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A Libertação de Carla - Segunda Parte

A deixou sozinha no quarto, ainda algemada, tentou sentar na cama de cordas doía todo seu corpo, achou melhor sentar no chão e aguardar, pois tinha certeza que SEU DONO viria. Meia hora depois a porta abriu e Ele entrou trazendo consigo um espelho grande. “Olhe seu corpo escrava, veja como ficou.” Seu corpo estava todo marcado, costas, nádegas, seios, pernas. Algumas durariam bastante tempo. “As algemas estão doendo”. Falou. Ajoelhe-se, de pernas abertas. Falou Deu duas tapas na sua cara. “As algemas ficam”. Abriu as calças tirou seu cacete para fora e deu para você chupar. Chupou com vontade lambendo devagar a princípio depois enfiando na boca o que conseguia, SEU DONO agarrou sua cabeça e enfiava como estivesse fodendo, o gozo veio farto, engoliu tudo e ficou chupando com carinho durante um tempo ainda. “Agora vou mijar na sua boca suja escrava vadia, quero que engula tudo.” Nunca havia feito isso, direto na boca. SEU DONO urinou muito e você tentou engolir tudo, o cheiro era mais forte que o gosto, como era muito engasgou um pouco, mas engoliu a maioria, o resto caiu pelo seu corpo. “Agora vá dormir, pois as 12:00 você será acordada, para tomar banho.” “A cama dói muito, por favor, quero um colchão, MESTRE, fiz tudo certo.” “Quem decide isso sou eu.” Outro tapa na cara. “Se quiser colchão eu trago, mas passará o resto do final de semana amordaçada e vendada, você escolhe.” Você deitou-se na cama de cordas, seu corpo doía muito, mas SEU DONO sabia seu maior ponto fraco a escuridão. SEU DONO saiu e trancou a porta. Achou que não conseguiria dormir, estava suja de esperma, urina, marcada, mas adormeceu logo de tão cansada. Foi despertada as 12:00 por duas escravas gordas, que lhe jogaram no banheiro antes tirando suas algemas. “Ande logo escrava.” Tomou banho frio, fazia bem para seu corpo machucado. Depois a levaram nua, para outro aposento onde havia uma mesa preparada para café da “manhã”, Seu Dono estava sentado na cabeceira, espontaneamente ajoelhou-se pernas abertas com a bunda sobre elas, mãos com palmas viradas para cima sobre as coxas. “Muito bem escrava, esta bem limpa, lindas marcas nos seios, com certeza serão mais, agora se encoste à mesa deite o tronco e abra bem as pernas, quero ver o estrago feito.” Examinando seu corpo, olhando as marcas nas pernas, bunda, costas e dizendo que durariam algum tempo e teria mais muito mais quando terminasse o final de semana, examinou também sua buceta e seu cú enfiando os dedos, chamou as duas escravas para verem os estragos feitos na noite anterior, nunca fora tocada por outra mulher, mas as duas tocaram em todo seu corpo examinando. Seu Dono ordenou que sentasse e alimenta-se de sucos e frutas, enquanto comia com vontade, não imaginava que estava com tanta fome, as escravas mandadas, colocaram prendedores de metal nos seus seios, quando terminou de comer as escrava algemaram suas mãos atrás da cadeira, foram chamados dois escravos. As duas escravas, uma de cada lado da mesa, próximas a você, com o tronco sobre a mesa pernas abertas. Os escravos enrabaram as duas escravas simultaneamente sem usar lubrificante, apesar de não serem tão grandes quanto os da noite anterior, ainda eram bem dotados e as escravas gemeram alto quando da penetração, os escravos fodiam com força as bundas enormes, as escravas gemiam muito, os escravos gozaram logo, pois não era sempre que isto era permitido. Seu Dono ordenou as escravas que retirassem as camisinhas com cuidado e derramassem o esperma sobre um prato. “Tome tudo é o complemento de seu café da manhã, ordenou Seu Dono”. Como estava com as mãos presas foi obrigada a lamber o prato todo, demorou, pois era difícil e forçando o corpo para frente suas mãos doíam. Bebeu tudo e quando terminou os escravos foram embora, ficando sozinha com Seu Dono. “Inútil, viu como os escravos possuem tatuagens e piercing como prova de submissão e propriedade de seus donos, bom esta casa é um lugar onde os dominantes trazem seus submissos ou para educarem, ou punirem, ou simplesmente diversão para os outros, no seu caso é a última tentativa, mas continuando ontem depois do espetáculo de putaria uma Domme me procurou e me pediu para te usar, tinha outros planos para tarde, mas como sei que nunca fizestes nada com mulheres e não gostas, permite que ela te use hoje durante a tarde, como quiser”. “Por favor, Mestre isso não, imploro, faça o que ia fazer antes.” “Cale a boca, você vai servi-la como ordenei.” Barulhos de passos e a Domme entrou na sala, trajava um conjunto de couro preto botas de salto fino e muito alto vermelhas até as coxas, era muito bonita morena, mas muito forte devia malhar muito. Chegou perto de você e deu um tapa forte na cara, as lagrimas brotaram ato contínuo apertou os seios com força, doeu muito, pois estavam com os prendedores, retirou as algemas, colocou uma coleira com guia. “De quatro, vagabunda cadela, você gosta de pau enorme no cú, mas agora vou te mostrar o que é dor, vamos.” E foi andando puxando você pela coleira, rumo ao desconhecido e a dor e humilhação desta vez sem vontade.