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A Estória da Punheta Numa Garrafa e a da Laura Apanhando no Cu
Eu gosto mesmo muito é de tocar punheta. E principalmente de tocar punheta enquanto a minha colega de trabalho Laura se põe a contar-me as suas aventuras sexuais. E ela tem muitas para contar ou não fosse uma moça libertina, muito bonita, um pouco gordinha mas loira e de olhos azuis, com umas mamas perfeitamente empinadas e o bumbum arrebitado que gosta imenso de saltar de cama em cama. Como trabalhamos só os dois no escritório, durante o horário de expediente toco uma ou duas punhetas todos os dias ouvindo-a contar-me os seus casos mais recentes. No inicio depois de a ouvir narrar-me as suas transas levantava-me de pau feito e corria para a casa de banho a verter meu leitinho na sanita mas como ela, vivaça como é, depressa se apercebesse da minha tara perdi o pudor e tirando a pila de fora do fecho das calças comecei a tocá-la por baixo da secretária sem procurar disfarçar, enquanto a Laura com todos os pormenores se entretinha a descrever-me como se entregara na véspera, na cama, no carro, no elevador e até em jardins públicos, a este e àquele. É claro que esta minha tendência inapta para o onanismo me valia ser muito gozado por ela e me fez ganhar a alcunha que me entesa tanto como se a visse nua, de pastorzinho punheteiro que só gosta de acompanhar mulheres para se deleitar com as fodas delas com outros em vez de as procurar foder, como segundo ela devem fazer todos os homens de verdade.
- Eu gostava mesmo dizia-me muitas vezes era de te ver a meter o pau, meu grande pastorzinho, num buraco bem apertadinho em vez de passar a vida vendo-te esfregando-o à mão como o fazes sempre que te confesso as minhas putices. Aposto que nem saberias como o fazer.
Admiti que não, eu nunca metera e parecia-me impossível que ela me viesse a ver metendo pois desenrasco-me muito bem manualmente e gosto assim. Aprecio ver bocetas principalmente de mulheres transando e sentir-lhes o cheiro mas nem penso em meter num buraco por onde elas mijam. Além disso acrescentei-lhe que eu só conseguiria ter tesão metendo numa greta se a estivesse ouvindo contar-me um dos seus episódios porno ao que ela prontamente me retorquiu não se importar de me fazer uma das suas confissões enquanto eu ficava metendo. E com ar de menina amuada ainda acrescentou:
- Pois se não te vir metendo numa greta juro-te que nunca mais te conto nada.
Bem, as histórias que dela já ouvi alimentariam minhas punhetas por um ou dois anos só de as recordar mas eu queria que me contasse as suas novas aventuras que ela ia acumulando como eu acumulo punhetas. Lembrei-me então de uma coisa.
- Posso ao menos escolher o buraco onde meter? perguntei-lhe. Como ela me dissesse que sim quis saber que história estaria ela disposta a contar-me se naquele momento me visse metendo numa greta apertadinha e virgem onde ninguém ainda metera, nada que se comparasse com a boceta escancarada dela, e Laura olhando para mim admirada pensando certamente como iria o pastorzinho que gostava de tocar punheta mesmo quando acompanhado por uma boazona como ela, arranjar uma boceta virgem para comer naquele momento disse-me que me contaria a primeira vez que dera o cu se me visse metendo.
Levantei-me, fui à máquina de sumos e voltei com uma garrafa de água à qual antes de entrar cortara o gargalo de maneira que minha piroca pudesse entrar nela.
- Aqui está a greta com a qual vou foder na tua frente - disse-lhe e agora quero que contes como foi a primeira vez que apanhaste no cu.
Laura riu-se protestando que quando falara numa greta referia-se a uma autêntica, se soubesse que era aquilo ter-me-ia mandado ao sex-shopp comprar uma vagina postiça ou uma boneca insuflável, mas como em nada das suas palavras anteriores se referira expressamente a uma vagina autentica mas apenas a uma greta acedeu em me narrar sua primeira enrabadela enquanto eu me masturbava no gargalo da garrafa.
Colocou-se então de bruços sobre a minha secretária como faz muitas vezes quando me quer ver punhetear, como se estivéssemos falando de algum assunto de trabalho para o caso de alguém entrar, eu desapertei o meu fecho e exibi-lhe meu caralho que imaginando a história que ia ouvir já se armara, e no qual ela nunca toca, e enfiei-o na abertura da garrafa. Apertadinha como imaginava. Que bom. Parecia-me a palma da minha mão comprimindo-o como quando pretendo retardar a esporradela da punheta.
- A minha piroca cabe mesmo à justa disse-lhe eu para a acicatar Há-de ser bem melhor metê-la no gargalo da garrafa do que na tua rata, tão larga a deves ter.
- Pilinhas! Punheteiro! atirou-me ela foi precisamente isso que o Nelson me disse quando me fez dar-lhe o cu. Mas só conto a história se te vir fodendo a garrafa como deve ser, não é só ficar com o pau metido lá dentro.
Eu estava sentado na minha cadeira e comecei então a movimentar a garrafa para cima e para baixo de modo que meu caralho fosse deslizando rapidamente dentro dele.
- Ainda não lhe comecei a ir ao pito disse-lhe a puta está-me fazendo um broche igual aos muitos que já fizeste, Laura. E agora conta-me como foi a tua primeira enrabadela.
E Laura começou a contar. A cena passou-se em Lisboa quando ela entrara para a empresa e fora lá colocada e conheceu Nelson um homem casado com o qual ela se relacionou. Habitualmente encontravam-se numa pensão especializada em alugar quartos para encontros fortuitos, e nessa tarde de sábado Nelson montara-lhe o grelo com a Laurinha na posição de frango assado. Minha colega no entanto, puta como é, não dava só para ele e ele notou-o pois a tirou fora sem se ter vindo embora a tivesse penetrado demoradamente.
- Muita piça deve entrar aqui de tal modo tens a rata escancarada- disse-lhe Faz-me um broche bem feito que daqui a bocado vou-te estrear uma abertura que decerto ainda ninguém te estreou.
Laura chupou-lhe o caralho como eu imaginava estar o gargalo da garrafa fazendo ao meu. Ela também não se viera ainda mas o caralho do Nelson estava todo melado com os sucos do tesão dela e Laura disse-me que aquele gosto agridoce lhe pareceu delicioso. Nelson entretanto deitara-se sobre ela e fazia-lhe igualmente um fantástico 69 como era habitual fazerem, mas desta vez a língua dele não se limitara apenas a lamber-lhe a boceta, as suas mãos obrigaram-na a levantar as pernas e aquela língua húmida e quente explorava-lhe agora o caminho das nádegas, do cu, enfiara-se no seu olhinho, penetrara-o como lhe penetrava o grelo, fazia-lhe cócegas, abria o caminho, relaxava-a, era uma sensação nova. Ainda pensou em pedir-lhe que não fizesse isso, afinal aquilo era o seu cu, por onde soltava peidos e merda, não lhe parecia próprio, mas oh, estava sendo tão bom que ela não só não disse nada, como ainda lhe agarrou e chupou na pila com mais vontade mamando-a até ao fundo da garganta. Ouvindo aquilo também minha pila dava fundo na garrafa e algumas gotas de esperma caíam no seu interior como cairiam na garganta de uma mulher se eu estivesse sendo mamado por uma.
- Anda, cospe-me no cacete, cospelhe bem que bem vais precisar disse-lhe o Nelson vais gritar mais do quando perdeste os três do pito quando ele te entrar num sitio que eu cá sei.
Laura cuspiu-lhe no pau que era bastante avantajado embora fosse a primeira vez que ele lhe pedia tal coisa e sem suspeitar ainda qual seria o fim daquilo pois sempre pensara que sexo anal fosse apenas para os paneleiros. Ele esfregando-lhe o pau nas mamas e por todo o peito espalhou o cuspo ao longo dele mandando-a então colocar-se de gatas. Como aquela era uma posição usualmente usada nas suas relações íntimas Laura pensou inicialmente que o amante a pretendia encabar no grelo por trás e acomodou-se melhor por sobre a cama onde estavam, baixando a cara sobre o travesseiro. Só se apercebeu que alguma coisa ia acontecer diferente do costume quando sentiu que ele em vez de lhe enfiar o soardo na rata se limitava a encostá-lo nela enquanto um dos seus dedos se lhe ia enfiando no cu. Pára, pára, gritou-lhe ela, mas ele palmatoou-a com uma das mãos livres mandando-a estar quieta e calada senão nos quartos ao lado separados por uma fina camada de tabique todos iriam saber que ela estava apanhando no cu pela primeira vez e chorando como uma menina donzela. À medida que a ia penetrando com o dedo ia-lhe dizendo que ela de facto o tinha gostosamente bem apertado, muito mais apertado que a entrada da frente e na verdade nunca o devia ter dado a ninguém.
- E tu, ó taradinho por histórias de mulheres putas disse-me interrompendo a narração não achas que também está na altura de parares com o broche da garrafa e começares a ir-lhe ao pito? Se entra alguém ainda vais ser obrigado a interromper a tua foda e a guardares rapidamente a pila para dentro do fecho ou ainda somos despedidos os dois por conduta imprópria na hora de serviço. E eu sem estar a fazer nada contigo ainda arruíno a minha reputação coisa que nunca aconteceu em Lisboa quando dava o cu e o pito ao Nelson e a muitos outros.
Parei então com o brochee encostando-me mais para trás na cadeira como se tivesse uma mulher de pernas abertas sentada sobre os meus quadris comecei a empurrar minha barriga para trás e para a frente simulando os movimentos do coito como já vira em filmes porno.
- Mais depressa! incentivava-me Laura- nós as mulheres quando estamos apanhando gostamos de sentir o caralho entrando e saindo com força, para nos sentirmos dominadas. Vê-se logo que não passas de um pastorzinho que não está habituado a foder.
- Continua a tua história, Laura pedi-lhe redobrando os movimentos se ta ouvir fico com mais tesão e com mais vontade de comer esta greta apertadinha.
Laura retomou então a narração daquela tarde memorável. Minha colega sentindo o caralho húmido do Nelson roçando-lhe a pássara e o dedo dele invadindo-lhe o rego e alargando-o para a tora que iria provar a seguir começou sentindo ainda mais calor do que o que já apresentava e esfregou suas mãos nas mamas.
- Minha puta, estás em ponto de rebuçado atirou-lhe o amante sarcástico. Ela estava sim. Come-me toda, meu piça grande que eu estou sedenta de um bom pau pediu-lhe em voz desmaiada.
- Prepara-te para gritares quando sentires a força do meu caralho no teu cu disse-lhe ele. Retirando o dedo, arregaçou-lhe as nalgas gordinhas e brancas do olhinho para os lados de maneira que o buraco ficasse bem exposto e cuspiu nele. As mãos da Laura já tinham descido dos marmelos para o seu entre pernas e ela esfregava-as nos lábios vaginais que estavam tumefactos de tesão. Mesmo assim sentiu todo o impacte daquele dardo trespassando-a e não pode evitar de soltar um berro. Podias ter ido mais devagar. O caminho estava todo fechado Por isso mesmo, respondeu-lhe, não há nada como abri-lo de uma vez só As mãos dele tinham agora subido pelo peito de Laura acima e eram as mãos dele quem se encarregavam de lhe apertar os mamilos duros e de os apertar gostosamente enquanto o seu pau entrava e saía com fúria do cu dela tirando-lhe todas as pregas que ele conservara até então, e os colhões lhe batiam nas nádegas macias e redondas. Laura tocava-se loucamente, imagino mais ou menos como eu me toco quando me punheteio, e a foda da minha pila na garrafa era agora muito mais intensa, eu imaginava-me estar-lhe comendo o cu embora não lhe quisesse comer nada a ela, apenas o gargalo da minha garrafinha apertadinha, e dava-lhe com força como o Nelson dera no cu e na cona dela tantas vezes. Laura sentia o olho a arder e Nelson então tirou-a fora. Naquela posição foi-lhe ao pito mas só o tempo necessário para ela se vir. Laura perguntou-lhe porque ele não se viera com ela igualmente.
- Hoje não é só caralho que vais provar no teu cu respondeu-lhe ele - vais provar igualmente nele com leite de macho. E vai ser o meu leite.
Deitou-se na cama com o dardo espetado ao alto como uma torre mandando-a sentar-se sobre ele. Voltou a fazer-lhe um minete no cu para a deixar mais aliviada enquanto ela o masturbava, talvez com a secreta esperança de o ver esporrando-se e dessa forma ver-se poupada a nova enrabadela. Mas sem sucesso. Nelson não se veio e a Laura não teve outro remédio que não fosse sentar-se muito lentamente sobre aquele caralho enorme penetrando-a toda até o sentir batendo-lhe no troço e parecendo querer furar-lhe a membrana de pele que o separava da vagina. Rebola-te no meu caralho Laura, rebola-te toda que é para tu te rebolares nele que eu to enfiei no cu. Rebola-te toda que agora que já não tens nenhum buraco virgem ficas ainda mais parecida com uma puta que era o que tu deverias ser já que tanta vocação tens para foder, dizia-lhe ele louco de tesão e fazendo a minha amiga ser de novo tomada pelo tesão. Eu puxara a garrafa na direcção do meu peito e dava-lhe agora de baixo para cima como imaginava o Nelson dera na Laura naquela tarde e só queria que ele se viesse nela para eu me vir igualmente na minha amante imaginária pois nunca me venho antes da Laura concluir suas narrações. O que não tardou a acontecer. Laura rebolou-se naquele pau que ela tanto adorava com um frenesim que disse nunca ter sentido antes, subindo e descendo nele como num elevador, e ouvindo o Nelson dizer-lhe que naquela posição todo o leite que iria depositar nela ser-lhe-ia de novo vertido para cima dos seus pentelhos e colhões quando ela o golfasse no final, deixou que ele se viesse dentro do seu cu, algo aliviada apesar de tudo pois em tal sítio não corria ela o risco de engravidar. Mas mesmo depois de se ter vindo Nelson não retirou logo seu pau, antes o deixou estar até que a esporra que lhe depositara fosse rejeitada pelo rabo dela e voltasse a sair deixando-lhe a barriga coberta por aquele líquido espesso, pois que Nelson se viera abundantemente.
- Agora que fiz de ti uma puta completa sem nenhum buraco virgem, vais-me demonstrar o quanto estás agradecida por tal facto e vais-me limpar a minha esporrinha toda com a língua.
Lamber esporra não é coisa que atemorize minha colega de escritório mas depois de lhe ter dado o cu resolveu fazer-se cara. Só se me fizeres outro 69 no meu cu e cona, exigiu-lhe. E com um 69 acabaram aquela tarde de amor na pensão.
- E que esporradela me deu! confessou com os olhos brilhando Disse-me que por ter o olhinho muito apertado ele sentiu a piroca bem esmagada como se estivesse metendo numa boceta virgem, disse-me mesmo que parecia que o meu cu lhe queria esmagar o pau de tal modo que quando se veio o leite saiu-lhe todo como o de um saco comprimido, inundando-me o rego. E eu como o tinha bem dorido e a arder da esfregadela que levara confesso que me soube muito bem quando lhe senti a esporra saindo, de tal maneira o seu contacto salgado dentro de mim me fazia sentir um ardor ainda maior.
A sua enrabadela chegara ao fim mas não a minha punheta com a garrafa. Laura observou-o.
- Já te contei como fiz dois 69s com o Nelson, como levei duas fodas na rata e outras tantas no cu e tu ainda não acabaste de sanicar no teu buraquinho apertado. É como eu digo. Aguentando-me tu tanto tempo com o pau no ar enquanto tocas à punheta é uma pena não preferires aproveitar essa energia metendo em mulheres. Sempre se aproveitariam melhor as tuas esporradelas solitárias, meu pastorzinho. Anda, vê se te vens depressa que ainda temos muito trabalho de escritório pela frente.
Minha pila estava completamente inchada e eu sabia que precisaria de algum tempo até ela voltar ao normal e poder tirá-la fora. Seria um escândalo se chegasse alguém e me visse com ela metida num gargalo de garrafa frente à minha colega de trabalho. Encostei-a assim a uma das gavetas laterais e com o rabo para atrás e para a frente fodi a garrafa como um possesso até me vir finalmente, escutando a Laura dizer que provavelmente se eu tivesse metido meu pau numa boceta de verdade não me aguentaria tanto tempo. Havia o problema de me desfazer agora da garrafa com a minha esporra. Pensei em ir à casa de banho mas para evitar ser agarrado com ela resolvi guardá-la num canto da secretária e deitá-la fora quando terminasse o dia. Laura ainda me disse que habitualmente teria pena de me ver deitando tanta esporra pela sanita baixo pelo que se fosse de um homem de verdade ela não teria nojo em bebê-la como já bebera a de outros mas sendo de um punhetas como eu não valia a pena, o melhor mesmo era dar-lhe sumiço como a uma coisa imprestável. Quando a empregada de limpeza chegou não deixou de a ver e estranhou o seu conteúdo espesso.
- Que é aquilo branco dentro da garrafa? É cola? perguntou. A Laura riu-se mas eu respondi-lhe:
- É sim. É cola que tirei do tubo para levar para casa. Vou ter muitos selos de cartas para colar nos próximos dias e resolvi levar alguma. Mas veja lá. Não vá contar ao patrão que ando a roubar cola no escritório.
A senhora deve ter ficado a pensar que eu provavelmente estava-me candidatando a um novo emprego. Mas que outro emprego poderia arranjar melhor do que aquele onde trabalhava a sós com a Laurinha e tendo nela a melhor fonte de tesão para as minhas punhetas?