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Aprendendo a Pedir I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Olhos vendados...não gosto a venda me angustia.
Sinto seus braços me erguerem do chão e sou carregada para outro lugar.
Ele me põe no chão com suavidade, liga uma música bem baixinha. e manda que eu tire a venda.
Estou no calabouço novamente.
Um ambiente lindo, a meia luz, decoração totalmente medieval.
Não o vejo...ele nota e sorri, está na sombra, a pouca luz não o mostra. Veio andando com minha coleira na mão, vestindo uma calça de couro e bota curta. O peito amplo a mostra, os ombros fortes...hummm.
E então, como em todas as vezes que me coloca a coleira, beijo seus pés e reafirmo meu desejo em ser sempre sua, e a sua propriedade sobre mim. Fico na posição e ele colocando a coleira me diz alguma coisa bonita , me aceitando como sua e me incentivando.
As lágrimas rolam pelo meu rosto, é uma emoção sempre muito forte pra mim o ato de colocar a coleira antes da sessão.
Ele segurou forte meu cabelo, puxou meu rosto próximo ao seu, olhou nos meus olhos....o olhar...ah, o olhar é tudo! Dono, possuidor, SENHOR de mim, Ele pode e sabe que pode, Ele domina e conhece o seu poder, a segurança que Ele tem me contamina. É seguro de si como homem, e seguro de mim como Sua.
Este olhar já me põe em um estado de consciência diferente - o que antes não aceitaria - desejo. O que seria dor - é prazer.
Ele passa a língua em meus lábios, e me bate no rosto :
-Cadela! Minha cadela, minha puta, só minha!
e me beija me puxando com força pra Ele, pega as minhas algemas (que eu adoro), eu prontamente estendo os braços. Ele sorri.
Me prende em um aparelho que não conheço. Olho pra Ele indagando, mas nem ouso perguntar.
Pega cordas, e faz uma amarração diferente das que ja tinha feito em mim até agora. Quando me prende com a corda no aparelho ainda não sei o que vai acontecer, mas a serenidade dEle me deixa calma.
Quando enfim entendo já estou sendo suspensa.
Uma posição bastante desconfortável, mas não machuca, nem dói...só deixa exposta, e muito.
Ele pega uma pedra de gelo, passa lentamente pelo meu corpo, pelos mamilos, e introduz dentro da vagina. A mesma coisa com outra. Estou toda gelada...Ele começa com o dedo no meu anus, e depois introduz um vibrador desligado.
Ordena:
-Empurre o gelo pra fora, mas sem tirar o vibrador.
mas como fazer isso? tirar o gelo é fácil, mas o vibrador sai também.
um tapa no rosto, enfia o vibrador com força.
- Tenta novamente cadelinha.
E por 4 vezes eu não consegui, Ele enfiando o vibrador com força, eu gemia de dor.
Então vi aquele olhar sádico e já sabia o que vinha, Ele tirou o vibrador, e pôs seu pênis de uma vez só, e doeu muito...eu gritei, e gritei cada vez que Ele fez isso novamente até gozar quente e gostoso dentro de mim. O sentimento de ser usada, de sentir Ele ter prazer com a minha dor, é uma coisa que eu não sei explicar, só sentir.
Mas Ele queria me ver implorando, temendo, chorando, gozando.
Agora entendo por que Ele me deixou a esta altura, e tão exposta.
Ele chegou perto, me beijou ternamente na boca...
- Eu amo você cadelinha.
É lindo, é perfeito, é tudo o que eu queria ouvir.
Pode me chamar de cinderela, de sonhadora ou do que for, que eu nem ligo!
E se a fantasia dEle é ser esta mistura de príncipe com lobo, médico e monstro, então viva a fantasia!
Ele me virou e apenas prendeu a corda do outro lado, com uma facilidade, como se eu fosse de papel.
eu fiquei numa posição mais desconfortável ainda, com as costas arqueadas para trás.
Pegou a câmera e me fotografou.
- Está linda assim.
E instantâneamente eu deixo de ser o patinho feio e me sinto um cisne nas mãos dEle..rsrs
Ele pega as agulhas, e vem lentamente espetando elas em mim.
Nos seios, na barriga, muitas agulhas.
Gosto das agulhas, uma dorzinha fina, ardidinha.
Meu sangue parece queimar nas veias, o desejo me consome.
Mais tarde fico sabendo que as agulhas colocadas especificamente nos pontos onde Ele colocou, aumentam em muito as sensações que estivermos sentindo, e por isso Ele não me bateu, por isso Ele me fez desejar tanto até que não suportasse mais, que implorasse por sexo.
Ele aproxima a boca da minha, e desce passando a lingua pelo meu corpo. Esfrega seu corpo em mim, mas não me penetra.
Eu o quero dentro de mim, mas só tenho por fora.
Não aguento o desejo, pareço até ter febre.
Eu peço, timidamente (geralmente não ouso pedir nada durante a cena):
-Meu SENHOR, por favor..
-Pede cadela, o que você quer?
-Estou em brasas.
-Pede direito putinha!
-Por favor...
-Pede cadela! Pede como uma puta!
-Me fode, apaga este tesão que está me matando.
Ele faz a minha vontade, em parte....adoro anal e a sensação de submissão que vem disso....mas nessa hora não era exatamente o que eu queria.
- SENHOR, por favor...
Ele dá gargalhadas.
- Pede cadela!Pede direito ou não ganha!
- Fode minha buceta, eu preciso...
- Primeiro me chupa.
Aquele membro gostoso na minha boca, eu sentindo cada veia saltada, grosso, duro ....ahhhh.
As lágrimas rolam. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer, mas chorei de desejo.
Só quando me viu às lágrimas foi que matou meu desejo, forte, ritmado..delicioso.
Foi o orgasmo mais forte que eu já tive.
E me fez ver o quanto eu gosto e preciso desse sadismo nos olhos dEle.