Back to Browse
O Nascimento de Uma Domme
Uma mulher de aproximadamente 40 anos, não bonita mas com seus atrativos especiais.
Uma vida normal com seus sucessos, problemas e suas fantasias. Fantasias que estavam no seu coração, na sua alma, na sua pele, mas que por morar em uma cidade do interior, dificilmente realizaria.
Tarde de agosto, frio onde ela mora. Supermercado cheio.
Depois de passar as compras no caixa, ela percebe que tem sacolas demais pra carregar. Procura por alguém que a ajude, sem sucesso. Pega suas sacolas e saí. Ao chegar na porta, um rapaz, moreno, olhos claros, de pouco mais de 20 anos se aproxima e diz:
- Senhora, posso ajudar?
Ela sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Aquela forma de falar....
- Sim, pegue estas que são mais pesadas.
E foi dirigindo-se ao estacionamento. O rapaz acompanhando-a. Ele ficava sempre atrás dela. Acomodaram as compras no carro.
- Senhora, quer ficar com o número do meu telefone? Quando precisar de mim é só chamar, por favor.
Ela anotou o nome dele e o número. Estava atônita.
- Será? Não pode ser, seria muita sorte...
Na semana seguinte, sua família viajou e ela ficou só em casa. Pensamentos teimavam em povoar sua mente.
- Ligo? Vou ligar...
Ele a atende e ela diz que está só que precisa fazer umas coisas em casa e quer ajuda, passa o endereço a ele. Trinta minutos depois ele chega carregando uma mochila.
- Entre, ela ordena.
Ele, com o olhar baixo e a meiga diz:
- Obrigado Senhora por me chamar, estou a sua disposição.
Ela treme, sente vontade de chorar. Será que seu sonho está se realizando?
- O que você tem nesta mochila?
Ele abre, e começa a tirar, cordas, algemas de couro, vendas, correntes, coleira e um consolo. Ela tem medo de estar sonhando, nem sabe como usar tudo aquilo, mas tinha certeza que seu instinto a guiaria.
Sentou no sofá e ordenou que ele lhe tirasse a sandália e fizesse uma massagem em seus pés, com a língua.
Prontamente ele ajoelhou-se em frente a ela e começou a tirar sua sandália e passar a língua lentamente nos seus pés, nas solas, entre os dedos chupando-os um a um.
Ela estava em êxtase. Não acreditava no que estava acontecendo.
Pegou uma coleira com uma corrente entre as coisas, colocou no pescoço dele e ordenou que ficasse nu. Ele tirou toda a roupa e ela o conduziu ao quarto como um cachorrinho.
- Deite na cama.
Ele deitou de costas e ela amarrou suas mãos na cama, fez o mesmo com as pernas, abertas. Ele não falava nada, ali quieto, com um brilho nos olhos. Ela o vendou, beijou sua boca e depois o amordaçou. Foi deslizando as mãos pelo seu peito, cravando as unhas e deixando vermelho por onde passava. Tocou com a língua seu pênis que reagiu imediatamente e ela deu um tapa, pois não havia permitido isto.
Ele apenas emitiu um gemido tímido. Durante algum tempo ela ficou beijando, lambendo, mordendo e batendo nele a cada tentativa de ereção. Depois soltou-o. Tirou sua mordaça e o beijou. Ele tentou retribuir o beijo e levou um sonoro tapa no rosto.
Seus olhos cheios de lágrima de tesão. Ela sentia-se cada vez mais uma Dominadora. A Domme que havia dentro dela estava criando vida, nascendo neste momento.
Ela colocou em prática algumas coisas que sabia apenas na teoria, pegou as cordas e foi amarrando, fazendo um Shibari simples, com seus braços ao longo do corpo, totalmente imobilizado. Deitou-o de costas e colocou o cinto com o consolo e o fez chupar como se ela fosse seu homem. Ele relutou, levou mais alguns tapas na cara e acabou tendo na sua boca aquele consolo. Ficou um bom tempo vendo-o chupar com vontade. Depois, virou-o de bruços, amarrou uma perna em cada lado da cama, e pegou a único coisa que era dela: um chicotinho de tiras finas de couro. Começou a bater de leve nas costas dele, na bunda e aos poucos foi aumentando a força aplicada, e ouvia seus gemidos, agora mais altos, sem pudor. Quanto mais ele gemia mais ela batia. As marcas estavam visíveis. Encostou o consolo em sua bunda e o viu estremecer. Ele dizia:
- Por favor senhora não!! Isto não!
Ela sabia que ele queria.
- Isto sim menino, aliás minha menina. Pois é o que você será agora: minha menina, minha putinha.
Fez com que ele levantasse um pouco a bunda e carinhosamente passou a língua, chupou e meteu-a nele para prepará-lo para o que viria a seguir. Ele estremecia, quase chorava.
- Então minha menina, preparada?
Ele quis responder e ela o amordaçou.
- Chega de falar, quero ouvir apenas seus gemidos ao me dar prazer.
Foi colocando o consolo nele e foi pressionando, devagar no início, e depois com mais força. Ele se debatendo, tentando escapar. Será? Não, ele queria era mais.
Então forçou e o consolo ficou todo dentro dele. Ela fazia movimentos mais fortes e dizia que ele não poderia gozar. Ele gemia alto. Ela ficou um bom tempo assim, possuindo-o, realizando seu mais profundo desejo.
Soltou suas pernas e o virou de costas. Levantou-as e amarrou na cabeceira da cama deixando-o com as pernas erguidas. Mais uma vez o penetrou e mandou que ele gozasse, que ela queria ver seu orgasmo enquanto ela o penetrava.
Ele, sem se tocar e sem ser tocado, gozou. Foi a visão mais linda que ela teve em toda a sua vida.
Ela o soltou, ele tomou um banho, vestiu-se, arrumou suas coisas. Ela o beijou e disse:
- Pode ir menino, quando eu precisar, chamo você.
Ele respondeu apenas:
- Sim senhora. Vou estar esperando.
Ele sai, ela fecha a porta, incrédula ainda. Para ela, tudo poderia acabar neste momento, pois havia realizado seu sonho. Mas ela sabia que ainda teriam muitos momentos como este.