto, com uma forte ardência na cabeça e também no rosto. Carla havia reclinado a cadeira e estava com uma pinça e uma grande lente de aumento arrancando pelos da minha sobrancelha . Perguntei, assustado, o que estava acontecendo e ela me explicou que eu devia ter cochilado alguns minutos e ela havia apenas tirado alguns fios desalinhados de minha sobrancelha e que como a minha pele do rosto estava também muito mal tratada, ela havia feito uma espécie de pelling leve e que para isso havia feito uma depilação profunda dos pelos de minha barba. Ao tentar me levantar para ver o que havia acontecido ela me deteve e disse que antes tinha que passar um creme no meu rosto e se eu levantasse iria estragar tudo. Ela passou o tal creme em todo o meu rosto, o que diminuiu um pouco o ardor. Em seguida pude levantar mas não vi nada pois o rosto estava coberto de creme branco e o cabelo coberto por uma touca de alumínio. Ela me levou então para o setor de lavagem de cabelo e após vários xampus e cremes me falou para fechar os olhos para eu ter uma grande surpresa. Após também retirar o creme do meu rosto, me levou para a frente de um grande espelho e mandou que eu abrisse os olhos. Quando me vi levei o maior susto da minha vida. Ela havia pintado meu cabelo que era castanho escuro de um loiro dourado claro, super feminino. A pele do meu rosto estava macia e sem um resquício de barba. Minhas sobrancelhas estavam finas e arqueadas, uma pequena linha de cada lado. Fiquei chocado. Aí entendi o gosto forte do suco, deveria haver um sonífero nele. Implorei para ela repintar meu cabelo na cor original. Como poderia sair para a rua naquela situação? Ela me disse, então, que tudo aquilo era perfeitamente reversível, menos a sobrancelha, mas que era um sonho da vida dela ver um homem transformado daquele jeito, que ela ao final do dia iria resolver o problema, que eu não me preocupasse e disse que se brigasse com ela teria que sair daquele jeito mesmo. Refleti um pouco e resolvi continuar mais um pouco naquela situação para ver aonde tudo aquilo acabaria. Afinal sempre tive curiosidade a respeito do universo feminino. Ela felicíssima então continuou minha produção. Primeiro cortou meu cabelo de uma forma mais feminina, em seguida enrolou todo ele com bobes médios. Comecei a sentir novamente a situação fora de controle. Após isso ela me levou a uma sala isolada e disse que agora iria depilar todo o meu corpo. Aí perdi completamente a paciência e falei que tudo tinha ido longe de mais. Que depilação eu não faria. Ela então me pegou pela mão e me levou para um canto do salão aonde existia uma televisão. Ao liga-la me deparei com a minha imagem vestindo um robe cor de rosa, sandália de salto, bobes nos cabelos pintados de louro e sobrancelha fina. Ela falou que havia um circuito fechado no salão, que a fita estava sendo gravada em outra casa e se eu não seguisse as suas ordens ela mandaria a fita para todos os meus amigos. Fui derrotado, não havia salvação, estava na mão de Cláudia e tive que continuar obedecendo suas ordens. Sentí que a cada momento que ficava mais feminina, Cláudia ficava mais excitada. Ela me depilou completamente com cera quente. Só quando chegou na região do ânus usou uma gilete. Quando estava terminando não resistiu, passou um creme no meu cu e enfiou dois dedos. Eu queria morrer de vergonha. Acho que ela quase morreu de prazer de me ver naquela situação. O próximo passo foram as unhas, ela começou a fazer meu pedicure e pintou as unhas dos pés de um vermelho intenso. Em seguida passou um bom tempo colocando unhas de silicone em minhas mãos e as pintou com o mesmo esmalte dos pés. Depois de quase pronta a minha produção, ela me aparece com um sapato de salto tipo agulha e preso por tirinhas e me obriga a coloca-lo para ir treinando. Derrepente percebo uma coisa. Tento pegar as coisas mas fica mais difícil por causa das unhas, sinto a cabeça apertada pelos bobes e ainda um pouco ardida, caminhar se torna um suplício por causa do salto alto. Como as mulheres sofrem para se produzir. O próximo passo foi a maquiagem, segundo Carla sua especialidade. Ela demorou quase uma hora. Tive direito a cílios postiços, muita base, himel, blush, sombra, delineador, enfim, toda a parafernália para tornar o meu rosto o mais feminino possível. Para encerrar a maquiagem um batom vermelho na mesma tonalidade do esmalte. Quando encerrou a maquiagem Carla suava de tanto tesão. Me proibiu de olhar no espelho e subiu novamente para buscar minhas roupas. Voltou imediatamente e começou a me vestir. Primeiro colocou uma calcinha preta de renda bem apertada para, segundo ela, meu pau ficar o mais escondido possível. A calcinha entrava na minha bunda. A seguir colocou um espartilho de seda preta e apertou firmemente as cordas que estavam atrás. Com isso ganhei uma cintura bem marcada e minha bunda ficou mais arrebitada. Em seguida ela me ajudou a colocar meias 7/8 pretas de seda com um risco atrás em seguida prendeu as meias em uma cinta liga. A próxima parte foi a colocação de um sutião com enchimento bastante anatômico. Para terminar um vestido também preto, colado ao corpo e com grandes fendas na lateral que deixavam ver minhas pernas e parte da cinta liga. Coloquei novamente o salto agulha e para arrematar brincos dourados de pressão, uma gargantilha também dourada e anéis com pequenas jóias. Carla finalmente tirou os bobes e arrumou meu cabelo colocando uma presilha na lateral. Carla, tremendo e quase chorando, disse para mim que finalmente eu estava pronta e que ela havia produzido uma verdadeira obra prima. Finalmente pude me ver em um espelho de corpo inteiro. Era inacreditável, Carla havia me transformado em uma loira cinematográfica destas de fechar o comércio. Quem me visse jamais pensaria que a algumas horas atrás eu era apenas mais um homem sem grandes atributos. Carla me mandou, então, ficar no salão treinando andar com salto alto enquanto ela se arrumava, após cerca de 45 minutos ela me chamou para a parte de cima da casa. Ao chegar encontrei Carla vestida com uma roupa de couro super apertada, a cintura bem marcada, maquiagem pesada e muito bonita. Ela me fez sentar em um sofá, me serviu champanhe e ficamos em uma gostosa conversa aonde ela me ensinava uma série de coisas como sentar, andar e me portar como uma verdadeira mulher. Algumas vezes me beijava, eu gostava de sentir os meus lábios com batom encostando nos lábios dela também pintados. Após mais de 1:30 bebendo, conversando nos beijando e fazendo pequenos toques Carla me fala: “está na hora de borrar a maquiagem”, não entendi a princípio. Ela pegou um lenço de seda preto e me vendou fortemente, em seguida amarrou minha mãos na parte de trás das costas, comecei a ficar preocupado e na hora que tentei protestar, Carla colocou uma bola em minha boca e a amarrou atrás da nuca. Em seguida, me encostou em um sofá e amarrou meus cotovelos e passou cordas em torno do meu peito e ventre. Com isso estava completamente imobilizado da cintura para cima. Foi então que Carla falou novamente: Chegou a hora de você pagar toda a sua produção e todo o meu dia de trabalho. Nunca havia me sentido na vida em uma situação como aquela, comecei a ficar realmente com medo. Carla, então me levou para um quarto da casa que não conhecia, estava desorientado, não sabia o que iria acontecer. Carla me colocou todo amarrado em uma espécie de cadeira e começou a me prender. Em seguida tirou a parte de baixo da saia que estava usado e também tirou a calcinha. O próximo passo foi amarrar minhas pernas abertas em dois suportes da cadeira, descobri então que estava em uma espécie de maca ginecológica. Comecei a me debater e a gemer de preocupação, Carla só falava “calma meu benzinho, a Carlinha aqui vai só fazer um pequeno tratamento em você, você precisa aprender a gostar de sua nova situação, você a partir de agora vai ser só chamada de Fernanda e tem uma dona que sou eu. Eu não sabia o que fazer, me debatia, tentava me soltar e não conseguia. A primeira coisa que aconteceu em seguida foi que senti um gel gelado em minha bunda, em seguida senti a penetração de um alguma coisa de borracha grossa em meu cu, doeu um bocado. Ela me falou que o nome daquilo era plug e serviria para dilatar um pouco o meu ânus. Ela prendeu o tal plug com fitas adesivas e disse que era para o caso de eu querer expeli-lo. Após isso ela me falou que me daria uma injeção e que era para eu ficar absolutamente quieta para não quebrar a agulha. Sentí uma picada em minha coxa na parte de dentro e logo um forte calor seguindo de formigamento se espalhando pelo meu corpo. Em seguida uma incrível sensação de relaxamento se apossou de mim, também notei que a minha sensibilidade ficou a flor da pele. Se Carla só me tocasse era como se tomasse um choque elétrico . Ela me explicou que estava me dando um coquetel de drogas para aumentar minha sensibilidade sexual e aguçar meus sentidos. Após isso Carla começou a colocar eletrodos em certas área sensíveis do meu corpo como mamilos o saco e a região entre o cu e o pau, até os lóbulos de minhas orelhas receberam eletrodos. Em seguida começou a mexer em uma pequena bomba que inflou e dilatou mais ainda o plug no meu cu. Descobrí, também, que o plug vibrava e sensível como estava comecei a ter uma forte ereção. Carla também começou a mandar impulsos elétricos para os eletrodos. Como estava completamente imobilizado, amordaçado e vendado, ainda por cima dopado pelo coquetel de Carla, nunca pensei que fosse possível viver uma sensação igual aquela. Após alguns minutos tive um prolongado extase sexual como jamais pensei ser possível, os gozos vinham de forma contínua e repetitiva, acho que foram mais de dez. Carla, durante todo o tempo dos gozos mudava de posição os eletrodos, tirou o plug de minha bunda e me comeu usando um enorme consolo . Enquanto gozava também me lembro de Carla em cima do meu rosto e eu lambendo sua buceta através de uma nova mordaça em forma de anel, só o cheiro de sua bucetinha fez com que eu gozasse umas duas vezes. Acho que desmaie de puro prazer e exaustão após algumas horas nesta situação. Acordei no outro dia com o corpo todo dolorido e pensando que estava despertando após algum pesadelo. Fui pouco a pouco abrindo os olhos e ao ver minhas mãos pude perceber o esmalte vivo nas unhas compridas e os pulsos ainda marcados pelas cordas. Sinto algo incomodo na minha genitália e quando olho para baixo descubro estar usando um cinto de castidade preso por um cadeado. Aquilo me permitia apenas urinar mas não permitia ereções. Para arrematar Carla havia me deixado dormir com um plug enfiado no cu e preso pelo cinto. Meus cabelos, agora loiros, estavam presos por um lenço em uma touca, coisa que vi a minha irmã usar várias vezes. Comecei a chorar desesperado e ao tentar sair do quarto, descubro que a porta está trancada. Bato com força e só então vejo Carla abrir uma pequena portinhola que só mostrava sua cabeça e começa a me explicar: “Fernandinha, primeira regra, não bata com força na porta pois você pode com isso quebrar as unhas que dão um trabalhão para colocar, segunda regra, não grite por que senão vai ficar rouca e com a voz muito feia, além disso não vai adiantar ninguém vai ouvir, só eu. Terceira regra, não tente fugir, se tentar além de ter fortes punições físicas, vai ficar amarrada, amordaçada e vendada mais tempo que o necessário. Você agora é totalmente minha, minha propriedade e como tal disponho de você como bem entender. Sei que ainda está um pouco rebelde mas seu adestramento será bem rápido. Lembra de ontem à noite como foi bom? Hoje será ainda melhor só que você vai ser treinada para ter prazer ao me ver ter prazer. O coquetel que lhe dei ontem à noite contém uma rara mistura de hormônios e drogas excitantes, pena que vicia, hoje à noite você já vai estar sentindo falta dele". Ao ouvir a história corri para a portinhola tentando agarrar Cláudia, ao chegar perto recebi uma borrifada de gás que me deixou completamente grogue. Quando dei por mim, Cláudia havia me colocado uma camisa de força, me amordaçado e me prendido na cama. Ao sair avisou que me deixaria assim por algum tempo para eu refletir sobre a vida. Após algumas horas, não sei quantas, não agüentava mais de vontade de ir ao banheiro. Claudia então apareceu e antes de me soltar me fez prometer obedece-la, caso contrário voltaria a imobilização e teria que fazer as necessidades amarrado mesmo. Tive que aceitar e enfraquecido obedeci. O dia foi passando, Claudia tirou também o plug anal e fui alimentado, quando começou a escurecer comecei a ter estranhas sensações, a boca ficou seca e lá pelas dez da noite estava bastante nervoso. Claudia me pegou pela mão e disse: “vamos Fernandinha, vamos continuar o treinamento”. Eu a acompanhei quase sem esboçar reação. Novamente fui amarrado a maca ginecológica desta vez sem a venda, só com a mordaça. Pude ver Claudia preparar a injeção com o coquetel e comecei a suar só de pensar nas sensações que viriam. As sensações vieram novamente em torrentes, Cláudia me obrigava a chupa-la toda durante horas e só isso me excitava terrivelmente. E assim foi durante vários dias. Não era mais preciso me amarrar, eu estava completamente dominado física e psicologicamente. A droga me viciara completamente e comecei a sentir alguns efeitos estranhos. Meus seios ficaram doloridos e começaram a crescer, minha pele e cabelo começaram a ficar mais macios ficou mais fácil minha depilação e os pelos do rosto começaram a desaparecer. Já não tinha tantas ereções como antes. Descobri que a formula da droga era forte em hormônios femininos. Também neste período fui sendo ensinado a cuidar de minha própria aparência. Claudia cada vez menos fazia as coisas para mim e me obrigava sobre pena de severos castigos, a me produzir sozinho e estudar técnicas de estética super modernas. Com o coquetel de drogas e o treinamento aprendi a amar e respeitar Cláudia como a uma deusa. Após três meses de tratamento e aulas, Cláudia começou a me levar para trabalhar no salão. O incrível é que nenhuma das clientes me reconhecia como homem ou travesti. Claudia realmente me transformou em uma mulher. Notei que ela me exibia com orgulho e todos pensavam que tínhamos um caso, o que não deixa de ser verdade. O próximo passo foi modificar sistematicamente o coquetel de drogas. A parte que aumentava minhas sensações e estímulos sexuais e, portanto, mais viciante, foi sendo reduzida. A princípio estranhei, mas fui me acostumando e continuei a ter uma vida sexualmente estimulante com minha deusa. Após um ano não havia mais nada que lembrasse que um dia havido sido um homem, a não ser meu pau. Cláudia resolveu que estava na hora de minha pós graduação no curso que havia me dado. Com isso, então, Cláudia me pagou uma operação de mudança de sexo. Hoje trabalho em um belíssimo salão, sucursal do da Cláudia, em outra cidade. Sou muito bem sucedida no meu ramo e estou com uma vasta clientela. No momento estou em uma boate da moda observando um rapaz de cabelos longos e sedosos, ele não tem outros grandes atrativos. Sinto que ele me devora com os olhos. Dependendo da conversa, vou leva-lo para casa e iniciar um tratamento nele. Estamos precisando aumentar nossa rede de salões e está tão difícil encontrar gente preparada e de confiança hoje em dia, não é verdade?