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O Início do Meu Fetiche
Desde criança, sempre fui apaixonado por sapatos femininos, sejam eles chinelos, sandálias, tamancos, scarpins, etc. , e também sempre gostei de apanhar com qualquer um deles.
O mais curioso em minha história real, é que nunca me interessei em apanhar de minha mãe. Sempre procurei outras mulheres ou moças para me baterem. Nunca entendi o porquê disso, mas tudo bem.
Nesses trinta anos de fetiche, até que consegui apanhar bastante, aliás, sempre arrumo um jeito de estar apanhando, nem que seja um mero tapa de alguma moça baunilha.
Aos seis anos, percebi que tinha esse "gosto excêntrico" , claro que com essa pouca idade, eu apenas me limitava a apanhar das coleguinhas de escola e brincar com as sandálias da empregada.
À medida que os anos foram passando, os aprimoramentos também seguiram no mesmo ritmo.
Aos onze anos, minha primeira surra: Foi da minha vizinha do apartamento do quarto andar. Eu e o filho dela estávamos jogando bola dentro do apartamento e, como era de se esperar, conseguimos a proeza de acertar o lustre do corredor, que ficou espatifado em mil pedacinhos pelo chão. A cena que eu não esqueço jamais, é a mãe dele vindo em nossa direção, em uma velocidade espantosa, empunhando a sandália de couro cru que estava usando naquele momento. Ela não disse nada, apenas começou a distribuir sandalhadas em ambos traseiros. Nele foi pior, pois como ele correu paraa sala, ela bateu muito mais. Devo ter levado umas quinze lambadas. Aquela sola dura estalava em meu traseiro que, mesmo com short e cueca, ardia em brasa. Logo depois ela me mandou para casa e disse que não era para contar para meus pais, senão seria pior e eu apanharia mais no dia seguinte. Apesar do ardor, a sensação da surra foi maravilhosa, e, ao chegar em casa, fui direto para a frente do espelho, tomando o máximo cuidado para ninguém ver ou perceber o que acabara de acontecer. Nossa !!! Um traseiro bem vermelho e ardendo em brasa. Eu me deliciava com aquele momento, passando a mão sobre o vermelhão, sentindo o dolorido local onde tinha acabado de apanhar. A partir daí, comecei a sempre provocar situações que me levassem à uma surra como punição.
Aos treze anos, sempre quando íamos fazer alguma visita, eu pedia para ir ao banheiro, pois percebi que a maioria das pessoas guardam seus calçados ali. Quando eu dava essa sorte, eu me "acabava", ou seja, fazia tudo que tinha direito e, de preferência, com todos aqueles modelos que chamavam mais a atenção.
Foi em uma dessas visitas que descobri o poder e a sedução de um salto alto, pois enquanto conversávamos na sala, chega Renata, a filha da amiga de minha mãe, com seus quinze anos, loira, corpo escultural, estava calçando uma sandália maravilhosa, prateada, com tiras finas sobre o peito do pé, saltinho de oito centímetros de altura, tiras de amarrar no calcanhar e, para completar, um pezinho impecavelmente lindo, dedos perfeitos, unhas pintadas de esmalte cor brancoseda, assim como sua pele. Aquela visão me tirou o fôlego, tive que disfarçar muito para não demosntrar qualquer reação "diferente".
Mas ela percebeu !!!
Me chamou em seu quarto, disfarçando para nossas mães como se fôssemos conversar. Chegando lá me perguntou:
- Gostou do que viu ?
Eu tentei dar uma de desentendido perguntando:
- Vi o quê ?
PLAFT !!! Imediatamente recebo um sonoro tapa em meu rosto e tendo minhas bochechas apertadas pela mão direita dela, me fazendo calar instanteneamente.
- Não se faça de idiota !! Você pensa que eu não percebi você "babando" pelos meus pés ????
Disse-me com voz autoritária.
Confesso que naquele momento eu gelei de medo, pois nunca tinha passado por um momento desta natureza, mas, no fundo, até que estava interessante.
- Desculpe, eu disse em tonalidade bem baixa e tímida. PLAFT !!! outro tapa.
- Como ??? Fala mais alto moleque !!!
- Desculpe !!
Aumento meu tom de voz.
- Melhorou !!!! Agora me diga a verdade!!! Vamos logo, eu não tenho tempo a perder com você!!!
- Sim, eu confesso!! Eu me excitei quendo seus pés nessas lindas sandálias.
PLAFT !!!
- Seu sem vergonha !!! Vou ter que lhe ensinar bons modos de se comportar. Vamos até o quarto da empregada, lá é mais longe da sala e ela não veio hoje porque está de folga. Sabe onde fica?
- Sei sim.
- Diga: Sim Senhora, entendeu ????
PLAFT !!!
- Sim Senhora.
- Ótimo ! Vá indo que estarei lá em três minutos.
- Sim Senhora.
Lá vou eu, disfarçadamente para o quarto da empregada, aguardar algo que eu não imaginava o que seria.
Não tinha também a mínima idéia o quanto eu já tinha apanhado na cara desde que eu entrei no quarto dela. Esses três minutos me pareceram três horas, tamanha era a ansiedade. Quando escuto a porta se abrindo vagarosamente, era Renata, com um sorriso um tanto quanto sarcástico. Estava com uma pequena sacola de supermercado. Eu fui logo perguntando o que era aquilo. PLAFT !!!
- CALA A BOCA!!! Você vai saber direito o que é isso na hora certa.
- Sim Senhora.
- Vamos, tire a camisa e deite-se no chão.
- Hã ??
PLAFT !!!
- Preciso falar de novo ?
- Não Senhora.
Tirei imediatamente a camisa e deitei no chão, sobre o tapete. Ela sentou-se na cama e pôs os pés sobre meu peito e começou a me cravar os saltos.
- Se gritar ou gemer alto você vai se arrepender, entendeu ??
- Sim, Senhora.
Alternava em cravar os saltos e raspá-los em minha pele, deixando-a completamente marcada e dolorida. Colocava a sola e o salto em minha boca e mandava beijá-los, esfregava a sola em meu rosto e apertava com o salto meus mamilos. Até que mandou beijar seus pés. Não acreditei que tinha recebido essa ordem, por alguns segundos fiquei olhando para ela, estupefato, quando... PLAFT !!!
- O que você está esperando ??? Vamos logo !!!
Imediatamente comecei a beijar delicadamente cada dedinho daqueles pezinhos maravilhosos, levemente perfumados com a mistura dos odores do suor, do creme para os pés e do couro da sandália. Aquilo me entorpeceu !! Tanto que nem reparei que ela tinha retirado o objeto da sacola que tinha trazido.
- Está gostando ??
- Sim Senhora.
- Estou vendo mesmo. Só que agora você será punido por não ter sido muito discreto quando eu cheguei na sala. Pode tratar de abaixar as calças e ficar de quatro.
Naquele momento gelei mais uma vez, pois tinha me esquecido da tal sacola.
Fiz rapidamente o que mandou, ela colocou uma fronha em minha boca, se posicionou atrás de mim, me segurando pelos cabelos com a mão esquerda e, empunhando o objeto na direita, disse:
- Nem se atreva a sair, gritar ou contar o que houve aqui, ou então será muito pior para você.
- Sim Senhora.
Eu já sentia que uma severa surra estava prestes a ser aplicada, mas , o que ela tinha em mãos para executá-la ??? Não demorou mais que alguns segundos para eu sentir uma forte lapada.... SSSPLAFFTT.... aquilo doeu até a ponta do último fio de cabelo. Quando eu fui pensar em alguma coisa, SSPLAFFTT.... SSPLAFFTT.. SSPLAFFTT... SSPLAFFTT..... As lágrimas já começaram a cair. Eu pensava rápido: O que é isso ??? Aquilo queimava como brasa. Nunca imaginei que ela teria tanta força assim, De repente: SSPLAFFTT... SSPLAFFTT....,
mais duas lambadas, uma em cada lado do traseiro.
- Espero que isso te sirva de lição para se comportar melhor.
E solta ao chão, na minha frente, o algoz objeto que estava severamente me punindo: uma havaiana tradicional rosa, novinha em folha, que acabara de comprar.
- Beije-a e agradeça pela surra !!
Beijei e agradeci humildemente aquele chinelo que tinha me corrigido. Nunca tinha apanhado de havaiana, confesso que é desesperador.
- Vamos, vá ao banheiro e melhore essa cara de bebê chorão, e não se esqueça: ninguém poderá saber de tudo isso que aconteceu !!! ENTENDEU ????
- Sim Senhora.
Depois desse dia, tive mais dois "encontros" com Renata, até que ela se mudou com a família para o interior, e nunca mais tivemos qualquer contato.
Renata, onde quer que você esteja, serei eternamente grato por esses momentos de iniciação que me proporcionou. Muito Obrigado.