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Conheçam a Dra Laura. A Maior FemDom de Todos os Tempos.

Isso aconteceu um mês antes de Alexandre ser seqüestrado por Cassandra, a sua atual Rainha dominadora. Cassandra é uma mulher diferente de todas que existem no mundo. Ela coleciona escravos, ao todo, são dezenove, e nesse exato momento esta a procura de um para fechar a sua coleção. Após muitas procuras finalmente um, esta na sua mira, porem a sua maior preocupação não esta em encerrar a sua coleção e sim como encontrar um meio de dominar o homem em todos os aspectos. Apesar de manter os seus escravos acorrentados 24 horas, com uma coleira que junto esta embutido um rastreador de GPS e por fim o cinto de castidade masculino, que os tornam muito submisso e louco por sexo, após uma abstinência de seis meses a um ano, ainda não a satisfaz, por deseja algo novo inovador, a nível tecnológico. Num certo dia, quase que uma surpresa, o silencio de seu escritório de sua residência é interrompida. Sem muito entusiasmo Cassandra atende. - Alô. - Bom Dia. Gostaria de falar com Cassandra Invanovith. - Sim, e com ela. - Oh, sim. Cassandra eu sou a Dra Laura Penhoça. E tenho algo que pode ser do seu interesse. Cassandra frisa a testa, pois não gosta de ser abordada por vendedores, ainda mais os que ligam para ela, mas continua a ouvi-la. - Do que se trata. - Eu soube através do Carlo Balzeret, você o conhece. Cassandra frisa a testa com mais firmeza tentando lembrar e ate que... - Ah, sim sei quem é. E um cliente. - Pois então, soube que você é adepta a BDSM, e que possui muitos, digamos, “escravos”. – Palavra que tira umas risadinhas por telefone das duas figuras. - Então, sou especialista em psiquiatria e comportamento humano e desenvolvi uma técnica revolucionária de dominação por voz. - O que?- fala Cassandra com voz áspera. - Bem, você só precisa falar e eles te obedecem incondicionalmente. - Mas como assim? – Cassandra arrasta uma cadeira para sentar. - Eu também tenho os meus escravos. Eu sou como você. Para ter uma idéia, eu fiz um passar para o meu nome todos os patrimônios dele, inclusive a empresa. - Oh, fala sério. Isso é mentira. Todos os meus escravos, não tem família morando na cidade, não são casados e nem possui patrimônio, para evitar problemas. - Sim parece um mito, mas eu telefonei para agendarmos uma visita, pode ser aí na sua casa, pois tenho que levar um material para fazer uma demonstração e explicar de forma clara como funciona o sistema. A desconfiança balançava a cabeça de Cassandra, mas acabou cedendo, e por fim as duas marcaram na agenda a visita, durante a noite, deixando a anfitriã muito empolgada. A NOITE. Como de costume Cassandra prepara algo para beber e comer para os seus ilustres convidados. O marido de Cassandra ainda não havia chego. Ah, ressaltando, o marido da Cassandra sabe de todo o esquema dos escravos. Sem muito esperar a campanhia toca. Com muita ansiedade a visitante é atendida, ah, ou melhor, os visitantes. Uma mulher linda vestida com blazer combinado com uma calça justa e salto, e seus cabelos aloirados e olhos claros, sem dúvida era Doutora, e com um sorriso cumprimenta a anfitriã. - Olá Boa Noite. – e entrando ambas se olham e dão sorriso como se conhecem a um bom tempo. Em seguida entra um homem, vestido com traje social. Camisa de punho fechado, calça e sapatos impecável, carregando uma bolsa de viajem. Sua postura era de um guarda costa, e de porte atlético. - Nossa. E esse gato. Quem é. – fala Cassandra. - Esse é um dos meus. – respondeu a Doutora. – Ele será a minha demonstração. - Uaauuuu. Estou ficando excitada com isso. – Comenta Cassandra. - Qual o seu nome. – perguntou Cassandra. O homem permaneceu calado, apenas olhando com expressão quase neutra. - Pode dizer seu nome, bem. – Falou docemente a Doutora. - O meu nome é Ricardo. – Finalmente respondeu. A doutora dá uma piscadinha para Cassandra. – Acho que você não vai se arrepender dessa proposta. Cassandra ficou surpresa com esse modesto “número”, mas o ar de desconfiança permanecia. O trio entra na casa e vão em direção ao escritório, lá Cassandra fecha a porta, oferece um lugar para sentarem, e assim os três muito bem acomodados inicia o diálogo. - Bem, o que temos aqui. – indagou Cassandra. - Ricardo me passa a bolsa, por favor. – pediu a doutora. Instantaneamente, o homem obedece. Dela Laura retira um DVD. - Certo antes de falar e demonstrar gostaria que você visse esse DVD, que mostra todo o trabalho de pesquisa, e o funcionamento do projeto, e por fim como consegui o titulo de a Maior FemDom de todos os tempos. - Tudo bem... O DVD é colocado e assim surge um filme, com a doutora explicando uma serie de dados sobre cérebro, comportamento masculino e etc. Até um ponto que ficou um pouco entediante, e em seguida o filme começou a mostrar cenas de um equipamento. Uma espécie de tanque transparente cheio de uma substancia, que para os leigos seria água, surgi. Dentro havia um homem preso das cabeças aos pés, estava praticamente mumificado, impossível de fuga. Na sua cabeça uma mascara de oxigênio lacrada, nas partes genitais havia suporte anatômico que obedecia a um perfil de cueca, onde sai tubos rumo ao lado de fora do tanque. E o individuo ficava lá dentro, totalmente atado, flutuando, e que quando podia tentava se mexer. O filme explicava tudo. Uma semana antes, o individuo é preparado para a câmara. Ele deve esta com um cinto de castidade e no anus um dildo preso, pois devera se acostumar com o suporte do tubos de necessidades fisiológicas, quando estiver na câmara. Nesse mesmo período deverá tomar um comprimido oral e injetado. Esse medicamente irá sensibilizar o sistema nervoso e reações involutárias dos músculos, o segredo é ativar as reações involutárias dos músculos através de estímulos do subconciente. Depois o individuo recebe uma injeção que paralisa todos os músculos volutários, para não haver resistência do indivíduo ao encaminhá-lo a câmara, deverá ser mumificado com tira de látex, e deve ficar bem justo, começando pelos pés e terminando no pescoço. Deverá deixa abertura na região do pênis e nádegas para serem colocados os dispositivos de necessidades fisiológicas. Na boca é colocado um tubo que preenche por completo, por lá irá passar alimento. Na cabeça é colocada a máscara de ar onde no visor há uma espécie de mini TV, que será transmitida imagens, e nos ouvidos um fone que juntos tem a finalidade de fazer uma espécie de hipnose ou lavagem cerebral. Tudo é fixo para não invadir do líquido da câmara. Durante o processo de lavagem cerebral, o individuo mergulhado na substancia do tanque recebe varias cargas de eletricidade, muito fracas por sinal, mas o suficiente para ativar os efeitos dos medicamentos de controle de estimulo muscular involuntário que o individuo tomou antes de ir para a câmara, e associando os estímulos elétricos e as imagens e sons, e um tempo de permanência de três semanas você recebe o seu mais novos escravo submisso a comando de voz. Fim do filme. - Uffa. Mania você acaba de entregar o ouro ao bandido. – comenta Cassandra. - O filme é a primeira fase da explicação. Agora a demonstração. – indagou a doutora. – Ricardo levantasse. Imediatamente o homem já estava de pé. – Tire a roupa Ricardo. – E sem questionar, o homem tira peça por peça, mas por debaixo há traje, bem justo, colada ao corpo, tipo collant masculino, de cor preta e que transparece um brilho que com um corpo atlético daqueles, é de provocar tesão em qualquer mulher, inclusive na Cassandra. - Olha só. Essa roupa é uma composição de látex e neoprene, você pode ver que há pequenos furos, para facilitar a transpiração, pois ele deve usá-la durante um mês após o processo da câmara, e aqui esses nódulos, eles liberam constantemente carga elétricas. Nos punhos, calcanhares e pescoço há essas fivelas com cadeado, para eles evitarem tirar a roupa, pois é importante mantê-los vestido com ela nesse período para garantir a qualidade da lavagem cerebral. Lembra das imagens e sons, pois então, no som deverá ser a sua voz, e imagem pode ser diversa. O cérebro dele este condicionado a minha voz, e o estimulo de seus músculos também, e com ajuda desse collant, a única alternativa que sobra é de me obedecer. Você esta vendo essa coleira meiga no pescoço dele. - Sim, quase não vi. - Então, a cor dela deve aproximar da pele do rapaz. Ela é feita de aço inox, e no seu interior há um sensor que mede a intensidade de stress. Lembra dos comprimidos e injetáveis que o individuo tomou antes de ir câmara, pois então, eles são substancias que informam a coleira sobre o nível desse stress, quando esse nível ultrapassa o limite, uma carga elétrica é liberada no seu pescoço causando uma dor insuportável. Geralmente stress só ultrapassa do limite quando ele desobedece a uma ordem sua, pois sua consciência foi condicionada a ouvir a sua voz, entender a mensagem e obedecer incondicionalmente, e os músculos passam a funcionar em função disso, e quando ele o percebe já esta fazendo o que você quer. Depois de um mês ele pode tirar o collant, e fica só com a coleira, que pode ser usada pelo resto da vida. - Uuaaaaauuuu. Minha Nossa. Eu pensava que tivesse visto de tudo. – falou Cassandra tirando um suspiro. - Cassandra você deve malhar bastante, poderia conseguir um peso de 5 quilos para mim. - Sim claro. Cassandra e retorna com uma velocidade incrível, talvez por causa da empolgação. - Aqui esta. - Ok. Bem, esta a sua mão direta, por favor. Muito bom reta desse jeito isso. Quero que fique segurando isso por uma hora. - Mas senhora eu não vou... – indagou o homem. - Consegui sim vai. Começou agora. Assim a contagem do tempo da inicio juntamente com o silencio. Cassandra observa o homem que apesar de sua anatomia atlética escomunal, treme em suas bases por causa do medo de falhar e castigo que vira. Dra Laura o observa com um sorriso sarcástico. O tempo passa, 2 minutos. Nada. Com seu braço estendido para frente e um peso de 5 quilos em sua mão. Quatro minutos a fadiga muscular é visível. Seis minutos o braço treme e o rosto do belo homem começa a suar. Doze minutos, homem diz. - Minha senhora, por favor, tenha piedade. - Continue Ricardo, lembrasse, estamos vendendo um produto. Mais três minutos, o homem se sentiu tentado a apoiar com a outra mão. - Não Ricardo. Rapidamente a mão esquerda trava. - Ah, eu não agüento mais. – solta o peso e cai no chão e instantaneamente, o homem cai no chão segurando o pescoço e o pênis, sentindo uma terrível dor, isso, pelo menos o que aparenta. O homem gritava, até que, a Dra sai para acodê-lo. - Calma meu bem, já passou. Você cumpriu a sua missão. - Ele ta sentindo dor no pênis também. – perguntou Cassandra. - Sim, que eu prendi um anel escrotal, feito do mesmo material da coleira. È um acessório opcional. E derrepente o homem pára de espernear e começa a se acalmar. Como uma resposta as suas preces de ter encontrado o que mais desejava, Cassandra dá um belo sorriso. - Eu quero esse brinquedo também. - Que bom. Todo o tratamento sai em torno de cinco mil reais. Com a direita a renovação do tratamento após dois anos. - Dois anos? - Sim, tudo o que é bom, dura pouco. E o efeito dura no máximo dois anos. - Ah sim. Dra Laura, olha para o homem que ainda se recomponha e disse: - Pode vestir as suas roupas Ricardo. Evidentemente ele obedeceu. - Cassandra quero te convidar a fazer uma visita no meu laboratório. – apontou a Doutora, ao oferecer um cartão. – Lá você ira tirar todas as dúvidas que possui, e ver novas demonstrações. Sem dúvida será um grande prazer fazer negócio. - Sim, sim claro amanhã mesmo estarei lá. - Acho que nem preciso perguntar se gostou. - Nossa se gostei. Adorei e o preço esta ótimo. Ambas começaram a rir como duas grandes amigas. Logo o trio sai do escritório, indo em direção a parte externa. - Ah, vocês não querem beber alguma coisa. – Indagou Cassandra. - Claro adoraríamos. Assim Ricardo, se acalma mais. Né amor. - Por favor, minha não faça isso de novo. – Respondeu Ricardo. - Hora, hora, você é a minha demonstração, lembrasse disso. Após de muitas conversas e risos Cassandra já estava integrada os sistema de lavagem cerebral projetado pela doutora, e pronta para fazer uma visita no dia seguinte no seu centro tecnológico. Assim ela se despediu do casal mas ansiosa para ver o que a Doutora havia preparado em seus estudos. Isso será contado no próximo conto.