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Meu nome é Maurílio. Brasileiro, casado, quarenta e seis anos, residente em Brasília. Como a maioria dos habitantes dessa cidade, sou funcionário público. Mas não sou qualquer barnabé não. Já assessorei muitos congressistas e hoje exerço cargo importante no senado. Minha mulher Cylene tem quarenta e dois. Temos uma filha casada de vinte anos que reside no Rio. Levamos uma vida rotineira e pacata, para não dizer monótona. Assim também é nossa vida sexual. Após vinte e dois anos de casados, já virou incesto. No bom sentido, é claro. Nada daquele furor que se lê nas histórias eróticas, quando os irmãos se consomem em desejo. Quando eu falo em incesto, quero dizer que somos mais irmãos do que marido e mulher. Fazemos sexo religiosamente uma vez por semana, aos sábados, antes de dormir. Escovamos os dentes, ela tira a camisola e eu o pijama. Beijamo-nos na boca com um ardor ensaiado, vez ou outra eu chupo seus seios. Depois, um papai-mamãe muito bem comportado. Outro beijo e cada um vira para um lado para um merecido repouso. Uma necessidade fisiológica, como urinar ou evacuar. Temos uma terceira pessoa em casa: nossa empregada Edileuza. Espero que por pouco tempo. Ela apareceu aqui há um mês pedindo emprego, com uma história triste: saiu do Piauí para tentar a vida em São Paulo e passou dois meses de canto em canto, até que resolveu vir para Brasília. Minha mulher ficou com pena e deu um emprego para ela. Não demorou a se arrepender. A moça é até bonitinha, de rosto e de corpo. Tem dezenove anos, os cabelos quase louros, busto e pernas muito bonitas. Mas é burra, desajeitada e praticamente analfabeta. Raro é o dia em que não contabilizamos o prejuízo de uma louça quebrada, uma roupa queimada pelo ferro de passar ou manchada por negligência ao lavar. Hoje, depois do jantar e da novela na TV, minha mulher veio me dizer que ela quebrara um cinzeiro lindo, de murano. "Agora chega", eu pensei e chamei a moça. Mandei que ela arrumasse a trouxa e sumisse da nossa frente. Agora. Já. Imediatamente. Ela começou a chorar e se ajoelhou aos meus pés. – Pelo amor de Deus, seu Maurílio não faz isso comigo. Que é que eu vou fazer da vida? Deixa eu ficar aqui. Por favor dona Cylene, fala com ele. Olha, pode descontar tudo do meu salário, não precisa me pagar nada, mas não me manda embora... Tem pena de mim, dona Cylene! – Sei lá, Edileuza... você só dá dor de cabeça... que é que você acha, Maurílio? outra oportunidade? – Não. De jeito nenhum! Eu não vou ficar passando a mão nessa cabeça de titica. Ela chorava mais ainda. Se agarrou nas minhas pernas. – Tem piedade, seu Maurílio... – Olha, pode até ficar, mas eu vou ter de te dar um castigo para ver se você toma jeito. Está bem? Ela fez que sim com a cabeça. Mandei que ela esticasse a mão bem aberta e dei uma palmada bem forte. Ela gemeu de dor. Anunciei que seriam dez "bolos" e fui aplicando os outros nove. Quando terminei, ela chorava como um bebê. A palma de sua mão estava vermelha. Fiz com que ela jurasse que ia ser mais cuidadosa. Caso contrário apanharia mais ainda. – Agora vai pro seu quarto e amanhã trata de caprichar no trabalho. Se fizer bobagem, já sabe. Vamos para a cama, Cylene? Ela estranhou o convite. Nós nunca íamos deitar antes das onze e ainda não eram nem dez. Mas eu estava querendo alguma coisa nova, eu estava me sentindo diferente. A punição da Edileuza me deixou com uma sensação de poder que eu nunca sentira, nem mesmo quando espezinhava e humilhava os meu subalternos. E eu estava agora olhando minha mulher com outros olhos... queria testar logo para ver se não era só uma impressão. Deitamos, eu a abracei e beijei sua boca longamente. Enfiei a mão por baixo da camisola, entre suas coxas. Ela estava meio sem ação, tomada de surpresa. – Gostosa... tira a camisola, quero você nua. Ela obedeceu e eu também despi o pijama de seda. Agarrei-a com alguma brutalidade e comecei a lamber seu seio, apertando o outro com a mão. Dei uma mordida leve e aumentei a pressão da mão. – Ai, amor, está doendo. Que é que você tem? Está esquisito... – Estou com tesão. Um tesão diferente. Está ruim pra você? – Não, querido, só toma um pouquinho de cuidado pra não me machucar. Eu não sou a Edileuza. A simples menção do nome da empregadinha quase me fez gozar. Beijei novamente a boca da minha mulher e afastei suas coxas, penetrando-a de uma só vez. Rolei com ela pela cama, mordendo seu pescoço e suas orelhas, chamei-a de puta gostosa. Ela reagiu bem ao novo estilo. Retribuiu meus beijos e arranhou minhas costas, grudando o corpo ao meu, mexendo as nádegas num ritmo crescente. Em pouco tempo chegamos ao orgasmo e, pela primeira vez em muitos anos, eu podia jurar que ela tinha gozado realmente, não estava apenas fingindo para satisfazer o meu ego. Depois, ficamos deitados, ela com a cabeça aninhada nos meus ombros e acariciando meu membro, que não estava totalmente flácido, ao contrário do que costumava acontecer. – Puxa, meu bem, foi tão gostoso... você estava com tanto fogo, nunca vi você assim. Que foi que aconteceu? – Sei lá... ou melhor, acho que sei. Eu fico um pouco encabulado de dizer, mas... sabe, aquela hora que eu bati na Edileuza?... eu fiquei assim... sei lá... uma sensação gostosa... quando eu vi ela sair da sala de cabeça baixa... você já se sentiu dona de outra pessoa? Acho que foi isso que eu senti. E me deu uma vontade doida de te comer... como puta, não como esposa... – Mmmm... eu nunca tinha pensado nisso, mas gostei muito de ser tua puta... acho que eu vou torcer pra Edileuza fazer mais besteira amanhã... Meu pau já estava duro na mão dela. Fiquei espantado quando me ouvi ordenando "chupa" e mais ainda quando ela obedeceu sorrindo. Enfiou a piroca na boca e chupou. Sem muito jeito, a princípio. Depois foi se desinibindo e começou um verdadeiro banho de língua no meu peru. – Quer gozar na minha boca, querido? Puta merda, quantas vezes nesses vinte e dois anos eu pedi para ela dar um beijinho no peru e ela dizia que tinha nojo... agora me vem com essa... – Hoje não. Eu quero que você goze de novo. Fica de quatro, putinha. Ela ficou e eu montei nela por trás. Penetrei sua xereca com facilidade. Ela estava alucinada de desejo e eu mais ainda. Nossos movimentos eram descontrolados, toda hora o pau saía daquela vagina encharcada. Deitei de barriga pra cima e mandei que ela assumisse. Ela se empalou no meu cacete e iniciou uma dança selvagem, as nádegas se esfregando nos meus pentelhos. Dentro em pouco, gozamos juntos novamente. Ela se arriou sobre mim e ficamos trocando nossas salivas por algum tempo, até que eu falei: – Limpa minha piroca, puta. Ela entendeu. Obedientemente meteu-se entre as minhas coxas e lambeu todos os vestígios da trepada. Voltou a me abraçar e em pouco tempo estávamos dormindo. Acordei de manhã com um sonho esquisito: Cylene e Edileuza frente a frente, nuas e amarradas pelos pulsos por uma corda presa no teto. Eu aplicava chicotadas nas duas, de uma só vez. Elas gritavam e imploravam que eu parasse, mas eu só ria e me masturbava. Aí eu acordei, o pau doendo de tão duro. Dei uma palmada na bunda de Cylene, que abriu os olhos assustada. – Que foi, amor? – Nada... tesão... chupa, agora você vai tomar meu leite. Ela não discutiu. Caiu de boca e chupou como veterana. Quando eu gozei, nem precisei dizer nada. Ela engoliu todo meu esperma e depois lambeu o pau até deixar limpinho. Só parou quando eu mandei. Sem dúvida, as coisas estavam bem mudadas na minha casa. Para melhor... ===================== O dia de trabalho não foi fácil. Eu não conseguia me concentrar em nada. Só enxergava as imagens de Edileuza chorando e Cylene nua, de pernas abertas. Estava louco para voltar pra casa. Chamei o contínuo e mandei comprar um par de sandálias havaianas. – Que tamanho, doutor Maurílio? – O maior que tiver. Finalmente cheguei em casa. Arrastei Cylene para o quarto e mandei que ela se ajoelhasse na cama. Enquanto ela abria minha calça, eu perguntei o que foi que nossa empregada tinha aprontado. – Puxa, amor, hoje ela fez tudo direitinho. Acho que não era isso que você queria, não é? Claro que não era. "sua burra, não pode inventar? porque não arma uma pra cima dela?" pensei decepcionado. – Tudo bem. Afinal, foi pra isso que eu dei o castigo. Parece que está dando certo. Mas fica de olho, viu? O menor vacilo, já sabe... Agora me paga um boquete bem caprichado. Pra relaxar... Enquanto ela me chupava, eu a agarrei pelos cabelos e pelas orelhas. Já que não tinha pretexto para bater na Edileuza, pelo menos queria maltratar um pouco minha mulher. De repente, fiquei um pouco preocupado pelo fato de estar gostando de machucar mulheres, mas logo tirei o pensamento da cabeça. Era tão gostoso, eu me sentia tão macho... Cylene tirou a boca do meu pau. – Amor, ele está tão duro, tão gostoso... você não quer meter em mim? Eu estou doida de tesão... depois eu te chupo mais... olha só, estou molhadinha, vou tirar a calcinha pra você ver... tira tua roupa também... Enquanto tirava a roupa, achei que alguma coisa não estava me agradando. Era ela dizendo o que eu tinha de fazer. Que negócio é esse? Quem é que manda nessa suruba? Ela vai ver... – Pronto, querida. Quero meter por trás de novo, tudo bem? Fica assim de pé e põe as mãos na cama... assim... empina bem a bunda... isso, minha puta... deixa eu passar a piroca nesses cabelinhos molhados... – Mete logo, amor. Quer me deixar maluca? – Calma, eu quero o pau bem molhadinho, bem lubrificado... Olha só, agora eu vou meter. – Amor, não é aí... não é esse buraco... aaaaaaaaaaaaaaaiii... não, amor!!! você vai me matar... tira, tá doendo... dói muito... por favor, não faz isso... lembra da tua promessa quando nós casamos... você não ia forçar... – Tem tanto tempo que eu esqueci a promessa, meu anjo. Eu tive de enfiar de uma vez, sabia que você não ia querer dar e não estou com saco para muita conversa. Agora o melhor é você mexer direitinho pra eu não me aborrecer. Vamos, veadinha, mexe essa bunda! E dei duas palmadas fortes nas nádegas dela. As lágrimas começaram a escorrer e meu tesão foi nas nuvens. Apertei seus peitos de jeito a não machucar muito. – Olha, se você quer chorar, eu vou te dar um motivo. Ou melhor, dois... A pressão das mãos aumentou. – Ai ai amor... não, não faz isso... dói demais... eu vou mexer do jeito que você quer, pára de apertar, por favor... olha, já estou rebolando... que nem um veado... tá bom assim, amor? então goza, meu bem, me inunda com teu gozo... Não sei se ela falava assim para me agradar ou se realmente estava gostando. A última hipótese não me agradava. Eu não queria que ela parasse de sentir dor. Aumentei a força das estocadas, enfiando até o talo, tirando devagar e voltando a enfiar rapidamente. Ela voltou a chorar e eu me excitei mais. Senti o orgasmo chegando. Grudei meu peito às suas costas e dei um chupão na sua nuca. Ela gritou e eu gozei. Pulei em cima dela até sentir que não tinha mais esperma para entornar na sua bunda. Saí de dentro dela e deitei de barriga para cima. Senti sua língua no meu peito, no meu pescoço. Ela ainda chorava baixinho. – Não está faltando nada? - perguntei. – ??? – Limpa meu cacete, pô... a lingüinha... no pau... – Ah, não, amor, não me pede isso... deve estar cheirando a cocô... por favor, não quero... Estava mesmo me desafiando, a vadia. Isso eu não podia tolerar... – É... tá na hora de inaugurar os chinelos... deitada aí de bunda pra cima, já! Ela não se moveu. Estava apavorada. – Por favor, meu bem... sou tua mulher, tua esposa... Virei-a na cama e peguei um dos chinelos de borracha. – Eu vou dizer o que você é: uma puta sem vergonha e desobediente. Vai continuar puta porque eu te quero bem puta, mas tem de aprender a obedecer! Baixei a mão com aquele chinelo enorme na sua nádega. Ela gritou de dor. Minha mão livre agarrou seus cabelos e forçou seu rosto contra o travesseiro, abafando seus gritos. Continuei batendo até que sua bunda estivesse completamente vermelha. Soltei o chinelo no chão e enfiei a mão no meio de suas coxas. Ela chorava baixinho mas, à medida que meus dedos roçavam seu clitóris, seu choro se transformava em gemidos de prazer. Virei novamente seu corpo e penetrei-a pela frente. Ela me beijou com fúria e puxou meus cabelos enquanto seus quadris se movimentavam cada vez mais rapidamente. – Tá bem, meu amor, eu sou tua puta, do jeito que você quiser. Ai, meu amor, que bom, está muito gostoso, mete tudo, assim... ai amor, vou gozar... ai ai goza comigo, meu homem, você não vai gozar dentro de mim? goza, meu bem... Mas eu só gozei quando ela anunciou o terceiro orgasmo. Gozei até que senti seu corpo amolecer em baixo de mim. Saí de cima dela e não precisei falar nada: ela sorriu e enfiou a piroca na boca, lambendo tudo até que eu mandei parar. Levantei da cama e fui tomar um banho. Quando voltei, ela ainda estava deitada, olhos fechados, mão entre as coxas. – Você não vai tomar banho? – Você se importa? Eu queria ficar assim melada mais um pouquinho. Depois do jantar eu me lavo, tá? –––––––––- Na manhã seguinte, examinei cada canto da casa. Tudo em ordem, nenhum detalhe em que eu pudesse botar defeito. Filha da puta da Edileuza! Pensei nela e ela apareceu... – Bom dia, seu Maurílio. Quer que eu faça um bife? ovos? – Só café e frutas. – Sim senhor. Ela mantinha a cabeça baixa. Desde que eu a castiguei, ela nunca mais me olhou nos olhos. Fiz um gesto e ela se retirou. Depois do café, Cylene me levou até a porta, como sempre fazia. – Volta cedo, pra me possuir, amor. Enfiei a língua na sua boca e esperei que ela se entusiasmasse. Quando ela começou a gemer e se esfregar no meu membro, dei um apertão violento em sua nádega. – Ai, amor, não faz isso, eu estou toda ardida do teu chinelo, ontem... ai, amor, por favor, pára... ufa... doeu, amor... porque você fez isso? – Porque você falou como esposa. Eu já disse que te quero como puta. Fala como puta, vamos! Ela olhou para mim meio perdida. Dei um beliscão na sua nádega. – Tá bem, meu macho, volta cedo para me foder bastante... bem gostoso, comer minha boceta... tá bom assim, meu homem? essa noite você não vai me bater, vai? – Depende de você. Trata de armar alguma coisa pra Edileuza. Senão, pode sobrar pra você... olha, essa conversa está me enchendo de tesão. Senta aí e paga um boquete rápido. Enquanto ela chupava, olhei para o lado. A sala, com as cortinas fechadas, estava escura. Mas eu podia jurar que o vulto que eu via lá no fundo era a Edileuza nos espreitando.