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A Mansão
Finalmente, terminava o último dia de trabalho. Já estava nas tão merecidas férias. Como esperei ansiosamente por este momento!
As malas desde cêdo descansavam no carro. Tinha tudo o que precisava para viagar, nada me impedia de seguir directamente para o meu destino, o meu paraiso merecido e mais que desejado.
Iniciei a minha viagem noite fora. Parei num posto de abastecimento para encher o depósito e aconchegar o meu estomago, com uma sopa e um salgado. Andei mais uns quilometros quando ouvi um ruido estranho vindo do motor. Sorte a minha! pensei eu, noite e estou no meio do nada, não entendo nada de mecanica, espero que não seja nada grave. Enganei-me. Uns minutos depois o carro parava e nada o fazia andar. Gasolina não podia ser, tinha enchido o depósito há pouco. Tentei em vão pôr carro em funcionamento, mas nada o convência. Tudo o que conseguia era um roncar. Para ajudar, o céu começou a ser pintado por raios e relâmpagos, ajudado com o som dos trovões. Prometia a chegada de um temporal. Tinha que encontrar um abrigo urgentemente para não ser apanhada no meio daquele vendaval que se aproximava.
Olhei à minha volta e não encontrava vivalma para me ajudar. Na estrada, ninguém passava. Estava só naquele deserto e a entrar em desepero. Assustada claro, e muito. Passado uns minutos, vejo uma luz acesa no meio daqule deserto. Decidi caminhar em direcção dessa luz, podia ser que obtivesse alguma ajuda. A meio caminho como não podia deixar de acontecer, sou banhada por uma forte esperada chuvada que teimava em ser mais forte e a molhar-me cada vez mais. Já nas proximidades, percebo que a luz provem de uma bonita mansão.
Bato à porta com um pedido de auxílio.
Sou recebida por uma linda jovem que me convida a entrar. Informa-me que a senhora Dona Helga tem muito gosto em me receber, esta à minha espera. Para eu entrar, secar descansar e estar a minha vontade, que me receberá mais tarde. A jovem linda como tudo o que é lindo, trazia o cabelo apanhado numa experiente perfeição. Um curto vestido branco a cobrir-lhe o corpo, mostrava um decote até à cintura, deixando ver parte de uns perfeitos seios, demonstrando que mais roupa alguma existia por baixo daqulelas vestes. Nos pés, uma leves sandálias brancas.
Fui levada até a um quarto, no qual foram-me retiradas as minha roupas molhadas, ajudada pela mesma jovem que me abriu a porta, perguntei-lhe o nome ao que me respondeu, Alba. Encaminhou-me então até a uma grande banheira que fumegava de água quente, coberta por uma espuma que emanava um aroma delicioso e convidativo. Nua e cheia de frio, fui ajudada a entrar por Alba, e Iris, uma outra jovem igualmente linda, desnudada da cintura para cima que já se encontrava dentro da banheira. Os seus seios erectos e volumosos, boiavam na quente água daquela piscina privada numa forma provocadora e a serem saboreados pela minha boca, lingua... A vontade que tinha de os provar, beijar, trincar... devirar.
Fui lavada por Iris, que com uma esponja natural. Esfregou, ensabuou, lavou. Até ficar novamente aquecida. Foi-me vestido um lindo e muito confortavel robe, que me ajudou a manter a temperatura. Passado uns minutos Alba serve-me uma reconfortante sopa que sorvi com prazer, uma verdadeira delícia que ajudou o meu estomago a sossegar.
Indicaram-me uma campainha em forma de pêra perto da minha cama, que servia para as chamar, caso tivesse alguma necessidade.
Na manha seguinte acordei cedo. Queria recuperar o meu carro, agradecer a noite bem dormida, e tudo o que tinham feito por mim, queria muito agradecer à dona da casa a sua hospitalidade.
Julgo que sentiram barulho no quarto, pois mal me levantei, a porta do quarto abriu, Iris e Alba entraram com uma bandeja que servia o meu pequeno almoço. Tinha de tudo, sumos, frutas várias, doces... Um tratamento melhor que um hotel 5 estrelas. Enquanto comia, as duas jovens aguardavam uma de cada lado da cama em posição de sentido. Confesso que estranhei. Perguntei se eram servidas, com um movimento negativo da cabeça recebi a resposta. Enquanto comia, perguntei pelas minhas roupas, estava desejosa para continuar o meu caminho para as tão desejadas férias, que já tinham sido interrompidos por este contratempo.
- A Senhora Helga, deseja conhecer a menina, respondeu Alba.
- Eu também, desejo agrader esta hospitalidade à senhora, como posso falar com ela?
Terminada a refeição, ambas retiram as roupas e caminharam para a sala onde se encontrava a banheira.
- Menina, vamos ajuda-la a tomar banho.
Estranhei tal tratamento, mas aproveitei. Num salto estava despida e pronta a entrar naquela banheira tão perfumada e cheirosa. Eu e Iris desta vez completamente despida, com aqueles seios deliciosos a boiarem na água. Ela esfregava-me, lavava-me, encostava as suas mamas em mim e com elas massajava-me num banho celestial.
Terminado o banho, Alba, abraçou-me com um toalhão para me secar.
- Vamos agora à massagem.
Nem queria acreditar no que ouvia. Massagem? respondi espantada!
Entramos para uma outra sala, a sala de massagens, onde fui massajada com um não menos perfumado óleo. As mãos de Alba pareciam sêda, pura sêda da mais pura que podemos encontrar. Percorriam todo o meu corpo. Costas, ombros, pernas, braços... Estava em extase. Nunca tinha sentido nada assim. Percorriam todo o corpo sem esquecer um só ponto. Até que senti apalparem os meus seios num massagem que me estava a levar à excitação. Nessa altura, já Iris tinha-se juntado a nós, ajudando Alba na massagem. Agora eram quatro mãos que percoriam e exploravam o meu corpo. Os dedos entravam e saiam dentro do meu anus, da minha vagina, Enquanto era explorada, entravam e saiam, para logo voltarem a repetir o movimento. As mamas eram apertadas, os bicos beliscados. Estranhamente aceitei aquele tratamento; estava deliciada.
- Vais ser a criada de D. Helga. A Senhora hoje vai-te usar, apresentas-te como, a vadia, e tratas a senhora por minha senhora. Baixas a cabeças e não te atrevas a olhar a senhora. Não te esqueças, até seres promovida é assim que te chamas, sussuraram-me ao ouvido.
Recebi uma forte palmada de cada uma no meu rabo.
- Entendido putinha?
Desta vez em tom alto.
Nem queria acreditar no que ouvia. Primeiro sou tratada como uma rainha, agora como uma qualquer. O pior é que estava a gostar, estava excitadíssima. Pronta a alinhar naquele jogo que nem conhecia as regras.
- És a escrava dela. O teu corpo, a tua mente, tal como nós. Propriedade da Dona Helda.
- Quem és tu?
- A vadia, respondi.
Dito isto, abre-se a porta. Entra na sala uma liteira, transportada por 4 jovens. A liteira pára. Alba, despida, deita-se no chão para facilitar a saida de uma esbelta senhora, que pelo que soube era D. Helga. Iris, ajuda a sua Senhora a descer. Vejo os saltos altos de D. Helga a calcarem o corpo de Alba. Esta sem demora, depois da Senhora ter descido beija-os com um obrigado, e recebe nas nadegas uma varguestada.
Dona Helga olha para mim, eu nem me atrevo a encarar, submissamente baixo a cabeça.
- Quem és tu?
Eu queria agradecer a hospitalidade, mas... só me saíu "a sua vadia", num tom de voz baixo e envergonhado.
Com o chicote, levantou-me o queixo, e fixou o olhar em mim.
- És bonita, e tens um corpo bonito.
Ao dizer isto sinto uma forte varguestada nas pernas.
- Leva-me até à piscina, vadia!
Fui recebendo chicotadas nas pernas, até ficar de gatas. Nessa posição, Dona Helga montou-me, como se eu fosse uma égua. Recebendo chibatadas nas minhas nadegas, cavalguei até à piscina.
Fui desmontada, D. Helga, colocou os pés perto da minha cara:
- Agradece! lambe-os, por teres tido o previlégio de ser montada pela senhora, disse-me Alba!
Beijei e lambi, saboreei, deliciei-me.
Lembrei-me do gesto de Alba, e agradeci com um obrigado senhora.
- Levem a cadela para a minha sala! ordenou.
Levantaram-me, colocaram-me uma coleira de cabedal com uma argola, uma pulseira em cada um dos pulsos, e uma em cada perna. Na argola da coleira, colocaram uma trela, foi-me introduzido no anus um plug cauda de cão. Gatinhei, levada por Iris, como uma cadela até à sala da Senhora Dona Helga.
A trela foi amarrada a uma argola existente perto da porta, enquanto Iris informava a Senhora que eu tinha chegado. Ao sair, prendeu-me os braços atrás das costas e pediu-me para permanecer de joelhos. Presa, esperei para ser recebida e ter autorização de entrada na sala da Senhora D. Helga. Durante esse periodo, foi-em traziada uma tigeja com água para saciar a minha sede. Na posição em que estava só podia beber como um animal.
Sentia-me humilhada, envergonhada, redusida ao sere mais insignificante que existe no mundo.
Ouço a porta a abrir, e sinto uma violenta chibatada nas costas.
- Chupa cadela!
Levanto um pouco a cabeça, vejo D. Helga, vestida com um espartilho e leggings, à cintura um stap-on, nos pés uns altíssimos saltos-altos.
Naquela posição, obedecendo às ordens, abocanhei aquele enorme membro e comecei com movimentos vai-vem da cabeça. A cada movimento chupava e chupava. Lambia e lambia. Punha-o todo dentro da boca para o tirar e novamente o colocar dentro da boca. O meu desejo naquele momento era dar parazer, era só o que me interessava. Tão excitada que eu estava. Queria ser penetrada por aquele membro em todos os meu orifícios, usada, ofendida, humilhada.
- Deitada de costas, ordenou-me.
Deitei-me de costas. D. Helga, coloca em cada bico dos meus peitos um prendedor, o que me deu uma enorme dôr, mas nem me atrevi a gritar. Uma corrente, liga cada prendedor às argolas das minhas pernas de forma a esta ficarem encolhidas. Se esticasse as pernas, as corrente puxavam os prendedores, provocando-me uma enorme dôr. De quando em vez, D. Helga chicoteava-me ora nas nádegas ora a minha cona, insultando-me e humilhando-me. De cada estocada que recebia a tendência era esticar as pernas, mas não podia porque me magoava os peitos. Uma das estocadas nas minhas nádegas foi tão forte, que estiquei as pernas de tal maneira, que os prendedores saltaram, provocando-em uma enorme dôr.
- Cadela vadia. Sua ordinária reles!
Recebo duas forte chibatadas nas mamas. As lágrimas quase chegaram aos meus olhos.
- Por favor Senhora, não me magoe, faço tudo o que a minha senhora desejar.
Dizendo isto, sou meigamente abraça por D. Helga que me beija e afaga a face, durante algum tempo. Por fim, recebo um beijo nos lábios.
- Vais para a masmorra!
Faz soar uma campainha e, rapidamente aparecem duas altas e fortes mulheres que me agarram pelos braços e me levam para a masmorra.
Entro numa sala com uma decoração mediaval, chicotes e vibradores pendurados nas paredes, quadro de mulheres penduradas, amarradas, a serem chicoteadas e torturadas, fizeram questão que eu visse bem todo aquele aparato. Retiraram-me o plug cauda de cão do meu anus e, amarraram-me a uma cruz em forma de "X". Enquanto uma das mulheres mostrava-me um pénis feito de gêlo, a outra explora o meu interior com os dedos, rodando-os dentro de mim. Sinto-me a ficar molhada, muito molhada, a entrar em excitação. Uma mermura ao meu ouvido que vou ser penetrada por aquele objecto gelado. Sem mais, sinto os dedos serem trocados por aquele objecto de gelado prazer. Fica dentro de mim até aos labios ficarem dormentes e não mais os sentir. Mais nao sei porque perdi toda a sensibilidade.
Não sei quanto tempo passou, sei que sou acordada com uma forte chibatada na minha cona e, logo a seguir, outra que atinge fortemente as minhas mamas.
Dona Helga, olha para mim enquanto levanta os meus seios com a chibata:
- Putinha reles, vais ser iniciada! Afirmou com voz grave.
Vibrei com a ideia de ser iniciada, podia significar uma posição melhor naquela casa que me fazia sofrer mas que me dava prazer. Nunca tinha sentido nada assim. Para mim era uma experiêcia nova e agradavel. Mal sabia eu o que era essa iniciação.
Fui levada no estado em que estava para uma sala onde se encontravam várias pessoas, senhoras, senhores, soube então que se tratava de amigos e amigas de D. Helga, que foram convidados para a minha iniciação, por aquilo que soube, devia estar muito orgulhosa. Deitaram-me numa cadeira igual às que encontramos nos ginecologistas. Coloquei as pernas como habitualmente faço quando vou ao médico. Para meu espanto, vejo uma das jovens colocar um creme na minha zona púbica, uma outra, de seguida começa a depilar-me com uma gilette. Que humilhação tão grande. Nunca tal tinha feito, mais ainda em público. Assim que terminaram, fui mostrada à assitência para que verificassem a suavidade da depilação. D.Helga ofereceu-me à assistência, para que pudessem observar o estado da depilação.
- Tens que andar sempre depilada. Todos os dias, apresentas-te para seres depilada.
Só me saiu uma única palavra.
- Sim minha senhora.
Fui cedida àquela assistência como prova de que nada sou, senão um brinquedo, um objecto de posse total de D. Helga, da sua vontade e bondade, que de um momento para o outro tinha-se tornado na minha senhora e dona, do meu corpo da minha alma, a minha tutora que decidia o que fazer comigo.
Usada de todas as formas, na obrigação de satisfazer e fazer tudo o que o desejassem e, assim mostrar à minha rainha que estava à altura de ser sua propriedade.
D. Helga assistiu a toda a minha prova de submissão, a todo o comportameto que tive, como aceitei e me sujeitei.
Agradeci a D. Helga, esta prova a que fui sujeita. Perguntei-lhe se podia servi-la em mais alguma coisa, se desejava algo mais de mim. Acredito, que foi por ter agradecido, que D. Helga perguntou-me se queria aprender na escola dela. Sem demora e exitação, respondi que sim.
- Vou-te dar um contrato para leres e assinares caso estejas de acordo. Não és obrigada a nada. Só fazemos o que tu aceitares. No final não te esqueças de escrever a palavra de segurança, que serve para falares se não estiveres a aguentar um castigo.
Entregou-me o contrato que li com muita exitação. Declarava que me entragava de corpo e alma a D. Helga, minha Dona e Senhora, que era sua propriedade e que esta poderia fazer de mim o que desejasse. Ofercer-me, vender-me... O contrato pedia também para eu informar o que é que eu estava disposta a aceitar. Li atentamente.
Assinei na presença duma assembleia, a minha assistencia, que serviram tambem de testemunhas.
- Vadia, a partir deste momento, és minha aluna e minha serva. Vais aprender a arte da submissão.
Satisfeita por pretencer a D. Helga, e por esta poder usar-me conforme fosse seu desejo, decidir o meu destino. Eu simplesmente tinha que agradecer beijando-lhe os pés com veneração,quer me afagasse, que me punisse. Aprendi a agradecer sempre, pois D. Helga escolhia sempre o melhor para mim.
Obrigada D. Helga. Obrigada por me ensinar a ser submissa, por me ensinar a entregar-me, a servir.