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Sina I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Seguia feliz para sua nova vida, queria apagar o passado, toda dor e tristeza ficavam para trás, naquela cidade que riscava agora do seu mapa. A trágica perda de seus entes mais queridos ficaria distante. Preencheria seus dias com o trabalho, uma proposta desafiadora a que se dedicaria com afinco. A administração da Fazenda Missão d'Ancila, de propriedade de Lorde Normando - um Senhor rigoroso, austero e gestos rudes – a manteria ocupada. A vida saudável no campo lhe ofereceria a energia necessária para recomeçar. Sentia-se realmente animada, saía daquele marrasmo dos últimos tempos e a tristeza já lhe parecia mais distante. Observava a paisagem e sentia-se bem. Não muito longe da fazenda havia uma bela cidade onde poderia passar suas folgas semanais e cuidar de seus caprichos urbanos, pequenos confortos dos quais não pretende abrir mão, com freqüentar cinema, teatro, boates, cabelereiro, manicure e outras pequenas atrações que a vida na cidade oferece. Chega finalmente ao portão. Estivera ali uma única vez quando conhecera Lorde Normando e fechara o contrato. A propriedade é ampla e suntuosa combinando com o dono. Um homem de posses e muita ostentação, mas a quem falta classe e sutileza. Deve ter pouco mais que 50 anos, alto, forte e algo atraente, apesar de Laila estar acostumada a homens mais refinados. Seu marido era extremamente gentil e educado, incapaz de grosserias até mesmo numa briga ou discussão. O Lorde pertence a uma das famílias mais antigas da região, dizem que a Fazenda d'Ancila tem mais de 350 anos. O casarão é muito bem conservado. As casas dos funcionários são excelentes. A que lhe foi reservada é bela, arrejada e com uma deliciosa varanda que dá vista para quase toda a propriedade. Segue a estrada até a Casa Grande pensando no muito que há pra se fazer ali. A proposta é modernizar tudo. Estaciona e é recebida por um rapazola simpático que a cumprimenta amistosamente. Ele já parece saber quem ela é. Pede que o acompanhe até o escritório. Seu nome: Tomás. Parece fazer parte da paisagem... ele definitivamente é o tipo de pessoa que combina com a vida rupestre. Antes que ela possa perguntar o que o rapaz faz ali Lorde Normando invade a sala. Sim, porque aquilo foi uma invasão. Entra a passos rápido, rosna um bom dia e passa a falar rapidamente, sem tempo para interrrupções, sobre o que espera dela nos próximos dias. O jovem Tomás na janela parece distraído, olhando algo ao longe, mas tão logo ouve seu nome se aproxima. Lorde Normando explica que devido a compromissos urgentes estará ausente nas próximas semanas e que quer relatórios diários e precisos (além de concisos) através de sua secretária, Dona Lílian que logo virá auxiliá-la a se instalar; e que Tomás está encarregado de apresentar-lhe melhor a propriedade e os funcionários, que são responsabilidade dele. Ela fica livre de ter que lidar com peões, afirma o Lorde para logo acrescentar que uma moça de modos refinados teria problemas com 'essa gente' e portanto Tomás é a pessoa indicada para auxiliá-la com a disciplina dos demais. Laila ainda está assimilando o discurso quando Lorde Normando lhe estende a mão para um aperto rápido e deseja-lhe sucesso emendado com uma leve ameaça de que ao retornar espera que os principais problemas (que serão detalhados em relatório a ser entregue pela secretária) já estejam sanados. Meio aturdida ela o vê sair seguido pelo jovem e mal percebe a presença de D. Lílian que solícita entrega-lhe a chave da nova casa e pede a chave do carro para mandar guardar sua bagagem. Informa também que todos os relatórios solicitados pelo Lorde estão na sala ao lado que lhe servirá de escritório. Coloca-se a disposição e entrega um telefone móvel para seu uso. Ela sai após a secretária meio perdida e dirige-se a casa. Chegando lá Tomás está na varanda recostado no umbral. Dirige-se a ela e fala naturalmente: - Estarei aqui dentro de 2 horas para começarmos! Faz um cumprimento com a cabeça e sai. Ufa! Ao ver os funcionários saindo, fecha a porta e joga-se na cama olhando para o teto. "E dizem que as pessoas do campo são tranqüilas" ri consigo mesma. Arruma suas coisas e toma um delicioso banho. Pensava em dirigir-se ao escritório, mas fica ali dando um jeito particular no seu novo 'lar' enquanto espera que o encarregado venha para começarem. No horário acertado lá está ele. No carro da fazenda percorrem a maior parte da propriedade e ele lhe fornece detalhes dos locais, atividades e pessoas que ali estão. Parece saber bem mais que um simples encarregado, tem visão do negócio. Nos dias que se seguem o contato deles é o necessário. Ele aparece para dar informações sobre o andamento e para esclarecer o que se faz necessário. Ela está absorvida pelo trabalho e passa quase tempo integral a se inteirar das coisas. A equipe é ótima e não é difícil conseguir cooperação. Em dez dias ela já tem um novo quadro a apresentar e um plano de trabalho bem definido. Resolve ir a cidade. Passa o dia a cuidar-se. Salão, shopping, cinema, lanchonete. Sente-se outra ao voltar para a fazenda ao entardecer. Na varanda da sua está o jovem Tomás: - Não deve sair sem avisar. - Aconteceu algo? - Não, mas não faça mais isso! - Eu não... Ele já lhe dava as costas e saía. Voltou-se e disse: - Não gosto do que fez nos cabelos. Entra ainda meio atônita. Registra para conversar com ele amanhã sobre isso. Que petulante! Encontra um recado do Lorde: estarei ausente por um período maior que o esperado, siga adiante com seu trabalho. Ela não pode deixar de sentir-se decepcionada. Mais tarde alguém bateu à sua porta. O jovem Tomás pediu desculpas e solicitou que ela o acompanhasse. Vestiu-se rapidamente e seguiu com ele. Foram a uma parte mais abandonada da fazenda, onde ficava anteriormente a senzala. Laila desceu do carro meio ainda perdida. Ele não lhe apresentara um motivo sólido para ir até ali e ela fora assim mesmo. Agora olhava para aquele ambiente e sentia-se mal. Era algo medonho, triste e assustador. Ele seguia na frente e fazia sinal para ela acompanhá-lo. Era noite e a luz fraca do lampião dele dava um ar mais tenebroso ao local. Seguiram para o fundo da senzala. Ele abriu uma porta fechada a cadeados e correntes e a levou até lá. Ficou muda...estatelada. Olhou pra ele que sorria e falava suavemente: - Vem... Ele andava e parava ao lado de cada móvel, instrumento ou qualquer outra coisa que houvesse naquele lugar. Então olhava para ela e perscrutava seu rosto. Ela podia sentir que cada reação sua era observada e sugada. Um misto de medo e curiosidade a movia. Tinha ímpetos de sair correndo, mas adentrava cada vez aquele ambiente. O chão de terra e palha, as paredes mal acabadas, as janelas com trancas eram aterradores. Ela fez menção de voltar e ele a segurou pelo braço. Era a primeira vez que se tocavam. Entreabriu a boca mas não conseguiu emitir um único som. Ele a olhou nos olhos elevando seu queixo para que ela o olhasse: - Eu a levo agora. Voltará aqui todos os dias ao cair da tarde, sem falhar um único. Esta é a sua chave do cadeado da porta. Não comentará com ninguém sobre o local ou sobre o que faz. Ao chegar deve ficar sobre aquele tablado próximo a cadeira, de costas para a porta sempre. Quando eu aqui estiver não deverá emitir um único som sem que lhe seja solicitado. Pos a mão sobre seus lábios: - Não faça perguntas. Seja boazinha. Puxou-a pela mão até o carro, entraram e ele nem mesmo lhe dirigiu um olhar. Ao parar frente a sua casa disse apenas um 'boa noite' e nem mesmo desligou o motor. Laila desceu do carro e ele imediatamente partiu. Ela ficou ali parada, confusa e perigosamente excitada. Deu-se conta de que não se deixava tocar por um homem fazia meses. Curiosamente pensou em Lorde Normando. Entrou e entregou-se ao prazer num longo e demorado banho. Após satisfazer-se sozinha foi para a cama, mas não conseguia dormir. Revirava-se até que ao sentir as primeiras luzes do dia, antes mesmo do pleno amanhecer, vestiu-se e resolveu ir até a casa de Tomás. Ele morava numa casinha mais distante. Ela bateu e pouco depois ele abriu a porta. Estava completamente nú e não parecia dar-se conta disso. Ela, bastante constrangida, não sabia o que dizer mais. Ele sorriu: - Amanhã! Sabe onde e como! Em seguida entrou. Laila não saberia precisar o que se passou naquele dia. Não conseguia se concentrar no trabalho, desejava todo o tempo ir atrás de Tomás e exigir-lhe explicações. Ou quem sabe levá-lo para a cama e resolver a comichão que sentia em todo seu corpo. Por três ou quatro vezes se viram durante o dia e ele parecia nem perceber a presença dela. Aquilo a enlouquecia. Nem um único olhar, uma palavra, nada! Com o passar das horas ela ia se convencendo de que não iria a lugar nenhum e quando Lorde Normando chegasse lhe mostraria o local e denunciaria seu empregado. Mas denunciar o que? Denunciar seus próprios pensamentos, sua fértil imaginação que durante todo o dia parecia denunciar desejos loucos. Ela se via sob o jugo daquele homem fazendo coisas impronunciáveis. Imersa em seus pensamentos nem ouviu D.Lílian anunciar Lorde Normando ao telefone. - Laila, voce esta bem??? - Sim, claro! O Lorde? Ah sim... - Ele já desligou...disse que ligará mais tarde. - Mais tarde??? Eu não posso...eu...bem...eu não vou estar aqui... Suas palavras traíam seu fiel propósito de não ir ao encontro dele. Sim, ela iria. D. Lílian saiu da sala entre atônita e preocupada: - Voce devia ir descansar, Laila. Não me parece muito bem... Não daria explicações. Sabia que não podia. Não conseguiria dizer coisa alguma sem se trair. Seguiu direto para aquele lugar... Chegando lá se deu conta de que deveria ter passado em casa, tomado um belo banho, colocado uma roupa melhor. Ridículo! Porque faria isso? Ela nem mesmo sabia porque estava ali, ou o que aquele homem pretendia. Loucura! Ali havia instrumentos de tortura...e se ele pretendesse machucá-la? Era melhor ir embora... Estava ela perdida em seus pensamentos quando ele chegou. Ela desceu do carro tentando arrumar o cabelo e a roupa e deparou com o olhar dele duro, reprovador: - Não está onde eu ordenei. - É que eu acabei de chegar... Ele já virava as costas e subia em direção ao cavalo que deixara mais adiante. Ela correu até ele e tentou falar algo. Sentiu suas mãos em seus braços. Ele a puxou, sentou-se num tronco e a deitou em seu colo. Foi tudo tão rápido que ela não sabe dizer como ele abaixou suas calças até os joelhos. Sentiu a primeira palmada e tentou reagir. Ele continuou batendo, sem pena. Sua bunda ardia e ela tentava se levantar pedindo que a soltasse. Ele só parou quando ela parou de reagir. Levantou-a, levantou-se, subiu no cavalo e se foi. Ela passava as mãos nas nádegas quentes enquanto tentava controlar as lágrimas. Olhava ele perder-se ao longe e confundia-se com seus próprios pensamentos. Vestiu-se e foi a casa dele. Ele não estava. Procurou informações com outros empregados e estes disseram que ele fora a cidade. Soube o bar que ele costuma freqüentar e seguiu para lá. Chegando lá encontrou-o num papo animado com um linda morena e ao tentar interromper foi veementemente repreendida. Sentiu como se todo o bar olhasse para ela. Como podia aquele empregado idiota repreende-la em público como se ela fosse qualquer uma. Foi entao que ele a pegou pela mão gentilmente e a levou até o carro. - Eu lhe disse para não sair mais sozinha sem avisar. - Eu não tenho que.... - Silêncio!!! Entre nesse carro e volte já pra fazenda senão leva outra surra aqui mesmo. Deixe a porta destrancada, depois que eu me divertir o suficiente passarei lá para castigá-la por este novo erro. Esteja nua! - Acontece... Ele de alguma forma a botou dentro do carro. Aquele homem crescia quando falava com ela daquele jeito...parecia um gigante e ela um nada. - E antes que eu me esqueça, nunca, nunca mais tente me seguir! Foi para casa perdida em pensamentos completamente confusos. Tomou um banho e deitou-se...nua! Já dormia profundamente quando ele chegou. Foi docemente acordada com os carinhos dele. E quando já esperava por seu corpo, seus beijos e carícias sentiu a mão forte dele segurar-lhe os cabelos e levantá-la de um só golpe. Colocou-a de joelhos. - Cabeça baixa, não me olhe! Levantou-se, tirou calmamente suas roupas e deitou-se na cama dela. Ela vislumbrava aquele corpo e sentia o seu em chamas. Ele era extremamente viril. Um vontade louca de tocá-lo a consumia. Ele pareceu adivinhar: - Não se mexa. Nem ouse. E passou a relatar detalhadamente os momentos de prazer que ele havia vivido a poucos minutos com aquele morena do bar. Parecia ter um prazer especial em contar-lhe os carinhos e carícias que havia proporcionado a outra. Sentia-se ultrajada, humilhada e extremamente excitada. Ao terminar o relato ela podia perceber que ele estava duro de tesão e mal podia se conter esperando que Ele a tomasse. - Vou indo. Esteja lá amanhã, e todos os outros dias como eu lhe ordenei, esteja eu ou não deve sempre retornar e aguardar. Abaixou-se a tocou. - Molhada hein puta? Saiu rindo... No dia seguinte ele já estava lá quando ela chegou. Teve medo quando encontrou a porta aberta e ele sentado naquele cadeira enorme que lembrava o trono de um rei. Instintivamente levou a mão a bunda para proteger-se, o que provocou uma sonora risada dele. - Vamos cadela...dispa-se! Nua! - Eu... - Nua! Ela tirou a roupa e ficou de lingerie. Ele se levantou, chegou bem perto dela, tirou uma faca da cintura e cortou-lhe o sutiã ao meio. Ela ainda tremia quando ele cortou a calcinha. Voltou ao seu lugar e a deixou ali parada, tremula e assustada. Parecia uma eternidade o tempo que ele ficou apenas olhando-a. - Deite-se naquela mesa como se fosse fazer um exame médico. Bom! Agora abra-se toda pra mim. Não sabia porque o obedecia. Sentiu quando ele se aproximou e tocou-a intima e friamente. Enfiou-lhe os dedos, puxou os lábios da buceta e abriu, enfiou o dedo no seu anus, apertou-lhe os seios, puxou seus bicos. E ela ali permitindo tudo aquilo sem entender porque... A crueza de seus atos não combinava com os momentos que ele descrevera com a tal morena. Ela passara o dia esperando por momentos quentes de prazer a que amantes libidinosos se entregam. Mas apesar de tudo ali estava, estática, incapaz de se mover... Ele a puxou, colocou-a de bruços sobre a mesa, pernas abertas e encostou o membro imenso e duro em seu traseiro. Ela já gemia quando ele a puxou pelos cabelos e rindo: - Acha que vai ser assim cadela. Acha que merece meu cacete? Puxando-a pelo cabelo, levou-a ao chão e enfiou o cacete na sua boca. Ela engasgou-se toda e ele a largou ali. Foi até um canto e pegou umas cordas. Voltou a pega-la pelos cabelos e a levou para fora. - Ficou louco, alguém vai ver... A frase foi encerrada com uma bofetada. - Foi avisada que não deveria falar sem ser solicitada. Prendeu-a num tronco de arvore pelas mãos. Cuspiu em seu rosto. Tirou o cinto e começou a castigá-la. Ela chorava quando ele se aproximou e enfiou os dedos em sua buceta e a puxou para si. A respiração dele em cima dela a enlouquecia. Ele a largou. Seguiu em direção ao carro e ela entrou em desespero pensando que ele ia deixá-la lá amarrada. Gritou. Ele voltou e a desamarrou. Saiu sem dizer uma única palavra. Foi pra casa chorando. E por dois dias esteve sozinha naquela senzala, por um par de horas, sentada naquele tablado. Ia para casa desconsolada. Durante o dia procurava-o e ele a evitava. Somente falava com ela na presença de outras pessoas. No terceiro dia ela já ia embora quando ele apareceu. Ele teve ímpetos de falar mas permaneceu calada. Foi vendada e colocaram algo em sua boca. Levantou-a e prendeu-a no pelourinho. Logo em seguida foi encapuzada. Ouviu vozes, apavorou-se. Durante algum tempo três homens conversavam entre si. Tomás e mais duas vozes que ela não podia reconhecer. Falaram de seu corpo, tocaram-na. Abriram suas intimidades. Os homens a queriam, mas Tomás disse que não, que ainda não era hora. Ainda??? O que ele pensava que ela era. Ela ali toda exposta sem poder se mexer e eles a beber e jogar palitinho. Quem ganhava podia lhe torturar, anunciara Tomás. Cada partida valia uma palmada. Depois de algum tempo ele resolveu mudar o jogo. Cada partida valia uma bolinha que deveria ser enfiada nela. Ela o odiava, mas sentia-se molhada e excitada a não se agüentar. Um dos homens percebeu e disse: - Tua escrava está gozando. Sentiu a primeira cintada queimar sua bunda. Em seguida foi retirada do pelourinho e teve os braços presos acima da cabeça, ficou ali pendurada por uma corrente. Seus pés mal tocavam o chão. Colocaram um cavalete sobre ela, cada vez que relaxava o corpo a madeira lhe doía as carnes. Sentiu algo a apertar-lhe o bico dos seios. Tomas mandou os homens embora. Tirou o cavalete, abriu-lhe mais as pernas e enfiou nela um enorme consolo. Em seguida soltou-a. - Me envergonhou hoje ante meus amigos. Usará este consolo amanhã durante o dia. E não usará sutiã. Na hora do almoço estarei em sua casa deve chegar, despir-se mostrar-me que ele está colocado e me fazer sexo oral até que eu goze. Gozarei em seus peitos e assim ficará ate o fim do dia quando nos encontraremos aqui. E assim foi. A noite quando se encontraram ele retirou o consolo. Prendeu-a numa mesa de torturas e usando uma chibata de couro chicoteou seu sexo até que ela gozasse. Naquela noite as torturas seguiram-se intermináveis até o amanhecer. Perdeu a conta de quantas vezes gozou. Seu corpo foi usado nas mais variadas formas. As noites que se seguiram foram entremeadas com torturas, prazeres e castigos. Durante o dia cumpria tarefas que ele lhe dava e ansiava pela chegada das noites. Tinha orgasmos até durante o dia lembrando e relembrando tudo que acontecia. Aquele homem transformara sua vida. A vida na Fazenda Missão d'Ancila fora uma reviravolta maior do que imaginava. Naquelas 4 semanas ele vivenciou coisas que em seus 32 anos nunca haviam nem lhe passado pela cabeça. Mas o pior...ou melhor...ainda estava por vir. Naquela noite Tomás foi especialmente atencioso e dedicado e ao final de tudo a levou para sua casa. Lá ela foi usada novamente como fêmea e após a satisfação total daquele homem insaciável ouviu sua sentença: - Amanhã será um dia especial. Provará a mim e a voce que me pertence inteiramente. Que minha vontade prevalece sobre qualquer coisa. Pudores e medos devem ser ignorados e somente a vontade de seu Dono valerá. Esteja atenta durante todo o dia. Caso me falhe nunca mais a tocarei. Desça da cama e durma no tapete. Assim o fez, e foi difícil dormir imaginando o que a esperava no dia seguinte. Terminou adormecendo certa de que ele já fizera com ela tudo que é possível e nada havia que não lhe pudesse atender. Ela já provocara dor e prazer em cada pedacinho de seu corpo. Já a entregara a outros homens. Já a humilhara de todas as formas. Tinha certeza de que se sairia bem e deixaria satisfeito. Quem sabe até a convidasse para morar com ele... adormeceu. No dia seguinte foi acordada cedo por ele com a anúncio de que Lorde Normando chegara de viagem e queria vê-los. Arrumou-se e seguiram para a Casa Grande. Foram encaminhados a sala íntima de Lorde Normando que vestido num belo robe tomava seu café calmamente enquanto via os jornais do dia. - Olá Laila! Olá Tomás! Espero que todo o trabalho tenho sido cumprido a contento. Ela pensou em falar, quando Tomás abriu uma caixa que se encontrava na mesinha ao lado e tirou de lá uma coleira. Colocou-a no pescoço de Laila e ordenou: Nua! Ela sentiu que ia desmaiar... mas suas mãos desceram para os botões da camisa e começaram a desatá-los enquanto seus olhos buscavam o dele suplicantes. Mas o olhar de Tomás era duro e sua fisionomia impassível. Com um tapa em seu rosto voltou a dizer: - Nua e rápido! O Lorde fechou o jornal e passou a também contemplá-la. Laila tentava manter-se de pé enquanto tirava a blusa e deixava os seios a mostra (já que estava proibida de usar sutiã). Tirou as botas e começou a abaixar as calças quando já não mais conteve suas lágrimas. Tomás a puxou pelos cabelos, vergando seu corpo para trás e beijando sua boca. Jogou-a no chão e tirando o cinto deu uma única chibatada. Foi o suficiente para que ela se levantasse e se postasse nua com o máximo de dignidade que conseguia naquele instante. O Lorde aproximou-se e puxou-lhe o rosto que ela mantinha baixo de vergonha e a olhou nos olhos sorrindo: - Eu sabia que era uma verdadeira puta desde o primeiro minuto que chegou a esta casa. Não há melhor adestrador que meu amigo Tomás. Tenho certeza de que foi pura diversão para ele domá-la. Mas voce me pertence mocinha. É minha! Despeça-se dele agora que seu verdadeiro 'inferno' ainda está começando...