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Diário de Adolescência de um Fetichista - Parte 2

31/8 Pessoal, cá estou, aproximadamente 1 hora após o chamado do meu pai para a "conversinha" que Paula queria ter comigo. Com o traseiro quente, saibam. Ou melhor, fervendo. E realizado... rsrs. Aqui, o desenrolar dos acontecimentos: chego ao quarto do casal, onde Paula me espera sentada na cama; meu pai ficou na sala, como já disse, e foi melhor assim; do contrário, ficaria muito constrangedor pra mim e eu não conseguiria "curtir" o momento; pois bem... com o meu boletim em mãos (apresentando dois vermelhos, vocês já sabem) ela iniciou me dando um baita sermão, como jamais fizera, de olhar sério fixo em mim e uma voz firme e contundente, ainda que sem gritar; falou que o meu desempenho escolar era inadmissível e refletia puro relaxamento, ainda mais para um garoto sem outras ocupações; vinha notando, disse, que os conselhos, repreensões e pequenas punições (uma delas foi a proibição de sair com meus amigos, dia desses) que vinha me dando não estavam surtindo efeito, e que, de comum acordo com o meu pai, tinha decidido agir comigo da mesma forma que com seus filhos, que era uma forma que ela sabia que funcionava. Ressaltou que não gostaria que eu ficasse com ódio dela pelo que ia fazer, que ela me amava e estava fazendo aquilo pro meu próprio bem e que eu agradeceria no futuro e blá blá blá... e eu lá, com a cabeça baixa e fazendo carinha triste, como um bom menino. Comecei a ficar excitado com aquilo, sabe, o que foi bem difícil disfarçar, rsrs. Paula, calmamente, pede pra eu me deitar de bruços na cama, joelhos no chão, e arriar minhas calças e cueca; fingindo a maior inocência do mundo, com carinha triste, pergunto o que ela vai fazer; sem responder, Paula vai até seu armário de calçados e volta com um pé da rasteirinha de couro na mão; aquela... a minha preferida, que eu tanto já lambi e que tanto já estalou na minha bunda, nas brincadeiras solitárias das tardes... é a que mais dói... danada... Ela chega até mim e diz algo como: 'Pedro, não pensa que é fácil pra mim, mas eu tenho de fazer. Você vai apanhar. Não resista e não levante antes de eu ter terminado, porque eu vou dar tantas chineladas quanto acho que você merece. Resistiu, apanha mais, é a regra que uso com meus filhos e vou usar com você. Torne as coisas mais fáceis que tudo acaba rápido'. Minha pica, dura como pedra, forçava o colchão. Afundei o rosto no lençol e esperei. 'não pensa que é fácil pra mim...' ha! ha! ha! Até parece... Posso apostar que ela estava era ansiosa por mais uma bundinha pra castigar... ela adora isso, tenho certeza. Bom, amanhã continuo o relato, até porque tenho de ir ao banheiro descarregar algumas emoções reprimidas... rsrsrsr (hoje vai ser difícil dormir :-P) 01/09 Pois bem, continuando o relato. Em posição humilhante e recomendado a encarar com serenidade o irrevogável castigo que ela ia me infligir (hoje estou falando bonito, eheh), recebi as primeiras lambadas. Chineleia bem, a danada. Decerto treinou muito no traseiro dos seus pobres filhos. Tem mulher que sente prazer nisso. Pobres crianças. Deu até medo no início, achei que ia pedir arrego. Pancadas firmes e certeiras, o que eu não conseguia, aliás, nas "auto-chineladas" das minhas tardes libidinosas. Não tava mais reconhecendo a 'minha' rasteirinha... Paula alternava seqüências de 15 chineladas em cada nádega; o que mais me excitava é que ela ia dizendo os motivos pelos quais eu recebia cada seqüência, tipo assim: 'Isso é pelas notas em matemática' paf! paf! paf! paf! paf! 'E isso pela resposta malcriada que você me deu aquele dia!' paf! paf! paf! paf! paf! Só sei que ela citou motivos que eu nem lembrava mais. Mas foi gostoso :-) Avaliação da surra: Paula me surpreendeu... minha pica não estava mais dura ao final, sinal de que a dor foi maior do que eu previra. Achei que ela bateria fraquinho, já que era a primeira vez, mas... minha madrasta não é boba não! Não consegui contar todas as lambadas, mas creio que foram em torno de setenta... e no 1º dia! Imagina as próximas! Olha, confesso que esse pensamento me deu um certo frio na espinha... Amanhã continuo. ps: hoje agradeci pessoalmente à minha algoz, dizendo que, na hora, não a tinha reconhecido. A chinela, claro! :-P 02/09 Aqui estou para escrever mais um pouco sobre a seqüência de sensações da primeira surra recebida de Paula, minha madrasta que quer ocupar o lugar da minha mãe (coitada, jura que vai conseguir...). Meu traseiro ainda tem marcas, acreditam? Cada vez que vou olhar no espelho, é uma nova bronha... :-P Pois bem, esqueci uns detalhes do final da sova, tanto práticos quanto psicológicos. Aí vão: Terminados os paf! paf! paf! sei lá quantos paf!, eu já com os olhos cheios d'água, quase pedindo clemência, Paula guarda a rasteirinha e me diz algo como: 'Pode te vestir. Espero que a partir de hoje comecemos a nos entender melhor e você passe a me obedecer. Não quero tomar o lugar da tua mãe, mas você precisa entender quem está no comando agora'. Ela teima em falar da minha mãe... que raiva, que vontade de soltar os cachorros nessa metida! 'Doeu?' - ela ainda quis saber, ironicamente. Fiz que sim. 'Pois saiba que agora, toda vez que você me desobedecer ou relaxar na escola, vou fazer com que doa mais ainda! Estamos entendidos?' Fiz um tímido 'sim' com a cabeça, sem encará-la. 'Pode perguntar pros teus irmãos como funciona a coisa!', completou. Irmãos... vê se pode! Mas não retruquei; deixa assim, meu traseiro já estava latejando mesmo. Eu não tinha saído do quarto ainda quando ela emendou 'Ah... e sem futebol essa semana, vais aumentar a carga de estudos!'. Sem dar um pio, mas mordendo a língua de raiva, saí. Completamente desmoralizado, de cabeça baixa. O significado daquela noite teve uma dimensão muito maior do que vocês podem imaginar. Significou a comprovação da minha submissão a Paula, irrevogável e para todo o sempre. Se eu porventura tivesse a secreta intenção de me rebelar, de descarregar todos os palavrões que eu conheço em cima dessa mulher, essa possibilidade evaporou-se anteontem. Agora eu não tenho mais nenhuma moral sobre ela. E Paula, toda a moral sobre mim, com o direito de decidir a hora e o modo de esquentar meu traseiro. Agora não tem volta. Eu posso ser esnobe com o mundo inteiro, menos com ela. Nunca mais. A imagem do adolescente revoltado, que tanto me esmerei para criar, Paula simplesmente destruiu em dez minutos, com um simples chinelinho de couro. Ela e sua rasteirinha acabaram de fazer nascer um submisso. Para toda a minha humilde vida. A única coisa que me deixa puto da cara é ter de encarar meu pai diariamente. Isso só estraga meu tesão. Tenho de criar uma imagem totalmente diferente, e mais difícil, na frente dele: a imagem de que ainda estou por cima, de que ela não conseguiu me dobrar ainda... que saco! Nem sei que cara fazer na frente dele. Por que esse banana não morre? Se fosse só eu e Paula, como eu queria ter a oportunidade de me submeter a ela por completo... 15/09 Hoje aconteceu algo que eu jamais esperava, talvez a única coisa a qual eu não tinha como contornar. Vou ser sucinto, meu estado de espírito está horrível. Aconteceu que Paula me flagrou deitado na cama dela e com a cara enfiada dentro de um dos seus scarpins. E com vários pares de sapato dela em volta de mim, chinelos, tênis, palmilhas enfileiradas esperando minha língua. Fui pego como um patinho; o tesão nos deixa completamente descuidados; maldição... há tempos que eu não fazia essas orgias com os sapatos dela, por que foi me dar na telha de fazer justo hoje? e como Paula apareceu assim de repente, e sem fazer barulho? Em suma, quando nossos olhos se cruzaram, eu tava segurando o scarpin e com o narigão lá dentro, em transe; não tinha nem como inventar uma explicação, ainda mais naquele momento. Ficamos paralizados não sei quanto tempo; só depois de alguns segundos atinei de soltar o scarpin. Não consegui pronunciar palavra. Ela quebrou o silêncio: 'Posso saber o que significa isso?' Ainda fiquei uns segundos em silêncio, olhando paralisado pra ela, deitado de bruços no meio daquele mar de sapatos. Só consegui balbuciar: 'Por favor... não conta pro meu pai'. 'O que você está fazendo com os meus sapatos?' Não consegui responder. Comecei a guardar os calçados, pateticamente, recolocar as palmilhas nos tênis, nervoso. 'Por favor...' - repeti. 'Então me diz: por que você estava fazendo isso?' 'Não sei... mas... você vai contar... pro meu pai?' 'Depende...'. 'F...fale' - balbuciei. 'Tenho uma amiga psicóloga. Vou marcar umas consultas pra você'. Só baixei a cabeça; não estava em condições de negociar. Guardados os sapatos e trato feito entre a gente, ela ainda fez questão de ser irônica com o meu constrangimento: 'Só uma perguntinha: eu tenho chulé? Ha! ha! ha!' Maldita! Me tem em mãos, e pode me esmagar como um inseto. Bom, agora vou ter de encarar a tal psicóloga... torçam por mim.