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Estuprada 3 - Fodida Contra a Vontade é Melhor?
Nina continuava ali, amarrada naquele pau-de-arara improvisado. Cabeça para baixo, os joelhos dobrados sobre a barra de ferro presa entre os batentes da porta, os pulsos atados diante de seus tornozelos. Ela acabara de ser violentada novamente. Mas eu ainda queria mais. Ter Nina subjugada daquela maneira era um desejo antigo. E perceber que ela gostava da brincadeira era um delírio. Coloquei o puff novamente debaixo daquela bela mestiça mignon para aliviar o estrago feito pela força da gravidade. Queria que Nina pudesse descansar um pouco pois ela deveria ter forças para continuarmos nossa brincadeira por mais algum tempo. Em seguida, lhe retirei a mordaça em forma de bola de dentro de sua boca. Nina arfou aliviada. Depois, provocou:
- Seu grosso! Estúpido! Selvagem! Eu te odeio!
- E eu adoro que você me odeie, respondi.
- Me solta! Me tira já daqui!
- Mas a gente mal começou a se divertir e você já quer parar? Respondi com cinismo.
- Você quer me comer? Eu deixo. Me solta que eu deixo você fazer o que quiser comigo.
- Eu já estou fazendo o que eu quero com você. Você ainda não percebeu?
- Com as mãos livres, eu posso ser muito mais carinhosa com você. Eu sei fazer um homem sentir prazer.
- Eu notei. Me dá muito prazer de estuprar. Olha só o que eu reservei pra você.
Dizendo isso, fui até a minha maleta de apetrechos de sadomasoquismo e exibi para Nina uma mordaça em forma de pênis. O pênis era introduzido na boca da vítima, abafando seus gemidos.
- Tá vendo que mordaça interessante? Esse pênis de silicone aqui fica dentro da sua boca.
- Não põe isso na minha boca, por favor! É muito grande! Não vai caber. Minha boca é pequena.
- É - reconheci - Ele é bem comprido, né? Tô com uma curiosidade... Será que a ponta desse pênis encosta na sua garganta? Qual será o tamanho do pau que cabe nessa sua boca? Vamos ver?
- Não! Não faz isso! Por favor! Mmmmmmffff!
Enfiei o pênis da mordaça dentro da boca de Nina, abafando suas súplicas para que eu não o fizesse. Pude sentir que o pênis a calou fundo. Devia ter cerca de 6 centímetros. Não o suficiente para que ela engasgasse. Mas o bastante para incomodar um bocado. Voltei ao banheiro onde embebi uma toalha com uma razoável quantidade de éter. Fui até Nina, novamente.
- Tá vendo esse pano? Vou precisar tirar você novamente de ação para preparar a nossa próxima brincadeirinha.
Nina se sacudiu toda, amarrada ao pau-de-arara. Ficar inconsciente, naquela situação, realmente não a agradava. Nina era uma mulher forte, que gostava normalmente de ter o controle da situação. Ser fodida contra a sua vontade foi algo que a excitou de início, tanto que ela consentiu de certa forma em entrar naquele jogo. Mas era perceptível que ela começava a ficar preocupada com a dimensão que a coisa estava tomando. Ela havia sido gravada nua, amarrada e amordaçada com uma cenoura enfiada no seu cuzinho rosa e delicado. Nina era uma jornalista séria e ter uma imagem como aquela divulgada na internet era algo que realmente a assustava, mesmo que fosse a prova de um crime. Mas Nina não teve muito tempo para pensar nisso. Alguns minutos depois de eu pressionar a toalha sobre o seu rosto, ela já estava grogue, quase inconsciente.
Aproveitei para desamarrá-la do pau-de-arara improvisado. Com outra toalha úmida, limpei o seu sexo, seu rego, seu cu. Depois, me deliciei em vestir em Nina um maiô cavado ao extremo nas laterais, que subia à altura de suas costelas e que, atrás, se enfiava no meio de suas nádegas deliciosas. Eu queria muito aproveitar a visão privilegiada daquela bunda deliciosa e bem formada. E que coxas tinha aquela mestiça, aquela japa de corpo tão brasileiro, de curvas tão generosas e insinuantes. Carreguei Nina no colo até a minha cama e a amarrei ali: de bunda para cima, pernas e braços bem abertos, atados aos pés do móvel. Posicionei mais uma vez a filmadora para gravar a minha prisioneira em mais uma posição humilhante, sentei-me em uma cadeira de frente para as pernas abertas daquela japinha e fiquei ali, admirando aquele rabo delicioso, enquanto aguardava que a minha vítima acordasse novamente.
Alguns minutos depois, Nina voltava a se contorcer, de início, lentamente. Emitia seus primeiros gemidos, com a boca preenchida com o pênis de borracha da mordaça. Sem duvida, era uma posição bem mais confortável que o pau-de-arara. Mas não menos humilhante para ela, nem tão pouco, menos deliciosa para quem assistia a cena de camarote, como eu.
Quando vi que ela iria despertar, posicionei um grande espelho bem ao lado dela, para que Nina pudesse ver a sua imagem refletida do jeitinho que ela estava. Ela logo começou a mexer-se com mais violência, ao perceber que estava presa novamente. Começou a urrar alto. Tive que ligar o som novamente, ou, os vizinhos certamente escutariam. Corri até ela e disse eu seu ouvido:
- Que bom que a minha vadia acordou. Olha só como você fica deliciosa vestindo apenas esse maiozinho, amarrada com a bundinha pra cima, desse jeito.
Segurei o rosto de Nina e voltei os seus olhos para o espelho. Nina pode se ver refletida ali. Seu corpo semi-nu sobre a cama, usando aquela peça de banho que ressaltava as suas curvas era quase que uma obra de arte sado-masô. Nina era pequeninha, mas tinha um corpo proporcional e quase perfeito. Então para o meu total delírio, Nina começou a se contorcer de forma quase sexual. Pesinhos esticados em ponta, ela torcia as pernas para um lado, depois para o outro. Mexia a sua bunda, fazendo o maiô já muito cavado, enfiar-se ainda mais pelo seu rego. Levantava a pélvis como podia, revelando a buceta que estufava a lycra da parte debaixo de peça de banho. Eu poderia gozar várias vezes só de olhar para aquela mulher fingindo tentar livrar-se das cordas daquela maneira. E ela fazia tudo isso enquanto gemia e olhava para mim com uma cara de súplica. Tentava dizer um: Me solta abafado pela mordaça. Eu fui ficando cada vez mais louco de tesão. Mas não queria comer Nina ainda. Queria judiar um pouco mais da minha escrava.
Peguei um pedaço de corda, dobrei no meio e passei pela cintura de Nina, por baixo dela, na altura de sua cinturinha delgada. Passei a corda em volta de sua cintura e fiz a extremidade com as pontas soltas passar por dentro da outra extremidade, dobrada. Puxei a ponta da corda com força, pelo meio da bunda de Nina, continuando pela sua buceta, subindo até a altura de seu umbigo. Fiz a corda dar uma volta por dentro da parte que apertava a sua cintura, e puxei novamente para baixo, dando outra volta por entre suas pernas, pelo meio da sua buceta e do seu cu. Finalmente, amarrei a ponta da corda às costas, na cintura.
Com as cordas enfiadas no meio de seu sexo, forçando seu clitóris, Nina enlouqueceu. Passou a rebolar, a se roçar na cama. Seus movimentos foram ficando mais rápidos, assim como os seus gemidos mais altos.
Quando senti que ela estava próxima de gozar, passei as mãos por debaixo dela, por dentro de seu maiô, alcançando os biquinhos de seus peitos, que comecei a apertar e torcer. Nina quase urrava de dor e prazer. Eu apertava seus mamilos com mais e mais força. Ela se contorcia cada vez mais rápido. Nina gemia como um animal. Saí de cima dela e comecei a dar tapas com força em suas nádegas. Tapas cada vez mais fortes. E pude ouvir o grito abafado de Nina: Eu vou gozar! Eu vou gozar!
E, assim, a japa mignon teve outro orgasmo.
Tratei de tirar a mordaça da boca de Nina e enfiei a minha língua por entre os seus lábios grossos, beijando-a com violência. Ela correspondeu, sugando a minha língua. Em seguida, desamarrei as cordas de sua cintura, tirei o pênis que era encaixado na mordaça, e o enfiei na buceta molhada de Nina, para logo na seqüencia, enfiá-lo novamente na boca da mestiça, fazendo Nina sentir o gosto do seu próprio sexo umedecido. Deixei aquele penis dentro da boca de Nina por alguns minutos. Depois, tirei de vez a mordaça. Desamarrei dos pés da cama as cordas que prendiam seus pulsos e os seus tornozelos.
- Agora, dança pra mim, putinha. Dança gostoso como a vadia que você é.
Nina ficou de pé sobre a cama, e começou a rebolar pra mim. A passar as mãos pelos seus cabelos. Depois, por entre a parte interna de suas coxas. Puxou as laterais do maiô minúsculo, enfiando-o gentilmente por entre seus lábios vaginais. Insinuante, ela desceu da cama e foi até a minha maleta de apetrechos. Sem parar de dançar e rebolar sensualmente para mim, ela tirou de dentro da maleta outra mordaça. Uma em formato de anel. Exibiu a mordaça para mim e, em seguida, colocou o anel de couro dentro de sua boca e afivelou a mordaça em volta da sua nuca. Esticou sua língua por entre o anel da mordaça. Passou a gemer. Em seguida, pegou um pênis de silicone e o enfiou dentro de sua boca, através da abertura daquele anel, que mantinha a sua boca forçosamente aberta. Nina fingiu uma felação, amordaçada daquela maneira. Tirou o maiô do meio dos seus lábios vaginais, afastou-o para o lado e começou a penetrar a si mesma com aquele consolo. Ela fazia caras e bocas, gemia à medida que o consolo entrava mais fundo dentro dela. Até que ela foi se agachando no chão, sentando em cima do consolo, até que ele a penetrasse por inteiro. Depois, puxou o maiô de volta segurando o consolo dentro de sua buceta. Voltou para a cama, caminhando sensualmente. Mas levou com ela um pedaço de corda e um par de algemas. Ela ia fazer um self bondage completo para mim!
Nina sentou-se sobre a cama, o que forçava o consolo ainda mais fundo dentro dela. Esticou os pesinhos em ponta e amarrou seus próprios tornozelos com força. A cada volta que ela dava neles, emitia um novo gemido, um gritinho de dor. Deu um nó bem forte e ergueu as pernas esticadas, com se as admirasse.
Depois, prendeu uma das algemas em volta de um dos seus pulsos. Colocou as mãos para trás e prendeu o outro pulso. Imediatamente, começou a se contorcer sobre a cama, a rolar de um lado para o outro com uma expressão ora de súplica, ora de prazer, ora de pura safadeza. Eu não agüentei mais. Buzuntei meu caralho com KY. Corri para a cama. Afastei o maiô do meio da bunda de Nina e cravei meu pau novamente em seu rabo. Nina me provocou, se debatendo, urrando, fingindo não gostar. Ela apertava o meu pau com os movimentos de contração de seu cu apertado. Eu cravei as minhas unhas em suas ancas e a fodi com selvageria de alguém ensandecido de tesão. E logo gozei: a gozada mais longa e mais gostosa de toda a minha vida. Fiquei um tempo ali, agarrado a Nina, com meu pau dentro dela. Esperei que ele diminuísse e escorregasse para fora dela. Depois de um tempo, levantei. E Nina começou a se debater loucamente, a urrar com violência. Não entendi o que poderia ser. Tirei a mordaça de sua boca e ela gritou:
- Eu quero mais! Me fode! Me come feito bicho! Arregaça o meu cú! Seu escroto! Filho da puta!
Dei um tapa no rosto de Nina.
- Me fode! - Ela berrou novamente e lhe apliquei outro tapa.
Como ela insistia em gritar, peguei a calcinha que ela usava antes de despi-la e enfiei em sua boca, sufocando seu grito. Peguei um pedaço de corda e passei por entre seus lábios, em volta de sua cabeça, várias vezes, para manter a calcinha dentro dela. Abri a porta do meu armário. Tirei alguma roupas, peguei Nina no meu colo e a coloquei dentro do armário.
- Você fica ai, até amanhã, escrava. Amarrada, amordaçada com esse consolo enfiado na sua xoxota. Descansa um pouco que, amanhã, tem mais pra você. E eu prometo que não vou ser tão bonzinho.
Dizendo isso, tranquei a porta no armário com a chave, liguei a televisão alto e saí de casa, enquanto Nina gemia no seu novo cativeiro. Sai em direção ao sex shop mais próximo, pra renovar o meu estoque de maldades e dar a Nina outro dia de muita dor e prazer. Até onde iria aquela relação? Só o tempo poderia dizer. Mas eu nunca me divertira tanto na vida. E creio que ela também não. Nina poderia ser de outros, mas daquela jeito, ela só iria ser comigo.
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