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Decadência. Sequestro e Degradação de Lucia. (Parte1)

Escuro quase absoluto preenchia sua visão amordaçada. Suspensa ao ar presa por correntes que vinham do teto e seguravam seus braços e pernas, Lucia estava satisfeita de prazer e dor. Salivas desciam prazerosamente de sua boca acorrentada. ________________________________________________________ Outono passado... Lucia, uma mulher branca, de 1,64M, olhos castanhos e cabelos negros e lisos, ondulados, até abaixo dos ombros, de seios fartos e mamilos rosados, queixava-se de um certo vazio a algumas amigas do trabalho. Ouvindo todo seu lamento, um homem que não participou da conversa. Esse, minuciosamente planeja coisas terríveis, pouco a pouco se aproxima amigavelmente dela, conseguindo em pouco tempo, entrar em sua casa como sendo um grande amigo. Em dois meses de amizade, os dois começam uma relação amorosa comum a um homem e mulher, envolvendo jantares, flores, passeios e sexo vez por outra. Os dias passam, tudo parece correr bem, quando subitamente em meio a um jantar, sua visão escurece vagarosamente junto à falta de força em seu corpo que se dá ao mesmo ritmo. Uma tonteira forte lhe envolve fazendo-lhe desacordar, ele havia colocado sonífero em sua bebida. Era hora de colocar seus planos em prática. Horas mais tarde ela acorda ainda sonolenta, nua, jogada ao chão duro de uma sala escura sem janelas, silenciada por mordaça, presa pelos braços, pernas e pescoço por correntes fortes, enojada pelo cheiro muito forte de urina que ali estava, mais parecia com o odor de urina das ruas do centro da cidade. Sua mente está confusa neste instante, se perguntando varias coisas ao mesmo tempo: onde estaria, o que havia acontecido, porque estava ali, o que aconteceria a seguir... Todas essas questões lhe traziam sofrimento, que mais era aguçado pelo total silêncio que ali fazia. Depois de um bom tempo de espera inquieta entre varias tentativas frustradas de liberdade, aparecem três homenzarrões vestidos de terno, gravata e tocas negras que lhes cobriam os rostos. Todos com seus pênis para fora das calças que estavam de fecho éclair aberto. O silêncio foi quebrado por uma voz totalmente grave que vinha de um deles, o que se posicionou no meio, sendo que eles ficaram respectivamente, um à esquerda dela, outro à direita e esse à frente de sua cabeça, pisando propositalmente em seus cabelos, arrancando gritos abafados pela mordaça, dizendo: _ Suas dúvidas não são nada, você não representa nada, não terá direito a mais nada, esqueça seu passado e não tenha esperanças sobre futuro. Essa sala será seu mundo e você não terá mais vontades. Sem sincronia, jatos de mijo banharam seu corpo, molhando seu rosto, olhos, costas, seios, pernas, vagina e ânus. Terminado, o que esta à direita lhe chuta as costas, o da esquerda lhe pisa nos seios, o que falou lhe pisa na bochecha e todos pressionam o pé contra seu corpo. Chega um quarto homem, também trajado da mesma forma, possuindo um balde d’água fria que sem pestanejar joga em cima dela fazendo-a tremer de frio, neste instante ouve-se o trovejar que veio da chuva na noite do lado de fora. Seguindo o trovejo, este quarto homem deixa o balde no chão segue para de trás de Lucia e suspende-a pela cintura, logo introduz de uma vez seu pau em seu cu virgem. Ás lágrimas desceram desesperadas de seu rosto, contorcia muito seu corpo de dor, os gemidos preenchiam a sala e se misturavam com o trovejo que vez por outra adentrava. Enquanto seu ânus abria com sofrimento ao longo das investidas, os outros homens chicoteavam suas costas. Slapt! Slapt! _Engole o choro se não quiser apanhar mais cadela. Lucia contorcia seu corpo em resposta a dor que sentia das chibatadas, que lhes foram impostas fortemente, ninguém além dela estava preocupado com isso. Este homem que lhe invadia analmente faz um gesto com a mão sinalizando para pararem com os chicotes, então começou a falar: _ Vocês mijaram nessa puta não foi? Preciso fazer o mesmo. Rindo, ele a segura pela cintura, puxando-a fazendo seu pênis ir o mais profundo em seu ânus, poucos instantes depois ele começa a mijar dentro dela. Os olhos de Lucia arregalavam-se à medida que ele mijava, tentava dizer não, as lágrimas desciam demais, então os outros recomeçaram as chicotadas. O homem da voz grave se ausenta, mas breve retorna com uma vasilha, que entregou ao que mijava em Lucia, entendendo a intenção deste, que foi feita quando acabou de mijar. Rapidamente encheu a vasilha com seu mijo escorrido de dentro do ânus dela. Lucia já havia percebido que não havia esperanças para ela, então foi aos poucos tentando se convencer que o melhor que deveria fazer era não contrariar, muito lhe vinha à mente que deveria tentar achar um meio de tirar o máximo de proveito da situação para que de alguma forma, amenizasse seu sofrimento até então. Advertiram-na que ninguém a escutaria, e que mesmo assim, seria melhor a sua saúde se ela além de quieta, a obedecessem. Como prova de poder e soberania, deram cinco tapões em sua face, após isso, lhe retiraram a mordaça. Ela, quieta e atônita, nada disse, mas já havia percebido qual seria seu próximo castigo, preparava-se para enfrentá-lo torcendo para que logo acabasse. A seguraram pelos cabelos de forma com que inclinasse para trás sua fronte. _Está vendo essa vasilha? Pois muito bem, sua escrota do caralho, como percebe contém meu mijo que, aliás, escorreu de seu cu fodido e fedorento, queremos que beba tudo, entretanto, antes de engolir, vai guardar tudo na boca, quero preparar uma batida. Abriram a força sua boca, então despejaram o mijo contido na vasilha dentro dela, mandaram-na bochechar, o que fez enojada com aquele liquido salgado, as ânsias de vomito iam e vinham nela, mas se conteu. Para sua surpresa, prenderam em seus mamilos prendedores de aço, o que lhe trouxe muita dor, em seguida introduziram de uma vez dois consoles em sua vulva. Era alucinante a dor, mas piorou quando jogaram álcool em suas costas marcadas pelos chicotes. _Não queremos infeccionar a senhorita. _ ironizou um deles rindo-se de sua ironia. Trouxeram um par de brincos no formato de argolas e colocaram nas orelhas de Lucia. O homem que havia lhe comido o cu, segurou-a pelo nariz e introduziu o pênis em sua boca, novamente mandaram-na bochechar o liquido, o que novamente fez. Um dos homens, por de trás dela, empurrou com o pé a cabeça dela contra a virilha daquele que mantinha seu pau dentro dela, isso a fez tossir. Seguindo, o homem que ela abocanhava, segurou os brincos dela e sem a menor piedade começou um vai e vem brutal em sua boca, enquanto os outros dois homens disputavam velocidade com os consoles introduzidos na vagina de Lucia. Estranhamente aquela mistura de nojo, dor, humilhação e tesão, lhe causaram um prazer inexplicável, nunca houvera sentido nada parecido com isso, então começou a se entregar aquele jogo de tortura. _Olhem, a puta está adorando tudo isso, ela está gozando. _ Todos riram. Sim, ela estava gozando loucamente com tudo aquilo. Depois de alguns minutos de boquete brutal, seu algoz goza desvairadamente em sua boca, dando sinal verde para ela beber tudo, só que lentamente e fazendo cara de quem estava satisfeita. _Ei, essa cena me deu uma idéia, preciso mijar no útero dela. _ disse um deles que estava com console. Todos concordaram de que seria primordial que todos o fizessem. Lucia obedeceu e engoliu tudo e fazendo cara de satisfeita, então disse o homem a quem havia feito o boquete: _ Boa garota, vai ganhar um premio. Ele retirou os prendedores de seus mamilos, aliviada pensou que já havia ganhado pontos com eles, brevemente percebeu que estava errada, com chicote nas mãos, ele deu uma forte chicotada em seus seios, o que fez ela novamente chorar. _Engole essa porra desse choro sua vadia, ainda não acabou. Então, puxaram seu cabelo para trás, erguendo seu corpo fazendo seus seios ficarem mais bem expostos. Uma, duas, três... Trinta chicotadas, os seios de Lucia, além de avermelhados, sangravam, todos se deliciavam com isso, até Lucia sentiu um fundo de prazer. _Entenda de uma vez por outra que você agora é uma escrava e nunca deve desobedecer a ordens, deve ficar feliz em servir e apanhar, agora quero ouvir uma confissão disso. Titubeante Lucia diz: _E-eu, sou uma e-escra- escrava, nunca dev-vo desobed-d-descer or-or-or... _Para! _ SLAPT! Um tapa a mais em seu rosto, me dêem um cinto, alguém vai aprender uma lição agora. De posse de um cinto, ele bate fortíssimo em todo seu corpo, nas pernas, barriga, bunda, seios e até mesmo chegando uma vez no rosto. Enquanto ela gritava, chorava e debatia-se, ele vociferava. _Não titubeie a uma ordem, mandei falar, vai falar tão alto quanto esses gritos de puta no cio. Agora fale tudo de novo. Chorando muito, não obedeceu, então sem paciência ele tornou a falar: _ENGOLE ESSE CHORO, NÃO ME FAÇA PERDER MAIS A MINHA PACIÊNCIA. UM... DOIS... TRÊS. Todos eles bateram nela, ele com o cinto, pegando novamente no rosto, e os outros com chicotes, acertando as costas e pernas. EU SOU UMA ESCRAVA, NÃO DEVO DESOBEDECER, MAS FICAR FELIZ EM SERVIR E APANHAR SEGUNDO A VONTADE DE VOCÊS. Seus olhos arregalados mostravam a qualquer que neles mergulhassem, sua alma confusa, temerosa e tomada de prazer principalmente. Sua mente pensava e se distanciava de memórias como a vez que ouvia junto a primos e colegas na faixa etária entre três e cinco anos, estórias que seu avô contava, o som de sua voz suave e ao mesmo tempo firme dizendo todas aquelas palavras ricas na experiência de sua vida tão percorrida, e se lembrava... E lembrava da vez que contara sobre uma menina que, nos tempos antigos, morava num vilarejo pobre e humilde, seu nome era Samantha, seu pai, Bardöck, era um camponês de condições precárias: Sabendo, pois Bardöck por noticias, que sua esposa, em visita a sua irmã no vilarejo vizinho, estava entre a vida e a morte por contrair malária, confiou a Samantha um fruto milagroso que herdara de seus ancestrais, afim de que o levasse a sua mulher, pois ele no momento ausentar-se não poderia do vilarejo. Em palavras, disse Bardöck a sua filha: “_ Samantha, sabes bem que não temos outro recurso, sabes bem que nesse momento não posso acompanhá-la e que, como antes já havia falado, não poderei lhe acompanhar para sempre, sabes bem que há miséria e fome abundante abrasando nosso vilarejo, lhe peço que guardes o fruto com sua vida e que só entregue a pessoa certa”. Essas imagens de sua infância, como as imagens de seus pais sorrindo de braços abertos esperando o concretizar de seus primeiros passos na direção deles, sendo a princesinha amada dos sonhos deles estavam agora claros como o reflexo da água que é perturbada pelo cair d’uma gota, tudo esta agora tão distante e distante e distante e distante... Esse lapso de memória é abruptamente interrompido pelo som do chicote que vilipendia suas costas, desce uma lágrima pelo rosto de Lucia, então uma voz de comando ecoa forte na sala, é o seu algoz que ordenara antes afirmar com rigidez a soberania deles sobre ela, um ser insignificante e impudico, este agora sem dúvidas, é o líder deles na mente de Lucia: _PUTA DO RABO DE FOGO, AGORA VAMOS VER SE COM GELO ESSE PROBLEMA SE RESOLVE. COLOQUEM GELO ATÉ LHE SAIR PELA BOCA. Um frio introspectivo lhe invadiu através de seu reto quando lhe introduziram a primeira pedrinha de gelo, Lucia se via envolvida por uma certa percepção maravilhosa de alegria por estar conhecendo novas sensações e taras antes nunca pensadas por ela, logo estavam cinco pedrinhas de gelo em seu ânus, eles reviravam as pedras de gelo com os dedos também enfiados, ela se arrepiava de frio e tesão e assim foi até derreterem. _ÓTIMO, SABER QUE POSSO FAZER O QUE EU QUIZER E A HORA QUE QUIZER É O MELHOR DA COISA TODA, MAS ANTES DE FAZER A ÚLTIMA BRINCADEIRA DE HOJE, ALGUÉM ESTA SE SENTINDO COM VONTADE DE MIJAR NO ÚTERO DESSA CACHORRA? _EU. - Disse um dos três. Então em uma única e bruta investida em sua vagina encostando seus testículos em seus lábios vaginais ao mesmo tempo em que apertava as cochas dela contra seu corpo ele começa a mijar, mais uma vez ela sente um jato quente avançando em um lugar crítico por dentro dela e escorrendo vagarosamente de sua boceta até suas pernas e molhando também os testículos dele que roçavam molhados em sua vulva. Em meio a urros de satisfação ele indaga: _E então sua escrota filha da puta, o que achou? _di... SLAPT _MAIS ALTO SENÃO EU NÃO SEI O QUE TE FAÇO. Ameaça seu líder e senhor depois de lhe acertar um tapão na cara. _DIVINO SENHOR MEU SENHOR, A SENSAÇÃO É MUITO PRAZEROSA, OBRIGADA. Eles se entreolharam, já haviam percebido que ela já havia encontrado a submissa que havia escondida dentro dela. _Ótimo! Pois a próxima eu sei que você vai amar. Disse seu senhor sinalizando com as mãos para que lhe trouxessem algo. Todos se afastaram dela, então de posse de um enema, seu algoz o introduz em seu ânus e despeja o liquido todo em seu estomago, que se comprime rapidamente de dor, após lhe retirar o enema, ele em gargalhadas mil junto com os outros, revela a ela se tratar de um purgante poderosíssimo. Horrorizada ela tenta se contorce e evitar o efeito, quanto mais tentava evitar, mais e mais sentia dores fortes. Era inevitável, em meio ao seu funesto contorcer desvairado e dores profundas, jorros e mais jorros de merda lhe saia pelo cu inundando sua vagina, pernas, tornozelos e ao chão. Pesava-lhe também as risadas desaforadas nesse quadro de tortura cabal. _CAGUE MAIS, SE CONTORÇA MAIS, GRITE MAIS, ISSO ME DÁ TANTO PRAZER SUA PUTA VADIA, AINDA BEM QUE ESTAMOS FILMANDO TUDO ISSO, QUERO QUE VEJEMOS MAIS TARDE ENQUANTO TE POSSUO MAIS UMA VEZ. AGORA SEM NADA NO ESTOMAGO, VAI FICAR COM FOME, QUERO QUE AMANHEÇA AMANHà ESTANDO VOCÊ AZUL DE FOME, QUERO LHE PREPARAR UM “CAFɔ DA MANHÃ. AGORA VOU DEIXÁ-LA DESCANÇAR. SEU CASTIGO POR TER SIDO UMA PÉSSIMA PIRANHA SUBMISSA, EU VOU DIZER QUANDO TODOS NÓS ESTIVERMOS CANSADOS DE TE BATER NA CARA. SLAPT! SLAPT! SLAPT! SLAPT! SLAPT! SLAPT! SLAPT! SLAPT! Eram vários tapões, as agressões duraram por volta de cinco minutos, quando acabaram, a cara de Lucia estava muito avermelhada e inchada, ela chorava como um bebê, mas dessa vez não a impediram de chorar, parece que agora era prazeroso ouvir seus berros chorosos. _Acho que fiquei devendo anunciar seu castigo. Pois bem, vamos prender um vibrador elétrico em sua boceta, e como sinto vontade de mijar, vou mijar na sua boca e depois amordaçá-la. Enquanto falava ia lambuzando seu pênis na bosta dela que ainda estava em sua vagina, e agora ia o introduzindo em sua boca. _Depois... Ah... Começou então a mijar. _Eu irei colocar em seus ouvidos fones que irão tocar uma música como aquelas de caixinha de música tristes e melancólicas que irá se repetir por oito horas seguidas. Ele começa a retirar seu pênis da boca dela. _Não engula. Bocheche um pouco. Ela bochecha. _Isso, agora pare. Essa música tem nossas vozes embutidas nela dizendo coisas como: “você não vale nada”, “Perca as esperanças”, “Puta não tem querer”, etc, etc. _Ele amordaçou a boca dela enquanto outro prende um vibrador elétrico em sua boceta de modo que ela não conseguiria se desvencilhar dela durante a madrugada. Ela emitiu um gemido suave e gostoso quando lhe enfiaram o vibrador. _Se tiveres engolido o mijo amanhã, além de não ter acompanhante para o café, ira apanhar feito uma condenada. Colocaram o fone em seus ouvidos bem presos. _Boa noite. Na verdade eu quero que sofra bastante. _Esperem! Disse o homenzarrão batendo punheta. _Quero encher o cabelo dela de porra. Ele beliscava os mamilos dela e não demorando muito, encharcou o cabelo de Lucia com toda sua porra. _Eles saíram de sua presença rindo. Tudo ficou quieto e lhe era perturbador o que lhe acontecia, demorou a pegar no sono, mas sua mente cansada conseguiu adormecer. Passos, seus olhos cansados e insones avista a figura distorcida dos quatro homens vindo a sua direção. Seu olhar desperta. Eles trazem um pacote semelhante ao embrulho de pães. O olhar de Lucia era trêmulo, seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar. Sem nenhuma palavra, eles tiraram a mordaça e abriram sua boca a força, não estava mais lá o suco de mijo e merda do dia anterior. _Perdão... eu... eu... tive um pesadelo horrível... acordei com um susto e... engoli tudo... sonhei que estava numa... negra noite sendo... terrivelmente perseguida de... mo... mo... morte... eu... corria... corria... por... uma estrada reta e... ao longo do caminho eu... sentia minhas pernas endurecerem então... ia perdendo.... fôlego... eu... ficava cada vez mais a... pavorada... no fim da estrada havia um... lugar seguro com... minha família mas... eu... fiquei presa minhas... pernas se... tornaram pedra então... ele me... alcançou. Seus olhos gotejavam a cada lágrima. _Não se preocupe com sua punição agora, você vai tomar o café. - Disse um dos homens. Depois lhe retiraram o vibrador, sua vagina estava inchada e o vibrador banhado em sangue e gozo dessa fêmea concupiscente. Eles a fizeram cheirar aquilo, depois desacorrentaram-na, vararam-na de costas pro chão, abrirão seus braços, deixaram apoiaram seus pés no chão fazendo suas pernas dobrarem de modo que seus joelhos ficaram para cima, abriram suas pernas, colocaram uma tábua dura de madeira embaixo de suas costas e tornaram a acorrentá-la, prenderam seus braços, tornozelos, coxas e a barriga por correntes muito fortes que se fixavam nas paredes e colunas. Seu algoz estalando o pescoço, sem dizer uma palavra para ela, retirou do embrulho um ovo cru e o introduziu inteiro na vagina de Lucia, o ovo quebrou-se dentro dela em seguida, logo após ele retira do embrulho, duas pequenas fatias de baicon e introduz lá dentro também, depois biscoito maizena, banana fatiada coberta de açúcar, purê de batata e mamão amassado. Todo o cardápio introduzido na boceta imunda dela. _Agora vou bater. _NÃÃÃÃÃÃÃÃO! POR FAVOR PAREEEEEEE! - Clamava Lúcia em tamanho desespero. Então em resposta seu algoz disse pausadamente: _Quero que você implore ao contrário a-go-ra. _não... _ANDA PORRA! _POR FAVOR, MEU MESTRE, SIRVA O CAFÉ BEM BATIDO NA MINHA BOCETA POR FAVOR, EU IMPLORO, ME MACHUQUE ATÉ DOER BASTANTE, SOU SUA VACA, SOU DE TODOS VOCES. ME PERDOEM POR ESTAR CHATEANDO VOCÊS SENDO UMA PÉSSIA PIRANHA SUBMISSA QUE VOCÊS TANTO MERECEM QUE EU SEJA, DEDICADA E OBEDIENTE. _Está melhor. Ele ergue a bunda dela e estoca sua vara dentro da boceta dela e começa a bater o cardápio como um liquidificador, os outros já se divertiam com os seios dela, beliscando, mordendo. _Você não precisa ver isso tudo se não quiser. - Disse um deles. _Eu vou te ajudar. Os outros dois abriram os olhos dela com os dedos sem os deixarem fechar, esse que falou então gozou dentro dos olhos de Lucia que lacrimejava porra agora. _Toma mimosa, toma leite nos olhos. _Espero que esteja doendo pra caralho essa porra nos olhos, o meu vai ser mijo daqui a pouco, e espero que meu mijo doa mais ainda, que deixe seus olhos ardendo como se tivesse jogado álcool sua puta. - Disse um outro enquanto puxava o cabelo dela e batia punheta. _cara, vamos fazer o seguinte, vamos mijar ao mesmo tempo, eu no olho esquerdo e você no direito, ela vai dizer qual está doendo mais, seu eu ganhar ela vai ter que comer o meu cocô, se você ganhar ela... _come o meu. Interrompe o outro. Seu algoz acaba de gozar dentro da vagina dela, lhe dão um copo onde ele coloca o café da manha dela. _Agora COMA TUDO QUE EU PREPAREI PRA VOCÊ SUA VACA, QUANDO TERMINAR... ELES VÃO MIJAR NO SEU OLHO, E COMO ELES SÃO BONSZINHOS IRÃO TE DAR SOBREMESA, PARECE QUE ELES TÊM UM ACORDO, QUEM VENCER CAGA NA SUA BOCA CERTO, EU VOU ASSISTIR O VENCEDOR FAZENDO ISSO E VOCÊ NÃO VAI DEIXAR NADA, VAI COMER TUDO E ESTÁ PROIBIDA DE VOMITAR, VOCÊ SÓ VOMITA QUANDO NÓS QUIZERMOS FAZER VOMITAR. _SIM SENHOR. Então abriram sua boca as forças mais uma vez, despejaram nela aquela batida com o gozo de seu mestre, era-lhe inebriante, descia-lhe como lama misturada com farinha. Quando terminou, juntava ar para respirar e assim tentar aliviar o gosto horrível daquele café. Limparam-lhe dos olhos toda a porra contida, abriram-lhe os olhos novamente então começaram a mijar diretamente, um em cada olho. Ardia-lhe extraordinariamente, debatia seu corpo de modo vão, os jatos lhe escorriam aos lábios, então espertamente juntava em sua boca para não engolir a seco. _AI, ESTÁ ARDENDO DE VERDADE, QUE GOSTOSO! QUE GOSTOSO! - Dizia a puta tentando alegrar seus senhores. Terminaram, então em desvarios de dor apontou um vencedor sem se dar conta de quem de fato havia vencido. Comemorando e explicando sua vontade de consumar o ato, foi logo se posicionando. _NÃO PRECISAM SENHORES ABRIR MINHA BOCA FORÇADAMENTE, EU JÁ SEI O MEU LUGAR, SIRVAM-ME POR FAVOR, QUERO MUITO ISSO. Eles se entreolharam e sorriram com desdém e começou ele a derramar em sua boca sua merda dura e grossa, mais ou menos 20 centímetros tinha quando finalizou, ela então foi mastigando afim de dividir a merda antes que recebesse a ordem de engolir ela inteira, mas não escapou de receber a ordem para deixar a merda toda dentro de sua boca. _FIQUE COM A BOCA ABERTA QUE EU DECIDI GOZAR DENTRO DELA. Disse o perdedor que assistia se masturbando. Chegou-se perto dela, mirou seu pênis na boca dela e em dois minutos golfou porra que se misturava às fezes que ali estavam. _Pode comer agora sua vadia. Autorizou o que havia gozado. Lucia comia e engolia com ânsias de vômitos que controlava para não sofrer castigo, aquele gosto era como inhame de lama polvilhado com mingau de chocolate, ela tossiu bastante a fim de controlar sua ânsia. _Está gostoso? Está? Responde vadia, está gostoso? _Sim senhor. Respondeu Lucia de boca cheia fazendo todos rirem. _Hei, eu só gozei nos olhos dela, acordei e nem mijei, estou a fim de usar a privada agora. Lucia pensou que a repugnância em sua boca ficaria pior, mas para seu alivio, o alvo de mijo escolhido por ele foi seu ânus, ele enfiou dois dedos no buraco fedido dela, abriu-os e cuspiu lá dentro, enfiou seu membro vagarosamente enquanto assistia com prazer ela mastigando o estrume do outro com a mistura do gozo daquele terceiro pênis. Quando chegou até o talo, ele relaxou e deixou sair sua fétida urina dentro daquele orifício público. Depois de engolir o último pedaço de merda, eles trouxeram uma escova de dente e preveniram que ela não ficaria com os dentes sujos, o homenzarrão se prontificou a doar a “pasta”. Ele ejaculou na escova, depois de ter se masturbado mirando no rosto dela com a escova no meio, fazendo cair as sobras naquele nariz e testa de puta escrota de bordel de ultima categoria (o que vez por outra se repetia naquela canção, completando a afirmação de que ela dava seu cu para ter o que jantar). Eles cuidaram de escovar os dentes dela de todos os meios mais brutais possíveis chegando a sangrar as suas gengivas, a escova era dura e seus fios penetravam rigidamente entre seus dentes. Puxavam seu cabelo e beliscavam agora com alicate seus mamilos. _JÁ SE DIVERTIU DEMAIS SUA BASTARDA FILHA DA PUTA, AGORA SIM É HORA DE SE PREOCUPAR COM SEU... Seu algoz, antes de concluir a frase, pisa delicadamente, com uma chuteira de pinos afiados nos pés, em cima da barriga de seu brinquedo. Ele pressiona e agora arrasta arranhando-a minuciosamente. _CAS-TI-GO. Então com muita força ele chuta sua coxa, arrancando-lhe um grito. _Eu ouvi um me castigue como uma cachorra, senhor? _ME CASTIGUE COMO UMA CACHORRA, SENHOR, POIS EU ENGOLI ANTES DO TEMPO DETERMINADO SEU MIJO COM MINHA MERDA SENHOR. Então pisaram em seu cabelo colocando sua cabeça para trás bem exposta para eles. Todos estavam de posse de chicotes desfiados, os três batiam sem pena nos seios e na barriga enquanto seu algoz se masturbava assistindo, ela se debatia e gritava a cada batida, apanhou por dez minutos, estava ensangüentada e toda arranhada, com o chicote na mão, seu algoz mandou cessar os golpes e quando pararam, ele bateu com toda força na bochecha direita dela, ela muito chorava e agradecia. _EU FUI O ÚNICO QUE NÃO MIJOU AINDA SE NÃO ME ENGANO. Seu algoz de frente pra ela, mijou em todo o corpo dela, e isso lhe fazia arder muito, mas nada comparado ao que iria sentir quando eles jogaram álcool em seus ferimentos para não infeccionar, depois de um tempo jogaram água fria nela e se afastaram. _VOCÊ APANHOU PORQUE NÃO CONSEGUIU CUMPRIR UMA ORDEM TÃO SIMPLES, VOU LHE DAR OUTRA MAIS SIMPLES AINDA, FECHE OS OLHOS. Vendaram os olhos dela. Ele passou batom em seus lábios com muita agressividade, depois fez uma seta que descia de sua testa até seu nariz e indicava sua boca, depois a mandou ficar de boca aberta, pois iria servir de tiro ao alvo, ele mirou seu pênis e começou a se masturbar enquanto lhe bolinara. Seu suspiro ofegante servia de estimulo para que ele se excitasse, com um tempo ele finalmente gozou acertando tudo dentro de seu alvo, depois mandou que ela guardasse aquele gozo até segunda ordem. Amordaçaram-na e deixaram-na só. Passaram a tarde toda indo até ela só para encher sua boca de gozo. Todos se divertiram de tiro ao alvo com ela, as seis da tarde ela estava com a boca cheia de gozo e saliva. A deixaram esperando em silêncio desde então, pensando no que estava tramando e quando iria comer decentemente.