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Breve Encontro Com a Natureza I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Tenho de, todas as manhãs, fazer um percurso de cerca de uma hora, para ir trabalhar. E hoje, logo de manhã, quando vinha no caminho, senti que viajavas ao meu lado.
Eu conduzia o meu automóvel e senti a tua voz enrouquecida a falar-me ao ouvido, dizendo coisas loucas. Pedias-me que te deixasse apalpar-me os colhões enquanto guiava o carro, sem parar. Isso traz algum perigo, mas eu diminuí a velocidade até ao mínimo possível. Havia algum trânsito, mas calmo. Abriste-me as calças, eu ergui-me e tu puxaste as cuecas um pouco para baixo. Meteste a mão e apalpaste-me as bolas suavemente até eu atingir uma erecção total. Percorreste o meu caralho todo com a tua mão suave, enquanto me metias a língua na orelha. Senti arrepiar-me completamente.
Foste descendo a língua pelo pescoço, massajando sempre com a mão o meu caralho teso. Olhaste em redor rapidamente. Não vinha nenhum carro naquele momento e baixaste sobre o meu caralho a tua boca quente. E começaste a lamber delicadamente o meu caralho. Encostei-me no banco o mais que pude. Dei-te o máximo espaço entre o meu pénis erecto e o volante do carro. Com a minha mão esquerda acariciei os teus cabelos enquanto me chupavas. Primeiro na cabecinha do caralho, passeaste demoradamente a língua, rodaste-a à volta muito lentamente, depois mais rápido, mais rápido, meteste na boca o caralho teso... Devagar, chupaste com força, para cima, para baixo, num broche majestoso. Depois quiseste ir mais além, foste metendo o caralho na boca, mais e mais, vencendo o comprimento todo, abriste bem a boca e enterraste o caralho todo até à garganta. Quanto gozo que eu sentia...
Demoradamente, chupaste, lambeste, apalpaste todo o meu caralho e os colhões, foste chupando, chupando sempre. Eu gemia de prazer, soprava com força, com dificuldade em aguentar tanto gozo. Até que, rapidamente, tive de meter para um pequeno bosque que havia na beira da estrada. Parei, estava em fúria de prazer, saí e dei a volta ao carro, abri a tua porta, e puxei-te pelos cabelos de encontro à minha carne junto ao caralho. Continuaste a chupar ainda um pouco. Olhavas-me nos olhos, eu via o teu sorriso de prazer. Levantei-te, puxei-te para mim e beijei a tua boca vermelha, chupei-te a língua e tu chupaste-me também, os lábios e a língua; passeámos as nossas bocas abertas e ávidas pelo rosto um do outro. Gemias, também.
Sentei-te em cima do capot do carro, arranquei-te as cuecas, ergui-te as pernas bem abertas e meti-te dois dedos na cona para sentir com estavas toda molhada de prazer. Massajei-te o clítoris com os dedos e ouvi-te gritar de intenso gozo. Baixei sobre ti e chupei-te a cona com força, meti a minha língua na tua cona até ao máximo possível, e fodi-te um pouco com a língua. Esfreguei bem a cara na tua cona húmida e latejante. Depois, violentamente, bati umas quantas palmadas fortes na tu cona exposta produzindo um som alto e agradável que fizeram afluir o sangue à pele dando-lhe uma coloração rósea e bonita. Gemeste de dor e prazer...
O meu caralho estava quase a estalar. Ergui-me, abri-te ainda mais as pernas e meti-te com muita força todo o meu caralho na tua cona. Quase violento, o gesto de iniciar uma foda monumental.
Foda-me meu Amo dizias tu foda a sua escrava, a sua puta que o adora.
E eu senti o gozo tremendo das tuas palavras. Adoro que sejas a minha escrava, a minha puta, fantasticamente puta, totalmente escrava dos meus prazeres.
Sim, minha puta respondi-te fodo-te, fodo-te com toda a vontade.
Para dentro, para fora, fodi-te durante um bom bocado até sentir que estavas quase à beira do orgasmo.
Tirei o caralho, ainda quero de outra forma: voltei-te, os teus pés calçados em sapatos finos de tacão alto assentes na caruma e na erva do chão, voltei-te e deitei-te de peito sobre o capot do automóvel.
Levantei-te a saia por trás, e beijei-te as nádegas para logo, de seguida, dar algumas palmadas fortes no teu rabo generoso de deusa dos prazeres. Como gosto de marcar os meus dedos na tua carne. Experimento um enorme deleite em te bater no rabo, o meu gozo sobe extraordinariamente por te provocar alguma dor. E tu aceitas, porque eu quero, porque sou o teu Senhor e tu me obedeces e fazes o que me agrada: não é assim, minha escrava, puta dos meus prazeres?
Abri-te o cu totalmente com as minhas mãos ardentes. Disse-te:
Pede!, Suplica!.
E tu pediste:
Enrabe-me meu Amo e Senhor, meta-me a sua piça no meu cu, meta o caralho todo no meu cuzinho sedento.
E eu enrabei-te deliciosamente. Meti o caralho todo de um só golpe. Gritaste de dor e de prazer ao mesmo tempo. Mas a dor passou logo, porque o teu cu já tem jeito de receber o meu caralho com carinho. Para dentro, para fora, rapidamente, com força, mais, mais, mais... Com as minhas mãos excitei-te a cona, tilitando o teu clítoris e metendo os meus dedos pela tua cona acima até onde pude. Enquanto te fodia o cu com toda força.
Meti as mãos por dentro da tua roupa, e apertei-te as mamas, arranhei-as, estimulei os teus mamilos já duros de excitação. Apertei-te as mamas com força, como tu gostas.
Estávamos quase, tu começaste a gemer baixinho, eu acompanhava-te, metendo sempre, para dentro, para fora, dentro, fora, até que disseste:
Estou a vir-me, estou a esporrar-me que nem uma vaca!!
Isso, minha puta, molha-te como uma cadela, molha-te, agora, agora...
Sim, meu Amo, sim, sim, agora, agora...
E esporrámo-nos os dois, ao mesmo tempo, num êxtase completo, com gritos e gemidos longos, longos, de prazer, de tremendo gozo...
Deixámo-nos cair sobre a erva fresca do chão.
Estes momentos, depois de um tão grande volúpia, são sempre tão deliciosos...
Uma foda contigo, no meio da Natureza, com o todo o céu por tecto, com as árvores sussurrando no vento segredos inconfessáveis, é o maior dos prazeres do mundo.
Ainda vieste, depois, acabar de me lamber o caralho que estava já descansando. Querias limpar os restos do meu esperma: tu és realmente maravilhosa, uma escrava dedicada, sempre pronta para levar ao máximo gozo o teu Amo e Senhor. E eu, cada vez mais, sinto um enorme deleite em te usar, sua puta, cabra desavergonhada, cadela sempre com cio, adoro foder-te, e castigar-te, provocar-te prazer e dor, ao mesmo tempo.
Entrámos de novo no carro. Abri-te ainda as pernas, meti-te, ao mesmo tempo, dois dedos no cu e um na cona, com força, e tu gemeste e soltaste suspiros de prazer. Se seguida, abri-te as pernas completamente e estalei com toda a força umas brutas palmadas mesmo sobre a tua cona sem pêlos, macia, como uma pele muito jovem... O som das pancadas é doce e forte sobre a carne... tu tentavas fechar as pernas com a dor. Depois, brusco, eu tomei-te os lábios na minha boca e beijei-te demoradamente, esmaguei-te a boca com a minha e apeteceu-me morder-te a língua. Já estava com nova erecção... Mas eram horas de seguir.
Eu sentia as pernas ainda a tremer. Mas consegui iniciar a marcha e seguimos a caminho da cidade.
O teu olhar brilhava de intenso bem-estar, de um prazer imenso.
Belo, o teu sorriso...
Espero que tenhas gostado, como eu gostei, desta maravilhosa foda a céu aberto, desfrutando a plena Natureza...