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Três Punhetas e Uma Calcinha Rosa Fio Dental
Já lhes disse que gosto mesmo é de tocar punheta. Principalmente se tem a envolvê-la alguma peripécia erótica, como as proporcionadas pelas histórias da minha colega Laura. Também já vos falei dela. Gordinha, olhos azuis, um pouco mais velha e com quilómetros de piça dentro dela. E adora fazer-me tocar ao bicho!
Pois a minha querida colega, andava há uns dias chateada com o namorado. No intervalo do almoço, ela costumava comer comigo queixando-se de um par de cornos que ele lhe metera com uma sua amiga, mas eu bem percebia que ela andava com fome de pau. Nesse dia já tínhamos saído para o almoço, quando vimos o Vítor esperando por ela no seu carro, estacionado quase em frente à porta da empresa. Laura quis passar adiante, mas ele saindo travou-a pelo braço, pediu-lhe, suplicou-lhe que o deixasse explicar-se. Meu pau começou a desenhar seu relevo teso nas calças, que eu apertando o blusão procurei disfarçar, pois entesa-me muito ver um homem humilhar-se perante uma mulher. Laura cedeu, e entregou-me seu cartão de ponto, dizendo-me que era capaz de demorar, e por isso pediu-me que lhe picasse a entrada da tarde. É proibido, mas como o patrão não trabalha habitualmente naquele prédio, não dava nas vistas. Percebi contudo que a reconciliação dos dois ia envolver uma boa trepada no fim, e meu caralho ainda ficou com mais tesão. Nem consegui comer, tão excitado estava. O que eu não daria para ser invisível, e poder ir atrás deles, espiando-os na sua intimidade de amantes. Antes de pedir o habitual café, já me fechara no WC, e entretive-me durante mais de dez minutos, a tocar uma saborosa segóvia, que apesar de tudo não me esvaziou totalmente os tomates, tão cheios os trazia.
A Laura chegou atrasada cerca de uma hora. Como só trabalhamos os dois naquele gabinete, nem o chefe notou sua ausência. Mas meu caralho não se conseguia manter deitado, imaginando as razões da sua demora. O seu roçar nas minhas cuecas, provocava-me um mau estar tão grande, ainda que delicioso de tesão, que apesar da punheta do almoço, não me contive que não tivesse de ir de novo à casinha esfregar a mão nele, até me voltar a esporrar outra vez. Como estava no horário de serviço, não dispunha de tanto tempo, mas mesmo assim esta segunda punheta soube-me muito bem, e pareceu ter-me definitivamente esvaziado a tomatada, por aquele dia. Enganava-me.
Quando a Laura chegou, aflita perguntando se alguém dera por sua falta, vinha suada, as faces vermelhas, algum desalinho na roupa, e um cheiro a perfume de homem no seu corpo, que ela não tendo tomado banho, não tinha como disfarçar, e me comprovava que depois de uns dias de jejum, ela não só fizera as pazes com o Vítor, como já lhe voltara a abrir as pernas. Minha piça começou de novo a dar sinal de vida sobre as cuecas, já um pouco lambuzadas da minha esporra. Sosseguei-a, ninguém sabia que acabava de chegar, e exprimi-lhe minha alegria pelo reatamento do romance. Laura que gosta de me saber punheteando com as suas aventuras sexuais, percebeu o que eu quis dizer, e disse-me que nem tivera tempo para almoçar. Quis saber o que se tinha passado, e a marota respondeu-me logo:
- Para que queres tu saber, ó meu punhetas ? Para ires a correr tocar segóvias para a casa de banho, em vez de ires procurar uma mulher, como os homens de verdade?
Era sempre o jogo dela. Eu entrei nele, claro:
- Tu sabes bem, Laura, que eu não quero ser um homem de verdade. Gosto mais de tocar punheta, do que me pôr numa mulher, mesmo que ela seja tão bonita e gostosa como tu. Mas se a minha punheta te incomoda, eu guardo-a para quando chegar a casa.
- Não acredito, tu não és capaz de guardar uma punheta para mais tarde.
- Sou garanti-lhe E sabes porquê? Porque desde que saíste com o Vítor, já toquei duas só imaginando a foda que vocês estavam a dar.
Laura então começou a contar-me a sua recente trepadela. Era a primeira vez que ela me contava uma queca sua acabada de ocorrer minutos atrás, o que para mim foi tão agradável, como é para a maioria dos homens tirar o selo de origem a uma moça que se está a inaugurar. Vítor, relatou-me ela, conduzira-a para uma florestal, a meia dúzia de quilómetros dali, e desculpara-se dizendo que a amiga dela é que dera em cima dele, disse-lhe que ele não tinha piça por isso não a comia. E ele não suportando tal afronta, mostrara-lhe que tinha piça sim, e comera-a. Mas garantia-lhe que a amava, que se fosse ele a ser encornado lhe perdoaria igualmente, e oferecera-lhe um anel de brilhantes, que ela orgulhosa exibia no seu anelar. É claro que ela, tendo recebido tal presente, deixara que a boca dele se acercasse da sua e a beijasse, que as mãos de Vítor lhe corressem o peito, até se enfiarem por sobre a sua camisa, e lhe começassem a apalpar as mamas, despindo-lhe o sutiã e levando-as à boca, que ele em jeito de minete lambia deliciado, enquanto o vulto do mastro oculto se lhe ia erguendo. Laura começando a sentir sua coninha húmida e a piscar (como será uma cona piscando?, não sei, nem imagino, são palavras dela, sou homem, afinal elas não podem saber o gosto que tem uma punheta bem tocada, embora haja mulheres exímias a tocá-las para nós), começou a afagar-lhe o dito mastro, e não tardou muito a abrir-lhe o fecho, e a baixar-lhe completamente as calças e as cuecas dele, de modo a bem apreciar-lhe os órgãos avantajados pois dizia que não gostava de foder sem contemplar demoradamente o piçalho e os colhões do parceiro, e acabar por cair de boca neles.
- Devias experimentar uma mulher que fizesse broches tão bem feitos como os meus gabava-se ela Aposto que nunca mais querias brincar com o badalo sozinho.
Eu duvidava, mesmo não pondo em causa o jeito dela para as mamadas, mas não disse nada. Na minha mente, estava visualizando a imagem dela com as mamas empinadas e firmes de fora, fazendo uma brochada na piça do Vítor. É claro que o meu propósito não era outro, senão fazer com que minha piça começasse de novo a pular dentro das calças, como não tardou a acontecer, pedindo-me para sair cá para fora, e lhe fizesse umas carícias. Fiz-lhe a vontade, como sempre, ou não gostasse tanto de sentir minha mão fechar-se sobre ela quando está entesada. Deixei-a tombar no meu regaço, e como a secretária é fechada por baixo, tirei a piroca para fora, e comecei a punhetear-me devagar, só para sentir nas minhas palmas o gosto daquele corpo cavernoso, que a maioria dos homens tanto gosta de meter noutros buracos. Laura viu os movimentos regulares de meu braço e interrompeu a narrativa.
- Que é isso, ó seu punheteiro? Não foi esse o combinado.
- Cala-te retorqui-lhe não vou tocar ao bicho, estou só consolando um bocado o cacete.
Laura levantou-se, e espreitou-me o cacete, por sobre o tampo da secretária. Já mo vira anteriormente, pois já assistiu a algumas punhetas minhas, eu é que nunca lhe vi o grelo embora já lhe tenha tocado nele. Também não faço questão nisso, gosto mais que seja ela a ver meu instrumento. Disse-me que eu tinha um bonito cacete bem feito, teso quanto baste, embora não muito grande, afirmou que era uma pena não gostar de meter, há tanta mulher a precisar de pau e eu poderia fazer alguma feliz, e retomou a narrativa. Vítor ao começar a ser chupado, não resistiu a puxar o assento todo para trás, e rodando seu corpo sobre o dela, desapertou-lhe por sua vez as calças, tendo ficado deliciado com a visão das suas calcinhas fio dental, cor de rosa, com um pequeno laço na frente, que tirou suavemente com os dentes, antes de lhe proporcionar um 69 que fez a Laura ter o seu primeiro orgasmo desde o dia em que se chateara com ele. Mas não era apenas a Laura quem se vinha na boca dele. Vítor que também já não despejava o saco há uns dias, começou a derramar o seu leitinho naquela língua que o estava brochando. Laura teve então a certeza que ele não andava comendo outras, e quis dar para ele.
- Não te venhas todo avisou-o guarda algum desse teu leite para a minha coninha que bem está precisando dele.
Ele montou-a então de duas maneiras. Primeiro na posição de missionário, foi-lhe ao pito, enquanto lhe enfiava um dedo no cu, até Laura quase se vir de novo. Quando a viu quase em ponto de rebuçado, tirou dedo e piroca, virou-a de costas, e quase completamente tombados sobre o assento traseiro, fodeu-a por trás á cão, na posição em que Laura sempre me confessou gostar mais de apanhar, comendo-lhe o grelo, enquanto suas mãos lhe friccionavam o peito, fazendo-a vir-se em pouco tempo. Só então ele se esporrou todo dentro dela. Laura disse-me sentir-se como se acabasse de ter perdido a virgindade, tão maravilhosa fora aquela foda inesperada, roubando-lhe o intervalo de almoço.
- E foi assim que tudo se passou conclui Quando acabamos já há muito era tempo de voltar. Dei uma alisadela ao cabelo e às roupas, e viermos embora. Mas ainda tenho a calcinha pingando do nosso tesão.
Eu embora continuasse teso, já guardara a pixota pois não me ia esporrar ali no gabinete uma vez que lhe prometera tocar minha pívia mais logo. Mas ao ouvi-la dizendo aquilo nasceu-me um desejo muito forte de a rechear fisicamente com aquela calcinha rosa humedecida com o orgasmo de ambos, como se o facto de ela ter aparecido ao trabalho com ela suja tivesse unicamente o propósito de estimular meus prazeres solitários. Além disso, pensava, que tendo meu tesão nascido da trepada deles, nada mais normal do que extravazá-lo nos vestígios manchados do seu acto. E que prazer seria fazer uma gaiola cheirando á presença da cona arrombada de Laura e da esporra do Vítor. E tudo isso, sem que ele o sonhasse sequer! Não adiantava pedir-lhe a calcinha rosa fio dental, pois imaginava que Laura não ma daria. Teria que lha tirar nesse dia, antes que a lavasse. Bolei então um plano que deu certo.
Como chegara atrasada e tinha trabalho para concluir até à hora da saída, Laura ia precisar de ficar mais um bocado no final do dia. O carro dela ficara estacionado na garagem, e eu confiava que àquela hora não se encontraria lá ninguém. Quando chegou à hora do fecho, despedi-me dela, Laura deve ter pensado que eu iria agora tocar descansadamente minha punheta, todo o dia me vira de inchaço nas calças, e embosquei-me na garagem. Já eram quase oito e meia da noite, só o carro dela se encontrava ainda ali. Eu estava mais do que impaciente com a sua demora, e de vez em quando não podendo aguentar meu tesão, tirava a piça de fora, e massajava-a um bocado. Já a tinha toda melada, quando finalmente vejo Laura acercando-se do seu veículo, preparando-se para finalmente se ir embora. Quando abriu a porta e se preparava para entrar, eu aproximo-me silenciosamente dela, tanto mais que trazia sapatos de borracha, e empurro-a para dentro do carro.
Laura assustou-se, mas eu tratei de a tranquilizar logo, pois não queria que gritasse.
- Não tenhas medo, Laura, sou eu. Está na hora de tocar a minha punheta que não quiseste que tocasse há bocado.
- Estás maluco? Aqui não! Pode chegar alguém.
- Deixa lá respondi-lhe se for homem como eu já deve ter tocado muitas, e se for mulher como tu, ou é freira ou já as tocou a outros.
Laura ainda se tentou libertar do meu abraço, mas eu não ia permitir que isso acontecesse. Deitei-me com todo meu peso sobre ela, e consegui imobilizá-la com facilidade. Também a resistência dela era mais teatro, do que outra coisa. Enquanto com uma mão lhe manietava os braços sobre a barriga, com a outra comecei a desapertar-lhe as calças, como Vítor lhe fizera horas antes na florestal. Só com uma mão não dava muito jeito, e aquilo demorou um bocado, mas por fim as suas nádegas lisas e suaves surgiram nuas sobre meus olhos, apenas com uma ténue tira cor de rosa a cobrir-lhe o reguinho do cu, que segundo ela também desde há muito perdera sua virgindade de pau. Puxei-as então para baixo, até elas lhe saírem com as calças pelos pés fora. Não a virei de frente, dava-me mais tesão ver-lhe aquele cuzinho branquinho e sardento como as mamas dela, do que o pito. Encostei meu baixo-ventre naquele cuzinho maravilhoso, e Laura sentiu bem o estado em que meu cacete se encontrava.
- Tens o caralho bem duro, como o de um homem de verdade, meu punhetas caseiro gozou-me ela, fazendo-me ficar ainda mais duro Vais finalmente perder o nojo de meteres no buraquinho de uma mulher e violares-me?
- Isso querias tu, minha puta gostosa! Sabes bem que só te quero para tocar punheta, que é o que eu gosto de fazer.
Depositei-lhe então a calcinha no seu cu, aproveitei para baixar igualmente minhas calças e cuecas, pois uma boa segóvia toca-se nu, ou pelo menos com os membros inferiores destapados, empunhei a piça que envolvi na sua cueca como se ela fosse uma ligadura, depois de a ter cheirado, lambido e esfregado meu rosto nela demoradamente, indiferente aos resmungos de minha colega que dizia querer ir para casa jantar e estar com o Vítor, tendo o cuidado de fazer com que meu caralho ficasse directamente em contacto com a parte da frente do tecido, onde a cona da Laura depositara seus sucos, e toquei então senão a melhor punheta da minha vida, pelo menos a melhor punheta daquele dia. Fiquei imenso tempo punheteando-me como se o estivesse tranquilamente fazendo na casa de banho em casa. Laura dizia para me despachar, pois não queria ser agarrada naquela situação, mas também ela se começara a excitar com aquilo, e se rebolava toda sobre meu caralho envolto na sua calcinha divina, cheirando tremendamente a tesão. Eu soltara já a mão que a prendia, e cutucava-lhe com ela os marmelinhos, até eles ficarem duros e a fazerem vir-se. Quando me esporrei a calcinha ficou completamente ensopada com a minha esporra, e a tira de tecido não foi suficiente para conter aquele dilúvio branco, ensopando-me a mão com que me punheteara e o cu branquinho da Laura, que mais branco ficou.
Gostasse eu de ir ao pito, e que amante seria! Laura pensou o mesmo. Ao sentir tal corrente aquecendo-lhe o rego do cu, custou-lhe a acreditar que aquela era a terceira punheta que eu esgalhava desde a hora do almoço.
- És um punhetas com os colhões bem cheios, não haja dúvidas e aquele foi para mim o maior elogio que ouvi até hoje Mas agora devolve minha calcinha, mesmo esporrada como está, pois não tenho outra até casa.
Mas eu não estava a fim do mesmo. Dei um nó firme à volta de minha piça já murcha e flácida com ela, e antes de sair de cima da minha musa, num ápice, alcei minhas calças. As cuecas rosa fio dental dela, que davam tesão só de olhar estavam agora sobre as minhas, ensopadas com o tesão de três seres, agasalhando-me o caralho. Eu, nem por sombras, pensava em devolver-lhas.
- São minhas, agora disse-lhe Nunca as hei-de lavar, e para teu registo, conto ainda tocar muitas punhetas com elas. Quando me cansar destas arranco-te outro par. E sabes porquê Laura? Porque és a melhor mulher do mundo para me estimulares a tocar ao bicho.
- Tarado atirou-me ela, insultando-me como sempre, mas novamente a ficar excitada estou toda molhada. Vou chegar a casa com as calças todas húmidas no rabo e no entre pernas.
Não adiantou. Aquele era o meu troféu. Ela acabou por ir para casa, pingando directamente nas calças. Neste momento é o meu acessório de masturbação predilecto. E por falar dele, meu cacete já se armou. Vou logar este conto, e acabar a noite, praticando com ele o meu desporto favorito. Os leitores que estiverem sós, e não tiverem mais nada para fazer, aproveitem e façam como eu. Uma boa punheta antes de adormecer nunca fez mal a ninguém.