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Não sei o porquê desse codinome. Não é o seu nome real, mas ela, sim, é real. Um doce tom de realeza, o que significa a licença poética de viver seus devaneios. Uma moça linda, trago a indiscreta descrição para o voyeur leitor: Um belo rosto de formas e ângulos em perfeição, olhos amendoados e doce boca de suaves lábios, alvos e alinhados dentes. Seios médios e bem formados (naturais, claro, minha geração os prefere). Bunda tenra, macia, milimetricamente mantida em linda forma, sem os exageros que transformam os glúteos em deformidades esteróides. A boceta, por incúria, não provei. Mas admirei os pelos pubianos bem desenhados, guarnecendo lábios pronunciados e delineados. Peguei minha menina já tarde da noite. Estava com uma sandalinha de salto metálico, calça jeans e uma camiseta preta que a deixava com as costas nuas. Entramos no motel e trocamos um delicioso e prolongado beijo, com outros e mais outros. Mostrei para ela os brinquedos que trouxe, para o deleite de minha menina malcriada. Dois chinelos: um de presente para ela (uma ipanema, com motivo de surfista). O outro, outrora rejeitado, escondi e levei de empréstimo. Uma cinta, um avental para compor o quadro professor/aluna, uma prova de física, um envelope, dentre outras coisinhas, coisas que, fora de nosso contexto previamente planejado, parecem desconexas. Mandei-a para a parte de cima da suíte, afim de que vestisse a calça que dentro em breve eu abaixaria para castigá-la. Ela desceu com a doce cara de criança que fez arte. Mostrei-lhe um envelope (prévia idéia dela), e a indaguei sobre as suas notas e seu comportamento escolar... “Prometo, não faço mais, isso não vai mais acontecer...”. Lamúrias inúteis, eu disse, depois do corretivo, de certo, não mais assim iria se comportar. Pus uma cadeira em meio à sala, e, pela orelha, a trouxe para perto, ordenando que deitasse em meu colo. “Otk”, para os puristas. Uma meia dúzia de palmadas sobre a calça, com alguns gritinhos abafados... Mandei-a se levantar para abaixar a calça e a calcinha, pois uma surra, para surtir efeitos, deve ser aplicada sobre a bunda nua... Desobediente, abaixou tão somente a calça e deixou a minúscula calcinha... Aquele pequeno pedaço de pano que tão somente cobria-lhe o rego não iria proteger suas nádegas das palmadas... Mas, ordem é ordem... Ainda em pé, e em meio à bronca: “eu-man-dei-vo-cê-a-abai-xar-a-cal-ci-nha-mo-ci-nha”, acompanhada de algumas palmadas, ela me obedeceu. Voltou para o colo, e, sentenciei: Vinte palmadas, quero que conte e agradeça cada uma. Isso será para o seu bem. Palmadas de média intensidade, para arder as nádegas, não para marcá-las. Depois de dez a fiz ficar de castigo, cara para a parede, descançando um pouco. Logo retornou para o meu colo e terminei o castigo. Impossível não dizer que entre algumas palmadas mais ardidas, virava para mim o seu lindo rosto, com expressão indescritível. Misto de prazer, de ardor, de lasciva, de beleza em suaves contornos... Terminada a surra, fiz ainda mais algumas perguntas sobre o seu errático comportamento, determinando-lhe que escolhesse o chinelo com o qual ainda iria apanhar. Feita a escolha, e recalcitrante em ir buscá-lo, algumas palmadas bem aplicadas, com ela novamente em pé, a fizeram descer rápido a escada para buscar o chinelo. Claro que a acompanhei, a linda visão de sua bunda já bem vermelhinha não haveria de ser desperdiçada. Assim que pegou o chinelo com o qual iria apanhar, fiz questão de aplicar-lhe apenas uma chinelada com o outro. Chinelada certeira, forte, na nádega direita, que, sem haver exagero por parte dela, arrancou-lhe um grito abafato. Sim, o contorno da sola do chinelo, impresso na bunda, bem demonstrou que bati para marcar. Mas, para provocar as marcas que gosto... Não os exageros que provocam vergonha por dias a fio... Ela me agarrou, beijos e beijos, carícias e carícias, mordisquei seu pescoço, a orelha, mesmo com todas as carícias, disse que minha mocinha iria ser corrigida. Novamente na cadeira, a deitei no colo, e apliquei-lhe, nas nádegas nuas, umas boas chineladas. Fortes, não precisou contar ou agradecer. Sua boceta estava realmente encharcada. Deitamos na cama, claro, ela de bunda, bem vermelha, para cima. Lambi seu cu, apertei-lhe as nádegas, admirei os orifícios e as carnes que os circundam. Se ajoelhou docemente sobre a cama, e conduziu meu pau para sua boca. Uma chupada com maestria, divina, experiente: Gozo em sua boca. Delicadamente, quando estava prestes a gozar, tentei retirar o pinto da sua boca aveludada, mas ela agarrou-o com afinco, sorvendo o meu gozo. Beijos, carícias, conversas deliciosas. Muito tempo depois, a prova de física... Coisa mais chata... Foi feita como eu queria que ela fizesse, ambos deitados na cama, com sarcasmo, respostas lançadas a esmo... Resultado, dois acertos em quinze: logo, treze chineladas. Acresci uma, e isso por ter ela, em ato de malcriação, jogado o lápis sobre a escada (um perigo, claro). Coloquei o avental de professor e, doce desobediência, disse que preferia apanhar na cama, começando a lutar comigo. Claro que não usei força para isso, mas, tão logo foi imobilizada, com chave de pernas, de braços, e sei lá mais o que, sapequei-lhe as quatorze chineladas com a ipanema. Terminada a surra, a peguei pela orelha e informei-lhe que essa desobediência iria render outra coça de chinelo, na cadeira, como eu havia determinado. Novamente o chinelo cantou em seu bumbum, com as quatorze lambadas. Ao final, ela quis me chupar novamente, e eu a mandei para o corner, de castigo. Protestou, disse que preferia mais meia dúzia de palmadas. Não fiz sua vontade, apliquei-lhe seis chineladas ao invés de seis palmadas. Novamente na cama, e de bunda para cima, penetrei seu cu com o plug. O fiz por uns cinco minutos, ora comprimindo-o, ora soltando-o. Da sua boceta escorria mel, em abundância. A sodomizei, com vontade. Gozei deliciosamente. Outras tantas conversas delciosas e amenas, algumas palmadas tão somente para mostrar algumas técnicas. Mas, a incúria... Certo do amanhã, e do depois do amanhã, e premido por uma noite não dormida, resolvi ir na busca do sono lá pelas três horas da manhã. Ocorre que, os infortúnios do destino, por vicissitudes inadiáveis, de lá me tiraram antes de poder usar a cinta, penetrar sua boceta, colocar-lhe as bolinhas anais... Portanto, é essa uma estória que há, como os mesmo atores, não sei se no mesmo lugar, de ser novamente pincelada em seus próximos – e necessários – capítulos. Beijos, linda moça