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Sem Direito a Nada 3 - O Verdadeiro Propósito de Um Escravo

Cassandra retorna à varanda, pega uma cadeira que esta no caminho e senta próximo a Alexandre que esta amarrado das mãos aos pés deitado na rede. Cassandra libera os pés e pernas de Alexandre e com uma leve ajuda o coloca sentado na rede. - Olha só meu bem. Trouxe o seu café. Precisa se alimentar bem, pois hoje começa o seu treinamento, e eu fazer a minha fortuna. Cassandra alimenta o seu escravo. Alexandre pouco podia fazer afinal, ele esta faminto. Sua mãos continuam atadas para trás, e quando consegui falar pergunta se ela o pode liberar, por que tem que usar um cinto de castidade, onde estam as suas roupas e por que foi seqüestrado. - Meu amor. Olha! todos os homens aqui são meus escravos... - Como assim. Homens. – pergunta surpreso Alexandre. - Sim depois vou te levar para a sua cela, lá você vai conhecer os seus companheiros. - Não estou sozinho... – falou refletindo. - Não, não, claro que não. Esse lugar é muito maior do que você pensa. Além desses muros há uma área só para vocês ficarem. É lá que eu guardo a minha coleção. A coleção de escravos. Aqui cada um tem uma função, ah, ainda não pensei qual será sua função. Derrepente o sossego dos dois é interrompido com uma outra voz, era de mulher mas de tom áspero. - Casse, oh Casse. - Sim, Clau to aqui. E logo surgi uma outra mulher de porte físico avantajado, que de longe se confundi com homem. - Ah esse é o novato. – fala ao ver o rapaz. - É sim. Esse fecha a minha coleção. – responde Cassandra. - Você esta acostumando mal, o alimentando desse jeito. - Não se preocupe. Hoje é o primeiro dia dele. O material esta pronto? - Sim. O lugar dele já. - Ótimo. Clau preciso da sua ajuda para definir a função dele depois do adestramento. Qual tipo de serviço que ele poderá fazer. - A isso é fácil, depois a gente vê isso. Eu tenho um recado do Barão. - O Barão? - falou surpresa Cassandra. - É sobre aquela festa...- falou Clau com um ar de mistério. - Ah claro, diga a ele que darei uma resposta hoje a noite, pois durante o dia estarei muito oculpada. - Tudo bem, então. - falou Clau saindo. - Clau diga para as meninas que o novato chegou, vou deixá-lo no ponto para elas se divertirem. - Sim senhora é para agora mesmo. Assim aquela robusta mulher sai deixando o rapaz mais nervoso do que já estava. - Bem, o café acabou. Cassandra se levanta, e se retira por uns instantes. O rapaz faz as ultimas tentativas para se soltar, ao se levantar não vai muito longe quando senti a corrente que esta fixa na coleira de aço, puxa o seu pescoço ao chão. E sem demora Cassandra surgi, mas dessa vez com uma caixa de madeira. Cassandra pára e observa o rapaz franzino com ar de autoridade. - Você agora é minha propriedade. Você esta aqui contra a sua vontade, para me servir e que logo estará com os outros. - Você é uma louca. – revidou o rapaz, que sem poder reagir recebe tapão cheio no rosto que faz cair no chão. - Veja como fala comigo, coisinha...- respondeu Cassandra – tenho mais força do que muito homem. Cuidado! - Ah, claro, você anda falando demais. – e em seguida Cassandra abre a caixa, e retira alguns objetos de metal e maior deles, que nitidamente era uma mascara que envolvia toda a cabeça do individuo. - Como é tradição, o rosto do novato não poderá ser visto durante um mês por outras dommes. (lembrando, a cabeça de Alexandre foi rapada, também, quando ainda estava sob o efeito da droga). - O que vai fazer comigo?.... anhhaahh não, não – mumura o rapaz tentando impedir aquela mulher monumental de colocar a máscara que por sinal é em vão, e em poucos segundos um clique do cadeado é ouvido, prendendo o conjunto na cabeça do indivíduo. A máscara tem abertura para os olhos, nariz e boca. Alexandre poderia usá-lo constantemente sem necessidade de retirar, pois há pequenas aberturas no alto para higiene e refrigeração. - Não tenha medo meu bem. – Fala Cassandra se divertindo com a cena. – ficou perfeito em você, é realmente ta um pouco justo, mas logo acostuma. Em seguida Cassandra retorna a pegar os objetos de metal e traz o que parece ser uma venda, e encaixa no dispositivo e prende nas laterais, e Alexandre para a não ver mais nada. - Sabe Alex, a vantagem dessa mascara é que leve, é feita de alumínio. Os meus escravos mais antigos, usarão daqueles modelos de ferro, sabe era horrível...- comentava Cassandra a pegar um outro elemento que parecia ser uma mordaça. – E como havia dito, você fala demais, e sei que isso resolverá o problema. – e quase sem poder abrir a boca direito Cassandra enfia a mordaça na boca do pobre rapaz, e prende na parte de traz da mascara, encaixando como uma luva. - Pronto você esta totalmente dependente de mim. Agora levante. – assim Cassandra desengata a corrente que prende a coleira do rapaz ao solo, e o puxa como guia, produzindo um abafado gemido. - Vem comigo meu, bem... – falava Cassandra ao guia-lo por caminhos que ele não podia ver. – Você não esta aqui para me satisfazer sexualmente. Não, não. Eu já tenho o meu nego que por sinal me satisfaz em tudo. Na verdade assim como os outros, você será obrigado a fazer sexo com pessoas que não conhecem, e proporcionar felicidade e laser para outras, outras dommes. E como você é minha propriedade, serei muito bem remunerada por isso. Estarei te alugando, contra a sua vontade. Esse é o seu propósito. E por isso que assim como os demais, estão usando cinto de castidade. Agora nos momentos de ociosidade, você permanecerá aqui, para prestar os devidos serviços, que trabalho aqui é o que não falta. Como você esta muito rebelde merece ser adestrado. Cassandra continua a caminha com o rapaz, e ao colocar o seu braço no ombro do rapaz, que ao encostar a modesto suspiro de susto. - Sabe Alex, vou ser sincera. Depois que entrar aqui, não terá como sair, não porque mantenho acorrentado, mas será você que não irá mais querer sair. De repente os passos param, Alex ouvi um som de porta se abri, e em seguida entra. - Aqui esta – diz Cassandra. – Alex me responde uma coisa. Ah, esqueci. Não pode falar. Rssrs. Isso me deixa excitada. Mas vamos lá. Como poderá ser treinado? Para começo de desejando boas-vindas, mas antes você tem que dormir. Em seguida Cassandra coloca no nariz do rapaz clorofórmio, que em segundo cai no chão sem reação. Bem-Vindo a Cidade FEMDOM. A cidade das dominadoras.