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A Viagem Vencedor do I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Votação do Juri

Chegou o momento.. Mal consegui dormir essa noite. São seis horas da manhã, e estou esperando meu Senhor aparecer, e com ele, ir realizar a sessão que foi agendada por ele. Aguardo, conforme ele recomendou, de calça jeans, sandália de salto alto com plataforma e uma blusa agarrada, ressaltando meus seios, estes em contato com o tecido da blusa, já que fui proibida de colocar tanto calcinha quanto sutiã. Ajoelhada sobre uma cadeira, estou na janela a esperar, recomendação também essa feita por ele. Vejo o carro aproximar-se, virando a esquina. Continuo na mesma posição, aguardando, conforme seu desejo, ele embicar para entrar na garagem. A garagem de casa é fechada, com portão eletrônico, e, assim que ele embicar, tenho ordens de abri-lo e assim que ele entrar, fecha-lo e dirigir-me até o seu carro, levando minha mala com meus apetrechos e muda de roupa. E assim procedo, e logo estou ao lado da porta, olhando para meu Senhor, descendo de sua carruagem motorizada, um cavaleiro andante moderno, buscando sua princesa dentro de seu castelo. Meu Dono está ali a minha frente, todo de preto, me chamando para um abraço, como sempre ele faz, um abraço e um beijo rápido. Sei que esse é o sinal para que, a partir desse instante, a sessão inicie-se, e não devo mais olhar para ele e nem mesmo dirigir-lhe a palavra a não ser que ele puxe o assunto ou me dê liberdade de falar algo. Estico minhas mãos, e ele as algema. Isso significa que estou amarrada a meu Senhor, presa ao meu Dono, entregue aos seus caprichos, restando-me obedece-lo e segui-lo, servindo-lhe a seu bel prazer, meu corpo sendo seu, minha alma eternamente dele, indelevelmente marcada, sua propriedade, um B e um W riscado a faca em meu coração. Ele abre a porta da frente de sua carruagem e me alojo, enquanto ele me prende o cinto de segurança. Coloca minha mala no porta-malas, e sentando-se ao volante, dá a partida, e vamos embora. Ele havia prometido que hoje nossa sessão seria diferente do usual, onde ele me leva sempre a um motel, e realmente foi. Pegamos uma estrada por um longo tempo, eu quieta, apenas de vez em quando olhando para o meu Senhor. Eis que de repente, ele sai por uma trilha de terra, o carro sacudindo todo, aquela nuvem de poeira deixando no ar o rastro de nossa passagem. De repente, ele pára nessa trilha e desce do carro, indo abrir uma espécie de porteira, feita de arame torcido em estacas de madeira suspensas no ar. Após colocá-la ao lado da passagem, ele retorna ao carro e entramos, parando logo à frente, para que meu Senhor volte a fechar a porteira. Já são 8 horas, rodamos por duas horas, estamos bem distantes. Ele volta para o carro e seguimos em frente, andamos bastante, ficando longe da trilha onde estávamos. Isso começa a me assustar, afinal a impressão é de que estamos isolados. Percebo que essa minha impressão se torna realidade, pois não vejo nada em torno a não ser uma casa, e o resto, só mato. Meu Senhor pára o carro e sai, vindo abrir a porta do meu lado, liberando o cinto de segurança, e ordenando que eu desça, o que prontamente eu faço. Ele libera minhas mãos, soltando as algemas. Fala para eu entrar, ajoelhar-me ao lado da porta e aguardar. Ao entrar, dou uma olhada na sala e vejo que é uma sala pequena, com apenas uma cadeira no lado oposto ao da entrada. Logicamente, sabedora que ele me quer sempre de cabeça baixa, assim procedo, e vejo que ele passa com as duas malas e as coloca no chão da sala, e dirige-se à cadeira, sentando-se. Ele ordena: — Minha escrava querida. Tire sua blusa. Tiro a blusa, ficando com meus seios de fora. — Agora, tu vais até a mala de seu Senhor e retires tudo que tem dentro, deixando os nossos brinquedinhos arrumados ao lado dela. Ao tentar me levantar, sou prontamente repreendida. — Escrava... mandei-a levantar-se? Não me lembro de ter dito isso. Portanto.. vá cumprir sua ordem de joelhos, como boa cadela que és. Assustada com a determinação de meu Senhor, mantive-me ajoelhada e fui em direção à mala, cumprir sua ordem. Comecei a retirar as coisas e arrumá-las ao lado, levando um bom tempo nessa atividade, porque meu Senhor tem muitos brinquedinhos, e alguns deles me dão certo pavor quando resolve usá-los. — Pegue sua coleira e as pulseiras. Ponha-as na boca e traga-as até mim. Com dificuldade, consigo levar até meu Senhor o que ele pediu. Entrego em suas mãos e aguardo ajoelhada a sua frente as suas novas determinações. Ele manda que eu estique minhas mãos, e ao fazer isso, ele coloca uma das pulseiras de couro negro, brilhante, com duas argolas de metal prateado, em meu braço direito. Faz a mesma coisa em meu braço esquerdo. Sei que ele acha linda a visão de sua escrava com as pulseiras e tornozeleiras de couro, mesmo utilizando-as muito pouco, quase servindo apenas como enfeite do meu corpo. Manda que me aproxime e sente-se de costas para ele, próximo ao seu corpo. Ele puxa meus cabelos para trás, passa a coleira grossa de couro pelo meu pescoço e prende, ajustando-a, deixando-a bem presa, quase me sufocando, por muito pouco ela não me sufoca. Essa coleira nova que meu Senhor destinou a esta sua escrava é grande na altura, quase que não consigo baixar a cabeça pois ela esbarra embaixo de meu queixo. De repente, sinto suas mãos em meus peitos... as mãos de meu Senhor apertam-nos, esfregando, massageando, apertando, seus dedos esbarrando nos meus bicos, já ligeiramente intumescidos por cumprir ordens de meu Senhor. Seus dedos esfregando meus seios e bicos, estes ficando durinhos, desejosos de serem alvo da deliciosa boca de meu Dono. Após um apertão mais forte, doloroso, seguido de um gemido, meu Senhor levanta-se e vai buscar uma corda, corda essa que eu já havia deixado separada ao desmontar a mala. Meus peitos sentem a falta repentina do calor daquelas mãos. Ele volta e pondo meus pulsos lado a lado, amarra-os, por sobre a pulseira de couro, deixando-os imobilizados. Volta a sentar, encostando suas pernas nas minhas costas, eu pensando prontamente que terei novamente o contato de suas mãos em meus seios, mas não. Escuto, sim, outra ordem. Ele pede para que eu me levante e volte ao meio da sala. E que tire as calças, ficando apenas de sandálias. Como sei, pela experiência que tenho com meu Senhor, que não adianta argumentar que não dá, já que ele amarrou minhas mãos, eu tento realizar essa tarefa. Abrir o botão foi até fácil, descer o zíper, deu trabalho, mas consegui. Mas tirar a calça, foi muito difícil, ainda mais que ela estava agarrada ao meu corpo. Após muito esforço, consegui baixá-la até os pés, mas para conseguir tirá-la, percebi que não seria tão fácil. Quase perdendo o equilíbrio, consegui fazer com que a perna direita saísse e logo em seguida, retirei a calça toda, ficando, como meu Senhor queria, somente de sandálias. Examina meu corpo todo, me deixando sem graça. Agacha-se e pegando as tornozeleiras, coloca-as, apertando-as delicada mas firmemente. Pronto. Finalmente estou como ele gosta de me ver. Nua, buceta raspada, de sandálias, e com as pulseiras e tornozeleiras de couro negro, e encoleirada. Recebo um beijo de meu Senhor. Ele sempre me premia com um beijo quando fica contente com algo que realizo para ele. — Agora tu terás que tirar a roupa de teu Senhor. Ai, penso eu, será difícil com minhas mãos presas. Mas adoro tirar a roupa de meu Dono. Levanto sua camiseta preta, mas meu Senhor não levanta os braços. Digo a ele que precisa levantar os braços para que eu possa tirar sua camiseta, mas ele dá de ombros, dificultando minha tarefa. Com extrema dificuldade, consigo tirá-la. Ajoelho-me e tiro seus sapatos e meias. Suas calças mostram-se dificultosas tanto quanto a minha. ao abrir o botão, e baixar o zíper, tarefas mais difíceis, tira-la foi mais fácil, deixando meu Senhor apenas de cueca. Percebo seu pau já duro de tesão, por debaixo dela. Baixando sua cueca, libero seu membro, e prontamente o pego em minhas mãos, colocando-o em minha boca. Sei que meu Senhor sempre espera isso, adora isso. Chupo-o, enquanto continuo a retirar sua cueca, e após conseguir retira-la, as mãos de meu Senhor puxam minha cabeça em sua direção, fazendo com que eu engula quase totalmente aquele pau gostoso, suas mãos movendo minha cabeça, como um êmbolo, indo e vindo, chupando aquele pau gostoso. Puxa minha cabeça para trás, tirando-o de minha boca, e segurando-o, bate em minha cara com ele. Deliciosa dorzinha leve, aquele pau duro sendo batido de um lado e de outro em minha face. Me levanta. Pegando-me pelos pulsos presos, meu Senhor me leva até o quarto. Senta-se na cama e coloca-me sobre seus joelhos, dobrando-me sobre suas pernas. Sua mão esquerda apóia-se no meu quadril enquanto seu braço esquerdo preme meu corpo forçando-me em suas pernas, não deixando muita opção de me mexer. Dizendo que minha bunda está muito clarinha, que a pele está desejosa, sua mão direita começa a bater, palmadas alternadas, lado direito e lado esquerdo de minha bunda. No começo, os tapas não doem, sinto apenas suas mãos como que encostando em meu corpo, mas com o passar dos segundos, os tapas vão começando a se tornar ardidos, vou sentindo minha pele esquentando, tento me mexer, mas meu Senhor força o peso de seu corpo sobre o meu através de seu braço esquerdo, os tapas se sucedendo, o barulho alto, ecoando pelo quarto vazio, apenas a cama, meu Senhor e eu. A cada tapa, mal consigo reprimir os gemidos, estes se tornando gritos leves, a pele quente, o ritmo das palmadas sempre iguais, quase que milimetricamente, meu Senhor vai acertando no mesmo ponto, a dor aumentando, meus gritos se tornando mais altos, meu corpo remexendo-se, tentando livrar-se, tentando, quem sabe, mudar um pouco a posição para que meu Senhor acerte um local diferente, mas não, não consigo, a dor aumentando, as palmadas esquentando muito minha bunda. Meu Senhor dá uma parada... alívio... arde demais... seus dedos escorregam no local das palmadas, esfregando as unhas, sadicamente, no vermelhão que certamente se formou. Gemo de, já nem sei mais, se de dor ou de prazer, de dor, pois dói essas suas arranhadas, e principalmente, de prazer, de saber que meu Dono está se deliciando ao brincar com minha bunda, se deliciando ao passar as unhas onde alguns segundos atrás era sua mão inteira que estava. Ao esfregar as unhas, meu Senhor desce os seus dedos, indo de encontro a minha buceta, já molhada de tesão, desde o momento em que esse homem apertou meus seios, melando mais ainda quando a dor dos tapas começou a transformar-se em prazer; prazer de servir, prazer de ser usada, prazer de ser sua. Seus dedos esfregam minha buceta, devagar, sentindo o melado provocado por ele, esfregam apertando, sentindo, tateando, fazendo com que eu comece a gemer, baixinho, seus dedos esfregando, eu gemendo, querendo gozar desde já, mas sabendo que meu Senhor não permite o gozo, apenas quando ele determinar. Ele pára, retira os dedos e, mandando eu me ajoelhar, enfia os dedos em minha boca querendo que eu os limpe, que sinta o sabor de sua puta, que sugue o mel que ficou em seus dedos, o que faço com sofreguidão, deliciando-me com o gosto de minha buceta, deliciando-me com os dedos de meu Senhor em minha boca. Ele levanta, vai até onde estão os brinquedinhos e volta com uma gag na mão, justamente a que eu não gosto. Ao sentar-se, manda que eu fique novamente de costas para ele, o que prontamente faço. Ele coloca a bola na minha boca, forçando-a a entrar, e prende a correia por trás, bem presa, mantendo-a aberta, bem aberta. Puxa a correia extra que passa por sobre meu nariz, e prende-a na correia também, quase tampando meus olhos, pois a correia é um pouco grossa. Pegando-me pelos pulsos, levanta-me e me leva até o meio da sala, prende meus braços numa corrente, e subindo num banquinho, passa esta por uma espécie de prego com ponta redonda, tipo de prender vaso, deixando-me quase esticada. Ajusta a corrente até que meus braços fiquem completamente esticados. Vejo ele pegar os dois pregadores presos um ao outro por uma corrente, que me assustam, pois essa correntinha é pequena e os pregadores muito fortes. Pega meu peito direito, e esfrega meu biquinho... seus dedos me apertam, giram meu bico, deixando-o intumescido com o toque de meu Senhor. Seus dedos são substituídos pela sua boca. Sua boca quente, sua língua passeando pelo seio, girando em torno do meu bico, sua mão apertando meu seio, não sinto dor, sinto um prazer indescritível, um tesão louco toma conta de meu ser, sua língua encontra meu bico, brinca com ele, lambe, espreme, seus dentes mordiscam, uma fina dor se estende por ele, puxa o bico com os dentes, dói, e, de repente, prende o pregador no bico, uma dor aguda, mas suportável no momento. Começo a babar, não consigo controlar, a baba escorrendo pelo canto da boca. Meu Senhor já me disse que adora ver essa coisa acontecendo. Tento segurar a saliva, mas não consigo. Meu peito esquerdo não tem a mesma sorte. Ele pega meu bico, puxando-o e prende o pregador, esticando a corrente que traz meu bico direito, doendo bastante. Ao soltá-lo, a dor provocada pela corrente pequena, deixando-os esticados é forte, mas deliciosa, por ser proporcionada por meu Senhor. A baba escorre pelo queixo, começando a cair em meu corpo, dando uma leve aflição ao senti-la descendo pela minha pele e eu não poder fazer nada. Meu Senhor se agacha, e retira minha sandália do pé direito, fazendo com que eu tenha que ficar com esse pé na ponta dos dedos, sadicamente, mantendo o outro pé calçado. Sinto um tapa forte na minha bunda. Balanço meu corpo, já pouco equilibrado, pois o tapa me joga para a frente. Solto um gemido, pois a bunda já estava ardida, e esse tapa doeu. Ele retira então a outra sandália, e eu fico com os dois pés na ponta dos dedos, mal conseguindo parar quieta no lugar, praticamente impossível. Ele me deixa ali, nessa posição uma eternidade. Meus braços doem, meus bicos também. Meus dedos, suportando o peso de meu corpo também doem. A baba, constante, sem parar, escorregando pelo meu corpo. Onde está meu Senhor? Não o vejo. Tento olhar pra trás e o vejo sentado na sua cadeira. Emito pequenos gemidos, mexo meu corpo, na tentativa de chamar-lhe a atenção. Outra eternidade, e ele chega ao meu lado com um banquinho, o coloca a minha frente e diz pra eu subir nele. Isso alivia meus braços e meus pés... Ele sobe junto no banquinho, tira a corrente, e volta a colocá-la, deixando mais elos de sobra. Manda que eu desça, e mesmo com meus braços esticados, consigo colocar os pés no chão sem forçar demais meu corpo. Ele sai da casa, e volta carregando uma barra de ferro, e me diz que gostarei do que ele fará com ela. Ele vai até seus brinquedos e traz duas coisas na mão que não consigo ver o que é e mais a chibatinha. Abaixa-se e prende a ponta da barra na tornozeleira do meu pé esquerdo com uma das coisas, um mosquetão. Puxa meu pé forçando-me a abrir as pernas. Abre o suficiente para poder prender a barra no outro tornozelo, deixando minhas pernas extremamente abertas. As coxas doem, os braços voltam a se esticar. Meu corpo desloca-se um pouco para frente, a baba continuando a escorrer e desta vez caindo no chão. Pega minha cabeça em suas mãos, e me dá um beijo na testa. Meus olhos fitam-no, meu olhar assustado. Sinto-o mexer na correia da gag, e afrouxando-a, ele a retira, um alívio imenso, deliciosamente consigo fechar minha boca dolorida. Com a chibata, ele começa a golpear o interior de minhas coxas, levemente, quase apenas encostando, nada sinto, a não ser o encostar do couro na pele. Mas, à medida que vai batendo, e, meu Senhor aumentando o ritmo, começa a arder, sinto esquentar minhas coxas, gemidos surgem, gemidos que vão se transformando em leves gritinhos, a chibata vai batendo, de um lado e de outro, rápido, dolorido. A dor... forte... levanto a perna instintivamente, o quanto dá, presa pela barra, mas ao fazer isso, meus braços se ressentem, e volto a colocar o pé no chão, rapidinho, pior a dor nos braços que a dor das chibatadas. Lágrimas escorrem de meus olhos, mas não grito. Meu Senhor percebe, e continua a bater mais rápido e mais dolorido, e, subitamente, sinto apenas o calor, a chibata parou, meu Dono substitui a chibata pela sua mão, esfregando minhas coxas aquecidas, avermelhadas, doloridas. Suas mãos passeando pelo vermelhão que elas mesmas criaram. Delicadamente, apenas tocando levemente, como que a sentir o que elas realizaram. Sua mão sobe pela minha coxa, indo encontrar minha buceta, molhada, extremamente excitada. Seus dedos movendo-se por ela, aberta, exposta, sedenta de prazer, esfregando os lábios desejosos por ele, indo de cima a baixo, explorando, tateando, sentindo, meu grelo pulsando, sendo encontrado pelos dedos de meu Dono, que o apertam, espremem, esfregam. Gemo de prazer, de emoção. Estou aberta, minhas pernas esticadas deixando-me sem condições de movimentar-me, os dedos de meu Dono esfregando-se em mim, seu dedão em meu grelo, dois de seus dedos me invadem, entrando e saindo, bem devagar, explorando meu interior. Seus dedos dentro de mim, mexendo, cada vez mais rápido, indo e vindo, entrando e saindo, o dedão esfregando meu grelo, molhada, encharcada de tesão, seus dedos dentro, fora, dentro, fora, vontade de gritar, de gozar, de sentir o pau duro de meu Senhor. Mas... sadicamente, ele para novamente, me deixando desejosa, sequiosa de prazer, mais uma vez me levando às raias da loucura, do prazer por ter esse homem como meu Dono e Senhor. Seus dedos vão até minha boca, onde manda que eu os limpe, experimentando de novo o meu suco, o meu mel, o meu prazer, que esse homem sabe tão bem extrair. Meu Senhor se agacha e retira a barra de ferro. Minhas pernas estão moles. É dificultoso voltá-las a posição. Meu Senhor sobe no banco e retira a corrente do teto. Na hora me agacho, uma sensação de que milhões de formiguinhas estão tomando conta dos meus braços e pernas. Horrível. Estranho. Esquisito. Mas meu Senhor me toma em seus braços. um abraço gostoso, suas mãos levantam minha cabeça, sua boca aproxima-se da minha, puxa meus cabelos e toma posse da minha, um beijo, sua língua passeando com a minha, entrelaçadas, famintas, matando a solidão que elas sentem, duas se tornando uma, bocas se fundindo, lábios se juntando, paixão latejante, me entrego totalmente a esse homem. Solta minhas mãos, tirando as cordas que as prendiam. Sensação deliciosa de liberdade. Meus bicos doem. Atrevo-me a dizer algo a esse respeito, no que sou prontamente repreendida com seu olhar. Sabedora que cometi um erro, abaixo meus olhos e tento suportar a dor aguda que sinto. Prendendo uma espécie de guia na coleira, meu Senhor me leva como que a passear pela casa, indo até os fundos, passando pela cozinha, onde ele pergunta se desejo algo. Peço apenas um pouco de água, o que ele prontamente me atende, colocando-a numa tigela e, esta no chão, me fazendo beber como se fosse sua cadela, o que adoro ser. Após a dificuldade extrema de conseguir beber algo dessa forma, ele continua a puxar-me pela guia, e chegamos a um quarto escuro, janelas fechadas, grande e aparentemente vazio, exceto por uma sombra no meio do local. Meu Dono e Senhor dirige-se até a janela e a abre, clareando o ambiente, e vejo o que é a sombra, uma armação de madeira, com três furos redondos, e prontamente, já imagino o que meu Senhor fará. Mandando que me levante, ele retira minha coleira. Deliciosamente, meu pescoço se sente liberto, a sensação de sufoco que ela provocava, some, suas mãos esfregam-se em meu pescoço, como que a ajudar a aliviar a pressão que existia. Levando-me até aquela coisa, levanta metade da madeira, coloca minhas mãos nos dois furos menores e baixando minha cabeça, a coloca no furo maior. Como é um pouco baixo, acabo ficando dobrada. Cuidadosamente, ajustando meus pulsos, e meu pescoço, ele fecha a outra parte e tranca, pois escuto o barulho de um cadeado. Que sensação horrível, tento tirar meus pulsos e não consigo, estão firmemente presos, não consigo ver nada para trás, e pouca coisa para frente, pois a cabeça mexe-se muito pouco. De repente, um zumbido no ar. Uma dor lancinante. Minha bunda é golpeada. Levanto até minha perna na tentativa de amainar essa dor, mas não consigo. Dou um grito. Mais uma vez, do outro lado, terrível, dor forte, um zumbido seguido de uma dor horrível. Como levantei a perna de novo, recebo uma bronca de meu Dono. Mas é difícil controlar isso. Outro zumbido e sinto novamente a dor. Tento suporta-la, afinal esse é o prazer de meu Dono e Senhor, e cabe a mim proporciona-lo, mas é difícil demais. Após cinco pancadas fortes de cada lado, uma pausa, a mão de meu Senhor toma conta do local onde alguns instantes atrás foi duramente castigado, esfregando levemente, ele sentindo o calor que está na minha bunda. Sua mão desce, chegando a minha buceta, que está molhada demais, sensação estranha, fico excitada com a dor que meu Senhor me provoca, fico excitada com os toques após os castigos que meu Senhor realiza, fico excitada só em pensar que a cada golpe meu Senhor está se deliciando comigo. Estou muito molhada, seus dedos passeiam pela minha buceta, esfregando-a, invadindo-a, mexendo em meu grelinho, seus dedos brincam, fazendo-me esquecer a dor, o esfregar me deixando doida, quando repentinamente outra dor aguda, meu Senhor puxa a corrente dos pregadores, liberando os dois bicos ao mesmo tempo, uma dor forte, mas seus dedos trabalhando em minha buceta mal me deixam sentir essa dor, dor que quase me faz gozar em sua mão, fecho minhas pernas em sua mão, tentando segurar um gozo que está a explodir, prestes a acontecer, mas sei que não permitido, meu Senhor continua, sadicamente, esfregando minha buceta. Escuto-o liberar-me, permitindo que eu goze desta vez. Seus dedos indo e vindo, invadindo meu ser, sua outra mão esfregando meus bicos doloridos, sendo fodida por meu Senhor de uma forma deliciosa, entrando e saindo, um apertão forte em meu bico, seus dedos dentro de mim.. gozo, muito.. o chão some, meu corpo estremece, aperto a mão de meu Senhor entre minhas pernas, um grito de prazer seguido de uma espécie de convulsão, no que meu Senhor retira sua mão, põe em minha boca e sofregamente, chupo seus dedos, sentindo o mel de meu gozo, desejosa de ter o pau de meu Senhor me fodendo, fazendo eu gozar com ele dentro de mim. Meu Senhor se retira, fechando as janelas, e a porta, deixando-me ali sozinha, na escuridão total. Meu corpo relaxado, mole, minhas pernas meladas, minha buceta quente, eu quase desfalecida de prazer, tenho que me controlar para não desabar. Nem sei quanto tempo fiquei ali. Mas sei que foi muito. Minhas costas doem, quando a porta se abre. Meu Senhor destranca a minha prisão, eu me levanto devagar, até conseguir ficar em pé, pois uma dor estranha toma conta de meu corpo, dor essa provocada pela posição. — Siga-me. Diz ele. Saindo pela cozinha, nos fundos da casa, há uma pequena varanda onde meu Senhor para, e virando-se para mim, ordena que eu fique ali, quieta, esperando-o. Voltando, ele me coloca de frente para uma das madeiras que seguram o teto da varanda. Pegando minhas mãos, levanta-as e as prende em argolas no alto dessa espécie de coluna, deixando meus braços novamente esticados, na ponta dos pés. Passando a corda pelo meu corpo, vai me atando, me deixando presa a ela. Minhas pernas são presas, também, na coluna, e meus pés, amarrados também, deixando-me completamente imóvel, na ponta dos dedos. Mal consigo me mexer. Repentinamente, a luz diminui. Meu Senhor coloca uma venda sobre meus olhos, e, prendendo-a por trás de minha cabeça, passo a não ver mais nada. Fico ali, presa, amarrada, e nada sinto de meu Senhor, a não ser as dores das cordas pressionando meu corpo contra a madeira. Meus calcanhares começam a sentir um leve calor. Que será isso? Calor que vai aumentando. Vlaappttttttttt... uma dor aguda nas costas. Uma chicotada forte. Dou um grito alto. Meu Senhor vem e acaricia meu rosto, dizendo: — Amore, eu quero que conte cada chicotada que levares, agradecendo seu Senhor por isso, entendeu? E começara na próxima, essa foi apenas uma amostra. Triscando os lábios pela dor lancinante, faço que sim com a cabeça, mas ele me pergunta novamente: — Entendeu? Responda. Eu digo então que sim, que entendi, e agradeço por isso. O calor nos pés começa a aumentar, e ainda não sei o que é. Mas não tenho nem tempo de pensar nisso pois novamente sinto uma dor forte nas costas. — Uma, Senhor, obrigada, Senhor. Vlaappttttttttttt — Duas, Senhor, obrigada, Senhor. E assim foi, seguindo as lambadas, e as contagens. A cada pancada, meu corpo descia um pouco. O calor das lambadas e aquele calor estranho nos pés, chorando. Ao chegar na sexta, silêncio. Só se ouvia o meu choro. Choro de dor, muita dor. O calor nos pés começou a incomodar. Tento mexe-los, mas mal consigo. Me contorço, na esperança de conseguir um alívio, mas acabo sendo obrigada a pedir a meu Senhor que me ajude. — Por favor, Senhor, eu não estou agüentando mais, o que é isso em meus pés? Ele retira a venda e me movimentando um pouco, vejo que são duas velas, daquelas pequenas que ele colocou por baixo de meus pés. Chorando peço para ele retira-las. Está queimando. Exagero, mas senão ele não as retirará. Sua mão esfrega meu calcanhar, como que sentindo o calor que está nessa parte de meu corpo, e me diz: — Nossa, está gelada sua pele. Vamos deixar mais um pouquinho. Começo a gemer, pedindo para que a tire, no que sou repreendida por isso. Tento então suportar mais um pouco. Suas mãos passeiam pelas minhas costas, sentindo as marcas que, provavelmente, ali ficaram. Ele se agacha e retira as velas. Nossaaa... que alívio sentir o sumiço daquele calor constante. Mas o alívio é pequeno. Meu Senhor começa a derramar os pingos de cera quente em meus peitos. Duas velas, duas mãos, dois peitos. Ao mesmo tempo, ele deixa as cair. As gotas quentes rapidamente esfriam em contato com minha pele. A dor é estranha. Um misto de dor e prazer. A dor nas costas misturada ao queimar esquisito que a cera proporciona me dão uma espécie de tesão, um calor na minha buceta, meus bicos ficam duros, olho pro meu Senhor, sabendo que ele não gosta, olho para ele como que implorando para que ele me toque. Meus seios estão brancos, cheios de cera. Um ardor se esparrama por eles. Largando as velas, ele começa a me desamarrar, começando pelos pés, depois vai tirando as cordas que prendem meu corpo, e finalmente soltando minhas mãos. Consigo colocar novamente os pés no chão. Mas é por pouquíssimo tempo. Logo em seguida, ele novamente prende minhas mãos pro alto, mas deixando meus pés no chão. Passando uma corda duplicada por minha cintura, faz como que um cinto, bem preso, apertando meu corpo, e, por trás, desce a corda passando pelo rego de minha bunda. Faz um pequeno nó, e subindo pela buceta, meu Senhor tem a preocupação de coloca-la por dentro dos lábios, o nó exatamente próximo ao meu grelo, e sobe com ela pelo meu corpo, passando cada ponta por um lado do meu pescoço, e descendo por trás de mim. Pega meu pé direito, levanta-o para trás, deixando-o um pouco acima do joelho. Prende a corda nele, deixando-a esticada. Não entendi ainda o porque disso. Ao soltar minha perna, rapidamente entendi. Ao tentar baixa-la, instintivamente, esticou mais ainda as cordas, fazendo com que o nó esprema meu grelinho, doendo muito, a corda espremendo a buceta e o grelo. Levanto imediatamente a perna, afrouxando o novo instrumento de tortura que meu Senhor colocou nesse corpo que a ele pertence. Ele entra, e volta rápido, com a gag na mão. Me assusto, mas não tem jeito. Ele a coloca em minha boca, a qual abro e deixo que coloque, pois sei que não adiantará nada eu lutar contra. Prende-a bem apertada, as correias passando pelos cantos da minha boca, quase como que rasgando a pele. Mal consigo mexer os lábios. Após prende-la, deixando a correia que sobe pela face solta, caída, meu Senhor vai embora para dentro da casa e me deixa ali. Por alguns minutos consigo manter a perna pro alto, poupando-me da dor, mas são escassos minutos. A dor na coxa começa a ficar forte, a perna sendo obrigada pela minha mente a baixar, mas assim que faço isso, a buceta se ressente e automaticamente, levanto a perna de novo. A baba começa a escorrer, tanto pela boca estar aberta, como pelo medo da dor que sentirei rapidinho, pois sei que não agüentarei muito tempo nessa posição. O que realmente acontece. Não consigo mais segurar a perna, que desce, sendo apoiada pela corda, e com isso, esta cumpre sua função, apertando minha buceta e meu grelo, queimando muito pelo arrasto e atrito constante, pois não consigo ficar parada, tento me mover para tentar diminuir a dor. Uma eternidade depois, meu Senhor aparece como um anjo na porta. Pergunta se está tudo bem. Olho para ele com os olhos marejados, babando sem parar. E ele solta uma risada, um sorriso sádico delineia-se em seu rosto. A baba escorrendo, cai sobre meus peitos, a buceta está fervendo pelo atrito, pela dor. Chegando perto de mim, com uma pequena chibatinha na mão, ele diz: — Nossa amore, seus peitos estão brancos. Vamos limpar isso? Balanço minha cabeça, como que implorando para que não, mas não adianta. Sua mão move-se rapidamente. Segurando meu seio direito por baixo, vai batendo com a chibatinha, limpando a cera derretida que lá está. A medida que vai batendo, ele vai apertando e girando meu seio, para que a cera fique em posição adequada para a chibatada, o que dói um pouco. Mas essa dor, misturada com a dor na coxa e na buceta, torna-se deliciosa ao toque da mão de meu Senhor em meu seio. Sabedora que ele está se deliciando com essa prática, não sei como essa dor toda começa a converter-se em prazer. Começo a movimentar a perna para que a corda afrouxe e aperte novamente. Sinto-me molhar, minha buceta esquentar de tesão. As pancadas leves no seio, o esfregar da corda, o apertar de seus dedos, vai me deixando num estado que não posso definir. Ele troca o seio, e continua batendo, retirando a cera derretida e solidificada em minha pele. Seus dedos apertam e contorcem meu seio. A corda sendo afrouxada e apertada pela minha perna. A buceta quente, a baba escorrendo, até isso me dando prazer. Meu Senhor percebe a mudança de meu rosto. E rapidamente, ele termina o serviço que estava executando. Solta minha perna, deixando a corda afrouxar. Retira-a, e quando a corda sai da minha buceta sinto aquele vazio repentino, o calor que estava sentindo vira frio. Uma sensação de perda de algo. Minha perna no chão, mas os braços ainda presos ao alto, e gag na boca. Meu Senhor vai embora novamente, me largando sozinha. Minha buceta ainda está sedenta de prazer, tento compensar esfregando as pernas, tentando aperta-la com as coxas. Meus braços doem muito. Essa dor começa a suplantar o prazer. Começo a ficar sem posição. Me mexo, mas os braços continuam a doer, as costas também. Vejo então meu Senhor aproximar-se, e, ao retirar minha gag, agradeço a ele. Minha boca está toda babada, meu corpo molhado por ela. Mas não consigo limpar nada, continuo presa, e essa sensação de baba ao lado da boca é horrível, e percebo que meu Senhor se diverte com isso. Soltando meus braços, ele me leva para dentro da casa e diz que terei um breve descanso. Manda que me sente numa cadeira que está ali na cozinha mesmo, e sai em direção ao quarto. Breve mesmo. Mal sentei ele já me chamou até o quarto. Ao entrar, vejo meu Senhor em pé ao lado daqueles cabideiros que tem aquelas saliências para pendurar roupas e chapéus. Meu Senhor deixou um dos lados dele apenas com um daqueles negócios, envolto por uma camisinha. Pegando-me, ele me direciona até ele, e com muito cuidado, vai enfiando minha buceta nesse negócio. Tenho que ficar um pouco na ponta dos pés para poder me encaixar nisso. Aos poucos, minha buceta vai sendo invadida por isso. Meu Senhor vai me empurrando, bem devagar, até que fico completamente tomada por aquilo. Digo a meu Senhor que vai cair o cabideiro, mas ele me sossega dizendo que está pregado ao chão. Pegando uma corda mais fina, ele a passa por meu seio direito, e vai dando voltas e voltas, apertadas, fortes, até que meu seio encontra-se firmemente preso, duro, uma bolinha saltada. Faz o mesmo com o outro. A pele está esticada. Os bicos entumescidos. Passo minhas mãos pelos seios e sinto-os duros, esticados e extremamente sensíveis. A buceta preenchida, começando a pulsar, os meus peitos presos, tudo pelo meu Senhor, o calor apodera-se de meu corpo novamente. Ao me deixar ali, praticamente solta, presa apenas pela buceta, sentindo aquele calor irradiando-se, começo a mexer-me, indo e vindo de encontro ao cabideiro, olhos fechados, sendo fodida por aquele estranho aparato. Vou pouco a pouco aumentando o ritmo, indo e vindo, sentindo aquela coisa dura, entrando e saindo. De repente sou puxada para trás. Aquele pau duro e estranho que me invadia saiu completamente e de uma só vez de mim. Assustei-me. — Então minha escrava, estava gostando de ser fodida por esse cabideiro, é? Sem jeito, peço desculpas a meu Senhor e digo que sim, mas que preferia o pau de meu Amo. — Ajoelhe-se. Diz ele, o que prontamente faço. Pegando meu seio direito com sua mão, aperta-o e começa a bater nele com a outra. Dói pra caramba. Ele está esticado, duro, preso, apertado e sofrendo golpes. Uma dor deliciosa, pois está sendo imposta pelo meu Senhor, pela pessoa que é Dona de minha alma, de minhas vontades e desejos. E o meu desejo agora, neste instante, é que ele continue fazendo o que gosta, que é judiar deste corpo que a ele pertence. Após esse castigo, ele retira as cordas. O sangue ao retornar aos seios, formiga-os, uma dorzinha esquisita e irritante. Recebo ordens de ir ao banheiro banhar-me, e, como sempre ele deseja, sem enxugar-me, colocar a roupa que lá ele deixou. Tomo o banho, a água quentinha escorre pelo meu corpo, ardendo as costas, a bunda, onde vejo as marcas que meu Senhor deixou com a cane. Preocupo-me pois não vejo roupa alguma. O que faço? Pergunto-lhe? Saio do banho, toda molhada, procuro novamente e não vejo nada. Dirijo-me até onde meu Senhor está, sentado na sala e de cabeça baixa, digo que não encontrei nada para vestir, recebendo uma risada em troca. — Amore, você está lindamente vestida com a roupa que separei para ti. SEMPRE NUA PERANTE SEU DONO. Sempre molhada após o banho, sem enxugar-se. Venha até mim. Indo até ele, sento em seu colo, e recebo um beijo delicioso. — Levante-se. Prontamente o faço. — Escrava, percebestes que molhastes teu Senhor? ele fala para mim. — Mas meu Dono e Senhor, o Senhor que mandou eu me sentar em seu colo. — Mas você estava toda molhada. — Sim. O Senhor mesmo manda que eu não me seque. — E agora? Estou todo molhado por sua causa. Esse jogo de meu Senhor me deixa desconcertada. Não sei o que fazer. Peço desculpas a ele, mas sei que isso é apenas mais uma forma dele me punir. Um jogo mental que adoro participar, pois sei que o agrada. — Ajoelhe-se e venha secar-me. Ele ordena. Como? Ajoelho-me, e ao chegar pertinho dele, seu pau duro é posto em minha boca, e começo a suga-lo, a chupar novamente, quase devorando, minhas mãos brincando com suas bolas, com seu pau, duro, louca para sentir o alimento que meu Dono tem sempre reservado para mim. Mas, novamente, ele retira minha cabeça, deixando-me doida de vontade, vontade de continuar chupando, vontade de sugar seu mel, vontade de tê-lo em mim. Pergunta se quero comer algo, ao que respondo que não. Me leva então até o quarto, manda que eu fique ajoelhada na cama e aguarde. A cama tem colunas de madeira e é toda furada na cabeceira, propriamente para passar cordas. Ele volta pra sala e ao retornar para o quarto traz algumas coisas. — Amore, vou colocar em você uma máscara, aquela que você não gosta, e também os tampões de ouvido. Ao ouvir isso, eu imploro para que ele não ponha os tampões pelo menos, a sensação é horrível, mas sei que não adianta. Meu Senhor coloca um dos tampões e ao colocar o outro, nada mais escuto. É como se tivesse ficado surda. A máscara, preta, feita com aqueles balões de festa, aperta, sua bastante, odeio. Mas, ele começa a colocá-la, ele prende nos cabelos, é bem justa, mas aos poucos ele vai colocando-a. Ao chegar no nariz, me dá aquela sensação de desespero, de sufoco, de não respirar, mas assim que ele coloca o buraco da máscara sobre o nariz, a sensação diminui. Ele prende-a sob o queixo, o que reduz muito a abertura de minha boca, pois ela é extremamente apertada. Estou surda e cega, quase muda. Quase muda porque consigo murmurar palavras. Mas a sensação de não se ouvir e não enxergar é horrível. Ele cuidadosamente, me deita na cama. Pega meu braço direito e esticando-o, sinto-o prende-lo, me dando a impressão de ter sido com cordas. Faz o mesmo com o braço esquerdo, deixando-me com os braços abertos. Pra experimentar se estou bem presa, ele sadicamente faz cócegas em meus braços, ao que reajo, balançando todo meu corpo, não suporto cócegas e, ele sabendo disso, faz sempre, como teste. Aparentemente ficando satisfeito, pois não consegui mexer os braços, sinto-o pegar meu pé direito. Sinto as cordas prendendo meu tornozelo, e puxando-o, provavelmente, prendeu junto a meu braço, pois fiquei com a perna levantada. Faz o mesmo com a outra perna, deixando-me com a bunda um pouco acima do colchão. Faz cócegas no meu pé, e mexo meu corpo, onde ele percebe que as pernas conseguem se mexer muito. Então sinto ele prender na altura dos meus joelhos outras cordas, quase imobilizando-as totalmente. Novamente ele faz cócegas, desta vez nos pés, embaixo dos braços, no corpo todo. Tento me mexer, me safar dessas mãos sádicas, mas mal consigo me mexer. Seus dedos percorrem meu corpo, deixando-me sem ar pelas cócegas, quando, afinal, ele pára. Silêncio total, pois nada escuto, escuridão total, pois nada vejo, e nada sinto, a não ser a posição que estou, não sei onde meu Senhor está. Uma dor forte no meu pé direito. Ele bateu com algo. Doeu muito. Mexo-o na tentativa de diminuir a dor. O mesmo no pé esquerdo. Dou um gemido forte, abafado pela máscara. Seus dedos esfregam o local das pancadas, e sinto cócegas, o que me faz mexer a cabeça e tentar me soltar, mas não consigo. Sinto tocar minha buceta, gentilmente, dedos esfregando-a. Dedos passando por ela, molhada, desde que meu Senhor começou a me prender desta forma. Sem ouvir nada, nem tampouco ver, fico na indecisão do que possa acontecer. E as surpresas, doloridas ou não, se sucedem. Um tapa forte, na minha buceta, uma dor forte. Sem saber, é pior. Após o tapa, os dedos continuam a esfregá-la. Novo tapa, nova invasão. Dor e prazer seqüenciando, dor e prazer se misturam. Um tempo sem nada nem ele tocar em meu corpo. Do nada, uma sensação na buceta. Sinto que ele está pondo algo em mim. Uma coisa dura me penetrando, lentamente. De repente começa a vibrar, um vibrador. A posição, a falta de noção, a sensação de uma coisa dura me fodendo, a vibração, me deixam excitada. De repente, uma dor e ardência forte na bunda. Provavelmente a chibata, lambendo-a. Várias vezes, perco a conta, a dor é forte, mas misturada à vibração,ao tesão que estou sentindo, essa dor é bem vinda, é deliciosa, quero mais e mais, principalmente sabendo que é meu Senhor quem a provoca, que delira por isso. A chibata vai fazendo seu trabalho ajudada pelo vibrador, eu vou ficando cada vez mais excitada, louca vontade de gozar, de ter meu Senhor dentro de mim. As pancadas cessam, ficando apenas o vibrador ligado, aquela sensação deliciosa tomando conta de meu ser, quando sinto um vazio repentino, ele retira o vibrador de uma só vez. Acordo do meu devaneio, volto ao mundo real, queria gozar, meu Senhor não permitiu. Sinto-o mexer em meus peitos, prendendo meus bicos, já doloridos, novamente. A cama se mexe, percebo que meu Senhor subiu nela. Uma pancada em minha buceta, gostosa, sem dor, será? Será que foi com o que penso? Mais pancadinhas, sim.. é ele batendo com seu pau em minha buceta, nessa buceta que é dele. Aos poucos, ele começa a invadir, a entrar forçando a passagem, pouco a pouco, como que reconhecendo um terreno conquistado, tomando posse daquilo que a ele já pertence. Indo e vindo, devagar, meu Senhor vai me fodendo. Seu pau entrando e saindo, suas coxas batendo em minha bunda, o ritmo aumentando, meu Senhor e sua escrava, cada vez mais rápido, eu não estou suportando, quero gozar, tento segurar o máximo que consigo. Sadicamente, ele vai fazendo seu trabalho, indo e vindo cada vez mais rápido, entrando e saindo, começo a perder o controle, seu pau entrando, quando sinto uma dor forte em meus bicos, ele puxa de uma só vez a corrente, seu pau entrando e saindo, não consigo segurar, gozo, violentamente, muito, meu corpo estremece, some, desaparece no ar, não sei nem quem sou, sinto apenas um delírio, um êxtase que me consome, enquanto sinto aquele pau saindo de mim, deixando um vazio imenso. Uma felicidade e uma tristeza tomam conta de mim, felicidade por ter gozado com o pau de meu Senhor e uma tristeza por não ter sido capaz de segurar o gozo. Nem posso dizer que ele permitiu, pois não consigo escutar nada. Sinto meu Senhor soltar minhas pernas. Moles, frouxas, caem na cama assim que libertas. Prontamente, sinto-o puxá-las, uma a uma, enquanto as prende novamente. Fico em X na cama, esticada totalmente. Meu Dono retira a máscara que me impedia de ver. Estou com o rosto todo molhado do suor. Retira também os tampões dos ouvidos. Que delicioso poder ouvir. Peço imediatamente perdão a meu Senhor por ter gozado. Ele apenas coloca o dedo em minha boca mandando que me cale. Ele sobe na cama e senta-se sobre meu rosto. Suas pernas ao lado de minha cabeça a espremem. Imediatamente, como que por instinto procuro seu pau, mas não consigo pegá-lo com a boca. Consigo chupar suas bolas, um pequeno premio de compensação. Ele deixa por uns momentos, tapando meu nariz com seu corpo, me deixando sem respirar. Balanço minha cabeça o quanto consigo, pouco, tentando achar um pouco de ar. Após alguns instantes, ele sai de cima do meu nariz, quando então pega seu pau e o coloca em minha boca. Avidamente, começo a sugá-lo, deliciosamente chupando esse pau duro, gostoso, sabendo o que virá pela frente. Vou chupando, enquanto meu Senhor se vira sobre meu corpo, voltando a sentar-se sobre minha cabeça. Suas bolas tampam meu nariz, seu pau dentro de minha boca, vou sugando quanto posso, mas chega o momento que não consigo respirar e me contorço com a cabeça, tentando faze-lo dar um tempo para mim. Um tapa na buceta é o que ganho, mas continuo tentando virar a cabeça, o que finalmente ele permite. Um alívio, mas esse sufoco deixou-me mais atiçada ainda, só em sentir meu Dono me tampando a cara com seu saco, com seu pau dentro de minha boca, quase me faz gozar sozinha novamente. Ele levanta um pouco o corpo, continuo a chupá-lo, ele vai enfiando esse pau em minha boca, eu presa, não controlo nada, vou sugando, ele enfiando, excitada demais, chupo, lambo, ele como que metendo na minha boca, cada vez mais rápido, até que... ele goza... ele treme seu corpo sobre o meu, sinto o seu leite sendo derramado, alimentando essa sua escrava, seu corpo desabando sobre o meu, seu pau em minha boca, seu leite, essa sensação toda me faz gozar de novo. Dois corpos tremendo, de prazer, de êxtase, corpos nus sobrepostos, aquele cheiro de cio no ar, cheiro de sexo delicioso perfumando o ambiente. Ele sai de cima de mim, gira e deita-se sobre o meu corpo, me abraçando. Corpo amarrado, esticado, preso à cama por cordas e à alma de meu Senhor por correntes eternas.