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Cenas Não Diárias de Uma 24X7 I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Chego à casa Dele após um cansativo dia de trabalho, O saúdo feliz e Ele me recepciona com um tapa no rosto bem forte, depois, puxa meu cabelo fazendo-me olhá-Lo nos olhos, aproxima Sua face da minha e ordena-me num sussurro imperioso: - Tome um banho bem caprichado e me espere nua, deitada de bruços no quarto. Arrepio-me toda num misto de tesão e ansiedade. O quê se passa na mente Dele? Como uma boa submissa, cumpro Sua determinação de imediato, sem questionamentos: tomo um longo banho lavando meus cabelos, perfumo-me com Sua essência favorita e penteio-me, a fim de ficar agradável a todos os sentidos Dele. Após o banho, caminho de forma felina em direção ao quarto, engatinho sobre a cama e deito de bruços O aguardando, meu sexo úmido, túrgido de prazer em ser usada como um brinquedinho ao bel prazer de quem respeito, obedeço e agrado. Logo, o Mestre chega, fecha a porta atrás de si, ordena-me que conte alto e começa a deliciosa tortura com o cane em minha bunda: uma, duas, três, ..., cinqüenta dadas com força. Os vergões podem ser vistos de forma bem clara em minha pele alva e delicada. Lágrimas vertem por meus olhos, mas, em nenhum momento, pensei em usar a "safeword", pois sabia que podia agüentar (e Ele o sabe melhor que eu) e também para não cortar o prazer Dele, pois minha preocupação é única e exclusivamente com o bem estar total e completo de meu Amo e Senhor. Após a doce tortura, Ele escorregar, suavemente, Sua mão sobre as marcas, fazendo-me tremer num frenesi de prazer. Ele vai acariciando suavemente minhas nádegas, fazendo-me gozar e gozar e gozar... Depois, Ele se levanta e começa o jogo com as tão desejadas velas: velas pequenas e velas grandes, Ele escorre a cera sobre meu corpo inteiro, cada gota, um misto de prazer e dor que me leva à loucura, que me deixa molhada e felina. Vou me contorcendo, gemendo e gozando. A sensibilidade subindo à pele. Mestre dá-se por satisfeito tão somente depois que cobre meu corpo por inteiro. E para tirar a cera? Amo usa a chibata batendo, raspando, torturando-me, enlouquecendo-me... Depois, a chibata é substituída pelo espanador, um bom Mestre cuida de Sua peça, a deixando limpinha para novo uso. Ele me espana, ora suavemente, ora com força, chamando-me a sensações diversificas e antagônicas; mas ambas, prazerosas. O próximo instrumento de tortura para mim e deleite Dele é o chicote longo. Ele começa devagar, pois meu corpo ainda está sensível com o toque da cera quente, mas, não por muito tempo. Logo, Ele começa a bater com mais intensidade, usando toda Sua força, o chicote zunindo no ar e estalando em minha pele alva, levando-me ao limite. A safeword querendo sair, mas a seguro na garganta, pois sei que posso ir um pouco mais além e escuto Seu valioso conselho sussurrado em meu ouvido como uma doce carícia: "Sinta a dor, a deixe passar por seu corpo. Não se trave que é pior.". Concentro-me e Ele volta com força total com o chicote em minhas costas, nádegas e coxas. Esforço-me para seguir Seu conselho e o Mestre forçando meu limite, deleitando-se com minha obediência, com minha dor/prazer e satisfeito em ver o resultado de Seu adestramento. Ele me chicoteia até estar devidamente saciado e a ardência pós-chicotada é tesão puro. O fogo do desejo arde em mim, não só nos vergões da tortura, mas queima em meu sexo. Amo também arde em desejo em ver Seu trabalho dando frutos e, num ímpeto, exercendo Seu direito de posse, de Dono de meu corpo, me vira e me possui com ardor e continua nesta forma selvagem para meu prazer até Ele julgar que gozei o suficiente. Com sorriso sádico, que sempre me arrepia a alma, Amo coloca-me de quatro e, num só golpe toma meu ânus. A dor é enorme e Ele delicia-se com meus gemidos e lágrimas e continua me possuindo de forma selvagem, puxando meus cabelos e puxando meu corpo para cada vez mais perto do Seu, possuindo-me cada vez mais fundo e forte, sem se importar com minha dor, até Seu merecido gozo. Esta é somente uma palhinha do que acontece no Domínio do Mestre, a quem devo minha obediência, disponibilidade e lealdade.