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A Vida é Assim I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Quando pensei que subir intermináveis escadas, vestindo uma saia curta e sem calcinha ou entrar em um sex-shop em plena luz do dia pra comprar um chicote, fossem meus maiores desafios...
Desde que me tornei escrava, minha dedicação, obediência, submissão e desejo em serví-lo, ficaram bem claros, porém mesmo pensando em agradá-lo e fazer uma surpresa, fiz uma grande bobagem.
Troquei um e-mail com outro Dom sem sua prévia permissão. Quando o avisei, já era tarde. Jamais deveria ter feito algo tão infantil e idiota. Foi um impulso, mas servas não devem ter impulsos.
Neste dia estava marcada a tatuagem que faria em minha bunda, era sua marca, a inicial do seu nome.
Tive medo de que ele não aparecesse, mas ligou dizendo que iria e que eu só dirigisse a palavra a ele caso ele autorizasse. Havia passado boa parte da tarde chorando e imaginando se ainda pertencia a ele. Quando fui encontrá-lo, estava com os olhos inchados e uma forte dor de cabeça. Sua indiferença me torturava mais ainda. A tatoo doeu bastante, mas nada comparada a dor que eu sentiria caso meu dono não me desejasse mais com escrava, caso eu não pudesse mais serví-lo.
Ao saírmos da tatoo, fomos a um restaurante para conversarmos. Disse a ele que jamais faria algo tão estúpido novamente e fui avisada que seria severamente castigada pela minha falta. Aceitei, meu dono tinha razão, eu merecia e seria para o meu crescimento como sua serva.
No carro, meu dono disse que gostaria que eu fizesse algo pra ele. Mandou que eu abaixasse minhas calças e enfuasse um plug de borracha na minha buceta. Atendi-o prontamente. Ele começou a falar em meu ouvido com aquela voz que me deixa zonza, acho que seria capaz de gozar só com sua voz. Mesmo não merecendo meu dono deixou que chupasse seu pau, ele sabe que adoro gozar com ele na boca e depois sentir o gosto do seu gôzo. Fui pra casa com aquilo dentro de mim.
Claro que apesar de ter podido servir ao meu senhor naquele dia, sabia que minha falta seria cobrada. E ela foi cobrada em nossa última sessão.
No dia da sessão, recebi as seguintes instruções do meu dono:
- Venha de saia, mas dessa vez de calcinha, pois quero coloque o plug na buceta e venha assim;
- Você não virá me buscar, irá direto ao motel, é um motel escuro, sombrio e barato, pois é o que você está merecendo. Entre e peça a chave;
- Ao chegar, tire toda a roupa, peça a bebida que seu dono gosta e espere meu telefonema;
- Aguarde-me na posição de respeito e vendada.
Assim o fiz, cumpri todas as suas ordens. Aquele treco dentro de mim me incomodava muito, cheguei a sentir raiva do meu dono, mas não posso negar que estava muito, muito excitada. Passaram alguns minutos. Ouvi passos e a porta abrir, ele não deu uma palavra, depois de alguns torturantes minutos, ele se aproximou de mim e alisou sua marca. Me arrepiei da cabeça aos pés. Ele me algemou e tirou o plug. Foi um alívio. Foi então que senti minha pele arder ao levar a primeira das quarenta e nove chicotadas que ainda viriam. Chorei, tentando não fazer barulho e agradeci a cada chicotada que levava, pois merecia.
Sabia que aquela seria uma sessão de castigo e não esperava nada além disso. Pedi perdão a meu dono várias vezes. Sua voz me enlouquecia, seu toque em minha bunda me faziam gemer sem querer.
De repente ele parou e se afastou, não sabia o que ia acontecer, mas logo depois percebi um barulho familiar daquelas bolas que ele enfiou no meu cuzinho. Na verdade enfiou duas e deixou duas pra fora. Me puxou, tirou minha venda, mandou que ficasse de quatro e eu com aquelas bolas penduradas me arrastei como uma cadela faz pra agradar seu dono. Meu tesão aumentava e tive que me controlar. Lambi seu pé, até o pé do meu dono é maravilhoso, e como fui uma boa cadela deixou que eu chupasse seu pau, disse pra eu me tocar e permitiu que eu gozasse assim: ajoelhada a seus pés e chupando seu pau.
Deitou-me na cama de costas e com a bunda empinada. Não tinha a menor esperança de ser possuída por ele.
Meu dono então tirou as bolas e começou a bater na minha bunda. Nessas alturas já havia perdido a contagem, aliás sempre perco.Me colocou de frente com as pernas bem abertas e bateu com força na minha buceta, eu chorei de novo. Creio que ele percebera minha dor e suavemente tocou sua língua quente em meu grelinho. Sua língua começou a passear e sem controlar mais meu desejo, gozei na boca do meu dono. Fiquei de costas novamente e mais chicotadas vieram. Naquele momento desejei desesperadamente ser possuída por ele, minha excitação e desejo não eram mais controláveis, mas sabia que isso não aconteceria.
Foi que meio por instinto empinei minha bunda e senti seu pau encostar na minha buceta. Tive receio de ser repreendida, mas tentei sutilmente chegar mais perto e senti meu dono me possuir com força. Ao mesmo tempo que ele me possuía, sentia seus dedos em meu cuzinho. Não sabia se ria ou chorava, só agradecia: Obrigada, meu dono.
Quando estava prestes a gozar ele parou. Fiquei ali sem me mexer e sem saber o que esperar. Mas logo saberia que estava sendo enrabada por meu dono. Suspirei de alívio, pois ali tive a certeza de ainda pertencia a ele, que ainda era sua doce serva.
Minhas pernas adormeceram, meus pêlos eriçaram, meu corpo tremia e implorei ao meu dono que batesse na minha bunda e gozei, gozei pro meu senhor. Meu dono também gozou, mas gozou na sua marca, a marca que representa todo o orgulho, o amor, a dedicação e o desejo infindo que sinto de pertencer a ele.
Minha luz, minha vida, minha existência.