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Me Tornei Uma Cadela - Parte 1
Depois de ter saido de um relacionamento(casamento, namoro) conturbado, e quase sem nenhum prazer, resolvi só ser virtual de salas de sexos. Sou a Ana (nome fict), separada, 42 anos, branca, olhos castanhos claros, cabelos cast claros, quase loiros, 1,62, 56 ks bem distribuidos, seios redondos, perfeitos 46, bunda normal, barriguinha um pouco saliente, mesmo com a academia nao consegui me livrar dela, e uma filha de 14 anos.
Moro em Salvador, tenho uma empregada antiga a Naná e um cachorro pequeno, um poodle medio e levo uma vida corrida. Pela manha, academia as 07, as 09 ja estou no trabalho, sou secretaria de uma multinacional. Minha filha fica no colegio, mas deixo-a aos cuidados com a Naná, que é a segunda mãe dela. A noite em casa, depois de um lanche ou um jantar, minha filha dorme por volta das 22 hs pois tem aula cedo, dai vou para net que fica no escritorio de um ap de 2 quartos + um que fiz sala de estudos. La tranco a porta e me deleito em fazer sexo virtual.
Trepo comigo mesmo vendo fotos, lendo contos e com algum tarados do outro lado. E foi numa destas salas que entrei que descobri que ser uma escrava. Fiquei pasma em saber como me sentia em relação as fotos, as conversas de todos os niveis, desde zoo, bizarros, espancamentos e cordas e tudo mais. Achava que aquilo era muito louco, mas minha bucetinha molhava e eu gozava com tanta abundancia que animei a conversar com um Senhor que por preservação chamarei de Mario.
Falavamos de tudo, comprei uma cam, vibro, e começamos um verdadeira sessao virtual, nao mostrando meu rosto no inicio para nao comprometer. Ele a cada dia exigia mais.
No começo era vibro na xana, prendedores, depois exigia que eu enfiasse um cenoura na xana e o vibro no cuzinho, e eu me divertia, nao me mostrando e gozando como louca. Passado um tempo, comecei a me expor totalmente, agora mais ousada, rosto, ja nao tinha como nao me expor, pois as ordens eram mais exigentes. Abria minha bucetinha na cam, levantava e exibia ela molhada, e eu tinha que enfiar dedos, e lambe-los. Bem, eu adorava aquilo. Nao corria risco, pois ele mora em SP, entao ficariamos só naquilo.
Mas a cada dia que passava, ele estava mais exigente, e eu cada vez mais dependente dele na net. Eu sei que voces podem pensar que sou uma devassa, mas ele começou a ameaçar de me largar e eu nao poderia mais viver sem ele. Criei um dependencia sexual tão grande, que as vezes eu me perdia e só me acalmava quando eu gozava pensando nele. Acabei fazendo o que ele queria. Tive que colocar a cam numa posição que me visse deitada, no chao, com uma almofada na bunda para que eu ficase mais alta e ele tivesse a visao de tudo. Meu cao, o poodle, me lambia, meio sem jeito e eu tinha que abrir minha xana (pelo fone ele comandava). Dizia: Pega no pau dele, masturba, chupa, e eu com nojo me recusei. Agora, bate uma punheta nele, isto, veja como cresce, ele falava ja excitado e numa unica ordem, me vez enfiar o pau do cao dentro de mim. Era pequeno, mas eu estava como uma qualquer no chao, dando a buceta para o meu caozinho. Ele me xingava, ria da minha safadeza, debochava, gritava que eu era cadela, piranha de cachorro, puta, ordinaria, ate que eu nao aguentei e gozei com a bola do caozinho enfiada na minha na minha xana.
Assim também dei o cuzinho para o caozinho e todas as noites ele me fazia entrar as 22hs e só saia depois das 2 da manha. Meu rendimento caiu, minha cabeça doia durante o dia, ate que meu chefe me chamou e me disse que achava que eu estava abatida, que precisava dar uma parada e me deu ferias que ja estavam vencidas. Quando contei para ele, de cara me mandou ir encontra-lo. Fiquei com medo, recuei, expliquei, mas ele disse que seria tranquilo, que eu viesse para um hotel com minha mae e minha filha e passe pelo menos uns 4 dias, que eu tinha que dar este prazer para nós, e mesmo depois de eu relutar, concordei.
Minha mãe nao quis viajar, disse que preferia ficar com minha filha na propria casa dela, que era para eu ir só, para dar uma descansada de casa, de filha e do trabalho. E eu o fiz. Fui para SP, mas nao disse a ele que iria só. Assim nao iria facilitar para ele.
No dia marcado estava eu em SP, desci ao lobby e o vi com uma camisa amarela, calça jeans ,moreno quase mulato, alto, com 1,90 e forte.
Me abraçou com força e beijou -me sutilmente na frente de todos que ali estavam, senti a sua pressao no meu corpo. Vamos? Fiz sim com a cabeça. Minha bucetinha estava molhada, meu coração saltava fora, mas eu nao iria recuar agora. Sai com ele num carro preto, bonito e confortavel, vidros fechados e escuros. Ele ja dentro do carro, assim que arrancou, passou a mao na minhas pernas, empurrando minha saia para o alto, me deixando exposta, a calcinha aparecendo sutilmente. Daí ele diz: Preparada minha puta? Fiz que sim, mas que meu medo era grande, era. Ele falava, para eu me calmar sorrindo e disse que nao seria mais que eu ja haviamos vivido. No caminho as vezes ele me apertava a coxa, insinuava por cima da minha calcinha e eu com a respiração acelerada, boca semi aberta, sentia uma tesao enorme. Entramos numa casa no Morumbi, murros altos, uma fortaleza. La, ele estaciona e abre a porta para mim. Vi uma casa bonita de pedra e vidro, um piscina do lado, alguns movimentos de gente na casa, mas nada significativo, nao vi ninguem. Fomos entrando e assim que a porta se fechou ele me puxou para perto dele e começou a me beijar com ansia. Me chamava de minha puta, minha gostosa: Ate que enfim, hoje famos fazer tudo pelo seu prazer, mas tera que me obedecer direitinho minha cadelinha, hoje poremos em pratica aqui tudo que aprendeu e que fez para mim na cam.
E eu excitada correspondia com uma tesao que eu nao imaginava existir dentro de mim. Beijava, sentia suas chupadas na minha orelha, mordidas, sugadas no pescoço ate que de repente ele me dá um tapa com força no rosto.
VAGABUNDA! PUTA!!! Eu me assusto com o grito, mas excitada me agarro nele, que me puxa para o sofá e ali num amasso só vai tirando minhas roupas, sem jeito, me deixando só de calcinha rendada e meia soutien meia taça. Ele tb agora só de cueca, me admira: Levanta cadelinha fica em pé na minha frente, deixa eu ver voce direito. Minha calcinha molhada exalava meu cheiro, ele me vira e vê o fio dental. Puxa com força, me fazendo gemer, enquanto desabotoa meu soutien. Logo ele a puxa para baixo e me desnuda totalmente. Bate nas minhas coxas separando-as e eu excitada sinto seus dedos me abrindo, me tocando, me vasculhando toda. Um dedo dentro da buceta, ele mexe e remexe e eu agonizo de prazer.
Outro dedo no meu cuzinho, forçando, e fazendo gemer de dor. Assim fico, sendo vasculhada indecentemente pelo meu Sr. Logo ele tira o dedo e se levanta, penso que vai me beijar, mas nao sai me deixando avisada: Nao se sente, fique assim. Volta depois de cinco minutos, com umas cordas e um venda. Venha, vire-se. Ali mesmo ele me venda os olhos com uma faixa preta, e amarrando meus braços pela frente, trança meus seios com uma corda, fazendo ela passar pela minha buceta separando os labios, assim como minha bunda. Me puxa devagar pelas maos. Me ajoelha empurrando minha cabeça para o chao, e eu ali exposta, com uma tesao fora do comum, me empurra o pau na boca, me fazendo chupar com força, sem jeito, forçando minha garganta. Mamo forte, com sede. Ele me levanta de repente, venda meus olhos e eu fico sem saber o que vira em seguida, puxada por uns metros, empurrada numa cama deitada de frente e sinto o corpo dele subindo no meu. Na minha barriga sinto seu peso, nao forte, senti que ele se apoiava de joelhos na cama, só me humilhando.
Ali, nos meus seios, sinto sendo colocado algo frio e grito ao sentir a dor de estar sendo presa nos bicos. AAAAAAAAiiiiiiiiii, ele grita: Calada cadela.
E ali eu fico sentindo uma dor tremenda, mas nao ouso mais a gritar, só gemendo baixinho. Logo sinto o pau dele na minha boca, suado, o cheiro de mijo, mas nao me incomdo engulo gostoso e mamo, sugo com força, doente de desejo de sentir o gosto do seu leite. Ele fode, tira, passa no meu rosto, puxa as cordinhas do seios me fazendo gemer alto. E volta a me fazer chupa-lo com força. Ele sai dizendo: Acha que vou te dar meu leite cadela?? Ainda nao. Quero meter nos seus buracos primeiro, depois volto para te alimentar e me puxando pela corda do seios, me fazendo encurvar de dor, vira-me de costas, me colocando de 4 no chao.
PEDE, diz ele bravo. Implora para que eu te foda, e eu gemendo: Por favor SR me fode, eu imploro. Ele puxa a corda para o lado e expoe meus buracos , enfiando com toda força seu pau na minha xana, sem um pingo de dó, me fazendo cair de rosto no chao proporcionando um prazer maior a seus olhos. Uma cadela abatida no seu cativeiro. Vai cadela, puxando meu cabelos, rebola puta, mostre o que voce é, dizia ele, e eu, obediente rebolava, e ele fodia, ate que eu nao aguentei, gozei alto, gemendo alto, tremula de tesao e ele sem dó começou a me da palmadas me fazendo gritar alto de dor, batia com tanta força, senti minha carne arder, mas só aumento meu gozo final.
Fala puta, late, rosna, mas vai apanha muito ainda hoje e levar neste cu e nesta xana tudo o que voce nem imagina. Chorei, chorei de medo, de dor, de tesao e tambem por me sentir perdida, sem referencia de mim. Mas quando ele da uma investida mais forte dentro de mim, gozo, gozo alto alucinante de novo, tirando ele do sério. Quem deixou voce gozar de novo sua puta? Eu assustada digo: me perdoe... desculpa senhor. Perdoe-me ...
Ele para tudo, se levanta e sai, me deixando ali de 4, apoiada apenas com o ombro e a cabeça, tremula. Ele volta e vejo que tras na mao, dois grande falos. Ele enfia sem rodeios um no meu cuzinho, outro na minha xana e liga, me fazendo da berro de dor. Ele empurra com força ate entrara uns 25 cms em cada buraco e aquilo ligado numa tomada controlado com um controle , me dava pequens choques. Eu grito tremendo, doi, doi demais. Ele dá risadas. E ai sua puta, gosta não? Goza cadela. Anda puta. Vou te arrebentar ate o fim do dia. Eu tentei fazer que nao, mas ele nao se intimida. Ele tira. Sai novamente, eu ali, respiro aliviada.
Fico ali com a bunda pra cima. Logo ele vem de novo, chuta minha coxa e me manda virar. Quando olho, puxado por uma coleira, um cao buldogue preso na coleira e excitado com o cheiro, se aproxima do meu sexo, ainda molhado e lambe. Eu me desespero, por favor Sr Mario, isto nao, nao mesmo. Ele ri, que é cadela, voce fez com um lulu, agora te arrumei uns de grande porte, este é só o primeiro. Quero que voce chupe eles, vai mamar no meus cães que há muito nao tem uma cadela como voce. Vai dar cu, buceta, boca para eles, voce é rampeira, uma porca, tem que ser tratada como tal. Se exibiu como uma qualquer e acho bom que obdeceça senao nem daqui voce sai. Te enterro no quintal (lógico que ele nao faria isto) e ninguem nunca vai te achar .(ele só me metia medo e eu realmente fiquei)
Eu estava perdida, apavorada. Nao, nao me mate, eu faço o que quiser. Sabia que ele poderia fazer isto e ninguem me acharia. Tentando me levantar, mas o cao rosnou e senti uma cintada no seios que me levaram a um grito lacinante de dor. O cão rosna novamente e se aproxima agora excitado. Vem cadelinha, chupa o pau do meu cão, vai.. E eu, meio de lado começo a obedecer, a chupar o cao, mamo naquele pau que pinga. Eu no chão como uma rampeirona sinto o Sr Mario, enfiando dedos e me dedilhando a xana me fazendo ficar excitada. Mamo mais o cao, e novamente ele manda que eu pare. De 4, agora, apoie-se no sofa, e eu ja excitada, obedeço. O cão sobe, em cima das minhas costas e tenta enfiar na minha xana, mas ele puxa e enfia no meu cuzinho, e o cao fode, fode com rapidez, me unhado as costas. Eu grito de dor e tesao, mas sou calada novamente com o pau do Sr Mario invadindo minha boca. O cão bombeia com força e logo goza no meu cu, mas agora é a morte, uma bola incha dentro do meu reto e eu desesperada sinto sendo puxada de costas pelo cão. Não aguento de dor, o pau sai e grito desesperada. Sinto que fui dilatada ao extremo. O Sr Mario ri: Gostou cadela? Meu cão adorou .. Muito bem cadelinha.
Fico ali apoiada no sofa, revivendo toda minha trajetoria ate ali, e por mais que eu saiba onde cheguei, nao importo, tenho meu dono, meu senhor. Sou uma vadia, uma puta qualquer, uma Cadela.
cont...