Back to Browse
A Marca de Um Bom Dono
Chegou finalmente o dia prometido: ele iria gravar em mim seu símbolo de propriedade... De joelhos e bem amarrado à cadeira com meu corpo desnudo da cintura para baixo, eu olhava cheio de aflição e angústia o braseiro ao lado, onde o emblema de metal na ponta do ferro marcador, estava rubro e incandescente... Minhas bundas brancas,redondas, lisas era o alvo para o ferro em brasa. Indefesas e besuntadas de óleo perfumado, iriam virar lombinho frito de piranha, nos seus comentários impiedosos.
Vi o "vôo do pássaro "de fogo em direção ao meu traseiro... O pouso foi fatal na polpa de minha nádega esquerda... A dor foi pavorosa e lancinante! Meu uivo se tornou num urro gutural, sufocado, gorgolejante de fera em agonia... Cheguei a ouvir o tétrico chiar das carnes frigindo. Cheguei a sentir o cheiro de carne queimada... De churrasquinho de bunda!
Uma semana sem poder sentar, sem deitar de costas... Curativos 3 vezes ao dia. A ferida fechou! Ficou só a pequenina cicatriz com a marca de meu dono... Prá durar bastante. A vida toda talvez...
Doeu, sim...Muito! Sofri como escrava que sou por instinto natural-masoquista. Por isso senti prazer no sofrimento, gozei chorando e ardendo em febre de emoção... E, depois, o orgulho, a vaidade de exibir a bunda marcada pelo dono de verdade.